A pervertida capítulo 2
Era sexta-feira e as aulas estavam quase acabando. Momo estava triste porque Izuku não tinha falado com ela o dia inteiro.
Mas tinha acontecido uma coisa muito curiosa. Durante a troca de roupa depois da aula de heroísmo, Mineta, o pervertido da turma, tinha encontrado um jeito de espiar o vestiário das garotas. Isso fez com que ele começasse a olhar e a falar coisas pervertidas sobre elas. Só que quando chegou na Momo, Izuku não conseguiu se segurar e, de repente, gritou:
— Já chega!
E num acesso de raiva, começou a bater no cabelo de uva uma vez e outra. Ele perdeu o controle, e os caras tentaram pará-lo, mas não conseguiam. Foi só quando as garotas entraram pra ver o que tava rolando e viram a cena. Elas tentaram separar o Izuku do Mineta, mas não adiantava. Aí a Momo entrou e conseguiu separar o Izuku, levando ele pra longe e disse:
— Por favor, para. Se quiser descontar sua raiva em mim, me bate ou algo assim, não importa. Eu não vou falar nada. Você pode se meter em muitos problemas se o Mineta te acusar.
Izuku: — Ele mereceu. Falou de alguém que me pertence.
Ele puxou o cabelo da Momo, deu um beijo nela e depois a empurrou pro lado.
Todo mundo achou que o presidente da turma tinha pirado, mas o Kacchan sabia que não era bem assim. Ele conhecia o Izuku, não à toa era seu melhor amigo. Sabia que ele não era daquele jeito e desconfiava que alguma das garotas era o interesse do amigo, e já tinha uma ideia de quem era.
Fim do flashback.
Continuamos.
Aizawa entrou e disse:
— Midoriya e Yaoyorozu, venham aqui.
Ele tirou dinheiro do saco de dormir e disse:
— Comprem os mantimentos desta semana. Podem usar o dinheiro que acharem necessário e comprem coisas saudáveis, etc. Não preciso explicar tudo.
Como era sexta-feira, todo mundo voltou pra casa. Ninguém ficou nos dormitórios porque também era fim de mês e todo mundo queria ver os pais.
Momo e Izuku foram ao shopping e compraram tudo.
Momo ia atrás do Izuku carregando algumas sacolas, mas o rosto dela mostrava que estava triste.
Izuku: — O que você tem, Momo-chan? Algo te incomoda? Você pode me dizer?
Momo: Não, não é nada, amo.
Izuku não gostou daquilo. PS: Momo já estava chamando ele de Izuku-kun e não de "amo", isso não agradou ele. E, magicamente, uma sex shop apareceu do lado deles. Ela disse "me segue", ele obedeceu e entraram. Lá dentro, Izuku tirou dinheiro do bolso e falou: "Vai pegar umas roupas íntimas sexy, de preferência lingerie e biquínis. De agora em diante, você só vai usar esse tipo de calcinha. Enquanto isso, vou pegar outras coisas."
Momo obedeceu e foi atrás de conjuntos de lingerie. Pegou uns 20 conjuntos que ela achava que o amo ia gostar e talvez perdoar ela.
Izuku, por sua vez, foi pegar fantasias eróticas e brinquedos sexuais.
Depois de pagar, foram embora.
*Time skip*
Já tinham chegado na UA, e ele foi direto pros dormitórios. Momo continuava triste, porque ela gostava do Izuku. Foi ela quem aceitou, em primeiro lugar, que ele fizesse o que quisesse com ela. Se fosse outra, não teria deixado ele sair vivo daquela sala. E se fizesse, era a palavra da filha única dos Yaoyorozu contra alguém sem nome.
Mas ela via que, pra Izuku, ela era só um objeto pra ele se satisfazer.
Izuku já estava no limite. Depois de deixar as coisas na cozinha, arrumar tudo e levar os itens da sex shop e a maior parte das roupas da Momo pro quarto dele, ele garantiu que não tinha ninguém por perto. Mas o que mais irritava ele era que Momo não tirava aquela maldita cara de tristeza.
Ele se sentia mal e ia perguntar se ela não queria continuar com aquilo. Se fosse o caso, ele parava. Não era um monstro, não ia continuar abusando dela se ela não quisesse.
