Organizamos com minhas amigas sair pra um bar, tipo after office.
Depois de passar um tempão falando merda, como sempre, chegou a hora de ir embora: vieram buscar a Cami e a Vale, e elas se ofereceram pra dar uma carona. "Eu pediria mais um..." disse a Agus apontando pro copo vazio de gin tônica, e me olhou pedindo aprovação. Como a gente voltava pro mesmo lado, fiquei pra dar aquela força pra ela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ficamos um tempinho batendo papo enquanto terminávamos outro gin tônica. A conversa não girou em nada sexual. Foi uma conversa de amigas normal, sobre coisas do dia a dia (nada a ver com aquela outra noite que ficamos sozinhas e nos dedicamos aesquentar a pica pra outra mesade caras). Quando saímos, tudo desandou.
- Cê tem hora pra voltar? - ela me perguntou
- Não... não falei nenhum horário, por quê?
— Eu falei pro Leo que voltava tarde... e ainda é cedo — fiquei esperando ela continuar, porque não sabia onde ela queria chegar.
Ele me abraçou e me deu um beijo carinhoso na bochecha que me desmontou toda. Mordi os lábios e já pude sentir o que ele queria.
- Na minha casa estão minha parceira... - falei, já querendo parar tudo pra não nos tentarmos demais.
— Sim, já sei. E eu agora moro com o Léo... mas tô com uma vontade, puta que pariu — ela falou com uma voz perversa, mordendo os lábios.
Não respondi nada, mas mandei um beijo quase encostando nos lábios dela. "Vamos pra um hotel, já era", ela disse desesperada e saiu correndo pra esquina pegar um táxi. Eu fiquei sem reação. Não ia ser a primeira vez que eu piso num hotel.
No caminho todo, não trocamos uma palavra. Chegamos. Entramos no quarto, escuro. Só uma luz fraca nos cantos. Ela entrou primeiro, eu fechei a porta e fiquei ali parada.
- Que foi? - perguntou minha amiga, já sentada na cama.
— Por que você me trouxe aqui? — devolvi a pergunta, mas já entrando no jogo. Devagar, minhas mãos desceram pela minha barriga e começaram a desabotoar a calça jeans. Agus se levantou e se aproximou até ficar na minha frente.
— Faz tempo que a gente não fica sozinha — ela disse, me mandando um beijo pra devorar minha boca, mas eu desviei.
- O que você me disse... antes de entrar no táxi
- Que te queria comer todinha
— Toda? — perguntei de novo, desviando a boca da minha amiga e avançando em direção à cama com ela grudada em mim. Nossas bocas se roçavam, mas nenhuma dava o primeiro bote.
- Toda - ela disse; eu tirei a regata dela e joguei no chão. Ela fez o mesmo e ficamos as duas com as calças desabotoadas e de peito de fora.
- Olha que eu também te devoro toda, putinha gostosa
- Tomara... adoro como você chupa minha buceta, me deixa tremendo...
- Ah sim? Vem cá que eu vou deixar suas perninhas tremendo, sua puta - falei pra ela, dando um empurrãozinho em direção à cama. Terminei de tirar a roupa dela e fui direto pra sua buceta.
Nas coxas dela dava pra ver o fluxo que já tinha escorrido da buceta dela. Passei a língua por toda a parte interna molhada da coxa até chegar na pussy, que era uma lagoa. Abri a boca rodeando toda a pussy, mexendo a língua em círculos pra engolir toda a porra dela. Com os lábios, apertei forte o clitóris pra depois começar a batucada intensa com a ponta da língua.
A Agus se contorcia de prazer. Eu segurava ela pela cintura pra colar o corpo dela na minha boca. As mãos dela apertavam os lençóis, gritando sem controle; não tanto pelo prazer da minha chupada, mas mais como um desabafo de tanto tempo sem ficarmos juntas. "Ai sim sim sim, vai ali" gritou toda doida quando eu encontrei o ritmo que levava ela direto pra gozar.
