Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (9)

Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (9)— Caralho, Cinthya! — disse seu Mário, com a voz grossa e os olhos semicerrados.
— Que delícia essas mamacitas! — grunhiu seu Ernesto, mais perto dela — você é uma deusa.

Cinthya baixou levemente o olhar, nervosa. Mordeu o lábio inferior enquanto brincava com os dedos. Custava a sustentar o olhar, como se não acreditasse no que tinha provocado. Mas não disse nada, nem recuou. Só ficou vermelha enquanto olhava para o lado, o que pareceu acender ainda mais os velhos.

— O que foi, Cinthya? — disse seu Ernesto, enquanto esboçava um sorriso safado.
— Hmm, hehe, bom, é que é a primeira vez que uso uma coisa assim.
— Haha, mas se olha só, se você nasceu pra isso, o rabão que você tem com essa fio dental, hehe. — disse seu Ernesto enquanto a observava.

Ela riu baixinho, quase escondendo o sorriso. Cobriu as nádegas lisas com as mãos, como se quisesse se proteger, mas ao fazer isso, empurrou os peitos para frente, fazendo eles se levantarem ainda mais. Foi um reflexo inconsciente, talvez, mas bastou para os olhos dos dois homens brilharem diante daqueles peitos à disposição. A figura de Cinthya na frente daqueles dois desgraçados me fazia perguntar como era possível uma situação daquela, uma beleza na frente de dois ogros vulgares que a observavam com devoção.

— Vamos, mocinha — disse seu Mário, sentando-se na borda do sofá. — Chega mais. jeje. —Vai nos fazer sofrer só de olhar? Anda, senta aqui com a gente jeje.
Ela deu um passo lento, caminhou até ficar na frente deles, parou com um sorriso. Os olhos dela brilhavam entre o medo e a excitação. O vestido que ela tinha usado antes já não existia mais, e só restava essa versão da minha esposa, exposta, delicada, sensual. Dom Ernesto, vendo a dúvida que minha esposa tinha, se levantou e claramente tinha uma ereção considerável formada dentro da calça dele, era impossível que a Cinthya não percebesse aquilo.
O velho não ligou e, com um sorriso debochado, se colocou atrás dela, que não se mexeu. Dom Ernesto se deliciou com as bundas enormes da minha esposa, que continuava de pé, até que o velho a pegou pela cintura e se encostou nela. Assim que sentiu a enfiada que Dom Ernesto deu, Cinthya deu um pulinho leve, acompanhado de uma risadinha nervosa.
—É! Dom Ernesto, não seja safado haha.
—Pois é, desculpa, big booty hahaha, não queria te machucar jeje, é que seu corpinho nos provoca. — disse o velho enquanto passava as mãos pela barriga lisa da minha esposa.
—Ernesto, deixa a moça dar uma voltinha pra gente, né? Haha — falou Dom Mario.
Dom Ernesto não demorou nem um segundo e se afastou da Cinthya, deixando-a livre para atender o pedido de Dom Mario.
—Hmm jeje, bom, como o senhor mandar, Dom Mario jeje — Cinthya terminou de dizer isso e lentamente girou o corpo na frente deles, mostrando cada curva do seu corpo gostoso, enfiada naquela lingerie maravilhosa. A bunda dela, mal coberta por aquela calcinha fio-dental minúscula, fazia os velhos não conseguirem respirar.
—Mas chega mais um pouco, Cinthya, não tenha medo jeje — falou Dom Mario.
—Claro que não haha — Cinthya se aproximou animada até ficar ao alcance dos velhos.
—Outra voltinha, big booty jeje — Dom Ernesto ordenou, e com um sorriso, Cinthya automaticamente obedeceu. Lentamente, ela girou de novo no lugar, mostrando a anatomia dela em detalhes. Naquele instante, Cinthya estava de costas para os velhos e... Dom Mário, com ousadia, deu um tapa na bunda da minha esposa. Na hora, a Cinthya reclamou...esposa— Sim! Quem estava sorrindo terminou de se virar, enquanto esfregava o lugar onde levou o tapa.
Os dois velhos caíram na gargalhada com a “travessura”, enquanto observavam minha esposa reclamar sem tanta convicção.
— Ainda tão rindo, hein hehe, quem foi? — Cinthya tentava soar irritada, mas o sorriso entregava.
— Foi aqui, meu compadre Ernesto — mentiu o velho Mario. Pra Cinthya, isso já bastou, e feito uma adolescente, ela se jogou em cima do seu Ernesto, fingindo que ia cobrar.
— Isso doeu, seu Ernesto, hehe — falou enquanto subia no sofá e se atirava nele.
— É que você tem um rabão danado, hehe — dizia o velho enquanto era “atacado pela Cinthya”, e aproveitando a posição em que estavam, dessa vez ele deu um tapa de verdade, e Cinthya não levou a mal e continuou com a investida. Na luta, minha esposa não conseguia desviar o olhar do volume do seu Ernesto e começou a roçar nele “sem querer”, várias vezes fez isso, e até apertou de leve com a complacência do meu chefe, que não perdeu um segundo em apertar a bunda e os peitos da minha mulher com a desculpa de fazer “cócegas” pra se soltar.
Nessa altura, Cinthya já tava dentro do jogo safado, e enquanto brincava com seu Ernesto, o velho Mario se aproximou e acariciou suavemente a coxa dela, subindo pela beirada da liga.
Cinthya percebeu, mas ouviu seu Mario aprovar os carinhos com total descargo, e seu Ernesto continuava amolecendo minha esposa, que já respirava ofegante em cima dele. Num momento, seu Ernesto tirou as mãos.
— Posso? — perguntou seu Ernesto, aproximando o rosto do dela.
Cinthya olhou pra ele, e os olhos se cruzaram.
— Claro, hehe — disse Cinthya.
E então seu Ernesto beijou ela pela segunda vez naquela noite. Não foi um beijo longo, nem desesperado. Foi lento, suave e molhado, mas carregado de um desejo contido. Como se selassem algo que os dois sabiam que não ia parar por ali. Ela suspirou enquanto... Ela fechou os olhos, não impediu nada. E eu continuei vendo tudo; com o coração partido e as mãos apertadas. Aquele beijo entre os dois foi o suficiente pra mudar tudo. Cinthya abriu os olhos devagar quando dom Ernesto se afastou dela.
— Vamos, Mario, vamos tirar isso da big booty, haja — disse dom Ernesto, apontando pra cinta-liga que estava na cintura de Cinthya. Dom Mario, sem perder tempo, começou a tentar tirar a cinta-liga de Cinthya, mas o que os dois velhos não esperavam é que minha esposa, por vontade própria, ajudasse a tirar aquela peça. Isso só mostrava que ela estava dando consentimento pra tudo o que podia vir. Dom Ernesto a beijou de novo enquanto ela terminava de tirar a cinta-liga e jogava longe.
— Você gosta, né, big booty? — disse dom Ernesto, enquanto a mão dele percorria devagar o corpo de Cinthya.esposa gostosa— Olha só, donazinha, no começo tão quietinha, tão recatada, hehe — acrescentou Mario, já tentando tirar o sutiã dela.
— Ah, para! Não digam isso, é culpa de vocês!
— Kkkk, não nos culpe, big booty, isso é o que você quer, hehe — respondeu meu chefe.

