um novo capítulo dessa história
Espero que vocês curtam muito.
valeu por me seguir, pelos comentários de vocês
e pelos seus pontos
Na terça-feira, a Clara não conseguiu evitar terminar de me contar o que tinha rolado naquelas férias com o jardineiro e os caras. Era estranho como eu ficava excitado quando ela me contava das minhas chifradas, eu imaginava a Clara sendo usada por outros caras e a via se divertindo, gozando e humilhada, terminando exausta. Quanto mais ela me contava, mais eu ficava tesudo e não conseguia evitar que meu pau subisse. Desde o momento em que ela me contou como o encanador e o ajudante comeram ela, os dois ao mesmo tempo, não consigo parar de ficar excitado. Mas o que eu estava prestes a ouvir era ainda mais obsceno.
Clara, mas que obsessão é essa que você tem com isso? Já que você quer tanto saber, eu acho que você ia adorar estar presente ou no meu lugar.
Estar presente sim, no teu lugar eu não me vejo.
Clara, pelo jeito que você fica, tenho certeza disso.
Você acha que eu sou viado?
Clara não é meu amor, mas te esquenta tanto que talvez você queira viver isso pra saber como é a sensação.
Fala sério, para de enrolar e me conta o que rolou nessas férias.
Clara, beleza, a gente tinha combinado a ameaça do guy, eu tava confusa, mas entre o jardineiro e o filho dele, me deixaram destruída e dolorida, além de humilhada. Tudo isso eu tinha curtido pra caralho, perdi a conta dos orgasmos que tive, principalmente com o guy, mas daqui a dois dias você ia chegar e eu não queria levantar suspeitas. Foi assim que você chegou e não percebeu nada, como sempre. Naquele sábado, a gente foi pra piscina, onde todo mundo me viu junto de você, até o jardineiro. Percebi que tudo podia sair do controle, por isso no domingo a gente ficou em casa. O jeito que eles te olhavam me fez ver que era o melhor. Naquela mesma noite, você foi embora e, sem perceber, me deixou sozinha no meio da matilha. A noite inteira fiquei pensando no guy, mesmo depois de ter sido comida por você, procurando por eles. O dia tava feio e nublado, não dava pra pegar sol na beira da piscina, mas eu fui, mais do que tudo, procurando por eles. E olha se não encontrei. O jardineiro foi o primeiro, veio do meu lado e começou a conversar.
Jardinero, com quem você estava no sábado?
Clara com meu marido, é que ele tem que trabalhar nas férias e só pode vir nos fins de semana.
Jardineiro e não sabe das galhadas que tem?
Clara, claro que não sabe, também não sabe o quão gostosa eu sou.
Jardinero... e se ele descobrir?
Clara, quem vai contar pra ela?
Jardinero... e se você se comportar bem, tenho certeza que eu não vou.
Clara, você quer me levar pro vestiário de novo? Tá bom, não tenho outra escolha senão ir com você, se meu marido descobrir, vai tudo pra merda.
Clara sabia muito bem que eu estava mentindo, não tinha problema nenhum em voltar pra casa e me afastar dele, mesmo que fosse a última coisa que eu queria fazer. Só a minha tesão me fazia obedecer às ordens dele e deixar ele tomar o controle. Foi assim que eu só levantei e fui pro vestiário, pedindo pra ele vir depois pra não ficar tão na cara.
Jardineiro, a essa hora todo mundo tá comendo, melhor vem pro meu quarto, lá você vai ficar muito mais à vontade e ninguém vai nos ver, além disso, lá eu tenho um colchão bem gostoso.
Entramos e, mesmo sendo um lugar pequeno, tinha um colchão no chão. Ele não precisou fazer nada, tudo fui eu que fiz. Abaixei o short dele e comecei pelo primeiro: chupar a pica dele com vontade, como se estivesse desesperada. Não parei até fazer ele gozar na minha boca. Depois disso, ele me disse algo que eu não esperava. Naquele momento, eu só queria ser comida, mas não foi assim.
