Numa sexta à noite, eu e a Mica decidimos ir tomar um drink num Pub que ficava perto do nosso apê daquela época. Por ser sexta, a maioria era grupo de amigos e amigas, não tinha muitos casais no lugar, e o clima era bem mais puxado pra balada do que pra bar, tinha muita gente em pé, alguns até dançavam um pouco, e as luzes do lugar estavam bem fracas, quase no escuro, tipo.
Com a Mica, primeiro ficamos no balcão tomando umas coisas até conseguir uma mesa. Nesse meio tempo em que estávamos no balcão, minha esposa era alvo de todo tipo de olhares, muitos cheios de tesão e outros com um certo grau de desprezo ou inveja, e não era à toa. Como o dia estava bem quente, a Mica tinha vestido um vestido branco, bem curtinho e colado no corpo, o que, por razões óbvias, destacava seus atributos, principalmente a bunda linda e redonda que ela tem.
Era tão curto que ela tinha que ficar ajeitando ele o tempo todo pra não mostrar a bunda, ou seja, tinha que ficar puxando ele pra baixo direto.
Já na mesa, a situação do vestido dela continuava igual ou pior, mas cruzar as pernas resolvia qualquer problema que pudesse existir e, no fim das contas, não se via nada além das pernas, que embora também fossem uma delícia, não era tão chamativo assim.
A noite foi passando e entre um gole e outro, o pub foi "depurando", digamos. Casais já quase não tinha mais, era tudo homem ou mulher nos seus respectivos grupos, e claro, o clima ficou mais de balada. Um ou outro se animava a chegar em alguma mina, grupos se juntavam, etc.
Com a Mica a gente já não tinha muito assunto, e no fundo ficava só olhando a paisagem. Ela tava mais perdida, quase nem me dava bola, tava olhando alguma coisa mas não dava pra distinguir o que ou quem ela tava encarando.
Num instante ela vai pros banheiros. Eu fui seguindo ela com o olhar, sabia que ela tava tramando alguma coisa, mas não sabia o quê. De repente, ela passa do lado de um grupo de vagabundos que nem disfarçaram e olharam ela de cima a baixo. Enquanto passava entre eles, ela acariciou bem de leve o braço de um deles e olhou pra ele por um segundo, enquanto continuava andando pro banheiro. O vagabundo falou alguma coisa pra ela, e ela sorriu, acho que não respondeu nada. Poucos segundos depois, com a galera dele zoando, ele largou a roda e foi também na direção dos banheiros.
Nessa altura eu já não conseguia ver o que aconteceu porque tinha bastante gente na área.
Eu fiquei sentado esperando minha esposa e prestando atenção se aquele vagabundo voltava, mas nada acontecia. Depois de uns 10 minutos, o vagabundo volta com o grupinho dele e quase na mesma hora vejo minha esposa voltando pra mesa. Quando ela senta, percebo que tá meio estranha, meio acalorada, desfigurada, e até quando comecei a falar com ela, a voz tava meio trêmula. E claro, os olhares pra aqueles vagabundos eram bem na cara.
Eu: Qual foi? Por que você demorou tanto no banheiro?
Mica: Tinha muita gente (ela me disse meio cortante)
Eu: É? Não parece daqui que tenha tanta gente.
Mica: (me olhou meio desafiadora): se tinha muita gente... por quê?
Eu: Sei lá, achei meio estranho você demorar tanto.
Ela não me respondeu, só passou a mão no meu rosto e continuou olhando pros caras. Passou um tempo e eu percebi que ela não estava de pernas cruzadas, na verdade tava até um pouquinho abertas, e claro, aquele vestidinho bem levantado. Mesmo da minha posição eu não conseguia ver nada (eu olhava de cima), os caras que estavam a uns metros de distância com certeza conseguiam ver algo mais do que as pernas dela.
Eu: ei, cruza as pernas ou vão ver sua fio dental no bar inteiro...
Mica: Fica tranquilo que não dá pra ver a tanga.
Eu: jaaaa... com certeza deve estar aparecendo a sua fio dental, tem vários caras olhando pra lá.
Mica: sério, a tanga não vai aparecer, pode ter certeza...
Eu: Ahã, e por que você tá tão segura?
Mica: porque não tenho fio dental, idiota... (e começou a rir)
Eu: como assim tu não tem fio dental? Se eu te vi trocando de roupa em casa e tu tava com um fio dental branco...
Mica: não, não tenho... deixei no banheiro (ela falou com voz de tesão)
Eu: cê tá falando sério mesmo?
(Ela só fez que sim com a cabeça)
Eu: deixou ela no banheiro? Claro que sim....
Mica: bom, eu... não, não deixei no banheiro, desde que fui no banheiro não tenho ela mais, é isso aí... feliz?
Eu: Na real não... vim ver... porque cê não tem mais a fio dental, posso saber?
Mica: Alguém me pediu e eu emprestei...
(Nessa altura eu já sabia como era o jogo, ou pelo menos imaginava.)
Eu: ahh olha só... outra gostosa te pediu a fio dental e você emprestou? Assim, na maior facilidade?
Mica: é... bom, nem tanto, não era uma gostosa, vou emprestar minha fio dental pra uma gostosa? Cê é louco, hein...
Eu: claro, seu idiota... então fala pro cara que você emprestou a fio dental pra ele devolver, porque aquela fio dental eu que te dei de presente de aniversário, não sei se você lembra...
Mica: aaaah, é verdade.... você ficou puta? Foi mal, amor...
Eu: sim sim... pega essa fio dental de volta agora mesmo.
Mica: bom, já volto, daqui a pouco trago a tanga inteira e salva...
Eu: pera pera pera.... não vai pro banheiro não, não quero te perder de vista, ok?
Mica: e... mas....
Eu: já sei o que você tava pensando em fazer e não, bota a fio dental de volta aqui na minha vista.
Ela ficou sem graça, com certeza tava pensando em levar o vagabundo pro banheiro e fuder, ou pelo menos dar uma siririca nele pra ele devolver a fio dental, mas eu tinha marcado território e ela respeitou isso.
Foi até o grupo de vagabundos, separou o cara em questão e começou a conversar com ele. No começo dava pra ver que ela tava implorando, tipo, mas depois os dois começaram a dar umas risadas enquanto continuavam falando.
A conversa parecia estar ficando mais picante, porque eles cochichavam no ouvido um do outro e não riam tanto. Em um momento, minha esposa ficou de costas pra mim, e eu podia ver como o cara a segurava pela cintura, suave mas firme, e ela não dizia nem fazia nada pra tirar a mão dele dali — continuavam se falando.
Por uns instantes não consegui ver eles, porque tinha gente passando do lado, e quando voltei a enxergar a situação, a parada tinha mudado drasticamente. A mão do vagabundo já não tava mais na cintura da minha esposa, tinha descido e agora tava acariciando suavemente a bunda dela. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer. Por instinto, senti vontade de levantar e partir pra porrada com o cara, mas como um bom cuck, o tesão venceu a raiva, e então fiquei só olhando o vagabundo passar a mão cada vez mais descaradamente no rabo da minha esposa.
Por cima do ombro da minha esposa dava pra ver a cara do arrombado, que tava com o olhar fixo em mim, num desafio, e enquanto apalpava à vontade a bunda da Mica, um sorriso de filho da puta se desenhava na cara dele.
O apalpamento pareceu eterno, mas não deve ter passado de uns dois minutos até terminar com um tapinha suave na bunda que o magrelo deu na minha esposa, num estilo "pronto, já era". Ela colocou a mão como se esperasse receber alguma coisa, mas o cara se aproximou do ouvido dela e sussurrou alguma coisa.
A expressão corporal da minha esposa foi de raiva, como se não concordasse com o que ele disse, mas ele continuou falando e a Mica foi se soltando, até que ela vira a cabeça e me encara fixo, como se estivesse confirmando que eu tava olhando pra ela. Falou mais umas paradas com o cara e voltou pra mesa.
Eu: E aí? O que aconteceu? Cadê a fio dental?
Mica: complicou, deixa pra lá...
Eu: Por quê?!?! Sério, eu mesma procuro ela, senão...
Mica: não não, para, vai dar merda, deixa ela quieta, já era...
Eu: vacilona, ele meteu a mão na sua bunda e não devolveu a fio dental! Cê é doida?!?!
Mica: é, beleza, mas deixa pra lá, é um monte de vagabundo e vão te encher de porrada, já foi, erro meu.
(Pensei uns segundos naquela parada de serem vários e, embora minha esposa tivesse razão, o orgulho falava mais alto e eu tava prestes a ir me pegar na porrada com os caras).
Eu: tá bom, chega, vou lá e que se dane, não tô nem aí... (tava quase levantando até que a Mica me segurou pelo braço e me parou)
Mica: Paraaaa... porque além disso vou ficar como uma puta que deu a fio dental pro cara, que desculpa você vai inventar, ainda por cima que vão te encher de porrada você vai ficar como um corno manso na frente de todo mundo e eu como uma puta, então chega já foi, deixa assim e pronto.