Ela estava entregue ao momento, e o velho dom Mario finalmente conseguiu libertar os peitos da minha esposa, que se mostraram desafiadores diante de dom Ernesto, que, hábil e vorazmente, começou a devorá-los. Para Cynthia, foi uma libertação total, e mostrando seu tesão, incentivou dom Ernesto a continuar.

— Ah! Simmm! — gemia minha esposa enquanto dom Ernesto chupava seus peitos.
— Que delícia! Dom Ernesto, ahm!
— Você gosta que eu chupe seus peitos, big booty?
— Sim, adoro, ahhh!

Enquanto isso, dom Mario era o espectador da primeira fila, e eu estava escondido, com meu celular gravando a prova da minha mulher infiel. Enquanto minha esposa e meu chefe estavam vidrados no momento, dom Mario se levantou e, com astúcia e a complacência de Cynthia, começou a acariciar suas nádegas redondas, de cima para baixo. Cada vez mais ousado, o velho começou a dar beijos nas costas de Cynthia, descendo perigosamente até chegar em suas nádegas, que receberam beijos molhados e sujos. Dom Mario aproveitava a parte mais desejada da minha esposa.

— Dom Mario, o que está fazendo, hehe! — disse minha esposa, virando-se para olhá-lo.
— Só te dando um tratamento especial, donazinha, hehe — disse dom Mario enquanto dava uma leve mordida nas nádegas de Cynthia.
— Kkkkkk, com cuidado, sim!

