A vez do meu genro e do meu neto

Seguimos com a mesma história.


Espero que vocês curtam muito.

OBRIGADO POR ME LER


E POR ME DAR PONTOS


SE GOSTARAM










Já na cama, a gente começou a bater um papo.
Quero que você me conte o que aconteceu com aquele Carlos.
 
Clara, o que você quer saber?
 
Hotel, você comeu ele também? Era o namorado da sua filha.
 
Clarobão, vou te contar então, seu morboso. Naquela época, a Susy era mais puta do que eu. Um dia ela trouxe o Carlos em casa e na hora eu percebi que ele tava afim das minhas tetas, porque não parava de olhar. O Carlos era um cara muito simpático, e a Susy percebeu como minhas tetas deixavam ele excitado. Claro, você já sabe que o forte dela não são as tetas, e sim aquele rabão, coisa que eu não tenho, mas não reclamo. A gente ficou tomando mate e depois eles se trancaram no quarto dela. Dois dias depois, a Susy trouxe ele de novo. Antes disso, a gente já tinha conversado.
 
Que tinham conversado
 
Encarei a Clarayo e falei que o Carlos não parava de olhar pras minhas tetas, e ela me disse
 
Susyme percebeu, tu não faz ideia da vontade que ela tem de você e, adivinha só o que ela me disse
 
Clara que quer me foder.
 
Susy, véia sim, mas eu tô de olho no amigo dela e já falei pra ela.
 
Claray, o que ela te disse?
 
Susy que ele não tem problema nenhum, o Ruben é tipo um irmão pra ele.
 
Clara então também vai vir com ele?
 
Susy, ah sim, véia, acho que é isso que ela quer.
 
Clara, pra mim tá de boa, eu gosto do Carlos, eu vou dar pra ele e você pega esse tal de Ruben, te parece?
 
Susyy, depois a gente faz troca.
 
Clara, foi assim que, quando os dois estavam prestes a chegar, eu só vesti o vestido vermelho e mais nada. Depois daquele dia, tive que jogar ele fora.
 
Mas aquele vestido vermelho você não usava porque ele deixava todos os peitos de fora.
 
Por isso mesmo eu coloquei. Você tinha que ver a cara dos dois caras, já queriam me comer. A Susy levou o Ruben pro quarto dela e o Carlos não ficou pra trás comigo. Ele começou a me apalpar e quando a gente ia partir pra transa, apareceram a Susy e o Ruben. Aí começamos a trepar na sala, as duas de quatro, uma do lado da outra. Não paravam nunca. As duas se entregaram como duas putas. O Ruben tinha um pau muito bom, lembro disso porque senti muito bem quando ele comeu meu cu. E como eu não fiquei muito satisfeita, os dois pegaram a Susy. Ah, você não sabe como sua filha se contorcia. Quando terminaram com ela, me obrigaram a limpar com a boca. Tive que chupar o cu dela e usar a palavra: buceta. E depois disso fizeram o mesmo comigo. Diferente da Susy, eu aproveitei muito. Dava tudo e até deixei eles pegarem meus peitos. Quando foram embora, o Carlos disse pra Susy que voltaria, mas mais carregado. Não entendi. Depois a Susy me explicou o que significava aquilo e me fez lembrar do que aconteceu naquelas férias. O Carlos continuaria vindo em casa, mas traria alguém pra me entreter, já que a Susy tinha gostado muito de ter dois caras pra ela.
 
Que sorte o Carlos teve, comer a namorada e a mãe, uma mais piranha que a outra, principalmente a velha de peitão, e eu, feito um otário, nem percebia o que rolava em casa e o quanto corno manso eu era.
 
Clara, olha, eu sou de boa, não é pra tanto. Olha, José, é um exemplo de que às vezes é melhor não saber.
 
Não, quando eu peguei ele já percebi na hora que aquela bunda tava arrombada há muito tempo, o José não passa de um puto reprimido, continua me contando aí sobre os moleques nas férias.
 
