Quando ela fez 30 anos, fez várias festas: uma em família, outra com as amigas e mais uma com os colegas de trabalho.
Na noite em que ela comemorou com os colegas de trabalho, foram jantar e depois pra uma balada dançar. Ela sempre que saía com as amigas ou com os colegas de trabalho me mandava mensagem quando tava voltando pra casa e com quem, só por questão de segurança, já que a rua tá complicada.
Umas 4 da manhã recebo uma mensagem dela dizendo que tava voltando com a María, o Maxi e o Andrés no carro dele (todos são colegas de trabalho dela).
Eu não me preocupei e continuei dormindo de boa até que acordo e vejo as horas, eram 5 da manhã e a Mica não tinha chegado. Logicamente comecei a me preocupar um pouco, mas não queria ligar pra ela porque não curto ser chato e pegajoso.
20 minutos depois não aguentei e comecei a ligar pra ela, mas ela não atendia. Assim passaram mais alguns minutos mandando mensagens e ligando, mas ela não respondia, o que só aumentava meu desespero.
Pouco depois, sinto que tão tentando abrir a porta do apartamento e atrás uma risada, era ela que, de tão bêbada, não conseguia colocar a chave. Abri a porta pra ela e, mesmo ainda nervoso e preocupado porque ela não me respondia, perguntei se tava bem, o que tinha acontecido.
Ela me segurando o rosto como podia e com a voz embargada me disse que tava tudo bem e me deu um beijo apaixonado. Minha reação foi brigar com ela e mandar ela dormir porque tava muito bêbada. Ela me obedeceu e foi pro quarto se segurando nas paredes como podia.
Quando vi ela de costas, percebi algo estranho. Ela tava usando uma calça branca bem justa na bunda, que tava molhada ou manchada, não dava pra ver direito, mas como era branca, era óbvio que sujava com qualquer coisa. Fiquei uns minutos na sala tentando me acalmar e depois fui pro quarto me deitar pra dormir.
Quando entro, vejo ela desmaiada em cima da cama. Falei pra ela se trocar e deitar, e ela respondia balbuciando que sim, mas não fazia. Não tive outra escolha senão deitar ela eu mesmo.
Tirei a blusa que ela tava, os sapatos e por último a calça. Aí pude ver que não só tava manchado, mas também tava molhado por dentro. Quando toquei na região, a consistência era inconfundível, era porra!
Fiquei uns minutos petrificado sem entender nada, só olhando ela dormindo profundamente. Depois de um tempo, caiu a ficha: ela tinha transado com alguém, levaram gozada dentro e vestiu a calça sem se limpar. Deitei, virei ela como pude, puxei a calcinha fio dental dela, que também estava encharcada de porra, e comecei a inspecionar. Tinha sêmen espalhado pra todo lado, claramente tinham descarregado uma boa quantidade. Comecei a tocar a buceta dela, que estava molhada e aberta, e bingo: tinha porra dentro!! Minha raiva só aumentava, mas maior foi minha surpresa quando percebi que do cu dela também escorria sêmen e, ao enfiar um dedo, entrava muito fácil.
Alguém tinha gozado duas vezes nela, ou então dois caras comeram ela. Não podia acreditar, minha esposa tinha me chifrado na cara dura. Continuei enfiando o dedo no cu dela, que não oferecia resistência nenhuma, e ainda saía porra de lá, até que ela começou a gemer bem baixinho, com um sorriso no rosto. Nessa hora, tirei o dedo rápido e apaguei o abajur, e ela, num tom de menina mimada, reclamou e balbuciou como pôde: "quero mais". Fiquei duro por uns segundos, e ela continuava reclamando, o que fez com que, sem pensar muito, eu enfiasse de novo um dedo no cu dela. Comecei a enfiar cada vez mais fundo, e ela gemia suavemente. Daí a pouco, já tinha três dedos no cu dela, que entravam como se fosse nada, e o pior de tudo: eu tava com o pau duríssimo!!!