A raiva do Izuku era tão evidente que Momo pensou que tinha feito algo errado.
Quando entraram no quarto do Izuku, ele não aguentou mais. Segurou o braço da Momo sem medir a força e gritou:
Izuku: — PORRA, QUAL É O SEU PROBLEMA? VOCÊ FICOU COM ESSA CARA DE BOSTA O DIA INTEIRO E EU NÃO AGUENTO MAIS. VAI ME FALAR AGORA O QUE VOCÊ TEM!
Momo se assustou e começou a chorar.
Momo: — Amo, por favor, me solta, tá me machucando. E quer saber o que eu tenho? Tá bem, vou te falar. O problema é você. Primeiro você me comeu, tirou minha virgindade em todos os sentidos da palavra, e hoje me ignora, não disse nem um pio, e quer que eu não fique triste? Isso só quer dizer que não te satisfiz o suficiente. Me diz o que você quer que eu mude e eu vou mudar. Se quiser que eu me humilhe, vou me humilhar. Mas por favor, só me diz, não fica me ignorando. Eu sei muito bem que sou só um objeto pra você, mas não me ignora mais. É isso que tá acontecendo, me sinto triste por saber que não sirvo pra você, que sou uma puta inútil.
Ao ouvir isso, Izuku parou de apertar Momo, puxou ela pra perto e deu um beijo nela, e disse: "Tá bom, se é isso que você quer, vai ser assim. Agora veste isso", falou, jogando uma bolsa pra ela.
Era uma fantasia de gata. A Momo vestiu ela e nem conseguiu dizer nada quando já estavam de bruços, com o Izuku quase enfiando a língua na buceta dela.
I: ontem não tive tempo suficiente, mas deixa de me chamar de izuku midoriya se até segunda-feira tu não ficar toda manca de tanto foder. Isso deixou Momo com tesão, mas também assustou ela, porque significava que ontem não foi nada comparado com o que viria. Depois que izuku viu como a buceta da Momo tava molhada, ele se posicionou atrás dela e começou a meter o pau na buceta dela enquanto esticava a mão pra agarrar um dos peitos dela. Duas horas tinham passado e izuku não tinha saído de dentro da Momo. Ela sentia o útero cheio de porra e só de pensar em engravidar do izuku e ter todos os filhos que ele quisesse, ela ficava toda excitada e molhada. Depois de tanto foder a Momo e ela praticamente desmaiar de tanto orgasmo que teve, izuku parou e tirou o pau de dentro dela. Momo se sentiu vazia na hora, virou e disse: "izu-kun, me desculpa, se quiser eu faço o que você mandar, mas por favor continua me fodendo". Izuku riu e disse: "ah, claro que vou, e não se preocupa, eu gosto de ter controle sobre minha putinha e minha namorada". Momo, ao ouvir "namorada", pensou que ele tava falando de outra e ficou triste, então disse: "ah, entendi, amor, não vou falar mais nada". Izuku viu o que rolou e disse: "caso não tenha ficado claro, a partir de hoje você é minha namorada, minha esposa, minha amante e você é minha. Eu sempre te desejei e agora que você é minha, prefiro morrer antes de te deixar ir". Isso fez Momo se emocionar e ela levantou a bunda pra dar uma visão pro izuku, que pegou um pote de lubrificante pra fazer um anal nela sem doer tanto.
Momo, tipo, o tio Izuku passava gel no cu dela e ela se arrepiava toda só de lembrar da dor, mas não falou nada. E, como já é costume, Izuku enfiou a rola dele de uma só vez. Momo sentiu, mas não doeu tanto quanto da primeira vez. Aí ela começou a ajudar o Izuku, jogando o corpo pra trás pra dar uma sentada no quadril dele. Assim eles foram indo, o sexo era tão bom que nem perceberam que já eram 5 da manhã. Momo tava com uma barriga de grávida de tanto leite que tinha dentro dela.