Os dois velhos riram de forma vulgar com a resposta de Cynthia. Os três continuavam no mundo deles, aproveitando o momento: dom Ernesto saboreando os peitos de Cynthia e dom Mario percorrendo suas nádegas carnudas à vontade. E, claro, minha esposa entre eles, curtindo as carícias no seu corpanzil.cuck— Você tá tão gostosa, mamacita — disse seu Ernesto. Igual quando a gente tava na água, lembra? Jeje.
— Hum, seu Ernesto, aquilo era só uma brincadeira, ahh — respondeu ela, com uma malícia cada vez mais evidente, como se aqueles dois velhos, com seus elogios sujos e mãos ansiosas, tivessem despertado algo que eu nunca soube acender. E o pior de tudo é que minha esposa não parecia confusa; ela estava entregue ao momento. Mário deslizou os dedos dentro da calcinha fio dental de Cíntia, que se surpreendeu.
— Calma, devagar, seu Mário! — sussurrou minha esposa.
Os dois velhos se inclinaram ao mesmo tempo, beijando o pescoço e os ombros dela, cercando-a. Eles a adoravam, e ela deixava tudo acontecer, mantendo os lábios entreabertos. E no meio de tudo isso, meu celular continuava gravando tudo que estava rolando. Testemunhando o momento exato em que minha esposa deixava de lado qualquer dúvida e se entregava por completo.
Estavam rodeando ela, beijando, tocando com uma lentidão quase cerimoniosa. Cíntia não resistia e não escondia nada. O corpo dela respondia naturalmente, a pele vibrava a cada carícia, e a respiração falava por ela, mais do que qualquer palavra. Eu observava do meu esconderijo, sem ousar respirar muito alto. Foi então que a vi se mexer.
Foi sutil no começo. A mão dela desceu devagar pelo peito de seu Ernesto. Os dedos deslizaram com delicadeza sobre os botões da camisa aberta dele. Ela olhou nos olhos dele. Já não havia timidez; agora tinha algo mais profundo, mais decidido. E, pela primeira vez, foi ela quem se inclinou na direção dele.
— Eu quero... — sussurrou, quase inaudível — Quero fazer isso... — enquanto pegava no pau de seu Ernesto por cima da calça, com desejo.
Ela se ajoelhou na frente dele com movimentos suaves, sem tirar os olhos dele, as mãos apoiadas nas pernas grossas de seu Ernesto, e os lábios se aproximaram devagar da virilha dele. Eu prendi a respiração, não conseguia acreditar que minha esposa estava tomando a iniciativa pra aquilo.Puta CasadaMas quando estava quase chegando, dom Ernesto colocou uma mão firme no ombro nu dela e a parou.
-Rsrsrs, o que você quer fazer, mamacita? – disse dom Ernesto, esperando a resposta dela, desafiando-a.
-Hmm, eu quero... Quero ter ele na minha boca – ela disse, claramente corando.
-O que você quer ter na sua boca, Cinthya? – o velho continuou perguntando enquanto segurava o rosto bonito dela.
Ela não respondeu, queria dizer algo, mas mal dava pra ouvir de tão longe que eu estava.
-Fala logo, big booty! – gritou o velho.
-Eu quero... quero chupar o pau dele! – disse Cinthya, olhando nos olhos dele, enquanto era apalpada por dom Mario. Em seguida, sem esperar resposta, começou a desabotoar a braguilha de dom Ernesto. Era a primeira vez que Cinthya ia levar um membro na boca, e o mais foda de tudo é que não era o meu, mas sim o daquele velho. Mas, de repente, o próprio velho a parou.
-Não, big booty – ele disse com voz rouca, mas firme. Não em mim... primeiro no meu compadre.
Ela ficou parada, olhando confusa.
-No... dom Mario?
Ernesto riu devagar, como quem aproveita cada segundo do controle.
-Claro... primeiro você tem que cuidar dele, ele mereceu, não acha? Tô esperando por isso desde a primeira vez que ele te viu.
-Hmm, mas eu queria que o senhor fosse o prim...
-Já falei que é o primeiro, big booty! – A autoridade que ele tinha sobre ela era total.
Ela não disse mais nada. Cinthya piscou, como se estivesse processando o que acabara de ouvir. Olhou para dom Mario, que já a observava com aquela expressão carregada de desejo, com a braguilha meio aberta e os olhos cravados nela como um lobo que finalmente tinha a presa na frente. Cinthya mordeu o lábio, as bochechas ficaram vermelhas de novo, como se uma nova onda de vergonha a atravessasse. Mas ela não se levantou. Não se cobriu nem recuou. Girou devagar sobre os joelhos, ficando de frente para ele. Seus olhos encontraram os dele por um instante, como se precisasse confirmar que aquilo estava certo... ou que pelo menos tinha permissão dela mesma para fazer.vagabunda gostosa—Tá bom… —sussurrou minha esposa, aceitando a ordem. Eu mal conseguia respirar. Sentia o sangue pulsando nos meus ouvidos. Quando foi que ela se tornou isso? Quando foi que ela parou de olhar pra trás? Quando foi que ela deixou de ser minha esposa doce e delicada? Vi suas mãos se aproximarem de dom Mario. E, embora fizesse isso com suavidade, seu corpo não tremia; ela se inclinava na direção dele, fechando os olhos por um instante e começou. Meu chefe a observava com um sorriso torto, como se cada segundo fizesse parte de um plano maior. Como se aquele ato de cedê-la primeiro ao amigo fosse parte do domínio absoluto que ele tinha sobre ela.