Me aproximei do ouvido dela e sussurrei: "Quer que eu te arrebente a buceta?
Ela: Quem é você?
A primeira coisa que me veio foi falar “Sou o Andrés” pra ver o que ele respondia.
Ela: "você já me comeu, agora é a vez do Maxi".
Tirei meus dedos da bunda dela, esperei uns segundos, enfiei de novo e falei: “tô aqui, putinha, vou arrebentar essa sua buceta”.
Ela gemeu como dando aprovação, tirei meus dedos, me coloquei sobre ela e enfiei minha pica até o fundo, que entrou fácil e de uma só vez, já que a Mica tinha o cu bem dilatado e ainda cheio de porra.
Fiquei um tempão metendo forte, devagar, enfiando a pica até o fundo, tirando ela inteira e brincando com a bunda dela. Ela só gemia e tentava rebolar um pouco, apesar da bebedeira que tava. Num momento ela fala: “anda logo que tenho que voltar pra minha casa”.
Eu, que tinha uma mistura estranha de raiva e tesão, sussurrei pra ela: "quer que eu te encha de porra, sua putinha?
Ela não respondia nada, então eu tirei e falei: "agora nada de fuck you, sua puta". Ela reclamou e disse: "sim, me enche de porra". Meti o pau de novo e bati com toda a força até começar a encher o cu dela de porra. Fiquei um tempo deitado em cima dela com o pau dentro do cu dela, e depois fui ao banheiro pensar um pouco no que tinha acontecido.
Quando voltei, acendi o abajur e vi ela dormindo na mesma posição que eu tinha deixado, com a buceta bem aberta e toda escorrendo de porra. Cobri ela com os lençóis e fui dormir.
No outro dia quando acordei, ela tava tomando banho e a roupa dela tinha sumido. Depois de um tempo fiquei sabendo que ela nem percebeu que fui eu quem tirou a roupa dela e comeu ela naquela noite (além dos colegas de trabalho dela, óbvio).
Na noite em que ela comemorou com os colegas de trabalho, foram jantar e depois pra uma balada dançar. Ela sempre que saía com as amigas ou com os colegas de trabalho me mandava mensagem quando tava voltando pra casa e com quem, só por questão de segurança, já que a rua tá complicada.
Umas 4 da manhã recebo uma mensagem dela dizendo que tava voltando com a María, o Maxi e o Andrés no carro dele (todos são colegas de trabalho dela).
Eu não me preocupei e continuei dormindo de boa até que acordo e vejo as horas, eram 5 da manhã e a Mica não tinha chegado. Logicamente comecei a me preocupar um pouco, mas não queria ligar pra ela porque não curto ser chato e pegajoso.
20 minutos depois não aguentei e comecei a ligar pra ela, mas ela não atendia. Assim passaram mais alguns minutos mandando mensagens e ligando, mas ela não respondia, o que só aumentava meu desespero.
Pouco depois, sinto que tão tentando abrir a porta do apartamento e atrás uma risada, era ela que, de tão bêbada, não conseguia colocar a chave. Abri a porta pra ela e, mesmo ainda nervoso e preocupado porque ela não me respondia, perguntei se tava bem, o que tinha acontecido.
Ela me segurando o rosto como podia e com a voz embargada me disse que tava tudo bem e me deu um beijo apaixonado. Minha reação foi brigar com ela e mandar ela dormir porque tava muito bêbada. Ela me obedeceu e foi pro quarto se segurando nas paredes como podia.
Quando vi ela de costas, percebi algo estranho. Ela tava usando uma calça branca bem justa na bunda, que tava molhada ou manchada, não dava pra ver direito, mas como era branca, era óbvio que sujava com qualquer coisa. Fiquei uns minutos na sala tentando me acalmar e depois fui pro quarto me deitar pra dormir.