De novo me deixou pensando, e ela tinha um pouco de razão, ia dar merda quando eu confrontasse o cara, ia aparecer um segurança, todo mundo ia saber qual era o problema (que minha esposa era uma puta e eu um corno manso) e iam nos expulsar do bar, e lá fora se me pegassem entre dois ou mais me desfiguravam, eu tava com tudo contra mim.
Eu: verdade que você arrasou hoje...
Mica: bom, também não é pra tanto... você já me viu foder com outros milhares de vezes, pra esse eu só dei uma fio dental de presente, nem beijei ele...
Eu: não tô falando por dar a fio dental, tô falando porque aquela fio dental quem te dei foi eu, se quiser dar as calcinhas que você compra, faz quando quiser, e se quiser dar pra alguém, senta e pronto (falei isso mais puto do que pensando direito).
Mica: bom, não fica brava assim, no final você mesma me provoca a fazer essas coisas e depois fica puta se dá errado.
Eu: que eu te provoco a quê?
Mica: a que a gente meta outros na cama, é disso que tô falando... ou vai me dizer que não curte?
Eu: é, sim, mas o que isso tem a ver (meio sem entender)
Mica: nada, deixa pra lá, esquece esse assunto...
Eu: não, sério, se explica agora.
Mica: nada, é que minha ideia era fazer um menage se rolasse, mas não rolou, deu errado, só isso...
Eu: era essa tua ideia? e por que não me conta?
Mica: o que vou te dizer, se você percebeu, não se faz de otário... ou vai negar que já imaginava por onde a coisa ia, ou que ficou com tesão quando eu passei a mão na minha bunda? Não seja sem-vergonha...
Eu: bom, sei lá... pode ser (agora quem tava na defensiva era eu, a situação tinha virado).
Mica: tá bom, beleza, não deu certo, já era, deixa pra lá, vamos pagar e ir pra casa, a noite já foi pro saco.
Eu: não para, dá uma maneirada... e aí, o que aconteceu?
Mica: o que foi com o quê?
Eu: sobre o lance do ménage e tal.
Mica: chega, esquece.
Eu: fala aí, me conta, ou não confia em mim?
Mica: sim, mas não vou te contar, não é dessas coisas que você gosta de fazer, então chega.
Eu: Fala aí, me conta, não vou ficar puto, juro por Deus...
(Ela não disse nada, só ficou tomando o que restava do drinque em silêncio).
Eu: fala logo, vai me contar ou vou ter que ir perguntar?
Mica: Já te falei que não, o cara não quer fazer um menage e pronto.
Eu: claro, o vagabundo não quer te dar uma bela de uma fodida... sim...
Mica: eu não falei isso, falei que o cara não quer fazer um menage.
Eu: aham, e o que ele quer? que você case com ele? kkkkkk
Mica: já já... não, chega, sério...
Eu: bom, vou parar com isso... mas me conta por que ela não te devolveu a fio dental?
Mica: Porque ele me pediu algo que eu não podia fazer por ele.
Eu: e o que ela pediu? Ir pra fuder?
Mica: algo nesse estilo.
Eu: algo tipo assim...
Mica: aih, que pesado que você é!!! o que ele me pediu foi me comer com você presente, foi isso que ele pediu
Eu: e?!?! como assim nunca fizemos um menage....
Mica: kkkkk nãooooo, um ménage não, você não participa, só olha.
Eu: Bom, sei lá, a gente pode se revezar, talvez o cara não curta ter um homem por perto, também não é grande coisa.
Mica: Você ainda não entendeu... ele queria que você fizesse o papel de corno, não que participasse.
Eu: ahhh... sim, isso é outra parada... cuckold, digamos.
Mica: é... por isso já era.
Ficamos em silêncio, meio sem graça também, e eu pedi a conta pra gente ir embora. A Mica foi no banheiro, mas dessa vez não passou na frente do grupo onde aquele babaca tava, não — passou bem longe pra não trombar com ele.
Enquanto eu esperava a conta na mesa, o cara se aproximou, se apresentou (Lorenzo era o nome dele) e perguntou se podia sentar (bem educado) e eu fiz sinal que sim.
Lorenzo: desculpa se houve um mal-entendido, aqui te devolvo o que é da sua esposa.
(por baixo da mesa, ela passou a calcinha fio dental da Mica disfarçadamente).
Eu: valeu.
Lorenzo: espero que você não tenha ficado brava, não sou uma pessoa ruim.
Eu: tudo bem, mas acho que você passou dos limites com a minha esposa e por não devolver a fio dental.
Lorenzo: sim, beleza, é que isso é uma fantasia que eu tenho, e era mais uma brincadeira do que outra coisa, por isso vim te devolver a fio dental porque entendo que já era, que não rolou e não quero ficar parecendo um punheteiro.
Eu: ok tudo bem, valeu pela sinceridade.
Lorenzo: eu, sem querer te ofender, convido ele pra tomar um negócio e a gente bate um papo.
Eu: não, valeu, a gente não vai pra outro lugar não, até já pedimos a conta e vamos dormir.
Lorenzo: não não, tô falando aqui no bar. Eu pago essa pra desfazer o mal-entendido.
Antes que eu pudesse responder "não" de novo, a Mica apareceu e ficou parada olhando, com cara de "puta" e sem falar nada. O Lorenzo olhou pra ela e disse "foi mal, galera, vou nessa, desculpa aí". Levantou e foi embora com o grupinho dele, que já não era tão grande assim.
Mica: o que foi? O que ele queria?
Eu: nada, ele se desculpou e devolveu sua fio dental.
Mica: sim? bom, pelo menos...
Eu: não pareceu um babaca, ele disse que era um jogo e tal, e pediu desculpas várias vezes.
Mica: sim, não parece uma pessoa ruim, mas fazer o quê. Já pagou?
Eu: Se já paguei por?
Mica: tava perguntando pra gente ir.
Eu: ahh... não quer beber mais alguma coisa? Seu amigo nos convidou pra tomar umas.
Mica: não é meu amigo... além disso, há pouco você queria se pegar na porrada e agora quer que a gente tome algo com ele? Decide logo...
Eu: bom, eu gostei que ela devolveu a fio dental.
Mica: sim, beleza, mas o que ele quer é transar e que você fique olhando como corno, não beber algo com a gente.
Eu: quem sabe, a gente tenta um menage... cê curte pra um menage?
Mica: olha, faz o que quiser, me dá a fio dental que vou no banheiro vestir, não quero ficar pelada.
Pegou a tanga e foi pro banheiro. Fiquei uns segundos olhando minha esposa ir embora e fiz sinal pro Lorenzo (que olhava pra gente de vez em quando) pra chegar na mesa. Quando ele chegou, falei pra puxar uma cadeira, que a gente aceitava tomar um negócio com ele pra esquecer aquele mau momento.
Ela sentou, chamou o garçom e pediu um champanhe e 3 taças.
Pouco depois, Mica chegou do banheiro e olhou desconcertada.
Mica: qual é a boa?
Eu: nada amor, aceitei o convite pra tomar um drink. Ou você já queria ir embora?
Mica: tanto faz pra mim (ela se sentou).
Já com o champanhe na mesa, Lorenzo se desculpou mais algumas vezes com a gente e começamos a conversar, primeiro sobre besteiras e depois sobre sexo. Não sei se ele inventava histórias, mas contava um monte de coisas sobre ménage, swing, orgias, e perguntava pra gente qual era a nossa. Parecia saber do que tava falando, mas podia ser um mentiroso bem informado.
Num momento, ele nos disse que uma das poucas fantasias que ainda faltava realizar era ser um bull, ou seja, transar com uma hotwife enquanto o marido assiste e é tratado como cuck, basicamente. Disse que era algo muito difícil de conseguir e que adoraria ter feito isso com a gente.
O champanhe acabou e na hora ela pediu outro e a gente continuou bebendo e conversando, mais sobre sexo, festas, swingers. A conversa tava cada vez mais quente, até que num momento ele me pergunta na lata
Lorenzo: Você não teria interesse em experimentar o cuckold?
Eu: e... não curto muito a ideia.
Lorenzo: por que você não vai?
Eu: não tenho certeza se eu ia gostar.
Lorenzo: mas te excita a ideia?
Eu: é... um pouco sim, mas sei lá, tô na dúvida.
Lorenzo: olha, te proponho o seguinte, não se ofende, se quiser a gente testa, e se em algum momento você ou ela quiser parar, a gente para e pronto, acabou a história.
(Mica e eu ficamos em silêncio, sem nos decidir a responder nada, ou eu não me decidia, Mica com certeza aceitava, dava pra ver que ela tava com tesão).
Eu: sei lá, e se ela sair do controle e tu não quiser parar, a gente vai ter que se pegar na porrada depois kkkkk
Lorenzo: hahaha não não, tenho meus princípios, se alguém diz não é não e pronto, isso é sempre assim.