Clara, isso eu deixo pra outro dia, agora é hora de descansar. Ainda temos que ir buscar o Luís, você dorme, céu, dorme tranquilo que eu te ligo.
 
Cê acha que com o tesão que eu tô, vou conseguir dormir sossegado?
 
Clara, então vou te bater uma punheta.
 
Clarase pegou no meu pau, chupou com muito amor até conseguir tirar as últimas gotas de porra. Naquela manhã, acordei dormindo ao lado do Luisito, a Clara tinha ido buscá-lo e o promíscuo se deitou na minha cama. Ele estava dormindo de ladinho, costa com costa. Virei devagar, meu pau estava duro. Me aproximei dele e, lentamente, encostei no rabo dele. O promíscuo não dizia nada. Fiquei assim por um minuto até que ele reagiu, mexendo a bunda suavemente. Ele continuava sem falar, mas cada vez mais se encostava em mim. Tirei a cueca dele, uma espécie de calcinha masculina que ele sempre usava. Me surpreendi quando ele me ajudou, levantando o corpo sem dizer uma palavra. Continuei brincando com meu pau no cu dele enquanto ele se mexia. Eu empurrava contra a bunda dele, e ele empurrava suavemente a bunda contra meu pau toda vez que eu afastava. Com uma mão, abri as nádegas dele e, com a outra, guiei meu pau até o cu dele. O promíscuo se ajeitou melhor e só esperou ser enfiado. Quando sentiu meu pau encostar no buraquinho dele, o putinho tremeu, acho que de medo. Fiz força e meu pau foi entrando. O putinho se agarrou no travesseiro, respirando ofegante, mas sem dizer nada. O cuzinho dele era bem apertado. Finalmente consegui meter o pau até as bolas e fiquei parado por um momento. Percebi que o promíscuo estava chorando, mas mesmo assim ele começou a se mexer sozinho, buscando sentir meu pau dentro do cu dele. Peguei ele pela cintura e virei de bruços, enfiado do jeito que estava. Comecei a comer ele, e aí o promíscuo levantou a bunda e começou a gemer, enquanto se agarrava mais forte no travesseiro. Eu estava arrombando o cu do meu neto putinho, e por isso cada vez batia mais forte no cara. Sentir ele gemer igual uma gata me deixava ainda mais duro, e eu sabia que o promíscuo tava sofrendo, mas não queria que eu tirasse. Até que enfiei o mais fundo que dava e comecei a soltar minha porra.
 
Toma, putinho, tomaaaa, era isso que você queria?
 
Luis  ahhhh ahhhh ahhh, sim, sim, siiiim, você arrebentou minha bucetinha, quem melhor que você pra ser o primeiro
 
O cu estava aberto, não me mente, eu não fui o primeiro
 
Luis, sim vô, você é o primeiro macho que me come, eu já tava aberto porque enfiava os dedos, agora sou um putinho mesmo, você me fez viado, continua me comendo que eu adoro
 
Então cê gosta, viado? Então fica de quatro que vou te meter com tudo.
 
O putinho obedeceu na hora, queria continuar sendo comido e não ia deixar ele na vontade. Dessa vez não fui tão delicado, abri as nádegas dele de uma só vez, segurei pelos quadris e enfiei tudo de uma vez, sem dar tempo pra nada, comecei a comer ele igual um animal. Ouvi ele gemer entre soluços, isso me deixava ainda mais excitado e não parei de comer ele. Fiquei assim por um bom tempo, já tinha gozado e tava difícil conseguir de novo. Quando cansei, tirei a pica do cu dele e soltei. O puta se deixou cair na cama e eu rapidamente coloquei minha pica na cara dele.
 
Agora abre bem essa boca que isso ainda não acabou.
 
Engoliu tudo. No começo, a carinha dela foi de nojo, mas depois foi mudando pra surpresa e prazer até que dessa vez eu gozei de verdade e dentro da boca dela. Ela quis cuspir, mas eu mandei ela engolir tudo, e a putinha obedeceu.
 
Agora sim, já se formou em viado, era isso que você queria, não é verdade?
 
