Depois da noite do filme, os irmãos continuaram com suas noites de punheta, mas a tensão entre eles tinha chegado num ponto sem volta. Numa dessas noites, Camí, com a voz trêmula mas decidida, falou pra Pedro: "Mano, eu queria sentir um pau dentro de mim. E o único que tem nessa casa é o seu. Você me ajuda?" Pedro, cheio de amor e tesão, respondeu: "Se você quer, claro, maninha." Camí, toda pelada, ficou de quatro na cama, esperando o irmão meter nela. Mas Pedro, com uma ideia na cabeça, disse: "Mana, vamos fazer igual nos filmes de sexo." Ela, curiosa e excitada, concordou. Começaram a seguir as cenas do pornô que tinham visto. A primeira cena mostrava a mulher fazendo um boquete. Pedro, com um sorriso, falou: "Vai, mana, é sua vez." Tirou o pau e, pela primeira vez, Camí colocou ele na boca, sentindo uma mistura de sensações eróticas e novas. Pedro gemeu de prazer, curtindo a boca da irmã. "Assim, maninha, assim," ele incentivava, enquanto ela mexia a cabeça pra cima e pra baixo, explorando com a língua. Depois, a cena mudou e mostrava o homem fazendo oral na mulher. Pedro, com um sorriso safado, disse pra Camí: "Sua vez, maninha. Agora vou te provar." Camí, com uma mistura de vergonha e tesão, se deitou enquanto Pedro se posicionava entre as pernas dela. Ele separou os lábios da buceta dela com os dedos e começou a lamber, enfiando a língua na vagina dela. O gosto e as sensações eram deliciosos pros dois. "Você tem um gosto tão gostoso, maninha," disse Pedro, olhando pra ela. Camí, gemendo de prazer, respondeu: "Sim, mano, adoro." Pedro continuou lambendo e chupando, levando ela até a beira do orgasmo. Depois, seguindo a cena do filme, enfiou um dedo, depois dois, preparando ela pro que vinha. "Espera, mano, isso não aparece no filme. Olha, você tem que beijar meu cu," disse Camí, rindo. Nervosamente. Pedro, surpreso mas disposto, se moveu pra baixo e começou a beijar e chupar o cu dela, fazendo Camí gemer de prazer. "Assim, maninho, assim," ela incentivava, enquanto ele explorava com a língua. Finalmente, a cena do filme mostrou a penetração. Camí, com voz suplicante, disse: "Agora sim, maninho. Me penetra." Pedro, com cuidado, se posicionou atrás dela e lentamente enfiou o pau na buceta de Camí. Os dois gemeram de prazer ao sentir aquela conexão profunda e proibida. "Você é tão gostosa, maninha," disse Pedro, começando a se mover devagar. "Sim, irmão, mais forte," respondeu Camí, empurrando a bunda pra trás pra receber ele mais fundo. A noite continuou com os dois seguindo as cenas do filme, explorando seus corpos e descobrindo novos prazeres. Conversas eróticas e putarias enchiam o quarto, enquanto eles se deixavam levar pela paixão e pelo tesão. "Adoro como você é gostosa, maninha. Sua buceta é tão apertada e quente," disse Pedro, enquanto a penetrava mais fundo. "Sim, irmão, assim. Você tá me deixando louca," respondeu Camí, gemendo e rebolando no ritmo dele. "Quero que você goze pra mim, maninha. Quero sentir sua buceta apertando meu pau," sussurrou Pedro no ouvido dela, aumentando o ritmo. "Sim, maninho, sim. Vou gozar," gritou Camí, enquanto o corpo dela tremia de prazer. Pedro, sentindo a buceta dela apertar o pau dele, se entregou e gozou dentro dela, enchendo ela de porra. "Te amo, maninha," disse Pedro, abraçando ela enquanto os dois recuperavam o fôlego. "E eu te amo, maninho," respondeu Camí, sorrindo e acariciando o cabelo dele. Assim, guiados por um filme pornô, os irmãos exploraram seus desejos mais profundos e proibidos, criando uma noite de sexo intenso e prazeroso.
0 comentários - Irmãos da calmaria à luxúria capítulo 7