As mãos dela agora se agarraram nos meus cabelos e apertaram meu roto contra a virilha dela. Mais umas lambidas e a Agus fechou as pernas, tremendo, apertando minha cabeça. Quando se acalmou, me soltou e ficou imóvel na cama. Subi em cima dela e, quando ficamos cara a cara, nos beijamos desesperadas.
Ela agarrou firme na minha bunda e eu coloquei minhas mãos nas bochechas dela, acariciando devagar. O beijo desenfreado foi se transformando em beijinhos suaves. Ela foi me acomodando de lado até me deixar de barriga pra cima. A boca dela desceu pelo meu pescoço até chegar nos peitos, enquanto a mão dela começava a me bater uma. Primeiro, mexeu os dedos devagar, fazendo círculos, e depois, sem vergonha nenhuma, começou a me penetrar com um e depois dois dedos.
De repente, ela me virou. Fiquei de bruços com a bunda apontada pra ela. Ela ajustou meus quadris, deixando o rabo empinado. Enfiou a cara na minha bunda, sem parar de penetrar minha pussy com os dedos. A língua dela subia e descia. Riscava meu ânus, descia pra minha pussy, lutava pra penetrar meu cuzinho apertado e voltava a chupar os dedos que não paravam de entrar e sair da minha buceta.
Não demorei pra gozar. Ela tirou os dois dedos molhados. Terrível como ficaram. "Aí, mano, olha isso", disse colocando eles entre nossas bocas. Não hesitamos um segundo e começamos a lamber, batendo os lábios e limpando toda a minha buceta dos dedos da minha amiga. Ficamos deitadas e abraçadas debaixo dos lençóis por um tempo. Batendo papo como se não estivéssemos peladas na cama de um hotel, minutos depois de ter feito uma a outra gozar.
Nossas mãos brincalhonas não ficaram paradas. Ela agarrou meus peitos, eu enfiei a mão entre as pernas dela. E tudo começou de novo. Começamos a nos beijar e nos masturbar mutuamente. Meus dedos se moviam no mesmo ritmo que os dela. Os gemidos se afogavam num beijo intenso, de boca aberta e língua penetrando, com os lábios se apertando. Ela se soltou, me deitou de barriga pra cima e baixou a cabeça até minha buceta enquanto com as mãos apalpava meus peitos.
Ela mordeu os lábios me olhando com a buceta empapada. Eu peguei ela pelos cabelos e enfiei a cara dela na minha buceta. Segurei com força a cabeça dela enquanto levantava meus quadris. Literalmente, eu tava me masturbando na língua da minha amiga. Eu me movia pra cima e pra baixo, pros lados, em círculos. Tava usando a cara da minha amiga pra me dar prazer. Deixei o rosto todo dela lambuzado com meus fluidos.
Quando ela começou a se mexer e a chupar minha rola, o celular dela tocou. "Pega pra mim, capaz que é o Léo", ela falou, e eu me estiquei até o criado-mudo, peguei o telefone e joguei pra ela. Continuou chupando enquanto lia a mensagem do namorado. "Falei pra ele não encher o saco, que vou ficar batendo papo mais um pouco com você", disse e seguiu com o serviço. Segundos depois, o telefone tocou de novo. "Ai, que chato"... dessa vez, um áudio.
Não tenho problema em ir te buscar, love... ainda não guardei o carro". Mais adrenalina no meu corpo. Agus começou a rir... "Vai lá, vem me buscar no hotel". Ela saiu de cima da minha buceta e se deitou sobre mim. "Vem me buscar no hotel, mas espera, quero que essa putinha goze toda na minha boca". Eu mordi os lábios e senti minha buceta escorrendo ainda mais. Não podia ficar tão excitada com a minha amiga.
Nós nos acomodamos de forma que nossas conchinhas roçassem na coxa uma da outra. A buceta da Agus também estava encharcada. "Ai... espera... espera" ela pulou, pegando o celular de novo. "Esse arrombado é capaz de ir pro bar..." disse ela, enquanto apoiava a buceta de novo na minha coxa pra continuar nos tocando. "Quer um morbo, Juli?" ela falou com um olhar perverso.
