Histórias de gente: seu filho também me chama de mamãe?

Histórias de uma senhora que me contou há muito tempo sobre sua época de rebeldia e de pontaria. Aproveitem.

Olá, sou a Patrícia, tenho 43 anos, americana loira, sou casada. A história que vou contar aconteceu na minha época de professora. Hoje em dia, meu marido me sustenta. Foi no meu terceiro ano numa escola de ensino médio. Não sou do tipo que pega novinho, mas naquela época, com meus 25 anos, não tinha frescura pra nada, muito menos pra uns caras. Bom, um pouco de contexto: eu tinha um aluno que era meu vizinho. Era daqueles caras gatos, uns 15 ou 16 anos, praticava esportes. Pra ser um moleque, tinha um físico legal, mas, sendo sincera, o que me atraía mesmo era a voz grossa dele. Eu já tinha dado aulas particulares pra ele, então tinha uma certa confiança. Ele era meio burro. Bom, isso aconteceu na saída da escola, quando eu o vi andando. Parei, falei com ele e o levei comigo no carro. Uma conversa breve e tranquila, mas tomou um rumo inesperado quando ele começou a falar o quanto a namorada dele era puta, que ela o traía com outro cara. Perguntei por que ele não terminava, e ele respondeu que a amava e tal. Mas, voltando a perguntar e falando com mais confiança, ele me disse o porquê: segundo ele, a gatinha chupava bem e deixava ele comer ela como nenhuma outra. E, pra não prolongar, vou logo dizer: soltei umas indiretas, ele entendeu, e peguei o caminho pra um lugar seguro (não era tão puta a ponto de querer comer um pivete assim do nada, mas a voz desse moleque realmente molhou meus lábios). Parei o carro, nos olhamos por um tempo, rindo e hesitando, ele foi abaixando a calça, mas da cueca eu mesma cuidei. Me aproximei dele e, rindo, tirei a pica da cueca (não sou exigente, mas tinha um tamanho bom pra ser branquelo, uns 18 cm, acho, e ainda por cima era depilada). Peguei aquela pica bem dura, comecei a dar beijos, lamber os ovos e da base até a cabeça. Quis ser um pouco malvada, então bati uma punheta pra ele por um tempo, olhando pra ele (tava nervoso). Perguntei se ele queria que eu chupasse inteira, e ele só dizia "sim" ou "por favor", ou balançava a cabeça, até que ele falou: "Chupa minha pica". Tá ligado que eu queria que ele mandasse naquela voz? Nem coloquei na boca, quando ouvi aquilo não esperei e engoli inteiro, até a raiz, e dei um boquete daqueles. Eu faço assim: como ele inteiro até a raiz (se minha boca deixar) e vou subindo devagar, deixando a cabeça na minha boca e com a língua faço círculo, mexo de um lado pro outro, de cima pra baixo na cabeça (só se não for muito grande, e se der, engulo até as bolas). Fiquei chupando ele assim por um tempinho, mas parece que foi demais, porque em minutos ele começou a se mexer e a querer me tirar, mas eu não soltei aquela rola. Ele ficou duro e senti a rola dele pulsar, e depois o gosto do sêmen (ele tinha muito, viu). Encheu minha boca tanto que escorreu, mas eu engoli o que deu e depois voltei a lamber pra limpar (vocês tinham que ver como ele se contorcia e tremia). Quando terminei, me sentei, olhei pra ele feliz e ofegante, me aproximei e beijei ele (com o sêmen dele na minha boca). Quando soltei, ele me olhou surpreso e eu só ri, limpei um pouco meus lábios e ele também (coitadinho, traumatizei ele). Seguimos viagem, só uma conversa rápida, joguei outras indiretas (eu ainda tava com tesão e com o gosto de sêmen na boca, mais ainda), mas parece que ele não entendeu ou não quis, porque não rolou nada e deixei ele em casa. Passaram os dias e pensei que eu seria assunto de conversa, mas na escola não ouvi nada, e com ele era tudo professor e aluna. Bom, não quero prolongar, então vou dizer que ele me pediu aulas particulares, mas dessa vez ele viria na minha casa. Eu sempre ia na casa dele, mas ele insistiu e eu joguei uma indireta, mas ele só riu, mas eu sabia que ia rolar. Eu morava com meus pais, mas meu pai dividiu a casa pra mim, não era muito grande, mas tinha meu espaço. Bom, esperei ele já com algo preparado: coloquei uma saia tubinho, uma camisa, meia e um casaco, nada por baixo e descalça. Quando ele chegou, recebi ele e já fechei a porta de leve, a gente tirou os casacos e as coisas, eu preparei o mate, conversamos um pouco. A conversa já tava ficando quente, ele puxou o assunto da ex-namorada, que não tava mais com ela e tal, e eu fui direta, perguntei se ele tinha gostado do boquete que eu fiz e ele só respondeu com risadas que amou. Depois disso, começamos com os abraços, as mãos pra cá e pra lá, e a surpresa que ele teve quando começou a me apalpar, sentiu meus peitos por baixo da camisa e mais ainda quando enfiou a mão por baixo da minha saia e sentiu minha buceta sem um pelo, toda molhada (essa carinha me deu fome mesmo). Deixei ele me apalpar e ele foi mandando, me fez subir os pés na mesa e abrir as