minha parceira cada vez mais entregue

uma sexta à noite decidimos com a Mica ir tomar alguma coisa num Pub que ficava perto do nosso apartamento daquela época. Por ser sexta, a maioria era grupos de amigos/amigas, não tinha muitos casais no lugar, e o clima era bem mais puxado pra balada do que pra um bar, tinha muita gente em pé, alguns até dançavam um pouco, e as luzes do lugar estavam bem baixas, quase no escuro, digamos.

Com a Mica primeiro ficamos no balcão tomando alguma coisa até conseguirmos uma mesa. Nesse meio tempo em que estávamos no balcão, minha esposa era alvo de todo tipo de olhares, muitos luxuriosos e outros com um certo grau de desprezo ou inveja, e não era pra menos. Como estava um dia bem quente, a Mica tinha colocado um vestido branco, bem curto e colado no corpo, o que por razões óbvias destacava seus atributos, principalmente a bunda linda e redonda que ela tem.
Ele era tão curto que ela tinha que ficar ajustando o tempo todo pra não aparecer a bunda na cena, ou seja, tinha que ficar puxando pra baixo sem parar.

Já na mesa, a situação do vestido continuava igual ou pior, mas cruzando as pernas ela resolvia qualquer inconveniente que pudesse existir e, no fim das contas, não se via nada além das pernas, que, embora também fossem uma delícia, não eram tão chamativas.
A noite foi passando e entre um gole e outro o pub foi "selecionando", digamos assim. Casais quase não restavam mais, eram todos homens ou mulheres em seus respectivos grupos, e claro, o clima foi ficando mais no estilo balada, algum ou outro se animava a chegar numa mulher, grupos se misturavam, etc.

Com a Mica, a gente já não tinha muito assunto, e basicamente ficávamos só olhando o movimento. Ela parecia mais perdida, quase não me dava bola, tava olhando alguma coisa, mas não dava pra distinguir o quê ou pra quem.
Num instante ela foi em direção aos banheiros. Eu fiquei acompanhando ela com o olhar, sabia que ela tava tramando alguma coisa, mas não sabia o quê. Num certo momento, ela passou perto de um grupo de caras que não disfarçaram nem um pouco e olharam ela de cima a baixo. Enquanto passava entre eles, ela acariciou bem de leve o braço de um deles e olhou pra ele por um instante, seguindo caminho pro banheiro. O cara falou alguma coisa pra ela e ela sorriu, acho que não respondeu nada. Poucos segundos depois, e com a provocação dos amigos dele, ele largou a roda e foi na direção dos banheiros também.
Naquela altura eu não conseguia ver o que aconteceu porque tinha bastante gente na área.

Fiquei sentado esperando minha esposa e prestando atenção se o vagabundo voltava, mas nada aconteceu. Depois de uns 10 minutos, o vagabundo volta com seu grupo de amigos e quase imediatamente vejo minha esposa vindo em direção à mesa. Quando ela se senta, percebo que ela está meio estranha, tipo agitada, desconcertada, e até quando comecei a falar com ela, a voz dela estava um pouco trêmula, e claro, os olhares dela na direção daqueles vagabundos eram bem óbvios.

Eu: O que foi? Por que demorou tanto no banheiro?
Mica: Tinha muita gente (me falou de um jeito meio seco)
Eu: Sério? Daqui não parece ter tanta gente não.
Mica: (me encarou meio desafiadoramente): se tinha tanta gente... e daí?
Eu: Sei lá, achei meio estranho você demorar tanto.

Ela não me respondeu, só virou o rosto e continuou olhando pros vagabundos. Passou um tempo e eu percebi que ela não estava de pernas cruzadas, até tinha elas um pouquinho abertas, e óbvio que aquele vestidinho estava bem levantado. Mesmo que da minha posição eu não conseguisse ver nada (eu olhava de cima), quem estava a uns metros de distância com certeza podia ver mais do que só as pernas dela.

Eu: Ei, cruza as pernas senão vão ver seu fio dental no pub inteiro...
Mica: Fica tranquilo que não dá pra ver minha calcinha fio-dental.
Eu: jaaaa... com certeza sua calcinha fio dental tá aparecendo, tem vários olhando pra lá.
Mica: sério, a calcinha fio-dental não vai dar pra ver, te garanto....
Eu: Ah é, e por que você tá tão certa?
Mica: porque eu não tenho um fio-dental, seu bobo... (e começou a rir)
Eu: como assim você não tem um fio-dental? Eu te vi trocando de roupe em casa e você tava com um fio-dental branco...
Mica: não, não tenho... deixei no banheiro (ela me disse com uma voz de tesão)
Eu: você tá falando sério comigo?
(ela só balançou a cabeça)
Eu: você deixou no banheiro? Ah, claro...
Mica: bom, eu... não, não deixei ela no banheiro, desde que fui ao banheiro não tenho mais ela, seria isso a coisa... feliz?
Eu: Na verdade não... o que aconteceu pra ver... porque você não tá mais de calcinha fio dental, se pode saber...
Mica: Alguém pediu e eu emprestei...