Jardineiro, sabe que meu filho quer te dar uns presentinhos e pelo tesão que você tem, sua puta, você vai adorar.
Clara, não, não me deixe assim, me fode, por favor.
Jardineiro, melhor pedicelo nele, depois eu venho
Ele saiu do quarto e na mesma hora entrou o cara com outros três. Fiquei olhando pra eles e me perguntando se daria conta de tantos, sabia que se todos me comessem igual àquele cara, eu sairia de lá arrastada, e isso me deixou ainda mais excitada. Na hora já tava chupando as quatro picas, embora quisesse elas dentro de mim, mas não me fizeram esperar muito. Um deles pulou em cima de mim e começou a me comer com força, minha buceta tava molhadona, o pau dele escorregava e saía, e o cara colocava de volta enquanto eu chupava outra pica. O filho do jardineiro era o que mais falava um monte de coisa, coisas reais que me faziam sentir uma puta arrastada ali. Foi aí que me viraram e um disse que era hora de arrebentar meu cu. Aquela pirocada foi foda, eles adoraram sentir meu grito abafado quando ele meteu sem vaselina até as bolas. Isso doeu pra caralho, xinguei ele, mas ele me mandou calar a boca, eu não tinha direito nenhum de reclamar por ser uma puta. E assim terminei reclamando com uma pica na boca enquanto me abriam por todos os lados sem piedade nenhuma. Não sei quantos orgasmos seguidos tive naquele momento, acho que foram três, não lembro. Depois foram se revezando pra comer meu cu, eu já não respondia mais a nada, tava totalmente entregue e vencida diante daquelas picas. Aí começaram a me comer a buceta, senti um por um enchendo ela de porra quente, me fazendo gozar até enlouquecer de prazer, mesmo doendo tudo, não queria que parassem. Quando entrei com o jardineiro era meio-dia e agora já tava escurecendo. Tinham me comido a tarde inteira sem parar, e foi assim que me deixaram. Assim que eles saíram, o jardineiro entrou, me viu e disse.
Jardinero, do jeito que você tá, nem encosto em você, vagabunda. Se seu marido visse como os caras te deixaram, com certeza até ele sentiria um pouco de nojo. Vai, se veste e vai pra sua casa, que eu tenho que limpar essa bagunça.
Clara, não, não posso sair assim pro condomínio, olha como eu tô, pelo amor, me deixa limpar um pouco, não faz isso comigo
Jardineiro, e o que eu me importo como os outros te veem, aliás, eu adoraria que todo mundo visse o quão piranha você é.
Clara, não, por favor, não.
Clara não deu certo do jeito que tava, tive que sair pra cabana. Andei o mais rápido que pude, correr não dava. Cheguei sem saber se alguém tinha me visto, tava certa que se me vissem daquele jeito, seria um convite pra me comerem, pra quem quer que tivesse me visto. Assim que entrei na cabana, tomei um banho quente bem longo. Juro que não sei como consegui fazer tudo aquilo, quase nem conseguia me mexer. Mas mesmo assim, só de pensar em como aqueles quatro caras tinham me comido, só queria que continuassem fazendo aquilo.
E aí, o que aconteceu com o jardineiro?
Clara, meu amor, isso eu te conto outro dia, melhor a gente ir pra caminha, olha como ficou tua bucetinha de corninha.
Naquele momento, adorei que ela me chamasse de cuck, a verdade é que eu curtia muito. Naquela mesma noite, na cama, enquanto eu tava comendo ela, ela foi me contando mais coisas sobre os caras e tal. No meio de um tesão do caralho, senti ela enfiar um dedo no meu cu enquanto me dizia
Clara, viu, assim, assim que arrebentavam minha buceta, vê que gostoso que é, corno, assim que eles arrebentavam e eu pedia pra eles irem mais forte, você gosta que um macho de verdade arrebente sua buceta, corno? Do jeito que você arrebentou a do José outro dia, sim, claro que você ia adorar, corno, vai preparando ela porque não falta muito.