Eu: sei lá, o que você acha, amor?
Mica: eu não tenho problema, você quem tem que decidir.
Eu: bom, podemos tentar pra ver qual é a dessa.
Lorenzo: (com um sorriso visível) beleza, mas fica ligado numa parada, a fantasia é mais sobre humilhação do que sobre sexo, então se você não se sente confortável com isso desde o começo, nem começa.
Eu: ehhh, para, nem começamos e você já tá me falando pra não fazer kkkk
Lorenzo: hahaha não não, tô te falando como é pra não ter surpresa, como te disse, tenho meus princípios.
Eu: bom, ok, mas que tipo de coisas você fala? Suponho que homossexuais não... não curto essa onda.
Lorenzo: não não, isso também não é comigo, mas se for na vibe de você me pedir pra foder sua esposa, ou de a gente se insultar, ou coisas assim. Reforço, se não curte essa onda, nem começamos, de boa.
Nós três ficamos em silêncio por uns segundos, até que o silêncio foi quebrado de novo.
Eu: escuta aqui, Lorenzo, cê curtiu a bunda da minha esposa?
Lorenzo: sim sim, ela é uma gostosa (olhando pra ela)
(Ele não tinha percebido que tinha dado um sim tácito pra fantasia).
Eu: bom, queria que você levasse ela pro banheiro e desse uma boa apalpada nela.
Lorenzo: já (com um sorriso de orelha a orelha), fala cuck, daqui a pouco a gente vem. Vamos, gostosa?
Eu: mais uma coisa, que venha sem fio dental, por favor.
Lorenzo: fala corno, já tamo indo.
Eles pararam e foram quase de mãos dadas até a área dos banheiros. Nessa hora eu perdi eles de vista, mas depois a Mica me disse que não conseguiram entrar, tinha muita gente olhando, então começaram a se pegar e se apalpar encostados numa parede perto dos banheiros, sem ninguém ver (segundo ela, mas sei lá se ninguém viu, ainda mais com a siririca que deviam estar dando uma na outra). Ela tirou a fio dental e entregou pro boy dela.
Pouco depois voltaram, a Mica estava vermelha de calor, meio desarrumada e com os lábios visivelmente mordidos e inchados. Sentaram-se e Lorenzo, bem sem vergonha, colocou a tanga em cima da mesa.
Lorenzo: aqui tá a fio dental da sua esposa, corno.
Eu: valeu. (peguei a fio dental e, mesmo todo mundo podendo me ver, levei até meu rosto e cheirei fundo). UFFFF que cheiro de vontade de pica que isso tem. Amor, quer que eu te coma, Lorenzo?
Mica: (só balançou a cabeça concordando).
Eu: beleza, parceiro, vamos pra casa, quero que você coma minha esposa.
Lorenzo: beleza, mas vamos pra um hotel melhor, corno.
Eu: não, quero te foder na cama de casal.
(ele pensou por alguns segundos)
Lorenzo: que cuck de merda, não vou na casa de estranhos mas vou abrir uma exceção pra vocês.
Nós levantamos e fomos pro nosso apê. Era umas seis ou sete quadras, era perto, mas o caminho foi longo, porque a toda hora eles paravam e começavam a se agarrar na parede, numa árvore, em carros ou qualquer coisa. Tinha hora que a pegação era tão forte que a Mica ficava praticamente de cu pra fora porque o vestido subia até a cintura. Eles não tavam nem aí pra nada, e eu também não. Eu tava de pau duro só de ver eles se pegando na rua.
Daqui a pouco eu chego perto deles e enfio um dedo na buceta da minha esposa, que já tava bem molhada nessa altura.
Eu: aaaah que molhadinha você tá.... comigo não fica assim, sabia? (me dirigindo ao Lorenzo)
Lorenzo: óbvio que não, corno, ele precisa de um macho de verdade.
Eu: sim, cê tem razão. Se apressa que quero ver como você come ela na minha cama, faltam duas quadras.
Mica: para, deixa eu aproveitar o caminho, corno...
Lorenzo: sim, corno, para de encher o saco... quer uma pica, gostosa?
Mica: veeeelha
Lorenzo: vira, vai...
Ele apoiou ela contra um carro, fez ela empinar um pouco a bunda e disse Lorenzo "vem cá, cuck, levanta o vestido dela e abre a buceta dela pra eu meter a pica".
Eu me aproximei deles, levantei o vestido da minha esposa e abri as nádegas dela como ele ordenou, que já tinha baixado o zíper da calça e puxado o pau dele, que em poucos segundos desapareceu na buceta da minha esposa.
Os gemidos dos dois foram bem altos, era aquele gemido de alívio, de vontade de foder reprimida. Ele meteu umas duas vezes e tirou. "Ajeita o vestido dela", ele me ordenou, e a gente continuou andando pra casa. Nesse caminho, acho que 80% do tempo o Lorenzo tava com uns dois dedos enfiados na buceta da minha esposa, que do jeito que dava ia andando do lado dele, e pela cara dela, tava adorando ser a putinha daquele cara.
Assim que entramos no apartamento, Lorenzo perguntou qual era nosso quarto e fomos pra lá. Ele se pelou por completo e se deitou na cama de pernas abertas, falando pra Mica: "vai, putinha, tira essa roupa e chupa minha pica na frente do corno".
Ela quase arrancou o vestido e se jogou na cama pra chupar a pica do Lorenzo.
Ela devorava a pica dele com uma vontade que eu raramente tinha visto. Saboreava, engasgava sozinha, chupava os ovos dele e até o cu.
O boizão daquela noite só gemia e soltava frases tipo "que puta gostosa é tua mulher, corno" "Adoro como tua esposa chupa minha pica" "você é pouco homem pra tanta mulher", entre outras que nem lembro, mas todas parecidas, num tom humilhante e direcionadas a mim.
Nessa altura, eu já tava com a pica na mão e muito tarado pra caralho. Num ataque de loucura de corno, gritei: "Enche a boca dela de porra!!!" Tanto o Lorenzo quanto a Mica começaram a rir, e entenderam que eu tava entregue a ser um corno manso a noite toda.
Lorenzo: sem cuck, primeiro vou comer sua esposa.
Eu: ok, desculpa.
Lorenzo: deita, gostosa, que vou comer toda essa sua buceta divina.
Mica fez o que foi mandado, abriu as pernas e deixou comer a buceta. Lorenzo estava desenfreado na entreperna de Mica, se deliciando com os orgasmos que minha esposa dava de vez em quando, e com certeza com os fluidos também.
Depois de um tempão da minha esposa gritando que nem uma condenada, o Lorenzo se levantou e falou pra mim: "vou comer tua mulher, corno?
Eu respondi com um sonoro "siiiii, come ela!!!! come a minha esposa!!!!
Ele riu de novo, deitou-se sobre a Mica e começou a beijá-la enquanto enfiava devagar o pau na buceta da minha esposa.
Ele tava curtindo a umidade da Mica, mas ela queria que ele metesse forte, que fizesse ela gritar. Agarrou ele pelo cabelo meio na violência pra separar ele da boca dela e, mesmo sem ver a cara dela, pela voz percebi que ela tava puta. Ela começou a gritar "me come... me come... me come... me come na frente do cuck do meu marido". O cara não se fez de rogado e começou a meter forte na Mica, que gritava e gemia que nem uma desgraçada, e chegou o momento que talvez mais doeu em mim.
No meio da loucura, minha esposa começou a gritar: "olha, corno, como um macho de verdade me come... você não come assim, corno... chega perto e olha bem como tão fudendo sua esposa, corno...
Eu fiquei paralisado, mas Lorenzo virou a cabeça e, olhando pra mim, disse: "vai, cuck, vem aqui e olha como eu como a sua mulher".
Não me restou outra opção senão chegar mais perto e observar em primeiro plano como a pica do bull estava arrombando minha esposa, com raiva, com vontade, com desejo, com tesão. Entre um gemido e outro da minha esposa, dava pra ouvir as risadas debochadas dele até que se ouviu ela dizer: "me enche de porra, guy, vai".
Enquanto eu seguia a bombada desenfreada do Lorenzo, ele disse: "cuck, tua mina toma pílula ou você vai virar pai corno?" Eu respondi que ela tomava pílula, aí ele falou: "que pena, com certeza eu engravidava essa gostosa.
Não demorou muito mais e com bombadas profundas ele começou a descarregar as bolas dentro da Mica, que com as pernas o abraçava enquanto gemia de prazer recebendo jato após jato de porra.
Depois daquela primeira gozada, e falo primeira porque foram várias, Lorenzo se deitou em cima da minha esposa pra "descansar" um pouco. Depois de uns minutos, ele se deitou ao lado da Mica, e foi nesse momento que pude ver como o esperma do macho da vez da minha esposa jorrava sem parar e caía até sujar os lençóis.