Eu: bom, princesa, de agora em diante e enquanto estivermos sozinhos, você não vai usar roupas extras. Fica pelada pra mim a qualquer momento. Também, depois das aulas, você não vai pro seu quarto, vai vir pro meu. E dizendo isso, tiro uma chave do quarto dele. Pra amanhã, quero uma chave do seu quarto também. E por enquanto é só. Descansa um pouco, daqui a pouco vou continuar meu trabalho no seu corpo. Izuku disse isso e começou a fazer chupões no pescoço, nas costas, nos peitos e na barriga da Momo, mostrando que ela era dele. Ela não dizia nada enquanto Izuku acariciava o rosto dela e falava coisas doces e putarias ao mesmo tempo.
Quando a gente ficar sozinho e você precisar sair do quarto, vai ser só de avental ou com uma fantasia de empregada sexy, me ouvindo, Momo? Assinto. Izuku pegou uma barra hipercalórica e disse: "Come". Ela comeu e depois perguntou: "Pra quê?" "Pra você fazer uma pílula anticoncepcional." Ela fez e tomou com um pouco d'água. Depois, Izuku a carregou no colo, no estilo nupcial, e a levou até um sofazinho pra depois trocar os lençóis por uns limpos. Em seguida, a levou pro banheiro pessoal dele, algo que ele conseguiu depois de uma aposta com o Nezu. E ele lavou e limpou a Momo com todo cuidado, como se ela fosse a coisa mais preciosa do mundo. Momo só soltou uma risadinha e disse: "Que engraçado, agora você me trata bem, mas quando tá me fazendo sua mulher, é tão bruto que me surpreende que meus quadris e a cama ainda estejam inteiros." Depois de secar a Momo, ele a levou pra cama e a deitou. Ele se deitou do lado dela e a puxou pra perto. Momo era mais baixa que o Izuku em altura, então ficou embaixo, abraçada nele, enquanto entrelaçavam as pernas. Izuku a abraçou de um jeito protetor. Ela, sem querer, apertou muito os peitões dela contra o Izuku, que ficou duro e enfiou o pau na buceta da Momo. Ela, ao sentir aquilo, disse pra esperar, que precisava recuperar as forças, e acabou dormindo enquanto Izuku a apertava mais contra ele, até ele também cair no sono.



Era sexta-feira e as aulas estavam quase acabando. Momo estava triste porque Izuku não tinha falado com ela o dia inteiro.
Mas tinha acontecido uma coisa muito curiosa. Durante a troca de roupa depois da aula de heroísmo, Mineta, o pervertido da turma, tinha encontrado um jeito de espiar o vestiário das garotas. Isso fez com que ele começasse a olhar e a falar coisas pervertidas sobre elas. Só que quando chegou na Momo, Izuku não conseguiu se segurar e, de repente, gritou:
— Já chega!
E num acesso de raiva, começou a bater no cabelo de uva uma vez e outra. Ele perdeu o controle, e os caras tentaram pará-lo, mas não conseguiam. Foi só quando as garotas entraram pra ver o que tava rolando e viram a cena. Elas tentaram separar o Izuku do Mineta, mas não adiantava. Aí a Momo entrou e conseguiu separar o Izuku, levando ele pra longe e disse:
— Por favor, para. Se quiser descontar sua raiva em mim, me bate ou algo assim, não importa. Eu não vou falar nada. Você pode se meter em muitos problemas se o Mineta te acusar.
Izuku: — Ele mereceu. Falou de alguém que me pertence.
Ele puxou o cabelo da Momo, deu um beijo nela e depois a empurrou pro lado.
Todo mundo achou que o presidente da turma tinha pirado, mas o Kacchan sabia que não era bem assim. Ele conhecia o Izuku, não à toa era seu melhor amigo. Sabia que ele não era daquele jeito e desconfiava que alguma das garotas era o interesse do amigo, e já tinha uma ideia de quem era.
Fim do flashback.
Continuamos.
Aizawa entrou e disse:
— Midoriya e Yaoyorozu, venham aqui.
Ele tirou dinheiro do saco de dormir e disse:
— Comprem os mantimentos desta semana. Podem usar o dinheiro que acharem necessário e comprem coisas saudáveis, etc. Não preciso explicar tudo.
Como era sexta-feira, todo mundo voltou pra casa. Ninguém ficou nos dormitórios porque também era fim de mês e todo mundo queria ver os pais.