Espero que vocês curtam muito.
valeu por me seguir, pelos comentários de vocês
e pelos seus pontos
Na terça-feira, a Clara não conseguiu evitar terminar de me contar o que tinha rolado naquelas férias com o jardineiro e os caras. Era estranho como eu ficava excitado quando ela me contava das minhas chifradas, eu imaginava a Clara sendo usada por outros caras e a via se divertindo, gozando e humilhada, terminando exausta. Quanto mais ela me contava, mais eu ficava tesudo e não conseguia evitar que meu pau subisse. Desde o momento em que ela me contou como o encanador e o ajudante comeram ela, os dois ao mesmo tempo, não consigo parar de ficar excitado. Mas o que eu estava prestes a ouvir era ainda mais obsceno.
Clara, mas que obsessão é essa que você tem com isso? Já que você quer tanto saber, eu acho que você ia adorar estar presente ou no meu lugar.
Estar presente sim, no teu lugar eu não me vejo.
Clara, pelo jeito que você fica, tenho certeza disso.
Você acha que eu sou viado?
Clara não é meu amor, mas te esquenta tanto que talvez você queira viver isso pra saber como é a sensação.
Fala sério, para de enrolar e me conta o que rolou nessas férias.
Clara, beleza, a gente tinha combinado a ameaça do guy, eu tava confusa, mas entre o jardineiro e o filho dele, me deixaram destruída e dolorida, além de humilhada. Tudo isso eu tinha curtido pra caralho, perdi a conta dos orgasmos que tive, principalmente com o guy, mas daqui a dois dias você ia chegar e eu não queria levantar suspeitas. Foi assim que você chegou e não percebeu nada, como sempre. Naquele sábado, a gente foi pra piscina, onde todo mundo me viu junto de você, até o jardineiro. Percebi que tudo podia sair do controle, por isso no domingo a gente ficou em casa. O jeito que eles te olhavam me fez ver que era o melhor. Naquela mesma noite, você foi embora e, sem perceber, me deixou sozinha no meio da matilha. A noite inteira fiquei pensando no guy, mesmo depois de ter sido comida por você, procurando por eles. O dia tava feio e nublado, não dava pra pegar sol na beira da piscina, mas eu fui, mais do que tudo, procurando por eles. E olha se não encontrei. O jardineiro foi o primeiro, veio do meu lado e começou a conversar.
Jardinero, com quem você estava no sábado?
Clara com meu marido, é que ele tem que trabalhar nas férias e só pode vir nos fins de semana.
Jardineiro e não sabe das galhadas que tem?
Clara, claro que não sabe, também não sabe o quão gostosa eu sou.
Jardinero... e se ele descobrir?
Clara, quem vai contar pra ela?
Jardinero... e se você se comportar bem, tenho certeza que eu não vou.
Clara, você quer me levar pro vestiário de novo? Tá bom, não tenho outra escolha senão ir com você, se meu marido descobrir, vai tudo pra merda.
Clara sabia muito bem que eu estava mentindo, não tinha problema nenhum em voltar pra casa e me afastar dele, mesmo que fosse a última coisa que eu queria fazer. Só a minha tesão me fazia obedecer às ordens dele e deixar ele tomar o controle. Foi assim que eu só levantei e fui pro vestiário, pedindo pra ele vir depois pra não ficar tão na cara.
Jardineiro, a essa hora todo mundo tá comendo, melhor vem pro meu quarto, lá você vai ficar muito mais à vontade e ninguém vai nos ver, além disso, lá eu tenho um colchão bem gostoso.
Entramos e, mesmo sendo um lugar pequeno, tinha um colchão no chão. Ele não precisou fazer nada, tudo fui eu que fiz. Abaixei o short dele e comecei pelo primeiro: chupar a pica dele com vontade, como se estivesse desesperada. Não parei até fazer ele gozar na minha boca. Depois disso, ele me disse algo que eu não esperava. Naquele momento, eu só queria ser comida, mas não foi assim.