Depois de um tempinho de descanso, Lorenzo foi pro banheiro e fiquei a sós com minha esposa. Perguntei se ela tava gostando e, sorrindo, me disse que tava se divertindo pra caralho. Ela me olhou, percebeu que eu ainda tava com a pica dura e falou: "você também tá se divertindo pelo visto, hein cuck, hahaha". Eu ri um pouco e tentei deitar na cama com ela, queria muito macetar ela, mas ela me parou na hora: "não, não, cuck, hoje à noite eu sou do Lorenzo, amanhã eu sou sua de novo".
Isso me colocou no meu lugar, digamos, naquela noite eu não ia comer minha esposa, só ia ver ela ser penetrada várias vezes pelo amante da vez, e aceitei meu papel.
Pouco depois, Lorenzo voltou pro quarto, e dessa vez trouxe uma garrafa de uísque e três copos. Serviu os três, me disse "toma um pouco e fica à vontade porque a noite vai ser longa, corno", e foi se enfiar de novo na cama com minha esposa.
Enquanto eu continuava sentado numa cadeira tomando meu copo de uísque, eles fizeram o mesmo, mas se acariciando e se beijando. Já sem bebida nos copos, Lorenzo agarrou minha esposa pelo cabelo e disse: "vai, putinha, chupa minha pica na frente do corno do seu marido". Não precisei que ele "guiasse" ou empurrasse a cabeça da minha esposa em direção à pica dele; ela mesma se jogou no pau do macho dela e, com muita vontade, começou a lamber e chupar gostoso, igual tinha feito antes.
O vagabundo gemia e curtia o boquete espetacular que a Mica tava fazendo nele, e em pouco tempo já tava duro de novo. Ele pegou ela pelo cabelo de novo, mas dessa vez pra tirar a boca da minha esposa do pau dele, olhou fixo pra ela, meteu o boneco e falou: "fica de quatro olhando pro corno".
Em questão de segundos, minha esposa se ajeitou como o amante dela mandou e esperou o homem dela ir meter nela, sempre com o olhar fixo nos meus olhos.
Lorenzo, com muita paciência, se acomodou atrás dela, passou a pica umas duas vezes pelo lado de fora da buceta dela e depois a penetrou bem devagar.
Minha esposa, mesmo gemendo e aproveitando cada centímetro de pau que ia recebendo, nunca fechou os olhos nem parou de me encarar. Só gemia e mordia os lábios, num tom de prazer, de pura safadeza. Lorenzo foi acelerando as metidas na minha esposa, fazendo ela tremer toda, e dava pra ouvir aquele barulho típico de corpos se chocando, ou melhor, de genitais se encontrando. Ele tava metendo forte e fundo, com vontade, curtindo com certeza a buceta molhada da minha esposa.
Eu, por minha vez, tava tendo uma cena incrível: de um lado, via o corpo da minha esposa balançando pra frente e pra trás no ritmo das estocadas, enquanto a cara dela se desfigurava de prazer e os peitos dela se mexiam no ritmo da porrada que tavam dando nela. E quando eu levantava um pouco o olhar, via outro cara agarrado na bunda da Mica, com o olhar fixo pra não perder nenhum detalhe de como o pau dele entrava e saía da buceta ardente da minha esposa. E tudo isso coroado pelos goles de uísque que eu ia dando.
Era como estar num set de filme pornô, onde minha esposa era a atriz principal, e o pior de tudo é que eu tava adorando demais, tava curtindo pra caralho só de ver minha esposa sendo possuída por outro cara.
Num acesso de tesão, falei pro Lorenzo:
Eu: Arrebenta essa bunda.
Lorenzo: já!!! olha só o cuck, agora tá pedindo as coisas.
Mica: haha, é que ela sabe que eu gosto disso...
Lorenzo: quer que eu arrebente essa sua buceta gostosa?
Mica: siiiiiim
Lorenzo: tá bom tá bom, beleza corno, pede pra eu arrebentar a buceta da sua esposa, faz direito teu papel.
Eu: Lorenzo, arrebenta a buceta da minha esposa, por favor.
Ele riu um pouco, fez a Mica abrir mais as pernas pra ajustar a altura e começou a chupar primeiro o cu dela e, depois de uns minutos, enfiar uns dedos pra ir dilatando. A Mica, por sua vez, continuava me encarando fixo e dando sinais de prazer. Dava pra ver que ela tava mais concentrada em prestar atenção nos meus gestos do que no cara que tava brincando com a bunda dela. Isso me deixou ainda mais excitado, porque era óbvio que ela não tava interessada naquele zé-ninguém; o que ela realmente queria era realizar a fantasia comigo. Não tava atrás de uma transa, tava atrás de putaria.
Mica já estava ficando um pouco impaciente e disse pra ele que na mesa de cabeceira tinha lubrificante, pra ele passar um pouco e tentar penetrar ela. Lorenzo fez o que ela mandou, lubrificou bem, apoiou o pau no cu da minha esposa, que continuava com o olhar fixo em mim, e penetrou ela devagar.
Por uns momentos Mica fechava os olhos, era nítido que tava sentindo o rigor de levar no cu, mas depois de um tempo foi se acostumando e voltou a cravar o olhar em mim e a mostrar que tava ficando com tesão porque eu tava olhando pra ela.
O anal durou vários minutos, nos quais foram mudando o ritmo das investidas, algumas suaves e outras violentas e profundas, até teve momentos em que era minha esposa que se movia pra frente e pra trás gerando a penetração.
Eu, por minha vez, me masturbava bem devagar, trocando olhares com minha esposa, que de vez em quando passava a língua nos lábios olhando pra minha pica, como se tivesse vontade de chupar ela, coisa que não rolou na real, mas que tava acontecendo nas nossas mentes, digamos. Era um jogo safado, perverso às vezes, mas que, pra falar a verdade, era super excitante.
Ela viu que eu não aguentava mais e tava prestes a gozar, então abriu a boca como se fosse tomar meu leite, ou esperava que meu sêmen chegasse até a boca dela, mas não deu certo, tava a uns dois metros de distância dela e, apesar da minha intenção de querer que chegasse pelo menos um jato, não consegui. Um jato foi parar na cama, mas ficou nos pés, digamos, e a maior parte do sêmen caiu no chão.
Do mesmo jeito, ela fechou os olhos e fez caretas como se estivesse saboreando, como se eu tivesse descarregado toda a minha porra na boca dela, e em poucos segundos teve um orgasmo enquanto Lorenzo continuava metendo forte no cu dela.
Não sei quanto tempo passou, eu tava meio perdido depois daquela punheta doida e estranha que eu tinha dado, mas dava pra ver que o touro tava chegando no limite e com estocadas fundas começou a descarregar o leite dele de novo, mas agora no cu da minha esposa, que agarrada nos lençóis se deixava encher o rabo de porra.
Lorenzo, depois de gozar completamente, quase desmaiou na cama pra curtir o pós-sexo, com uma cara de felicidade do caralho, e minha esposa foi se deixando cair, digamos, e ficou deitada de bruços descansando.
Pouco tempo depois, me levantei e fui até minha esposa, olhei pra aquela bunda linda e redonda descansando depois de tanto trabalho, enquanto o gozo que tinha inundado ela poucos instantes antes ia escorrendo bem devagar.
Abri um pouco as nádegas dela e apreciei melhor como o sêmen escorria pelo cuzão dilatado dela.
Lorenzo: e cuck? Deixei bem aberto pra ele?
Eu: Já vi ela mais aberta, mas ainda assim parece bem aberta (enquanto falava isso, enfiava uns dedos no cu da minha esposa).
Lorenzo: ehhh, sério? Cê acha mesmo, gostosa?
Mica: o corno tem razão, mas mesmo assim nunca me encheram tanto de porra igual você.
Lorenzo: bom, já é alguma coisa kkkkk. Se quiser, continuo te enchendo de porra, tenho muita pra você.
Mica: não não, chega por hoje, tô muito cansada já.
Lorenzo: aaaah, beleza, sem problema, fica pra próxima.
Deixei ele descansar um pouco e depois convidei ele a se retirar, digamos. O cara se despediu de mim e da Mica com todo respeito, falou que tinha curtido pra caralho e tal, e foi embora. Quando voltei pro quarto, a Mica já tava dormindo, toda pelada e com a buceta cheia de porra.
No outro dia, quem me acordou foi a Mica. Ela já tinha tomado banho, me preparado o café da manhã e trouxe tudo na cama.
Enquanto eu tomava meu café da manhã tranquilo, ela começou a me chupar de leve. Se na noite anterior eu tinha curtido pra caralho, receber um boquete com amor enquanto você come não tem preço, é inacreditável ser "mimado" desse jeito.
Claro que não demorei muito no café da manhã, joguei tudo pro caralho e a Mica montou em cima de mim e começou a cavalgar com gosto.