pernas, mandou eu desabotoar a camisa. Ele não tirou nada e eu já tava praticamente pelada, com os peitos de fora e a saia levantada (na época eu era daquelas curvilíneas, peituda e bunduda, bico do peito e buceta rosadinha pra vocês imaginarem). Ele me deixou assim por um tempão, passando a mão em mim (não enfiou nenhum dedo, mas passou a mão mesmo). Ele me pergunta se eu tenho cama e eu, debochada, respondi: "Quer ir?". Ele me olhou, me levantou, me carregou até o quarto. Pergunto o que ele vai fazer comigo e ele, com aquela voz, me diz: "Vou te fazer minha, mami" (ai, que menino safado, pensei). Ele me deita na cama e começa a tirar a roupa. Eu baixo a saia de novo e abotoo a camisa outra vez, fico de joelhos na cama de frente pra ele (queria ser um pouco má). Quando ele me vê, pergunta o que eu tô fazendo e eu digo nada. Quando ele se aproxima, coloco meus braços nos ombros dele e, olhando nos olhos, pergunto o que ele quer que eu faça. Ele responde com um "não sei" ou pergunta se eu já não queria mais. Mas fui motivando ele e falei o que tinha que falar: "Tira tudo" ele disse. Eu mordi os lábios na frente dele e comecei a me despir devagar pra ele. Fiquei de quatro e perguntei se ele queria que eu tirasse a saia ou se tava bom assim, e ele disse: "Falei pra você tirar tudo, mami, tira tudo, até as meias" (ai, esse cara é um safado, pensei). A voz dele quando falava comigo me deixava com tanto tesão. Então fiquei completamente nua, e quando tava de quatro, ouvi um pacote, era ele prestes a colocar a camisinha. sem camisinha, eu falei pra ele que não precisava, que tava tudo bem, e aí ele me disse pra eu ficar de frente olhando pra frente, dando as costas pra ele, e eu falei: — calma, tem que fazer as coisas direito (me aproximei do pau dele). Ele — bom, então começa, mami. Eu — ansioso, cê quer que eu faça o quê? Ele — hmm, o que você ia fazer. Eu — e o que eu ia fazer? (debochando) Ele — chupar ele. Eu — não, eu não ia fazer nada. Ele — vai lá, por favor. Eu — o que cê quer que eu faça? Fala, sou toda ouvidos. Ele — que você chupe ele igual da outra vez. Eu — não tô entendendo (olhando pra ele com um sorriso debochado). Ele — chupa meu pau, engole ele inteiro! Eu — sim, senhor (queria ouvir aquela voz me mandando). Comecei a chupar ele inteiro igual da outra vez, de quatro na cama e ele em pé, fiquei assim um tempão, ele não parava de gozar, fiquei até ele falar de novo pra eu ficar de frente com a bunda virada pra ele, eu obedeci mas mexi a bunda como se tivesse dançando, ele falou — fica quieta, vai. Eu — não quero. Ele — vai, para de encher o saco. Eu — quê? cê não gosta? (me estiquei feito gata) Ele — adoro, mas fica quieta. Eu — o que cê adora? Ele — tudo, gosto de tudo. Eu — minha bunda cê gosta? (peguei minhas nádegas e com os dedos abri um dos meus lábios pra ele) Ele — adoro pra caralho, você é gostosa. Eu — o que cê quer fazer comigo? Ele — vou te comer toda. Eu — como? Mostra aí. Ele me deu um tapa forte na bunda que eu não esperava, subiu na cama e com um "fica quieta" meteu em mim (você não imagina o gemido que eu soltei), ele começou a me comer devagar, tranquilo, e eu resolvi mexer um pouco, mas ele se animou e começou a meter mais forte, eu comecei a gemer e falar tudo, desde "sou sua puta, me come do jeito que quiser, piranha, até me arrebentar toda", ele me fez virar de barriga pra cima e continuamos, e bom, a diversão não durou muito, ele sem avisar gozou dentro (esse cara encheu minha buceta como você não imagina), ele me abraçou e ficou me beijando com muito carinho por um tempo, mas eu ainda tava com tesão, então falei pra dar uma chupada pra ele ficar duro de novo, e ele topou, deitou de barriga pra cima e eu subi nele (fizemos 69 sem Avisei pra ele: enfiei a pussy cheia de sêmen na cara dele e, sem eu pedir, ele começou a lamber ela (que menino porco, me deixou mais excitada). Continuamos assim, ele foi ficando duro de novo e começou a meter os dedos em mim, enquanto eu engolia a cock dele. Fiquei assim por um bom tempo, até que eu gozei, mas não deixei ele gozar. Fiquei mais confortável e continuei chupando ele, dessa vez olhando pra ele. Fiz um bom boquete, comi os ovos dele, passei a língua por toda aquela cock, chupava enquanto batia uma punheta pra ele, e batendo punheta com a boca bem aberta, ele jorrou outro esguicho. Me sujou toda (que leiteiro), um pouco na minha boca, outro no meu nariz e olhos, outro no cabelo, e assim dei uns beijinhos naquela cock. Ele não podia estar mais feliz. Continuei dando pra ele, mas até aí. Ele me quis como namorada, mas isso já era outra coisa, neném (se ele tivesse pelo menos uns 19, acho que teria dado essa chance, mas não). Mas a mãe sempre pagava bem as aulas dos filhos dela, hehe. Valeu por ler 7u7

0 comentários - Histórias de gente: seu filho também me chama de mamãe?