(nessa altura eu já sabia como a coisa ia desenrolar, ou pelo menos imaginava).

Eu: ahh olha só... outra gostosa te pediu a calcinha e você emprestou? Assim tão simples?
Mica: é... bom, não tanto, não foi uma novinha, como é que eu vou emprestar meu thong pra uma novinha, você tá maluco...
Eu: claro, porra... bom, fala pro cara que você emprestou a calcinha que ele te devolva, porque essa calcinha eu que te dei de presente num aniversário, não sei se você lembra...
Mica: uhhhh, verdade... você ficou brava? Desculpa, amor...
Eu: sim, sim... recupera essa calcinha fio dental agora mesmo.
Mica: bom, já volto, daqui a pouco trago a calcinha fio-dental sã e salva...
Eu: para, para, para... não vai pros banheiros, não quero perder você de vista, tá bom?
Mica: e... mas...
Eu: já sei o que você tava pensando em fazer e não, recupera a calcinha fio dental aqui na minha frente.

Ela ficou desconcertada, com certeza ela tinha planejado levar o vagabundo pro banheiro e foder, ou pelo menos dar uns tapas nele pra ele devolver a calcinha, mas eu tinha marcado meu território e ela respeitou isso.
Ela foi até o grupo de vagabundos, separou o cara em questão e começou a conversar com ele. No início dava pra ver que ela tava quase implorando, mas depois os dois começaram a rir um pouco enquanto continuavam conversando.
A conversa parecia estar ficando um pouco mais picante porque eles estavam falando no ouvido e não riam tanto. Em um momento, minha esposa ficou de costas para mim e eu podia ver como o cara a segurava pela cintura, suave mas segurando, e ela não fazia nem dizia nada para tirar a mão dele da sua cintura e eles continuavam conversando.
Por alguns instantes não consegui vê-los, pois havia gente passando ao lado deles, e quando recuperei a visão da situação, as coisas haviam mudado drasticamente. A mão do vagabundo já não estava na cintura da minha esposa, mas havia descido e agora estava acariciando suavemente suas nádegas. Eu fiquei gelado sem saber o que fazer. Por instinto, sentia vontade de me levantar e partir para a porrada com o vagabundo, mas como bom corno, a tesão falou mais alto que a raiva, e por isso fiquei só olhando enquanto o cara apalpava cada vez mais descaradamente a bunda da minha esposa.

Por cima do ombro da minha esposa, eu conseguia ver a cara do vagabundo, que tinha o olhar fixo em mim, numa atitude desafiante, e enquanto apalpava a vontade a bunda da Mica, um sorriso de filho da puta se desenhava no rosto dele.
O apalpão pareceu uma eternidade, mas não devem ter sido mais que uns dois minutos até que ele terminou com um tapinha leve na bunda da minha esposa, tipo "pronto, tá feito". Ela colocou a mão como se esperasse receber alguma coisa, mas o vagabundo chegou perto do ouvido dela e sussurrou alguma coisa.
A linguagem corporal da minha esposa estava num tom de irritada, como se não concordasse com o que ele disse, mas ele continuou falando e a Mica foi relaxando, até que ela vira a cabeça e me encara fixamente, como se estivesse verificando que eu estava olhando para ela. Ela falou mais algumas coisas com o vagabundo e voltou para a mesa.

Eu: E aí? O que rolou? E a calcinha fio-dental?
Mica: deu merda, deixa pra lá...
Eu: Por quê?!?! Sério, se não eu mesmo vou atrás dela....
Mica: não não, para, vai dar merda, deixa ela quieta, já era...
Eu: mané, ele meteu a mão na sua bunda e nem devolveu a calcinha! Tu tá doida, é?!?!
Mica: É, tá bom, mas deixa pra lá, são uns vagabundos e vão te encher de porrada, já era, erro meu.

(pensei por alguns segundos naquilo de que eram vários e, mesmo que minha esposa tivesse razão, o orgulho falou mais alto e eu estava prestes a ir me meter numa briga com aqueles vagabundos).