Ficamos várias horas transando como loucos os dois, não sei quantas gozadas a gente deu, mas foram muitas e, embora nenhum dos dois tenha falado nada sobre a noite anterior, acho que estávamos ambos muito tarados por causa disso.
Com a Mica, primeiro ficamos no balcão tomando umas coisas até conseguir uma mesa. Nesse meio tempo em que estávamos no balcão, minha esposa era alvo de todo tipo de olhares, muitos cheios de tesão e outros com um certo grau de desprezo ou inveja, e não era à toa. Como o dia estava bem quente, a Mica tinha vestido um vestido branco, bem curtinho e colado no corpo, o que, por razões óbvias, destacava seus atributos, principalmente a bunda linda e redonda que ela tem.
Era tão curto que ela tinha que ficar ajeitando ele o tempo todo pra não mostrar a bunda, ou seja, tinha que ficar puxando ele pra baixo direto.
Já na mesa, a situação do vestido dela continuava igual ou pior, mas cruzar as pernas resolvia qualquer problema que pudesse existir e, no fim das contas, não se via nada além das pernas, que embora também fossem uma delícia, não era tão chamativo assim.
A noite foi passando e entre um gole e outro, o pub foi "depurando", digamos. Casais já quase não tinha mais, era tudo homem ou mulher nos seus respectivos grupos, e claro, o clima ficou mais de balada. Um ou outro se animava a chegar em alguma mina, grupos se juntavam, etc.
Com a Mica a gente já não tinha muito assunto, e no fundo ficava só olhando a paisagem. Ela tava mais perdida, quase nem me dava bola, tava olhando alguma coisa mas não dava pra distinguir o que ou quem ela tava encarando.
Num instante ela vai pros banheiros. Eu fui seguindo ela com o olhar, sabia que ela tava tramando alguma coisa, mas não sabia o quê. De repente, ela passa do lado de um grupo de vagabundos que nem disfarçaram e olharam ela de cima a baixo. Enquanto passava entre eles, ela acariciou bem de leve o braço de um deles e olhou pra ele por um segundo, enquanto continuava andando pro banheiro. O vagabundo falou alguma coisa pra ela, e ela sorriu, acho que não respondeu nada. Poucos segundos depois, com a galera dele zoando, ele largou a roda e foi também na direção dos banheiros.
Nessa altura eu já não conseguia ver o que aconteceu porque tinha bastante gente na área.
Eu fiquei sentado esperando minha esposa e prestando atenção se aquele vagabundo voltava, mas nada acontecia. Depois de uns 10 minutos, o vagabundo volta com o grupinho dele e quase na mesma hora vejo minha esposa voltando pra mesa. Quando ela senta, percebo que tá meio estranha, meio acalorada, desfigurada, e até quando comecei a falar com ela, a voz tava meio trêmula. E claro, os olhares pra aqueles vagabundos eram bem na cara.
Eu: Qual foi? Por que você demorou tanto no banheiro?
Mica: Tinha muita gente (ela me disse meio cortante)
Eu: É? Não parece daqui que tenha tanta gente.
Mica: (me olhou meio desafiadora): se tinha muita gente... por quê?
Eu: Sei lá, achei meio estranho você demorar tanto.
Ela não me respondeu, só passou a mão no meu rosto e continuou olhando pros caras. Passou um tempo e eu percebi que ela não estava de pernas cruzadas, na verdade tava até um pouquinho abertas, e claro, aquele vestidinho bem levantado. Mesmo da minha posição eu não conseguia ver nada (eu olhava de cima), os caras que estavam a uns metros de distância com certeza conseguiam ver algo mais do que as pernas dela.
Eu: ei, cruza as pernas ou vão ver sua fio dental no bar inteiro...
Mica: Fica tranquilo que não dá pra ver a tanga.
Eu: jaaaa... com certeza deve estar aparecendo a sua fio dental, tem vários caras olhando pra lá.
Mica: sério, a tanga não vai aparecer, pode ter certeza...
Eu: Ahã, e por que você tá tão segura?
Mica: porque não tenho fio dental, idiota... (e começou a rir)
Eu: como assim tu não tem fio dental? Se eu te vi trocando de roupa em casa e tu tava com um fio dental branco...
Mica: não, não tenho... deixei no banheiro (ela falou com voz de tesão)
Eu: cê tá falando sério mesmo?
(Ela só fez que sim com a cabeça)
Eu: deixou ela no banheiro? Claro que sim....
Mica: bom, eu... não, não deixei no banheiro, desde que fui no banheiro não tenho ela mais, é isso aí... feliz?
Eu: Na real não... vim ver... porque cê não tem mais a fio dental, posso saber?
Mica: Alguém me pediu e eu emprestei...
(Nessa altura eu já sabia como era o jogo, ou pelo menos imaginava.)
Eu: ahh olha só... outra gostosa te pediu a fio dental e você emprestou? Assim, na maior facilidade?
Mica: é... bom, nem tanto, não era uma gostosa, vou emprestar minha fio dental pra uma gostosa? Cê é louco, hein...
Eu: claro, seu idiota... então fala pro cara que você emprestou a fio dental pra ele devolver, porque aquela fio dental eu que te dei de presente de aniversário, não sei se você lembra...
Mica: aaaah, é verdade.... você ficou puta? Foi mal, amor...
Eu: sim sim... pega essa fio dental de volta agora mesmo.
Mica: bom, já volto, daqui a pouco trago a tanga inteira e salva...
Eu: pera pera pera.... não vai pro banheiro não, não quero te perder de vista, ok?
Mica: e... mas....
Eu: já sei o que você tava pensando em fazer e não, bota a fio dental de volta aqui na minha vista.
Ela ficou sem graça, com certeza tava pensando em levar o vagabundo pro banheiro e fuder, ou pelo menos dar uma siririca nele pra ele devolver a fio dental, mas eu tinha marcado território e ela respeitou isso.
Foi até o grupo de vagabundos, separou o cara em questão e começou a conversar com ele. No começo dava pra ver que ela tava implorando, tipo, mas depois os dois começaram a dar umas risadas enquanto continuavam falando.
A conversa parecia estar ficando mais picante, porque eles cochichavam no ouvido um do outro e não riam tanto. Em um momento, minha esposa ficou de costas pra mim, e eu podia ver como o cara a segurava pela cintura, suave mas firme, e ela não dizia nem fazia nada pra tirar a mão dele dali — continuavam se falando.
Por uns instantes não consegui ver eles, porque tinha gente passando do lado, e quando voltei a enxergar a situação, a parada tinha mudado drasticamente. A mão do vagabundo já não tava mais na cintura da minha esposa, tinha descido e agora tava acariciando suavemente a bunda dela. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer. Por instinto, senti vontade de levantar e partir pra porrada com o cara, mas como um bom cuck, o tesão venceu a raiva, e então fiquei só olhando o vagabundo passar a mão cada vez mais descaradamente no rabo da minha esposa.
Por cima do ombro da minha esposa dava pra ver a cara do arrombado, que tava com o olhar fixo em mim, num desafio, e enquanto apalpava à vontade a bunda da Mica, um sorriso de filho da puta se desenhava na cara dele.
O apalpamento pareceu eterno, mas não deve ter passado de uns dois minutos até terminar com um tapinha suave na bunda que o magrelo deu na minha esposa, num estilo "pronto, já era". Ela colocou a mão como se esperasse receber alguma coisa, mas o cara se aproximou do ouvido dela e sussurrou alguma coisa.
A expressão corporal da minha esposa foi de raiva, como se não concordasse com o que ele disse, mas ele continuou falando e a Mica foi se soltando, até que ela vira a cabeça e me encara fixo, como se estivesse confirmando que eu tava olhando pra ela. Falou mais umas paradas com o cara e voltou pra mesa.
Eu: E aí? O que aconteceu? Cadê a fio dental?
Mica: complicou, deixa pra lá...
Eu: Por quê?!?! Sério, eu mesma procuro ela, senão...
Mica: não não, para, vai dar merda, deixa ela quieta, já era...
Eu: vacilona, ele meteu a mão na sua bunda e não devolveu a fio dental! Cê é doida?!?!
Mica: é, beleza, mas deixa pra lá, é um monte de vagabundo e vão te encher de porrada, já foi, erro meu.
(Pensei uns segundos naquela parada de serem vários e, embora minha esposa tivesse razão, o orgulho falava mais alto e eu tava prestes a ir me pegar na porrada com os caras).
Eu: tá bom, chega, vou lá e que se dane, não tô nem aí... (tava quase levantando até que a Mica me segurou pelo braço e me parou)
Mica: Paraaaa... porque além disso vou ficar como uma puta que deu a fio dental pro cara, que desculpa você vai inventar, ainda por cima que vão te encher de porrada você vai ficar como um corno manso na frente de todo mundo e eu como uma puta, então chega já foi, deixa assim e pronto.