Momo e Izuku foram ao shopping e compraram tudo.
Momo ia atrás do Izuku carregando algumas sacolas, mas o rosto dela mostrava que estava triste.
Izuku: — O que você tem, Momo-chan? Algo te incomoda? Você pode me dizer?
Momo: Não, não é nada, amo.
Izuku não gostou daquilo. PS: Momo já estava chamando ele de Izuku-kun e não de "amo", isso não agradou ele. E, magicamente, uma sex shop apareceu do lado deles. Ela disse "me segue", ele obedeceu e entraram. Lá dentro, Izuku tirou dinheiro do bolso e falou: "Vai pegar umas roupas íntimas sexy, de preferência lingerie e biquínis. De agora em diante, você só vai usar esse tipo de calcinha. Enquanto isso, vou pegar outras coisas."
Momo obedeceu e foi atrás de conjuntos de lingerie. Pegou uns 20 conjuntos que ela achava que o amo ia gostar e talvez perdoar ela.
Izuku, por sua vez, foi pegar fantasias eróticas e brinquedos sexuais.
Depois de pagar, foram embora.
*Time skip*
Já tinham chegado na UA, e ele foi direto pros dormitórios. Momo continuava triste, porque ela gostava do Izuku. Foi ela quem aceitou, em primeiro lugar, que ele fizesse o que quisesse com ela. Se fosse outra, não teria deixado ele sair vivo daquela sala. E se fizesse, era a palavra da filha única dos Yaoyorozu contra alguém sem nome.
Mas ela via que, pra Izuku, ela era só um objeto pra ele se satisfazer.
Izuku já estava no limite. Depois de deixar as coisas na cozinha, arrumar tudo e levar os itens da sex shop e a maior parte das roupas da Momo pro quarto dele, ele garantiu que não tinha ninguém por perto. Mas o que mais irritava ele era que Momo não tirava aquela maldita cara de tristeza.
Ele se sentia mal e ia perguntar se ela não queria continuar com aquilo. Se fosse o caso, ele parava. Não era um monstro, não ia continuar abusando dela se ela não quisesse.
A raiva do Izuku era tão evidente que Momo pensou que tinha feito algo errado.
Quando entraram no quarto do Izuku, ele não aguentou mais. Segurou o braço da Momo sem medir a força e gritou:
Izuku: — PORRA, QUAL É O SEU PROBLEMA? VOCÊ FICOU COM ESSA CARA DE BOSTA O DIA INTEIRO E EU NÃO AGUENTO MAIS. VAI ME FALAR AGORA O QUE VOCÊ TEM!
Momo se assustou e começou a chorar.
Momo: — Amo, por favor, me solta, tá me machucando. E quer saber o que eu tenho? Tá bem, vou te falar. O problema é você. Primeiro você me comeu, tirou minha virgindade em todos os sentidos da palavra, e hoje me ignora, não disse nem um pio, e quer que eu não fique triste? Isso só quer dizer que não te satisfiz o suficiente. Me diz o que você quer que eu mude e eu vou mudar. Se quiser que eu me humilhe, vou me humilhar. Mas por favor, só me diz, não fica me ignorando. Eu sei muito bem que sou só um objeto pra você, mas não me ignora mais. É isso que tá acontecendo, me sinto triste por saber que não sirvo pra você, que sou uma puta inútil.
Ao ouvir isso, Izuku parou de apertar Momo, puxou ela pra perto e deu um beijo nela, e disse: "Tá bom, se é isso que você quer, vai ser assim. Agora veste isso", falou, jogando uma bolsa pra ela.

Era uma fantasia de gata. A Momo vestiu ela e nem conseguiu dizer nada quando já estavam de bruços, com o Izuku quase enfiando a língua na buceta dela.