Ela deu uma segurada nos movimentos e ficou como se estivesse cavalgando uma rola, mas era minha perna. E se mexia devagar. "Não, lindo... não se preocupa" começou a mandar um áudio. Eu mordi o travesseiro porque tava morrendo de vontade de gritar, já que ela roçava os dedos na minha buceta. "Juli, pede um táxi que eu vou pra lá, guarda o carro só".
Depois de jogar o telefone no chão, ela se colou no meu corpo e continuamos com a masturbação, mas agora com uma siririca mais descontrolada sem parar de nos beijar. Primeiro ela gozou, gemendo na minha boca. Quando ela relaxou, começou a beijar meu pescoço enquanto eu continuava esfregando minha buceta na perna dela. Os lábios dela roçavam minha pele, senti uma eletricidade descer pela minha espinha e explodir na minha buceta.
Apertei a perna da minha amiga e abracei ela tremendo. "Ai meu amor... ai meu amor" repetia eu sem acreditar no orgasmo foda que tava tendo. Bem antes de explodir, a Agustina mergulhou de cabeça pra chupar minha buceta. Agarrou minha raba e com movimentos de língua descontrolados e fortes me fez explodir.
Relaxamos um pouco, ficamos abraçadas sem conseguir nos mexer. "Vamos embora daqui agora", reagi, sabendo que o namorado da Agustina tava fazendo um monte de perguntas. Pedi um táxi (de um aplicativo que encontra taxis dirigidos por mulheres, não dava pra sair do hotel e ter um cara dirigindo), saímos o mais camufladas possível e rapidinho entramos. E cada uma pra sua casa.
Primeiro ela desceu, e depois terminou o trajeto na minha casa. Entrei e quase nem cumprimentei meu marido, fui direto pro meu quarto. Minha cabeça tava a mil. Não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Não tinha dúvida que nós duas amamos a pica (aliás, a Agustina voltou e sentou no namorado feito uma loba insaciável que ela é), mas os momentos que ficamos sozinhas são especiais. Já não brigo mais com isso.
Depois de passar um tempão falando merda, como sempre, chegou a hora de ir embora: vieram buscar a Cami e a Vale, e elas se ofereceram pra dar uma carona. "Eu pediria mais um..." disse a Agus apontando pro copo vazio de gin tônica, e me olhou pedindo aprovação. Como a gente voltava pro mesmo lado, fiquei pra dar aquela força pra ela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ficamos um tempinho batendo papo enquanto terminávamos outro gin tônica. A conversa não girou em nada sexual. Foi uma conversa de amigas normal, sobre coisas do dia a dia (nada a ver com aquela outra noite que ficamos sozinhas e nos dedicamos aesquentar a pica pra outra mesade caras). Quando saímos, tudo desandou.
- Cê tem hora pra voltar? - ela me perguntou
- Não... não falei nenhum horário, por quê?
— Eu falei pro Leo que voltava tarde... e ainda é cedo — fiquei esperando ela continuar, porque não sabia onde ela queria chegar.
Ele me abraçou e me deu um beijo carinhoso na bochecha que me desmontou toda. Mordi os lábios e já pude sentir o que ele queria.
- Na minha casa estão minha parceira... - falei, já querendo parar tudo pra não nos tentarmos demais.
— Sim, já sei. E eu agora moro com o Léo... mas tô com uma vontade, puta que pariu — ela falou com uma voz perversa, mordendo os lábios.
Não respondi nada, mas mandei um beijo quase encostando nos lábios dela. "Vamos pra um hotel, já era", ela disse desesperada e saiu correndo pra esquina pegar um táxi. Eu fiquei sem reação. Não ia ser a primeira vez que eu piso num hotel.
No caminho todo, não trocamos uma palavra. Chegamos. Entramos no quarto, escuro. Só uma luz fraca nos cantos. Ela entrou primeiro, eu fechei a porta e fiquei ali parada.
- Que foi? - perguntou minha amiga, já sentada na cama.