Eu: tá bom, chega. Vou lá e que se foda, tô nem aí... (tava quase levantando quando a Mica me segurou pelo brazo e me segurou)
Mica: Paraaaaa... porque além disso eu vou ficar com fama de puta que deu a calcinha de presente pro cara, que desculpa você vai inventar, ainda por cima vão te encher de porrada e você vai ficar de corno na frente de todo mundo e eu de puta, então chega já era, deixa assim e pronto.

De novo me deixou pensando, e ele tinha um pouco de razão, ia dar uma merda quando eu encarasse o vagabundo, ia aparecer um segurança, todo mundo ia descobrir qual era o problema (que minha esposa era uma puta e eu um corno) e iam nos expulsar do bar, e lá fora se me pegassem entre dois ou mais iam me desfigurar, eu só tinha a perder.

Eu: sério, você arrasou hoje...
Mica: ah, nem foi nada demais... você já me viu transando com outros milhares de vezes, pra esse aqui eu só dei uma calcinha fio-dental, nem cheguei a chupar ele...
Eu: não falo por dar a calcinha, falo porque essa calcinha fui eu que te dei, se você quiser dar as tangas que você compra, faça quando quiser, e se quiser foder com alguém, mete e pronto (disse mais de raiva do que consciente nessa última parte).
Mica: Bom, não fica brava assim, no final das contas você me incentiva a fazer essas coisas e depois fica puta se dá errado.
Eu: que eu te incito a quê?
Mica: a gente colocar outros na cama, é disso que eu tô falando... ou você vai me dizer que não gosta?
Eu: sim, mas o que isso tem a ver? (um pouco confuso)
Mica: deixa pra lá, esquece esse assunto....
Eu: não, sério, explica agora.
Mica: nada, a minha ideia era fazer um ménage se rolasse, mas não rolou, deu errado, só isso...
Eu: essa era sua ideia? e por que não me falou?
Mica: O que você quer que eu diga, se você percebeu, não vem com essa de bobo... ou você vai negar que imaginava onde a coisa ia parar, ou que ficou excitado quando eu toquei na sua bunda? Não seja sem vergonha...
Eu: bom, sei lá... pode ser (agora quem tava na defensiva era eu, a ficha tinha virado).
Mica: ok, beleza, não deu certo, já era deixa pra lá, vamos pagar e ir pra casa, a noite já foi pro saco.
Eu: não para, dá uma maneirada... e aí, o que rolou?
Mica: o que foi com o quê?
Eu: com a parada do ménage, e tal.
Mica: chega, esquece.
Eu: Vai lá, me conta, ou você não confia em mim?
Mica: sim, mas não vou te contar, não é das coisas que você gosta de fazer, então chega.
Eu: Vai, me conta, eu não fico bravo, te prometo....

(ela não disse nada, só ficou tomando o que restava da bebida em silêncio).

Eu: Então, você vai me contar ou eu tenho que ir perguntar?
Mica: Já te falei que não, o vagabundo não quer fazer um ménage e pronto.
Eu: sim, claro, o vagabundo não quer te dar uma foda daquelas... sim...
Mica: eu não disse isso, eu disse que o vagabundo não quer fazer um menage.
Eu: ahã, e o que você quer? que case com ele? kkkkkkk
Mica: haha... não, chega, sério...
Eu: bom, vou parar com isso... mas me conta por que ele não te devolveu a calcinha...
Mica: Porque ele me pediu uma coisa que eu não podia fazer.
Eu: e o que ele pediu? Ir foder?
Mica: algo nesse estilo.
Eu: seria algo mais ou menos assim...
Mica: uhhh que chato você é!!! o que ele me pediu foi me comer com você presente, foi isso que ele pediu
Eu: E aí?!?! Como assim a gente nunca fez um menage....
Mica: kkkkk nãoooo, um trio não, você não participa, só fica olhando.
Eu: Bom, sei lá, a gente pode revezar, talvez o vagabundo não curta ter um homem por perto, também não é nada demais.
Mica: Você ainda não entendeu... ele queria que você fizesse o papel de corno, não participasse.
Eu: ahhh... sim, isso é outra coisa... corno, digamos
Mica: é... por isso já era.

Ficamos em silêncio, um pouco constrangidos também, e eu pedi a conta para irmos embora. Mica foi ao banheiro, mas dessa vez não passou na frente do grupo onde estava esse cara, e sim deu uma volta bem longe para não cruzar com ele.
Enquanto eu esperava a conta na mesa, o vagabundo se aproximou, se apresentou (se chamava Lorenzo) e me perguntou se podia se sentar (muito educado) e eu fiz sinal de que sim.