Vi ela se acomodar entre as pernas de dom Mario com uma mistura de nervosismo e obediência. Com um pouco de jeito, Cinthya puxou o pau de dom Mario pra fora. Era a primeira vez que ia meter na boca. Não era a mais bonita, meio roxa e com a cabeça grossa, típica da idade. Segurou ele entre as mãos, hesitou por um segundo, mas, na mesma hora, sob o olhar dos velhos, começou a passar a língua como se fosse um pirulito. Isso foi no começo, até que as palavras de dom Mario a encorajaram a ir mais fundo.

— Que gostoso você faz, mocinha, mas enfia na sua boquinha, ah.

Cinthya, obediente, engoliu o pau de dom Mario devagar. Como se tivesse talento ou fosse uma prodígio, começou a chupar o pau do velho com habilidade. A falta de jeito inicial tinha sumido. Ela estava de olhos fechados, mas, por um ato de prazer, os abriu. O olhar dela subia de vez em quando na direção dele, como se buscasse uma reação, uma aprovação. Dom Mario soltou um suspiro áspero, carregado de desejo.Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (9)-Isso mesmo, gostosa… assim… muito bem…
Mal ouviu o gemido de Dom Mario, alguma coisa dentro dela pareceu se soltar. O ritmo dela ficou mais fluido, mais seguro.
E eu não conseguia me mexer, minha esposa… a mulher que antes tremia só com um beijo no pescoço, agora estava de joelhos na frente daquele velho, entregando algo que, até então, ela nunca tinha me deixado pedir. E fazia isso com uma entrega que eu nunca tinha visto. Como se tivesse desejado aquilo, como se tivesse sonhado com aquilo. Dom Mario gemia, a mão dele se enroscou no cabelo dela, sem apertar, só acompanhando o movimento. Ele guiava, elogiava e murmurava frases que eu mal conseguia entender, mas que não precisava traduzir. Cinthya não parava, a respiração dela ofegante, as costas arqueadas com naturalidade.
Cada gesto dela parecia uma mistura de concentração e prazer… como se dar aquele ato fosse parte do desejo que queimava por dentro dela. E do lado, Dom Ernesto observava, apoiado no encosto do sofá, com um sorriso satisfeito. O olhar dele não era de um espectador qualquer, era de um homem que sabia que era dono do roteiro. Sabia que ela estava ali, naquele ponto, porque ele tinha decidido assim.esposa- Tá vendo o que cê provoca, rabuda? Hehe -falou ele entre os dentes, sem desviar o olhar. Abre os olhos, big booty, me olha enquanto chupa o pau do meu compadre, feito uma putinha kkkk.
Cinthya levantou a vista, exatamente como ele pediu. Os lábios dela continuavam chupando a rola do seu Mário, mas o olhar agora tava cravado no seu Ernesto. Já não era mais transmissão o que ela passava. Era algo diferente e novo, os gemidos abafados com o pau do seu Mário excitavam ainda mais meu velho chefe. Glop glop! Ouvia-se no lugar. O velho Mário soltou um grunhido abafado e se reclinou pra trás, sem parar de acariciar o cabelo dela, tremendo de leve. E Cinthya, como se sentisse, diminuiu o ritmo. Ela controlava, ela mandava, já não era mais uma aprendiz e também não hesitava.
- Isso aí kkk cê tá mal, Mário? Tão bom assim que a big booty faz? - enquanto ria que nem um desgraçado. Seu Ernesto se levantou devagar. Deu um passo na direção deles, seu Mário abriu os olhos e riu, ofegante.
- Agora é sua vez, compadre... - falou, tirando a rola velha da boquinha da minha esposa, ela deixou cair um fiozinho de saliva no canto dos lábios, resto do pau que tava mamando até aquele momento.
Cinthya respirava ofegante, tentando recuperar o fôlego, limpou os lábios disfarçadamente e ergueu o olhar pro seu Ernesto.
- Agora sim? Mm - perguntou ela, com voz baixa e sorrindo.
Ele olhou pra ela, se abaixou. Pegou o rosto dela com as duas mãos, com uma ternura que ela não esperava ver.esposa gostosa-Agora sim, bucetuda -foi a resposta dele. Cinthya se virou devagar, com o rosto ainda corado e os lábios molhados, os olhos dela procuraram os de seu Ernesto com uma mistura de ansiedade e entrega, ele já estava esperando por ela, de pé na frente dela, com aquele olhar carregado de dominação e desejo que eu tanto odiava, mas que, naquele instante, parecia ter um poder estranho sobre ela. Cinthya não disse nada no começo, só olhou pra ele como quem pedia permissão, com a respiração ofegante e ainda ajoelhada, vestida só com a calcinha fio dental da lingerie dela.