Luis, sim, véi, mas agora minha buceta tá doendo pra caralho.
 
Vai tomar banho, pensa no prazer que aquela dor te deu, logo mais tu vai querer sentir de novo.
 
Luisito se levantou e foi pro banheiro, ver ele andando era muito satisfatório pra mim, caminhando daquele jeito não dava pra disfarçar que tinham acabado de arrebentar a bunda dele. Eu tirei os lençóis da cama e fui tomar um banho. Quando saí, lá estava a Clara me mandando fazer o churrasco que ela tinha prometido.
 
Clara, você arrebentou o cuzinho do Luisito? Coitadinho, viu como ele ficou?
 
Sim, eu quebrei bem quebrado, e se eu não fizesse, outro ia fazer. Cadê a Susy?
 
Clara ainda está dormindo. Quando ela acordar, vou mandar ela ir te fazer companhia.
 
Beleza, e que ela traga algo pra beber.
 
 
Fui pro quincho e preparei tudo pra começar meu trampo, tava esperando a Susy, mas quem veio foi o José trazendo cerveja.
 
Olá, José, tudo bem?
 
Que noite, a de ontem, ainda não acredito. Eu sabia que a Susy tava metida em algo, mas o que rolou ontem à noite, jamais imaginei.
 
Pera aí, cê curte ver outro macho tomando conta da sua mulher?
 
José, sabe quando eu me senti que tinha perdido como homem? Quando você deu na buceta dela, naquele exato momento eu senti que aquela gostosa já não era mais minha e nunca mais seria, meu lugar a partir dali era o de obedecer.
 
Gostou do que aconteceu depois? Tenho certeza que sim, sua gostosa.
 
José, é verdade sim, curti pra caralho, mas sinto que não é minha praia. Agora a Susy me chama de promíscuo, mas eu não me sinto um puto, mesmo tendo que aceitar isso. Sou um perdedor e, pra continuar do lado da Susy, tenho que satisfazer ela de qualquer jeito.
 
Ele soube aproveitar ao máximo, você realmente curtiu pra caralho, quer repetir?
 
Joseno, não, não, ainda tô com a bunda doendo.
 
Quer que eu te conte o que rolou com o Luisito? Se quiser saber, vem aqui do meu lado.
 
Sentei numa cadeira e o puyiyo veio pra cima de mim, tirei meu pau pra fora e falei pra ele
 
Hoje, quando ela voltou, deitou comigo. Mete na boca se quiser que eu conte o que aconteceu.
 
Joseno, nem duvido, não pensei em parar até arrebentar a bunda dele de novo, tava extorquindo ele e o corno não conseguia escapar, fui contando enquanto ele me chupava a pica até que num momento eu levantei e baixei a calça dele.
 
Se quiser continuar se exibindo, deita na mesa e abre as pernas.
 
Então, ele deixou a bunda dele à minha disposição. A bunda dele já tava aberta, não era a mesma da noite anterior. Apoiei a pica e enfiei até o fundo. O putinho reclamou, mas na hora comecei a comer ele enquanto contava como tinha arrombado o cu do filho dele. Ele se desesperou, não sabia onde se agarrar, e aí, com as minhas estocadas, ele abriu mais a bunda com as próprias mãos pra evitar o inevitável. As pernas dele mal aguentavam. O corno já tava totalmente derrotado. Adorava ver eles assim e não parei até encher o cu dele de porra.
 
Agora deixa ela limpinha que depois é a vez da tua patroa.
 
joseno não disse nada, se agachou e começou a limpar meu pau, assim que ele se formou como viado, mesmo ele negando, claro, ficou de quatro enquanto eu preparava o churrasco e a gente continuava batendo papo mais sobre o filho viado dele do que sobre os chifres, notei o tesão dele quando descrevia como o Luisinho amava pau, sem nenhum disfarce, almoçamos e a verdade é que, mesmo ele mostrando a bunda e sentando do meu lado, meu pau já não subia, o que me decepcionou pra caralho.

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