— Por que você me trouxe aqui? — devolvi a pergunta, mas já entrando no jogo. Devagar, minhas mãos desceram pela minha barriga e começaram a desabotoar a calça jeans. Agus se levantou e se aproximou até ficar na minha frente.
— Faz tempo que a gente não fica sozinha — ela disse, me mandando um beijo pra devorar minha boca, mas eu desviei.
- O que você me disse... antes de entrar no táxi
- Que te queria comer todinha
— Toda? — perguntei de novo, desviando a boca da minha amiga e avançando em direção à cama com ela grudada em mim. Nossas bocas se roçavam, mas nenhuma dava o primeiro bote.
- Toda - ela disse; eu tirei a regata dela e joguei no chão. Ela fez o mesmo e ficamos as duas com as calças desabotoadas e de peito de fora.
- Olha que eu também te devoro toda, putinha gostosa
- Tomara... adoro como você chupa minha buceta, me deixa tremendo...
- Ah sim? Vem cá que eu vou deixar suas perninhas tremendo, sua puta - falei pra ela, dando um empurrãozinho em direção à cama. Terminei de tirar a roupa dela e fui direto pra sua buceta.
Nas coxas dela dava pra ver o fluxo que já tinha escorrido da buceta dela. Passei a língua por toda a parte interna molhada da coxa até chegar na pussy, que era uma lagoa. Abri a boca rodeando toda a pussy, mexendo a língua em círculos pra engolir toda a porra dela. Com os lábios, apertei forte o clitóris pra depois começar a batucada intensa com a ponta da língua.
A Agus se contorcia de prazer. Eu segurava ela pela cintura pra colar o corpo dela na minha boca. As mãos dela apertavam os lençóis, gritando sem controle; não tanto pelo prazer da minha chupada, mas mais como um desabafo de tanto tempo sem ficarmos juntas. "Ai sim sim sim, vai ali" gritou toda doida quando eu encontrei o ritmo que levava ela direto pra gozar.
As mãos dela agora se agarraram nos meus cabelos e apertaram meu roto contra a virilha dela. Mais umas lambidas e a Agus fechou as pernas, tremendo, apertando minha cabeça. Quando se acalmou, me soltou e ficou imóvel na cama. Subi em cima dela e, quando ficamos cara a cara, nos beijamos desesperadas.
Ela agarrou firme na minha bunda e eu coloquei minhas mãos nas bochechas dela, acariciando devagar. O beijo desenfreado foi se transformando em beijinhos suaves. Ela foi me acomodando de lado até me deixar de barriga pra cima. A boca dela desceu pelo meu pescoço até chegar nos peitos, enquanto a mão dela começava a me bater uma. Primeiro, mexeu os dedos devagar, fazendo círculos, e depois, sem vergonha nenhuma, começou a me penetrar com um e depois dois dedos.
De repente, ela me virou. Fiquei de bruços com a bunda apontada pra ela. Ela ajustou meus quadris, deixando o rabo empinado. Enfiou a cara na minha bunda, sem parar de penetrar minha pussy com os dedos. A língua dela subia e descia. Riscava meu ânus, descia pra minha pussy, lutava pra penetrar meu cuzinho apertado e voltava a chupar os dedos que não paravam de entrar e sair da minha buceta.
Não demorei pra gozar. Ela tirou os dois dedos molhados. Terrível como ficaram. "Aí, mano, olha isso", disse colocando eles entre nossas bocas. Não hesitamos um segundo e começamos a lamber, batendo os lábios e limpando toda a minha buceta dos dedos da minha amiga. Ficamos deitadas e abraçadas debaixo dos lençóis por um tempo. Batendo papo como se não estivéssemos peladas na cama de um hotel, minutos depois de ter feito uma a outra gozar.
Nossas mãos brincalhonas não ficaram paradas. Ela agarrou meus peitos, eu enfiei a mão entre as pernas dela. E tudo começou de novo. Começamos a nos beijar e nos masturbar mutuamente. Meus dedos se moviam no mesmo ritmo que os dela. Os gemidos se afogavam num beijo intenso, de boca aberta e língua penetrando, com os lábios se apertando. Ela se soltou, me deitou de barriga pra cima e baixou a cabeça até minha buceta enquanto com as mãos apalpava meus peitos.