-Vamos ver, bucetuda, como você manda bem chupando a pica do seu chefe hahaha -disse seu Ernesto com voz grave, enquanto deixava o cinto cair. Cinthya se levantou, mas não baixou o olhar, dessa vez manteve ele firme, com uma segurança trêmula, como se soubesse o que ia fazer, mas precisasse que ele confirmasse. Ela, muito excitada e com uma desesperação evidente, desabotoou a calça de seu Ernesto, enfiou a mão e pegou a pica do velho, que já estava meio dura, apontando pra ela.

Cinthya não disse nada e, enquanto olhava praquele mastro, começou a masturbar ele devagar, sem tirar os olhos de seu Ernesto, tamanha era a excitação da minha esposa que, num movimento só, enfiou a pica na boca, enquanto os olhos dela estavam cravados nos do meu chefe.

-Isso... Isso aí... -murmurou seu Ernesto, apoiando uma mão na nuca dela- assim, bucetuda... assim que eu gosto. -dizia o velho suspirando de prazer.

Ela começou devagar, com movimentos suaves, quase delicados, respirando pelo nariz, as mãos dela se apoiavam nas coxas dele pra se segurar enquanto o corpo dela balançava naquele ritmo natural que ela conhecia tão bem, os olhos dela se ergueram de novo por um instante, procurando a reação dele, e seu Ernesto respondeu com um suspiro longo e profundo que escapou entre os dentes dele.

-Uff... bucetuda... você nasceu pra isso -disse ele, acariciando o cabelo dela com os dedos horríveis-