Quando entro, vejo ela desmaiada em cima da cama. Falei pra ela se trocar e deitar, e ela respondia balbuciando que sim, mas não fazia. Não tive outra escolha senão deitar ela eu mesmo.
Tirei a blusa que ela tava, os sapatos e por último a calça. Aí pude ver que não só tava manchado, mas também tava molhado por dentro. Quando toquei na região, a consistência era inconfundível, era porra!
Fiquei uns minutos petrificado sem entender nada, só olhando ela dormindo profundamente. Depois de um tempo, caiu a ficha: ela tinha transado com alguém, levaram gozada dentro e vestiu a calça sem se limpar. Deitei, virei ela como pude, puxei a calcinha fio dental dela, que também estava encharcada de porra, e comecei a inspecionar. Tinha sêmen espalhado pra todo lado, claramente tinham descarregado uma boa quantidade. Comecei a tocar a buceta dela, que estava molhada e aberta, e bingo: tinha porra dentro!! Minha raiva só aumentava, mas maior foi minha surpresa quando percebi que do cu dela também escorria sêmen e, ao enfiar um dedo, entrava muito fácil.
Alguém tinha gozado duas vezes nela, ou então dois caras comeram ela. Não podia acreditar, minha esposa tinha me chifrado na cara dura. Continuei enfiando o dedo no cu dela, que não oferecia resistência nenhuma, e ainda saía porra de lá, até que ela começou a gemer bem baixinho, com um sorriso no rosto. Nessa hora, tirei o dedo rápido e apaguei o abajur, e ela, num tom de menina mimada, reclamou e balbuciou como pôde: "quero mais". Fiquei duro por uns segundos, e ela continuava reclamando, o que fez com que, sem pensar muito, eu enfiasse de novo um dedo no cu dela. Comecei a enfiar cada vez mais fundo, e ela gemia suavemente. Daí a pouco, já tinha três dedos no cu dela, que entravam como se fosse nada, e o pior de tudo: eu tava com o pau duríssimo!!!
Me aproximei do ouvido dela e sussurrei: "Quer que eu te arrebente a buceta?
Ela: Quem é você?
A primeira coisa que me veio foi falar “Sou o Andrés” pra ver o que ele respondia.
Ela: "você já me comeu, agora é a vez do Maxi".
Tirei meus dedos da bunda dela, esperei uns segundos, enfiei de novo e falei: “tô aqui, putinha, vou arrebentar essa sua buceta”.
Ela gemeu como dando aprovação, tirei meus dedos, me coloquei sobre ela e enfiei minha pica até o fundo, que entrou fácil e de uma só vez, já que a Mica tinha o cu bem dilatado e ainda cheio de porra.
Fiquei um tempão metendo forte, devagar, enfiando a pica até o fundo, tirando ela inteira e brincando com a bunda dela. Ela só gemia e tentava rebolar um pouco, apesar da bebedeira que tava. Num momento ela fala: “anda logo que tenho que voltar pra minha casa”.
Eu, que tinha uma mistura estranha de raiva e tesão, sussurrei pra ela: "quer que eu te encha de porra, sua putinha?
Ela não respondia nada, então eu tirei e falei: "agora nada de fuck you, sua puta". Ela reclamou e disse: "sim, me enche de porra". Meti o pau de novo e bati com toda a força até começar a encher o cu dela de porra. Fiquei um tempo deitado em cima dela com o pau dentro do cu dela, e depois fui ao banheiro pensar um pouco no que tinha acontecido.
Quando voltei, acendi o abajur e vi ela dormindo na mesma posição que eu tinha deixado, com a buceta bem aberta e toda escorrendo de porra. Cobri ela com os lençóis e fui dormir.
No outro dia quando acordei, ela tava tomando banho e a roupa dela tinha sumido. Depois de um tempo fiquei sabendo que ela nem percebeu que fui eu quem tirou a roupa dela e comeu ela naquela noite (além dos colegas de trabalho dela, óbvio).
3 comentários - que calentura y morbo al mismo tiempo