Ela mordeu os lábios me olhando com a buceta empapada. Eu peguei ela pelos cabelos e enfiei a cara dela na minha buceta. Segurei com força a cabeça dela enquanto levantava meus quadris. Literalmente, eu tava me masturbando na língua da minha amiga. Eu me movia pra cima e pra baixo, pros lados, em círculos. Tava usando a cara da minha amiga pra me dar prazer. Deixei o rosto todo dela lambuzado com meus fluidos.
Quando ela começou a se mexer e a chupar minha rola, o celular dela tocou. "Pega pra mim, capaz que é o Léo", ela falou, e eu me estiquei até o criado-mudo, peguei o telefone e joguei pra ela. Continuou chupando enquanto lia a mensagem do namorado. "Falei pra ele não encher o saco, que vou ficar batendo papo mais um pouco com você", disse e seguiu com o serviço. Segundos depois, o telefone tocou de novo. "Ai, que chato"... dessa vez, um áudio.
Não tenho problema em ir te buscar, love... ainda não guardei o carro". Mais adrenalina no meu corpo. Agus começou a rir... "Vai lá, vem me buscar no hotel". Ela saiu de cima da minha buceta e se deitou sobre mim. "Vem me buscar no hotel, mas espera, quero que essa putinha goze toda na minha boca". Eu mordi os lábios e senti minha buceta escorrendo ainda mais. Não podia ficar tão excitada com a minha amiga.
Nós nos acomodamos de forma que nossas conchinhas roçassem na coxa uma da outra. A buceta da Agus também estava encharcada. "Ai... espera... espera" ela pulou, pegando o celular de novo. "Esse arrombado é capaz de ir pro bar..." disse ela, enquanto apoiava a buceta de novo na minha coxa pra continuar nos tocando. "Quer um morbo, Juli?" ela falou com um olhar perverso.
Ela deu uma segurada nos movimentos e ficou como se estivesse cavalgando uma rola, mas era minha perna. E se mexia devagar. "Não, lindo... não se preocupa" começou a mandar um áudio. Eu mordi o travesseiro porque tava morrendo de vontade de gritar, já que ela roçava os dedos na minha buceta. "Juli, pede um táxi que eu vou pra lá, guarda o carro só".
Depois de jogar o telefone no chão, ela se colou no meu corpo e continuamos com a masturbação, mas agora com uma siririca mais descontrolada sem parar de nos beijar. Primeiro ela gozou, gemendo na minha boca. Quando ela relaxou, começou a beijar meu pescoço enquanto eu continuava esfregando minha buceta na perna dela. Os lábios dela roçavam minha pele, senti uma eletricidade descer pela minha espinha e explodir na minha buceta.
Apertei a perna da minha amiga e abracei ela tremendo. "Ai meu amor... ai meu amor" repetia eu sem acreditar no orgasmo foda que tava tendo. Bem antes de explodir, a Agustina mergulhou de cabeça pra chupar minha buceta. Agarrou minha raba e com movimentos de língua descontrolados e fortes me fez explodir.
Relaxamos um pouco, ficamos abraçadas sem conseguir nos mexer. "Vamos embora daqui agora", reagi, sabendo que o namorado da Agustina tava fazendo um monte de perguntas. Pedi um táxi (de um aplicativo que encontra taxis dirigidos por mulheres, não dava pra sair do hotel e ter um cara dirigindo), saímos o mais camufladas possível e rapidinho entramos. E cada uma pra sua casa.
Primeiro ela desceu, e depois terminou o trajeto na minha casa. Entrei e quase nem cumprimentei meu marido, fui direto pro meu quarto. Minha cabeça tava a mil. Não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Não tinha dúvida que nós duas amamos a pica (aliás, a Agustina voltou e sentou no namorado feito uma loba insaciável que ela é), mas os momentos que ficamos sozinhas são especiais. Já não brigo mais com isso.
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