Lorenzo: Desculpa se houve um mal-entendido, aqui está de volta o que é da sua esposa.
(por baixo da mesa, ela me passou a calcinha fio dental da Mica disfarçadamente).
Eu: valeu.
Lorenzo: espero que você não tenha ficado brava, eu não sou uma pessoa ruim.
Eu: tudo bem, mas acho que você exagerou na parada com minha esposa e em não devolver a calcinha dela.
Lorenzo: É, bom, é que é uma fantasia minha esse assunto, e era mais uma brincadeira do que qualquer outra coisa, por isso tô vindo te devolver a calcinha porque entendo que já era, que não rolou e não quero ficar parecendo um punheteiro.
Eu: ok, tudo bem, obrigado pela sinceridade.
Lorenzo: Ei, sem querer te ofender, te convido pra tomar alguma coisa e bater um papo.
Eu: não, obrigado, não vamos pra outro lugar, além do mais já pedimos a conta e vamos dormir.
Lorenzo: não não, eu tô falando aqui no bar. Eu pago pela confusão.

Antes que eu pudesse responder que não de novo, a Mica apareceu e ficou parada olhando, com cara de "brava" e sem dizer nada. O Lorenzo olhou pra ela e disse "desculpa, galera, tô vazando, foi mal". Levantou e foi embora com o grupinho dele, que já tinha diminuído bastante.

Mica: o que foi? O que ele queria?
Eu: nada, ele se desculpou e me devolveu sua calcinha.
Mica: É? Bom, pelo menos...
Eu: não parece um cara ruim, ele disse que era um jogo e sei lá, e pediu desculpas várias vezes.
Mica: é, não parece ser uma pessoa ruim, mas enfim. Já pagou?
Eu: Se eu já paguei por isso?
Mica: tava perguntando pra gente vazar.
Eu: ahh... você não quer beber mais alguma coisa? Seu amigo nos convidou pra tomar um drink.
Mica: ele não é meu amigo... além do mais, há pouco você queria arrancar a cabeça dele e agora quer que a gente tome alguma coisa com ele? Decide aí, porra...
Eu: bom, eu, eu gosto que ela devolva a calcinha fio-dental.
Mica: sim, mas o que ele quer é meter e você ficar olhando como corno, não tomar alguma coisa com a gente.
Eu: sabe, talvez a gente tente um menage... você curte uma suruba?
Mica: olha, faz o que quiser, me dá a calcinha que vou no banheiro colocar, não quero andar pelada.

Ela pegou a calcinha e foi pro banheiro. Eu fiquei uns instantes olhando minha esposa ir embora e fiz sinal pro Lorenzo (que olhava pra gente de vez em quando) pra se aproximar da mesa. Quando ele chegou, falei pra puxar uma cadeira, que a gente topava tomar alguma coisa com ele pra esquecer aquele momento ruim.
Ela se sentou, chamou o garçom e pediu um champanhe e três taças.
Pouco depois, Mica saiu do banheiro e olhou desconcertada.
Mica: e aí?
Eu: Nada, amor, aceitei o convite pra tomar alguma coisa. Ou você já queria ir embora?
Mica: tanto faz (ela se sentou).

Com o champanhe já na mesa, Lorenzo se desculpou mais algumas vezes com os dois e começamos a conversar, primeiro sobre bobagens e depois sobre sexo. Não sei se ele inventava as histórias, mas contava muita coisa sobre ménages, swingers, orgias, e perguntava pra gente qual era a nossa. Parecia saber do que estava falando, mas podia ser só um mentiroso bem-informado.
Em um momento ele nos disse que uma das poucas fantasias que ainda queria realizar era a de ser um touro, ou seja, transar com uma hotwife enquanto o marido assiste e é tratado basicamente como corno, que era algo muito difícil de conseguir e ele teria adorado muito fazer isso com a gente.