Jardineiro, sabe que meu filho quer te dar uns presentinhos e pelo tesão que você tem, sua puta, você vai adorar.
Clara, não, não me deixe assim, me fode, por favor.
Jardineiro, melhor pedicelo nele, depois eu venho
Ele saiu do quarto e na mesma hora entrou o cara com outros três. Fiquei olhando pra eles e me perguntando se daria conta de tantos, sabia que se todos me comessem igual àquele cara, eu sairia de lá arrastada, e isso me deixou ainda mais excitada. Na hora já tava chupando as quatro picas, embora quisesse elas dentro de mim, mas não me fizeram esperar muito. Um deles pulou em cima de mim e começou a me comer com força, minha buceta tava molhadona, o pau dele escorregava e saía, e o cara colocava de volta enquanto eu chupava outra pica. O filho do jardineiro era o que mais falava um monte de coisa, coisas reais que me faziam sentir uma puta arrastada ali. Foi aí que me viraram e um disse que era hora de arrebentar meu cu. Aquela pirocada foi foda, eles adoraram sentir meu grito abafado quando ele meteu sem vaselina até as bolas. Isso doeu pra caralho, xinguei ele, mas ele me mandou calar a boca, eu não tinha direito nenhum de reclamar por ser uma puta. E assim terminei reclamando com uma pica na boca enquanto me abriam por todos os lados sem piedade nenhuma. Não sei quantos orgasmos seguidos tive naquele momento, acho que foram três, não lembro. Depois foram se revezando pra comer meu cu, eu já não respondia mais a nada, tava totalmente entregue e vencida diante daquelas picas. Aí começaram a me comer a buceta, senti um por um enchendo ela de porra quente, me fazendo gozar até enlouquecer de prazer, mesmo doendo tudo, não queria que parassem. Quando entrei com o jardineiro era meio-dia e agora já tava escurecendo. Tinham me comido a tarde inteira sem parar, e foi assim que me deixaram. Assim que eles saíram, o jardineiro entrou, me viu e disse.
Jardinero, do jeito que você tá, nem encosto em você, vagabunda. Se seu marido visse como os caras te deixaram, com certeza até ele sentiria um pouco de nojo. Vai, se veste e vai pra sua casa, que eu tenho que limpar essa bagunça.
Clara, não, não posso sair assim pro condomínio, olha como eu tô, pelo amor, me deixa limpar um pouco, não faz isso comigo
Jardineiro, e o que eu me importo como os outros te veem, aliás, eu adoraria que todo mundo visse o quão piranha você é.
Clara, não, por favor, não.
Clara não deu certo do jeito que tava, tive que sair pra cabana. Andei o mais rápido que pude, correr não dava. Cheguei sem saber se alguém tinha me visto, tava certa que se me vissem daquele jeito, seria um convite pra me comerem, pra quem quer que tivesse me visto. Assim que entrei na cabana, tomei um banho quente bem longo. Juro que não sei como consegui fazer tudo aquilo, quase nem conseguia me mexer. Mas mesmo assim, só de pensar em como aqueles quatro caras tinham me comido, só queria que continuassem fazendo aquilo.
E aí, o que aconteceu com o jardineiro?
Clara, meu amor, isso eu te conto outro dia, melhor a gente ir pra caminha, olha como ficou tua bucetinha de corninha.
Naquele momento, adorei que ela me chamasse de cuck, a verdade é que eu curtia muito. Naquela mesma noite, na cama, enquanto eu tava comendo ela, ela foi me contando mais coisas sobre os caras e tal. No meio de um tesão do caralho, senti ela enfiar um dedo no meu cu enquanto me dizia
Clara, viu, assim, assim que arrebentavam minha buceta, vê que gostoso que é, corno, assim que eles arrebentavam e eu pedia pra eles irem mais forte, você gosta que um macho de verdade arrebente sua buceta, corno? Do jeito que você arrebentou a do José outro dia, sim, claro que você ia adorar, corno, vai preparando ela porque não falta muito.
1 comentários - clara, las vacaciones y mis cuernos