35📑O Papai Coruja

Lucía tinha 22 anos, pernas longas, lábios carnudos e uma beleza que roubava olhares. Estudante de design, sem tempo para trabalhar, com dívidas e sonhos caros. Ele se chamava Ernesto, 55 anos, grisalho, terno impecável, olhar dominante… e uma carteira que podia realizar desejos. Eles se conheceram em uma cafeteria chique, onde ela fazia trabalhos freelancer com seu laptop. Ernesto a observava havia dias. Até que se sentou à sua frente.
—Sei que você precisa de dinheiro —disse com voz firme—. E eu preciso de algo mais… físico.
Lucía ergueu o olhar, surpresa.
—O que você está me propondo?
Ele tirou seu cartão, deslizou um envelope junto ao seu café.
—Um acordo. Mil dólares por mês, despesas pagas, presentes… e sexo completo. Tudo o que eu quiser. Quando eu quiser.
Lucía abriu o envelope. Dentro havia quinhentos em dinheiro vivo. Só por considerar a oferta.
Naquela noite, ela pensou. Imaginou. Desejou, em segredo. E escreveu para ele.
“Aceito. Mas quero fazer isso bem… sexy.”
Eles se encontraram em um hotel cinco estrelas. Ela chegou com um vestido vermelho, sem calcinha. Ernesto a esperava com champanhe, frutas… e um olhar faminto.
—Fique nua para mim, Lucía.
Ela tirou o vestido lentamente. Seu corpo era uma obra de arte: peitos firmes, cintura fina, pele macia.35📑O Papai Coruja—Joga na cama. Abre as pernas.

Lucía obedeceu. Ele se ajoelhou e comeu sua buceta como se buscasse salvar sua alma. Devagar, profundo, com língua firme e dedos precisos. Fez ela gozar em menos de cinco minutos.

—Você nunca provou um homem de verdade até hoje — disse ele, enquanto abria a calça.

Sua pica era grossa, venosa, dura. Lucía lambeu ela toda, devagar, babando como uma puta obediente.

—Mmm… sabia que você seria assim — murmurou ele. — Uma boneca engolidora.

Ele a enfiou de joelhos, e depois a colocou de quatro. Comeu ela como um cabrão dominador. Puxou seu cabelo, agarrou seus peitos, bateu na sua bunda, meteu até o fundo enquanto ela gemía como uma puta.

—Me dá mais! Faz de mim sua! Me paga com porra!

Ele encheu sua buceta com uma gozada quente, e depois a fez chupar sua pica até ficar limpa.

A segunda rodada foi mais selvagem. Amarrou suas mãos, tapou seus olhos, e a tomou por todos os lados: na boca, no cu, na cara. Deixou ela escorrendo, suada, cheia de sua porra.vadiaAntes de ir embora, ele entregou a ela um envelope com dinheiro… e uma chave.
—Este é o apartamento que acabei de alugar para você. Quero que me espere peladinha quando eu mandar mensagem. Você vai ser minha bonequinha de luxo. E eu… seu banco de porra.
Lucía mordeu o lábio.
Talvez vender o corpo não fosse tão ruim… se te comprassem com tanto prazer.vadiaLucía tinha tudo. Apartamento novo, roupas de marca, jantares luxuosos e um cartão sem limite. Seu corpo era adorado por Ernesto, seu sugar daddy, que a usava e pagava por cada gemido. Mas tudo mudou no dia em que conheceu Iván: 28 anos, sorriso malandro, corpo trincado e fome de mulher. Eles se viram numa festa privada. Ela estava com Ernesto, mas Iván não tirava os olhos dela. Naquela noite, ele mandou mensagem no Instagram. E Lucía respondeu. —Ele é velho. Você é fogo —ele disse, enquanto a beijava no banheiro de um bar. Lucía gemeu em seus braços, excitada pela aventura. Ela o comia escondido, durante a semana, enquanto o velho trabalhava. Iván era jovem, selvagem, espontâneo. Não tinha dinheiro, mas tinha uma rola viciante e lábios perigosos. —Deixa o velho —ele implorou uma tarde—. Vem comigo. Não preciso do dinheiro dele. Só do seu corpo. E Lucía fez isso. Disse a Ernesto que queria ser livre. Que estava apaixonada. Ele a olhou em silêncio. —Então, tudo acaba. O apartamento, o carro, os cartões. Te dejo como te encontrei: pelada. Lucía foi com Iván, acreditando ter escolhido o amor.Relatos eroticosNo começo, tudo era paixão. Transavam em motéis baratos, em banheiros públicos, em casas de amigos. Iván era incansável, comia sua buceta com fome, a fodia com força de jovem. Mas logo mudou.
—Arranja alguma coisa. Tô cansado de pagar seus táxis.
—Não me deseja mais?
—Não tanto quanto antes. Conheci outra pessoa.
E assim, Iván a deixou. Por uma mais jovem. Mais fresca.
Lucía acabou num quarto alugado. Sem luxos. Sem porra. Sem amor. Sem pão.
Chorava de noite, se tocando, lembrando de como Ernesto a comia, como a enchia, como a mimava depois do sexo.
Quis escrever pra ele de novo… mas ele já tinha bloqueado seu número.
Agora era só mais uma.
Uma boneca quebrada… que ficou sem o pão e sem a porra.muito gostosa

1 comentários - 35📑O Papai Coruja

😂😂😂😂las tontas solo le pasa eso