O champanhe acabou e ele logo pediu outro, e continuamos bebendo e conversando, principalmente sobre sexo, festas, swingers. A conversa foi ficando cada vez mais quente, até que em um momento ele me perguntou diretamente:
Lorenzo: Você não teria interesse em experimentar ser corno?
Eu: e... não curto muito a ideia.
Lorenzo: por que você não curte?
Eu: não sei se eu ia curtir.
Lorenzo: mas a ideia te deixa com tesão?
Eu: e... um pouco sim, mas sei lá, tô com dúvidas.
Lorenzo: olha, te proponho o seguinte, não se ofende, se quiser a gente experimenta, e se em algum momento você ou ela quiserem parar, a gente para e pronto, acabou a parada.
(A Mica e eu ficamos quietos, não nos decidíamos a responder nada, ou eu não me decidia, a Mica com certeza aceitaria, dava pra ver que ela estava com tesão).
Eu: sei lá, e se ela pirar e você não quiser parar, a gente vai ter que se pegar na porrada depois kkkkkkk
Lorenzo: kkkkk não não, tenho meus códigos, se alguém diz não é não e pronto, isso sempre é assim.
Eu: sei lá, o que você acha, amor?
Mica: eu não tenho problemas, você é que tem que decidir.
Eu: bom, podemos experimentar pra ver qual é.
Lorenzo: (com um sorriso visível) beleza, mas deixa uma coisa bem clara: a fantasia é mais sobre humilhação do que sobre sexo, então se você não tá confortável com isso desde o começo, nem começa.
Eu: eita, pera aí, a gente nem começou e você já tá me mandando não fazer isso kkkk
Lorenzo: kkkk não não, tô te falando como é pra não ter surpresas, como eu te falei, tenho meus códigos.
Eu: bom, ok, mas que tipo de coisas você diz? suponho que homossexuais não... não curto essa vibe.
Lorenzo: não não, isso também não rola pra mim, mas tipo, se for da vibe de você pedir pra eu foder sua esposa, ou a gente te humilhar, ou coisas assim. Reforço, se essa onda não te agrada nem começa, tudo certo.

Os três ficamos em silêncio por alguns segundos, até que o silêncio foi quebrado de novo.
Eu: Escuta aqui, Lorenzo, você gostou da bunda da minha esposa?
Lorenzo: sim sim, ela é uma gostosa (olhando pra ela)
(ele não tinha percebido que havia dado um sim tácito para a fantasia).
Eu: bom, eu queria que você a levasse ao banheiro e desse uma boa apalpada nela.
Lorenzo: já (com um sorriso de orelha a orelha), vai lá corno, daqui a pouco a gente chega. Vamos, gostosa?
Eu: mais uma coisinha, vem sem calcinha fio dental, por favor.
Lorenzo: vai lá corno, a gente já chega.

Eles se levantaram e foram quase de mãos dadas até a área dos banheiros. Naquele momento eu perdi eles de vista, mas depois a Mica me contou que não conseguiram entrar, tinha muita gente olhando, então começaram a transar e se apalpar contra uma parede perto dos banheiros sem ninguém ver (segundo ela, mas não sei se ninguém viu, ainda mais com a atração que deviam estar demonstrando) ela tirou a calcinha fio-dental e deu para o cara dela.

Pouco depois voltaram, a Mica estava vermelha do calor, um pouco desarrumada e com os lábios visivelmente recém-mordidos e molhados. Sentaram-se e Lorenzo, muito descaradamente, colocou a calcinha fio-dental em cima da mesa.
Lorenzo: aqui está a calcinha da sua esposa, corno.
Eu: obrigada. (peguei a calcinha e, mesmo que todos pudessem me ver, levei até o rosto e cheirei bem fundo). UFFFF, que cheiro de vontade de pau isso tem. Amor, você quer que o Lorenzo te foda?
Mica: (só balançou a cabeça, confirmando).
Eu: Beleza, mano, vamos pra casa, quero que você coma minha esposa.
Lorenzo: bora, mas vamos pra um hotel melhor, corno.
Eu: não, quero te foder é na cama de casal.
(ele pensou por alguns segundos)
Lorenzo: que corno manso da porra, não vou na casa de desconhecidos, mas vou fazer a exceção com vocês.

Levantamos e fomos pro nosso apartamento. Eram umas 6 ou 7 quadras, era perto, mas o caminho ficou longo, porque toda hora eles paravam e ficavam se esfregando contra a parede, contra uma árvore, carros ou qualquer coisa. Tinha momentos que a pegação era tão forte que a Mica ficava quase de bunda pra fora porque o vestido subia até a cintura. Eles não tavam nem aí e eu também não. Eu tava com o pau duro só de ver eles se pegando na rua.
Em um momento me aproximo deles e enfio um dedo na buceta da minha esposa, que já estava bem molhada nessa hora.

Eu: uhhh que molhada você tá... comigo não fica assim, sabe (falando pro Lorenzo)
Lorenzo: óbvio que não, corno, ela precisa de um macho de verdade.
Eu: sim, você tem razão. Se apressem, quero ver como você come ela na minha cama, faltam 2 quadras.
Mica: para, deixa eu curtir o caminho, corno...
Lorenzo: É, corno, para de frescura... quer pica, gostosa?
Mica: seeee
Lorenzo: vira aqui, vai...