De novo me deixou pensando, e ela tinha um pouco de razão, ia dar merda quando eu confrontasse o cara, ia aparecer um segurança, todo mundo ia saber qual era o problema (que minha esposa era uma puta e eu um corno manso) e iam nos expulsar do bar, e lá fora se me pegassem entre dois ou mais me desfiguravam, eu tava com tudo contra mim.
Eu: verdade que você arrasou hoje...
Mica: bom, também não é pra tanto... você já me viu foder com outros milhares de vezes, pra esse eu só dei uma fio dental de presente, nem beijei ele...
Eu: não tô falando por dar a fio dental, tô falando porque aquela fio dental quem te dei foi eu, se quiser dar as calcinhas que você compra, faz quando quiser, e se quiser dar pra alguém, senta e pronto (falei isso mais puto do que pensando direito).
Mica: bom, não fica brava assim, no final você mesma me provoca a fazer essas coisas e depois fica puta se dá errado.
Eu: que eu te provoco a quê?
Mica: a que a gente meta outros na cama, é disso que tô falando... ou vai me dizer que não curte?
Eu: é, sim, mas o que isso tem a ver (meio sem entender)
Mica: nada, deixa pra lá, esquece esse assunto...
Eu: não, sério, se explica agora.
Mica: nada, é que minha ideia era fazer um menage se rolasse, mas não rolou, deu errado, só isso...
Eu: era essa tua ideia? e por que não me conta?
Mica: o que vou te dizer, se você percebeu, não se faz de otário... ou vai negar que já imaginava por onde a coisa ia, ou que ficou com tesão quando eu passei a mão na minha bunda? Não seja sem-vergonha...
Eu: bom, sei lá... pode ser (agora quem tava na defensiva era eu, a situação tinha virado).
Mica: tá bom, beleza, não deu certo, já era, deixa pra lá, vamos pagar e ir pra casa, a noite já foi pro saco.
Eu: não para, dá uma maneirada... e aí, o que aconteceu?
Mica: o que foi com o quê?
Eu: sobre o lance do ménage e tal.
Mica: chega, esquece.
Eu: fala aí, me conta, ou não confia em mim?
Mica: sim, mas não vou te contar, não é dessas coisas que você gosta de fazer, então chega.
Eu: Fala aí, me conta, não vou ficar puto, juro por Deus...
(Ela não disse nada, só ficou tomando o que restava do drinque em silêncio).
Eu: fala logo, vai me contar ou vou ter que ir perguntar?
Mica: Já te falei que não, o cara não quer fazer um menage e pronto.
Eu: claro, o vagabundo não quer te dar uma bela de uma fodida... sim...
Mica: eu não falei isso, falei que o cara não quer fazer um menage.
Eu: aham, e o que ele quer? que você case com ele? kkkkkk
Mica: já já... não, chega, sério...
Eu: bom, vou parar com isso... mas me conta por que ela não te devolveu a fio dental?
Mica: Porque ele me pediu algo que eu não podia fazer por ele.
Eu: e o que ela pediu? Ir pra fuder?
Mica: algo nesse estilo.
Eu: algo tipo assim...
Mica: aih, que pesado que você é!!! o que ele me pediu foi me comer com você presente, foi isso que ele pediu
Eu: e?!?! como assim nunca fizemos um menage....
Mica: kkkkk nãooooo, um ménage não, você não participa, só olha.
Eu: Bom, sei lá, a gente pode se revezar, talvez o cara não curta ter um homem por perto, também não é grande coisa.
Mica: Você ainda não entendeu... ele queria que você fizesse o papel de corno, não que participasse.
Eu: ahhh... sim, isso é outra parada... cuckold, digamos.
Mica: é... por isso já era.
Ficamos em silêncio, meio sem graça também, e eu pedi a conta pra gente ir embora. A Mica foi no banheiro, mas dessa vez não passou na frente do grupo onde aquele babaca tava, não — passou bem longe pra não trombar com ele.
Enquanto eu esperava a conta na mesa, o cara se aproximou, se apresentou (Lorenzo era o nome dele) e perguntou se podia sentar (bem educado) e eu fiz sinal que sim.
Lorenzo: desculpa se houve um mal-entendido, aqui te devolvo o que é da sua esposa.
(por baixo da mesa, ela passou a calcinha fio dental da Mica disfarçadamente).
Eu: valeu.
Lorenzo: espero que você não tenha ficado brava, não sou uma pessoa ruim.
Eu: tudo bem, mas acho que você passou dos limites com a minha esposa e por não devolver a fio dental.
Lorenzo: sim, beleza, é que isso é uma fantasia que eu tenho, e era mais uma brincadeira do que outra coisa, por isso vim te devolver a fio dental porque entendo que já era, que não rolou e não quero ficar parecendo um punheteiro.
Eu: ok tudo bem, valeu pela sinceridade.
Lorenzo: eu, sem querer te ofender, convido ele pra tomar um negócio e a gente bate um papo.
Eu: não, valeu, a gente não vai pra outro lugar não, até já pedimos a conta e vamos dormir.
Lorenzo: não não, tô falando aqui no bar. Eu pago essa pra desfazer o mal-entendido.
Antes que eu pudesse responder "não" de novo, a Mica apareceu e ficou parada olhando, com cara de "puta" e sem falar nada. O Lorenzo olhou pra ela e disse "foi mal, galera, vou nessa, desculpa aí". Levantou e foi embora com o grupinho dele, que já não era tão grande assim.
Mica: o que foi? O que ele queria?
Eu: nada, ele se desculpou e devolveu sua fio dental.
Mica: sim? bom, pelo menos...
Eu: não pareceu um babaca, ele disse que era um jogo e tal, e pediu desculpas várias vezes.
Mica: sim, não parece uma pessoa ruim, mas fazer o quê. Já pagou?
Eu: Se já paguei por?
Mica: tava perguntando pra gente ir.
Eu: ahh... não quer beber mais alguma coisa? Seu amigo nos convidou pra tomar umas.
Mica: não é meu amigo... além disso, há pouco você queria se pegar na porrada e agora quer que a gente tome algo com ele? Decide logo...
Eu: bom, eu gostei que ela devolveu a fio dental.
Mica: sim, beleza, mas o que ele quer é transar e que você fique olhando como corno, não beber algo com a gente.
Eu: quem sabe, a gente tenta um menage... cê curte pra um menage?
Mica: olha, faz o que quiser, me dá a fio dental que vou no banheiro vestir, não quero ficar pelada.
Pegou a tanga e foi pro banheiro. Fiquei uns segundos olhando minha esposa ir embora e fiz sinal pro Lorenzo (que olhava pra gente de vez em quando) pra chegar na mesa. Quando ele chegou, falei pra puxar uma cadeira, que a gente aceitava tomar um negócio com ele pra esquecer aquele mau momento.
Ela sentou, chamou o garçom e pediu um champanhe e 3 taças.
Pouco depois, Mica chegou do banheiro e olhou desconcertada.
Mica: qual é a boa?
Eu: nada amor, aceitei o convite pra tomar um drink. Ou você já queria ir embora?
Mica: tanto faz pra mim (ela se sentou).
Já com o champanhe na mesa, Lorenzo se desculpou mais algumas vezes com a gente e começamos a conversar, primeiro sobre besteiras e depois sobre sexo. Não sei se ele inventava histórias, mas contava um monte de coisas sobre ménage, swing, orgias, e perguntava pra gente qual era a nossa. Parecia saber do que tava falando, mas podia ser um mentiroso bem informado.
Num momento, ele nos disse que uma das poucas fantasias que ainda faltava realizar era ser um bull, ou seja, transar com uma hotwife enquanto o marido assiste e é tratado como cuck, basicamente. Disse que era algo muito difícil de conseguir e que adoraria ter feito isso com a gente.
O champanhe acabou e na hora ela pediu outro e a gente continuou bebendo e conversando, mais sobre sexo, festas, swingers. A conversa tava cada vez mais quente, até que num momento ele me pergunta na lata
Lorenzo: Você não teria interesse em experimentar o cuckold?
Eu: e... não curto muito a ideia.
Lorenzo: por que você não vai?
Eu: não tenho certeza se eu ia gostar.
Lorenzo: mas te excita a ideia?
Eu: é... um pouco sim, mas sei lá, tô na dúvida.
Lorenzo: olha, te proponho o seguinte, não se ofende, se quiser a gente testa, e se em algum momento você ou ela quiser parar, a gente para e pronto, acabou a história.
(Mica e eu ficamos em silêncio, sem nos decidir a responder nada, ou eu não me decidia, Mica com certeza aceitava, dava pra ver que ela tava com tesão).
Eu: sei lá, e se ela sair do controle e tu não quiser parar, a gente vai ter que se pegar na porrada depois kkkkk
Lorenzo: hahaha não não, tenho meus princípios, se alguém diz não é não e pronto, isso é sempre assim.
Eu: sei lá, o que você acha, amor?
Mica: eu não tenho problema, você quem tem que decidir.