I: ontem não tive tempo suficiente, mas deixa de me chamar de izuku midoriya se até segunda-feira tu não ficar toda manca de tanto foder. Isso deixou Momo com tesão, mas também assustou ela, porque significava que ontem não foi nada comparado com o que viria. Depois que izuku viu como a buceta da Momo tava molhada, ele se posicionou atrás dela e começou a meter o pau na buceta dela enquanto esticava a mão pra agarrar um dos peitos dela. Duas horas tinham passado e izuku não tinha saído de dentro da Momo. Ela sentia o útero cheio de porra e só de pensar em engravidar do izuku e ter todos os filhos que ele quisesse, ela ficava toda excitada e molhada. Depois de tanto foder a Momo e ela praticamente desmaiar de tanto orgasmo que teve, izuku parou e tirou o pau de dentro dela. Momo se sentiu vazia na hora, virou e disse: "izu-kun, me desculpa, se quiser eu faço o que você mandar, mas por favor continua me fodendo". Izuku riu e disse: "ah, claro que vou, e não se preocupa, eu gosto de ter controle sobre minha putinha e minha namorada". Momo, ao ouvir "namorada", pensou que ele tava falando de outra e ficou triste, então disse: "ah, entendi, amor, não vou falar mais nada". Izuku viu o que rolou e disse: "caso não tenha ficado claro, a partir de hoje você é minha namorada, minha esposa, minha amante e você é minha. Eu sempre te desejei e agora que você é minha, prefiro morrer antes de te deixar ir". Isso fez Momo se emocionar e ela levantou a bunda pra dar uma visão pro izuku, que pegou um pote de lubrificante pra fazer um anal nela sem doer tanto.
Momo, tipo, o tio Izuku passava gel no cu dela e ela se arrepiava toda só de lembrar da dor, mas não falou nada. E, como já é costume, Izuku enfiou a rola dele de uma só vez. Momo sentiu, mas não doeu tanto quanto da primeira vez. Aí ela começou a ajudar o Izuku, jogando o corpo pra trás pra dar uma sentada no quadril dele. Assim eles foram indo, o sexo era tão bom que nem perceberam que já eram 5 da manhã. Momo tava com uma barriga de grávida de tanto leite que tinha dentro dela.
Eu: bom, princesa, de agora em diante e enquanto estivermos sozinhos, você não vai usar roupas extras. Fica pelada pra mim a qualquer momento. Também, depois das aulas, você não vai pro seu quarto, vai vir pro meu. E dizendo isso, tiro uma chave do quarto dele. Pra amanhã, quero uma chave do seu quarto também. E por enquanto é só. Descansa um pouco, daqui a pouco vou continuar meu trabalho no seu corpo. Izuku disse isso e começou a fazer chupões no pescoço, nas costas, nos peitos e na barriga da Momo, mostrando que ela era dele. Ela não dizia nada enquanto Izuku acariciava o rosto dela e falava coisas doces e putarias ao mesmo tempo.
Quando a gente ficar sozinho e você precisar sair do quarto, vai ser só de avental ou com uma fantasia de empregada sexy, me ouvindo, Momo? Assinto. Izuku pegou uma barra hipercalórica e disse: "Come". Ela comeu e depois perguntou: "Pra quê?" "Pra você fazer uma pílula anticoncepcional." Ela fez e tomou com um pouco d'água. Depois, Izuku a carregou no colo, no estilo nupcial, e a levou até um sofazinho pra depois trocar os lençóis por uns limpos. Em seguida, a levou pro banheiro pessoal dele, algo que ele conseguiu depois de uma aposta com o Nezu. E ele lavou e limpou a Momo com todo cuidado, como se ela fosse a coisa mais preciosa do mundo. Momo só soltou uma risadinha e disse: "Que engraçado, agora você me trata bem, mas quando tá me fazendo sua mulher, é tão bruto que me surpreende que meus quadris e a cama ainda estejam inteiros." Depois de secar a Momo, ele a levou pra cama e a deitou. Ele se deitou do lado dela e a puxou pra perto. Momo era mais baixa que o Izuku em altura, então ficou embaixo, abraçada nele, enquanto entrelaçavam as pernas. Izuku a abraçou de um jeito protetor. Ela, sem querer, apertou muito os peitões dela contra o Izuku, que ficou duro e enfiou o pau na buceta da Momo. Ela, ao sentir aquilo, disse pra esperar, que precisava recuperar as forças, e acabou dormindo enquanto Izuku a apertava mais contra ele, até ele também cair no sono.



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