Apoiou ela contra um carro, fez ela empinar um pouco a bunda e Lorenzo disse "vem cá, corno, levanta o vestido dela e abre o rabo pra eu enfiar o pau".
Eu me aproximei deles, levantei o vestido da minha esposa e abri as nádegas dela como ele ordenou, ele já tinha baixado o zíper da calça e tirado o pau dele, que em poucos segundos desapareceu na buceta da minha esposa.
Os gemidos de ambos foram bem altos, era aquele gemido de alívio, de tesão contido. Ele bombou algumas vezes e tirou o pau. "Ajeita o vestido dela", ele ordenou e continuamos caminhando para casa. Nesse trajeto, acho que 80% do tempo Lorenzo ficou com alguns dedos enfiados na buceta da minha esposa, que seguia caminhando ao lado dele como podia, e pelo rosto dela, curtindo ser a putinha daquele cara.

Assim que entramos no apartamento, Lorenzo perguntou qual era nosso quarto e fomos. Ele se despiu completamente e deitou na cama com as pernas abertas, e disse para a Mica: "Vai, putinha, tira a roupa e chupa meu pau na frente do corno".
Ela quase rasgou o vestido e mergulhou na cama para chupar o pau do Lorenzo.
Ela devorava o pau dele com uma vontade que raramente eu tinha visto. Ela saboreava, se engasgava sozinha, chupava as bolas dele e até o cu.
O bull daquela noite só ficava gemendo e dizendo frases do tipo "que puta gostosa é sua mulher, corno", "gosto de como sua esposa chupa meu pau", "você é pouco homem pra tanta mulher", entre outras que nem lembro, mas todas parecidas, num tom humilhante e direcionadas a mim.

Eu já tava com o pau na mão e muito louco de tesão. Num ataque de loucura de corno, gritei: "enche a boca dela de porra!!!" Tanto o Lorenzo quanto a Mica começaram a rir, e entenderam que eu tava entregue pra ser um corno do caralho a noite toda.

Lorenzo: sem essa de corno, primeiro vou comer sua esposa.
Eu: ok, desculpa.
Lorenzo: deita gostosa, que vou comer toda essa buceta divina.

Mica fez o que foi mandado, abriu as pernas e deixou ele comer sua buceta. Lorenzo estava descontrolado na virilha da Mica, se deliciando com os orgasmos que minha esposa dava de vez em quando, e com certeza com os fluidos.
Depois de um tempo da gritaria infernal da minha esposa, Lorenzo se levantou e me disse: "vou meter nela, corno?
Eu respondi com um sonoro "siiii, come ela!!!! come minha esposa!!!!
Ele riu de novo, deitou-se sobre a Mica e começou a beijá-la enquanto ia enfiando devagar o pau na buceta da minha esposa.
Ele estava curtindo a umidade da Mica, mas ela queria que ele a comesse com força, que a fizesse gritar. Ela agarrou o cabelo dele de forma meio violenta para tirá-lo da sua boca e, embora eu não visse o rosto dela, pela voz percebi que ela estava completamente pirada. Ela começou a gritar "me fode... me fode... me fode... me fode na frente do corno do meu marido". O cara não fez por menos e começou a meter com força na Mica, que gritava e gemida como uma louca, e chegou o momento que talvez tenha sido o que mais me doeu.
Com a loucura rolando, minha esposa começou a gritar: "Olha, corno, como um macho de verdade me come... você não fode assim, corno... chega mais perto e olha bem como estão comendo sua esposa, corno"...
Eu fiquei paralisado, mas Lorenzo virou a cabeça e, olhando pra mim, disse: "Vai lá, corno, vem ver como eu meto na sua mulher".

Não tive outra opção a não ser me aproximar e observar de perto como o pau do touro estava arrebentando minha esposa, com fúria, com vontade, com desejo, com tesão. Entre um gemido e outro da minha esposa, eu conseguia ouvir as risadas debochadas dele, até que se ouviu ela dizer: "enche-me de porra, cara, vai".
Enquanto continuava a bombada desenfrenada do Lorenzo, ele disse: "Corno, sua mulher toma pílula ou você vai virar pai gaiato?", eu respondi que ela tomava pílula, e ele falou: "Que pena, com certeza eu engravidava a gostosa".
Não demorou muito mais e com bombadas profundas ele começou a descarregar seus ovos dentro da Mica, que abraçava suas pernas ao redor dele enquanto gemía de prazer, recebendo jato após jato de porra.

Depois daquela primeira trepada, e digo primeira porque foram várias, Lorenzo se deitou em cima da minha esposa para "descansar" um pouco. Alguns minutos depois, ele se deitou ao lado da Mica e foi nesse momento que pude ver como a porra do macho da vez da minha esposa jorrava sem parar e escorria até manchar os lençóis.