Eu: bom, podemos tentar pra ver qual é a dessa.
Lorenzo: (com um sorriso visível) beleza, mas fica ligado numa parada, a fantasia é mais sobre humilhação do que sobre sexo, então se você não se sente confortável com isso desde o começo, nem começa.
Eu: ehhh, para, nem começamos e você já tá me falando pra não fazer kkkk
Lorenzo: hahaha não não, tô te falando como é pra não ter surpresa, como te disse, tenho meus princípios.
Eu: bom, ok, mas que tipo de coisas você fala? Suponho que homossexuais não... não curto essa onda.
Lorenzo: não não, isso também não é comigo, mas se for na vibe de você me pedir pra foder sua esposa, ou de a gente se insultar, ou coisas assim. Reforço, se não curte essa onda, nem começamos, de boa.
Nós três ficamos em silêncio por uns segundos, até que o silêncio foi quebrado de novo.
Eu: escuta aqui, Lorenzo, cê curtiu a bunda da minha esposa?
Lorenzo: sim sim, ela é uma gostosa (olhando pra ela)
(Ele não tinha percebido que tinha dado um sim tácito pra fantasia).
Eu: bom, queria que você levasse ela pro banheiro e desse uma boa apalpada nela.
Lorenzo: já (com um sorriso de orelha a orelha), fala cuck, daqui a pouco a gente vem. Vamos, gostosa?
Eu: mais uma coisa, que venha sem fio dental, por favor.
Lorenzo: fala corno, já tamo indo.
Eles pararam e foram quase de mãos dadas até a área dos banheiros. Nessa hora eu perdi eles de vista, mas depois a Mica me disse que não conseguiram entrar, tinha muita gente olhando, então começaram a se pegar e se apalpar encostados numa parede perto dos banheiros, sem ninguém ver (segundo ela, mas sei lá se ninguém viu, ainda mais com a siririca que deviam estar dando uma na outra). Ela tirou a fio dental e entregou pro boy dela.
Pouco depois voltaram, a Mica estava vermelha de calor, meio desarrumada e com os lábios visivelmente mordidos e inchados. Sentaram-se e Lorenzo, bem sem vergonha, colocou a tanga em cima da mesa.
Lorenzo: aqui tá a fio dental da sua esposa, corno.
Eu: valeu. (peguei a fio dental e, mesmo todo mundo podendo me ver, levei até meu rosto e cheirei fundo). UFFFF que cheiro de vontade de pica que isso tem. Amor, quer que eu te coma, Lorenzo?
Mica: (só balançou a cabeça concordando).
Eu: beleza, parceiro, vamos pra casa, quero que você coma minha esposa.
Lorenzo: beleza, mas vamos pra um hotel melhor, corno.
Eu: não, quero te foder na cama de casal.
(ele pensou por alguns segundos)
Lorenzo: que cuck de merda, não vou na casa de estranhos mas vou abrir uma exceção pra vocês.
Nós levantamos e fomos pro nosso apê. Era umas seis ou sete quadras, era perto, mas o caminho foi longo, porque a toda hora eles paravam e começavam a se agarrar na parede, numa árvore, em carros ou qualquer coisa. Tinha hora que a pegação era tão forte que a Mica ficava praticamente de cu pra fora porque o vestido subia até a cintura. Eles não tavam nem aí pra nada, e eu também não. Eu tava de pau duro só de ver eles se pegando na rua.
Daqui a pouco eu chego perto deles e enfio um dedo na buceta da minha esposa, que já tava bem molhada nessa altura.
Eu: aaaah que molhadinha você tá.... comigo não fica assim, sabia? (me dirigindo ao Lorenzo)
Lorenzo: óbvio que não, corno, ele precisa de um macho de verdade.
Eu: sim, cê tem razão. Se apressa que quero ver como você come ela na minha cama, faltam duas quadras.
Mica: para, deixa eu aproveitar o caminho, corno...
Lorenzo: sim, corno, para de encher o saco... quer uma pica, gostosa?
Mica: veeeelha
Lorenzo: vira, vai...
Ele apoiou ela contra um carro, fez ela empinar um pouco a bunda e disse Lorenzo "vem cá, cuck, levanta o vestido dela e abre a buceta dela pra eu meter a pica".
Eu me aproximei deles, levantei o vestido da minha esposa e abri as nádegas dela como ele ordenou, que já tinha baixado o zíper da calça e puxado o pau dele, que em poucos segundos desapareceu na buceta da minha esposa.
Os gemidos dos dois foram bem altos, era aquele gemido de alívio, de vontade de foder reprimida. Ele meteu umas duas vezes e tirou. "Ajeita o vestido dela", ele me ordenou, e a gente continuou andando pra casa. Nesse caminho, acho que 80% do tempo o Lorenzo tava com uns dois dedos enfiados na buceta da minha esposa, que do jeito que dava ia andando do lado dele, e pela cara dela, tava adorando ser a putinha daquele cara.
Assim que entramos no apartamento, Lorenzo perguntou qual era nosso quarto e fomos pra lá. Ele se pelou por completo e se deitou na cama de pernas abertas, falando pra Mica: "vai, putinha, tira essa roupa e chupa minha pica na frente do corno".
Ela quase arrancou o vestido e se jogou na cama pra chupar a pica do Lorenzo.
Ela devorava a pica dele com uma vontade que eu raramente tinha visto. Saboreava, engasgava sozinha, chupava os ovos dele e até o cu.
O boizão daquela noite só gemia e soltava frases tipo "que puta gostosa é tua mulher, corno" "Adoro como tua esposa chupa minha pica" "você é pouco homem pra tanta mulher", entre outras que nem lembro, mas todas parecidas, num tom humilhante e direcionadas a mim.
Nessa altura, eu já tava com a pica na mão e muito tarado pra caralho. Num ataque de loucura de corno, gritei: "Enche a boca dela de porra!!!" Tanto o Lorenzo quanto a Mica começaram a rir, e entenderam que eu tava entregue a ser um corno manso a noite toda.
Lorenzo: sem cuck, primeiro vou comer sua esposa.
Eu: ok, desculpa.
Lorenzo: deita, gostosa, que vou comer toda essa sua buceta divina.
Mica fez o que foi mandado, abriu as pernas e deixou comer a buceta. Lorenzo estava desenfreado na entreperna de Mica, se deliciando com os orgasmos que minha esposa dava de vez em quando, e com certeza com os fluidos também.
Depois de um tempão da minha esposa gritando que nem uma condenada, o Lorenzo se levantou e falou pra mim: "vou comer tua mulher, corno?
Eu respondi com um sonoro "siiiii, come ela!!!! come a minha esposa!!!!
Ele riu de novo, deitou-se sobre a Mica e começou a beijá-la enquanto enfiava devagar o pau na buceta da minha esposa.
Ele tava curtindo a umidade da Mica, mas ela queria que ele metesse forte, que fizesse ela gritar. Agarrou ele pelo cabelo meio na violência pra separar ele da boca dela e, mesmo sem ver a cara dela, pela voz percebi que ela tava puta. Ela começou a gritar "me come... me come... me come... me come na frente do cuck do meu marido". O cara não se fez de rogado e começou a meter forte na Mica, que gritava e gemia que nem uma desgraçada, e chegou o momento que talvez mais doeu em mim.
No meio da loucura, minha esposa começou a gritar: "olha, corno, como um macho de verdade me come... você não come assim, corno... chega perto e olha bem como tão fudendo sua esposa, corno...
Eu fiquei paralisado, mas Lorenzo virou a cabeça e, olhando pra mim, disse: "vai, cuck, vem aqui e olha como eu como a sua mulher".
Não me restou outra opção senão chegar mais perto e observar em primeiro plano como a pica do bull estava arrombando minha esposa, com raiva, com vontade, com desejo, com tesão. Entre um gemido e outro da minha esposa, dava pra ouvir as risadas debochadas dele até que se ouviu ela dizer: "me enche de porra, guy, vai".
Enquanto eu seguia a bombada desenfreada do Lorenzo, ele disse: "cuck, tua mina toma pílula ou você vai virar pai corno?" Eu respondi que ela tomava pílula, aí ele falou: "que pena, com certeza eu engravidava essa gostosa.
Não demorou muito mais e com bombadas profundas ele começou a descarregar as bolas dentro da Mica, que com as pernas o abraçava enquanto gemia de prazer recebendo jato após jato de porra.
Depois daquela primeira gozada, e falo primeira porque foram várias, Lorenzo se deitou em cima da minha esposa pra "descansar" um pouco. Depois de uns minutos, ele se deitou ao lado da Mica, e foi nesse momento que pude ver como o esperma do macho da vez da minha esposa jorrava sem parar e caía até sujar os lençóis.