Cinthya respondeu com um som leve, um que eu não soube dizer se era um gemido ou uma tentativa de falar, mas não parou, se ajeitou melhor, inclinando-se com mais liberdade, como se a emoção do começo estivesse se desfazendo, como se agora quisesse que aquele momento nunca acabasse.cuck-Ahhm, tá bom assim, seu Ernesto, mm? -ela perguntou, tirando a rola grossa da boca, só se afastando um pouquinho pra olhar pra ele.
-Mais que bom, rabuda… cê faz muito gostoso… não para -respondeu ele, olhando pra ela com os olhos semicerrados e um sorriso nojento, como se já tivesse quase gozando.
Ela ficou puta, de leve, e engoliu a vara de carne de novo, com mais profundidade, não tava nem aí pra dificuldade, ela fazia aquilo com total entrega.
-Cê faz muito bem, gostosa, ahh continua -seguiu seu Ernesto, baixando a voz. Cê gosta de chupar, rabuda? Cê gosta das nossas rolas?
Ela parou de novo por um instante, só o suficiente pra olhar pra ele com as bochechas vermelhas e dizer:
-Sim, eu gosto, mmh!.. Adoro seu pau, seu Ernesto -enquanto enfiava de novo na boca e chupava sem parar.
Seu Ernesto não se segurou mais com essas declarações da Cinthya, pegou ela pelo cabelo com força e começou a foder a boca dela desesperado, as investidas violentas faziam a Cinthya engasgar mais, as reclamações dela pareciam isso, mas em nenhum momento ela fez algum movimento pra se livrar do carrasco, os peitões balançavam no ritmo das investidas do velho e a cara de princesa dela ficava vermelha de falta de ar.
-Haa, rabuda, chupa tudo, essa rola é pra você! -gritava o velho.
-Jajaja, calma, compadre, deixa a gostosa descansar -dizia seu Mario rindo ao ver a Cinthya.
Foi por isso que seu Ernesto terminou o "martírio" da minha esposa. O velho se recostou no sofá enquanto ela recuperava o fôlego, ela ficou de joelhos, ainda respirando forte, nos lábios dela se formava um sorriso, apesar de como o velho foi violento, ela ainda sorria, arrumava o cabelo que tinha ficado bagunçado por causa do meu chefe.
-Já, rabuda, vem pra cá, para de descansar -ordenou o velho enquanto tirava o que restava da roupa e estendia a mão. A Cinthya, obediente, se levantou e deu a mão pra ele. ser guiada.Puta Casada-Desculpa aí, compadre, mas já te dei a primeira mamada da bunda gostosa - ela dizia pra dom Mario, que só observava e aceitava o que foi dito, ficando no seu canto. Ela foi guiada e deu um sorriso pra dom Mario, pra ele aguentar firme. Ela já estava em cima de dom Ernesto, de novo prestes a foder com ele e não tinha nada que impedisse, e na real ela não queria que nada atrapalhasse. A vara do velho estava desafiadora, quase na entrada da minha esposa, ela mordia o lábio e ria do roçar entre eles.

-Cê quer, bunda gostosa?
-Uhum, siiiim, por favor - ela sussurrava.
-Cê quer que eu meta, bunda gostosa? - o velho falava com um sorriso perverso na cara enrugada.
-Ah, dom Ernesto, não seja mau... ahh - ela respondeu, passando a língua nos lábios.
-Tem que pedir, rabuda, hehe
-Dom, mete a piro...caaaa! - o grito da Cinthya foi longo e libertador.

Meu chefe já estava dentro dela de novo, tinha conseguido pegá-la outra vez, mas dessa vez não tinha armadilha nenhuma, era só ela se entregando pelo prazer. Cinthya estava totalmente imóvel, com a cabeça jogada pra trás, a respiração forte fazia os peitos dela se erguerem ainda mais na frente do velho, as costas arqueadas, a barriga lisa sobre a barriga peluda do velho, só surpreendia pelo absurdo daquela imagem.

-Ahhhhh! - foi o que saiu da boca dela em seguida.vagabunda gostosa-Essa bunda gostosa, sente só kkkk
-Ai, não, que delícia!
-Porra, Cinthya, como você aperta, mulher.
-Seu moço, por favor, não se mexe... ahh! – implorava minha esposa.
-Kkkk, como se eu não fosse mexer, bunda gostosa kkk – respondia o velho enquanto segurava ela pela cintura delicada. O velho não deu bola pros pedidos dela e começou a se mover devagar dentro dela. Cinthya era uma beleza delicada, então não tinha problema nenhum pro velho carregá-la. Pra ela, foi uma sensação de puro prazer.
-Não, seu Ernesto!
-Por favoooor, devagar, ahhh!
-Que gostosoo!
-Sentiu minha falta, bunda gostosa? – perguntou o velho enquanto passava as mãos nas costas dela.
-Umhhh, siiiim.
Nisso, o velho começou a acelerar as investidas e Cinthya gemia cada vez mais forte.
-Ai, seu moço, continuaaa!
-To amandooo!
As mãos do meu chefe agarraram as nádegas de Cinthya e, com mais força que antes, começou a foder ela, subindo e descendo no pau dele.
-Isso, bunda gostosa, ahh, cê gosta de ser fodida pelo chefe do seu marido! – ele gritava.Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (9)

7 comentários - Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe (9)

Para cuando sale el siguiente capítulo?
Creo que ya no va sacar mas capitulos, ya tiene 2 meses que salio esta última parte entonces es una historia incompleta que lastima era una buena serie la verdad
@Donatelo27 Es lo que veo. Lástima, iba muy bien la historia. Me quedé intrigado
https://www.cuentorelatos.com/archivos/perfil/latintaboo/
Si este es el final que culero esta
Pueden leer
https://movil.todorelatos.com/relato/237062/
@Latintaboo ese es la continuación amigo?