Depois de um tempo de descanso, Lorenzo foi ao banheiro e fiquei sozinho com minha esposa. Perguntei se ela estava gostando e, sorrindo, ela disse que estava se divertindo muito. Ela me olhou, percebeu que eu ainda estava de pau duro e falou: "Você também está curtindo, pelo que vejo, corno hahaha". Eu ri um pouco e tentei entrar na cama com ela, queria comer ela, mas ela me parou na hora, dizendo: "Não, não, corno. Esta noite eu sou do Lorenzo, amanhã volto a ser sua de novo".
Aquilo meio que definiu as regras do jogo, digamos assim. Naquela noite, eu não ia comer minha esposa, só ia ver ela ser penetrada várias vezes pelo amante dela da vez, e aceitei meu papel.

Pouco depois, Lorenzo voltou ao quarto, e dessa vez trouxe uma garrafa de uísque e três copos. Serviu os três, me disse "toma um pouco e fica à vontade porque a noite vai ser longa, corno" e foi se enfiar de novo na cama com minha esposa.
Enquanto eu continuava sentado numa cadeira tomando meu copo de whisky, eles fizeram o mesmo, mas se acariciando e se beijando. Já sem bebida em seus copos, Lorenzo agarrou minha esposa pelo cabelo e disse: "Vai, putinha, chupa meu pau na frente do corno do seu marido". Não foi necessário "guiar" ou empurrar a cabeça da minha esposa em direção ao pau dele, ela mesma se deixou cair no membro do seu macho, e com muita vontade começou a lamber e chupar com gosto, como havia feito antes.

O vagabundo gemeu e aproveitou a mamada espetacular que a Mica estava dando nele, e em pouco tempo já estava duro de novo. Ele agarrou o cabelo dela de novo, mas dessa vez para tirar a boca da minha esposa do pau dele, olhou firme para ela, a transou e disse: "fica de quatro olhando pro corno".
Em questão de segundos minha esposa se posicionou como seu amante ordenou e esperou que seu homem a penetrasse, sempre com o olhar fixo nos meus olhos.
Lorenzo, com muita paciência, se posicionou atrás dela, passou o pau algumas vezes por fora da sua buceta e então a penetrou bem devagar.

Minha esposa, embora gemesse e curtisse cada centímetro de pau que ia recebendo, nunca fechou os olhos nem parou de me encarar fixamente, só gemia e mordia os lábios num tom de prazer, de paixão. Lorenzo foi acelerando as investidas contra minha esposa, fazendo ela tremer completamente e dando pra ouvir aquele barulho típico de choque de corpos, ou de genitais, pra ser mais exato. Ele estava metendo com força e fundo, com vontade e certamente curtindo a umidade da minha esposa.

Por minha parte, eu tinha uma cena incrível diante de mim: via o corpo da minha esposa balançando para frente e para trás no ritmo das investidas, enquanto o rosto dela se desfigurava de prazer e os seios se moviam no compasso da foda espetacular que ela estava levando. E, quando eu levantava um pouco o olhar, via outro cara agarrado nas nádegas da Mica, com os olhos fixos para não perder nenhum detalhe de como o pau dele entrava e saía da buceta ardente da minha esposa. Tudo isso coroado pelos goles de uísque que eu ia dando.

Era como estar num set de filme pornô, onde minha esposa era a atriz principal, e o pior de tudo era que eu estava gostando demais, curtindo só de ver minha esposa sendo possuída por outro homem.
Num surto de tesão, eu disse pro Lorenzo:
Eu: Arrebenta essa bunda.
Lorenzo: Ja!!! Olha só o corno, agora tá pedindo coisas.
Mica: haha, é que ele sabe que eu gosto disso...
Lorenzo: quer que eu arrombe essa sua bunda gostosa?
Mica: siiiiii
Lorenzo: Tá bom, tá bom, então, corno, me pede pra arrombar o cu da sua esposa, faz bem o seu papel.
Eu: Lorenzo, arromba a buceta da minha esposa, por favor.

Ele deu uma risadinha, abriu um pouco as pernas da Mica para ajustar a altura e começou a lamber primeiro o cu dela, e depois de alguns minutos, a enfiar um dedo ou outro para dilatar um pouco. A Mica, por sua vez, continuou me encarando fixamente e demonstrando prazer. Dava pra ver que ela estava mais concentrada em prestar atenção nos meus gestos do que no cara que estava brincando com a bunda dela. Isso me deixou ainda mais excitado, porque era óbvio que ela não estava interessada naquele vagabundo, mas sim que o que ela realmente queria era realizar a fantasia comigo. Ela não estava atrás de uma trepada, ela queria era putaria.