Depois de um tempinho de descanso, Lorenzo foi pro banheiro e fiquei a sós com minha esposa. Perguntei se ela tava gostando e, sorrindo, me disse que tava se divertindo pra caralho. Ela me olhou, percebeu que eu ainda tava com a pica dura e falou: "você também tá se divertindo pelo visto, hein cuck, hahaha". Eu ri um pouco e tentei deitar na cama com ela, queria muito macetar ela, mas ela me parou na hora: "não, não, cuck, hoje à noite eu sou do Lorenzo, amanhã eu sou sua de novo".
Isso me colocou no meu lugar, digamos, naquela noite eu não ia comer minha esposa, só ia ver ela ser penetrada várias vezes pelo amante da vez, e aceitei meu papel.
Pouco depois, Lorenzo voltou pro quarto, e dessa vez trouxe uma garrafa de uísque e três copos. Serviu os três, me disse "toma um pouco e fica à vontade porque a noite vai ser longa, corno", e foi se enfiar de novo na cama com minha esposa.
Enquanto eu continuava sentado numa cadeira tomando meu copo de uísque, eles fizeram o mesmo, mas se acariciando e se beijando. Já sem bebida nos copos, Lorenzo agarrou minha esposa pelo cabelo e disse: "vai, putinha, chupa minha pica na frente do corno do seu marido". Não precisei que ele "guiasse" ou empurrasse a cabeça da minha esposa em direção à pica dele; ela mesma se jogou no pau do macho dela e, com muita vontade, começou a lamber e chupar gostoso, igual tinha feito antes.
O vagabundo gemia e curtia o boquete espetacular que a Mica tava fazendo nele, e em pouco tempo já tava duro de novo. Ele pegou ela pelo cabelo de novo, mas dessa vez pra tirar a boca da minha esposa do pau dele, olhou fixo pra ela, meteu o boneco e falou: "fica de quatro olhando pro corno".
Em questão de segundos, minha esposa se ajeitou como o amante dela mandou e esperou o homem dela ir meter nela, sempre com o olhar fixo nos meus olhos.
Lorenzo, com muita paciência, se acomodou atrás dela, passou a pica umas duas vezes pelo lado de fora da buceta dela e depois a penetrou bem devagar.
Minha esposa, mesmo gemendo e aproveitando cada centímetro de pau que ia recebendo, nunca fechou os olhos nem parou de me encarar. Só gemia e mordia os lábios, num tom de prazer, de pura safadeza. Lorenzo foi acelerando as metidas na minha esposa, fazendo ela tremer toda, e dava pra ouvir aquele barulho típico de corpos se chocando, ou melhor, de genitais se encontrando. Ele tava metendo forte e fundo, com vontade, curtindo com certeza a buceta molhada da minha esposa.
Eu, por minha vez, tava tendo uma cena incrível: de um lado, via o corpo da minha esposa balançando pra frente e pra trás no ritmo das estocadas, enquanto a cara dela se desfigurava de prazer e os peitos dela se mexiam no ritmo da porrada que tavam dando nela. E quando eu levantava um pouco o olhar, via outro cara agarrado na bunda da Mica, com o olhar fixo pra não perder nenhum detalhe de como o pau dele entrava e saía da buceta ardente da minha esposa. E tudo isso coroado pelos goles de uísque que eu ia dando.
Era como estar num set de filme pornô, onde minha esposa era a atriz principal, e o pior de tudo é que eu tava adorando demais, tava curtindo pra caralho só de ver minha esposa sendo possuída por outro cara.
Num acesso de tesão, falei pro Lorenzo:
Eu: Arrebenta essa bunda.
Lorenzo: já!!! olha só o cuck, agora tá pedindo as coisas.
Mica: haha, é que ela sabe que eu gosto disso...
Lorenzo: quer que eu arrebente essa sua buceta gostosa?
Mica: siiiiiim
Lorenzo: tá bom tá bom, beleza corno, pede pra eu arrebentar a buceta da sua esposa, faz direito teu papel.
Eu: Lorenzo, arrebenta a buceta da minha esposa, por favor.
Ele riu um pouco, fez a Mica abrir mais as pernas pra ajustar a altura e começou a chupar primeiro o cu dela e, depois de uns minutos, enfiar uns dedos pra ir dilatando. A Mica, por sua vez, continuava me encarando fixo e dando sinais de prazer. Dava pra ver que ela tava mais concentrada em prestar atenção nos meus gestos do que no cara que tava brincando com a bunda dela. Isso me deixou ainda mais excitado, porque era óbvio que ela não tava interessada naquele zé-ninguém; o que ela realmente queria era realizar a fantasia comigo. Não tava atrás de uma transa, tava atrás de putaria.
Mica já estava ficando um pouco impaciente e disse pra ele que na mesa de cabeceira tinha lubrificante, pra ele passar um pouco e tentar penetrar ela. Lorenzo fez o que ela mandou, lubrificou bem, apoiou o pau no cu da minha esposa, que continuava com o olhar fixo em mim, e penetrou ela devagar.
Por uns momentos Mica fechava os olhos, era nítido que tava sentindo o rigor de levar no cu, mas depois de um tempo foi se acostumando e voltou a cravar o olhar em mim e a mostrar que tava ficando com tesão porque eu tava olhando pra ela.
O anal durou vários minutos, nos quais foram mudando o ritmo das investidas, algumas suaves e outras violentas e profundas, até teve momentos em que era minha esposa que se movia pra frente e pra trás gerando a penetração.
Eu, por minha vez, me masturbava bem devagar, trocando olhares com minha esposa, que de vez em quando passava a língua nos lábios olhando pra minha pica, como se tivesse vontade de chupar ela, coisa que não rolou na real, mas que tava acontecendo nas nossas mentes, digamos. Era um jogo safado, perverso às vezes, mas que, pra falar a verdade, era super excitante.
Ela viu que eu não aguentava mais e tava prestes a gozar, então abriu a boca como se fosse tomar meu leite, ou esperava que meu sêmen chegasse até a boca dela, mas não deu certo, tava a uns dois metros de distância dela e, apesar da minha intenção de querer que chegasse pelo menos um jato, não consegui. Um jato foi parar na cama, mas ficou nos pés, digamos, e a maior parte do sêmen caiu no chão.
Do mesmo jeito, ela fechou os olhos e fez caretas como se estivesse saboreando, como se eu tivesse descarregado toda a minha porra na boca dela, e em poucos segundos teve um orgasmo enquanto Lorenzo continuava metendo forte no cu dela.
Não sei quanto tempo passou, eu tava meio perdido depois daquela punheta doida e estranha que eu tinha dado, mas dava pra ver que o touro tava chegando no limite e com estocadas fundas começou a descarregar o leite dele de novo, mas agora no cu da minha esposa, que agarrada nos lençóis se deixava encher o rabo de porra.
Lorenzo, depois de gozar completamente, quase desmaiou na cama pra curtir o pós-sexo, com uma cara de felicidade do caralho, e minha esposa foi se deixando cair, digamos, e ficou deitada de bruços descansando.
Pouco tempo depois, me levantei e fui até minha esposa, olhei pra aquela bunda linda e redonda descansando depois de tanto trabalho, enquanto o gozo que tinha inundado ela poucos instantes antes ia escorrendo bem devagar.
Abri um pouco as nádegas dela e apreciei melhor como o sêmen escorria pelo cuzão dilatado dela.
Lorenzo: e cuck? Deixei bem aberto pra ele?
Eu: Já vi ela mais aberta, mas ainda assim parece bem aberta (enquanto falava isso, enfiava uns dedos no cu da minha esposa).
Lorenzo: ehhh, sério? Cê acha mesmo, gostosa?
Mica: o corno tem razão, mas mesmo assim nunca me encheram tanto de porra igual você.
Lorenzo: bom, já é alguma coisa kkkkk. Se quiser, continuo te enchendo de porra, tenho muita pra você.
Mica: não não, chega por hoje, tô muito cansada já.
Lorenzo: aaaah, beleza, sem problema, fica pra próxima.
Deixei ele descansar um pouco e depois convidei ele a se retirar, digamos. O cara se despediu de mim e da Mica com todo respeito, falou que tinha curtido pra caralho e tal, e foi embora. Quando voltei pro quarto, a Mica já tava dormindo, toda pelada e com a buceta cheia de porra.
No outro dia, quem me acordou foi a Mica. Ela já tinha tomado banho, me preparado o café da manhã e trouxe tudo na cama.
Enquanto eu tomava meu café da manhã tranquilo, ela começou a me chupar de leve. Se na noite anterior eu tinha curtido pra caralho, receber um boquete com amor enquanto você come não tem preço, é inacreditável ser "mimado" desse jeito.
Claro que não demorei muito no café da manhã, joguei tudo pro caralho e a Mica montou em cima de mim e começou a cavalgar com gosto.
Ficamos várias horas transando como loucos os dois, não sei quantas gozadas a gente deu, mas foram muitas e, embora nenhum dos dois tenha falado nada sobre a noite anterior, acho que estávamos ambos muito tarados por causa disso.
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