Mica já estava ficando um pouco impaciente e disse que na mesa de cabeceira tinha lubrificante, que ele passasse um pouco e tentasse penetrar nela. Lorenzo fez o que ela mandou, lubrificou bem, apoiou o pau no cu da minha esposa, que continuava com o olhar fixo em mim, e a penetrou devagar.
Às vezes Mica fechava os olhos, era óbvio que ela estava sentindo a intensidade de estar sendo enrabada, mas depois de um tempo ela foi se acostumando e voltou a me encarar, mostrando que estava ficando excitada porque eu estava olhando para ela.

O anal durou vários minutos, durante os quais o ritmo das enfiadas foi mudando, algumas suaves e outras violentas e profundas, até teve momentos em que era minha esposa que se movia pra frente e pra trás, gerando a penetração.
Eu, por minha parte, me masturbava bem devagar, trocando olhares com minha esposa, que de vez em quando lambia os lábios olhando pro meu pau, como se tivesse vontade de me chupar, o que não aconteceu na realidade, mas que estava rolando na nossa cabeça, digamos assim. Era um jogo mórbido, perverso às vezes, mas que pra falar a verdade era super excitante.

Ela viu que eu não aguentava mais e estava prestes a gozar, então abriu a boca como se fosse tomar meu leite, ou esperava que meu sêmen chegasse até sua boca, mas não foi possível. Eu estava a uns dois metros de distância dela e, apesar da minha intenção de fazer pelo menos um jato chegar, não deu. Um jato atingiu a cama, mas ficou lá nos pés, digamos, e a maior parte do sêmen caiu no chão.
Da mesma forma, ela fechou os olhos e fez caras como se estivesse saboreando, como se eu tivesse descarregado toda minha porra na boca dela, e poucos segundos depois teve um orgasmo enquanto Lorenzo continuava metendo forte nela.

Não sei quanto tempo se passou, eu estava um pouco perdido depois daquela punheta intensa e estranha que eu tinha batido, mas dava pra ver que o touro estava chegando ao limite e com estocadas profundas começou a descarregar a porra dele de novo, mas agora no cu da minha esposa, que agarrada nos lençóis se deixava encher o rabo de porra.
Lorenzo, depois de gozar completamente, quase desmaiou na cama para curtir o pós-punheta, com uma cara de felicidade incrível, e minha esposa lentamente se deixou cair, digamos, e ficou deitada de bruços descansando.

Pouco tempo depois me levantei e fui até minha esposa, observei sua bunda linda e redonda descansando depois de tanto trabalho, enquanto o sêmen que havia enchido ela momentos antes ia escorrendo bem devagar.
Abri um pouco mais as nádegas dela e pude apreciar melhor como a porra escorria pelo seu cu dilatado.
Lorenzo: e aí, corno? Deixei ela bem aberta?
Eu: Já vi ele mais aberto, mas mesmo assim parece bem aberto (enquanto falava isso, enfiava um dedo ou outro no cu da minha esposa).
Lorenzo: eita, sério? E você, gata, o que acha?
Mica: O corno tem razão, mas mesmo assim, ninguém nunca me encheu tanto de porra como você.
Lorenzo: Bom, alguma coisa é alguma coisa hahaha. Se quiser, continuo te dando porra, tenho muita pra você.
Mica: não não, chega por hoje, já estou muito cansada.
Lorenzo: uhhh então, sem problema, fica pra próxima.

Deixei ele descansar um pouco e depois convidei ele pra ir embora, digamos assim. O cara cumprimentou a Mica e a mim muito respeitosamente, disse que tinha se divertido pra caralho e blá blá blá e foi embora. Quando voltei pro quarto, a Mica já estava dormindo, totalmente pelada e com a boceta toda cheia de porra.
No outro dia, acordei com a Mica. Ela já tinha tomado banho e preparado o café da manhã, e trouxe pra cama pra mim.
Enquanto eu tomava café da manhã tranquilo, ela começou a me chupar suavemente. Se na noite anterior eu tinha curtido pra caralho, receber um boquete com amor enquanto toma café da manhã não tem preço, é incrível ser "atendido" assim.
Obviamente não demorei muito no café da manhã, joguei tudo pro caralho e a Mica montou em cima de mim e começou a cavalgar com vontade.
Ficamos várias horas fodendo como loucos, não sei quantas gozadas nós demos, mas foram muitas e, apesar de nenhum dos dois ter mencionado nada da noite anterior, acho que ambos estávamos bem excitados por causa disso.
minha parceira cada vez mais entregue

0 comentários - minha parceira cada vez mais entregue