Faltava pouco menos de um mês pra eu ter que terminar minhas férias. Olha, isso é verdade e ao mesmo tempo não. Por sorte, eu tava numa posição que se eu quisesse, podia esticar. Ninguém ia falar nada. Mas também não queria deixar o estudo na mão dos caras por tanto tempo, não porque eles não fizessem bem o trabalho, mas porque não era certo ser tão irresponsável. Além disso, já tava chegando a época do ano em que eles também precisavam ter o tempo livre deles. Não dava pra esticar as férias.
Mas como eu queria…
Aquela foda gostosa que a gente deu com a Laura na cozinha dela marcou um antes e um depois na nossa relação. Acho que nós dois botamos pra fora um monte de coisa que a gente guardava, e não tô falando só do físico, ou da piada fácil de como eu tava cheio de porra. A partir daquela manhã na cozinha dela… bom, quase que a gente não parou de transar.
A quantidade de vezes que eu fiz de corno o infeliz do Alejandro não dá pra contar, foram muitas. Na minha casa ou na dele, não importava. Quando o otário ia trabalhar no campo, eu ia brincar no campinho da Laura. E ela sempre me recebia bem, com tanto gosto e tanta vontade. Como se a gente não tivesse fodido no dia anterior. Nós dois nos dávamos tanto prazer.
Não daria pra escolher "uma" vez que a gente transou. Além disso, pra que serviria? De que adiantaria fazer um ranking assim? O importante é que eu metia duro e sem parar na mulher que eu queria, escondido do marido dela, e ela me dava prazer. Mas se eu tivesse que escolher uma? Tipo, ficar com a lembrança de uma e só com essa…
Tinha sido uma quinta-feira. Naquele dia eu acordei com um tesão do caralho, não me perguntem por quê. Não acontece com vocês de acordar num dia especialmente tarado? Pra piorar, no dia anterior eu não tinha visto a Laura, ela tinha ido com o marido pra capital e passaram o dia todo juntos lá. E pra piorar ainda mais, no dia anterior a gente mal tinha se falado. Conseguimos ver um pouquinho de manhã, quando o Alejandro sumiu por um tempo, e a Laurita me deu uma bela mamada de borracha. Como ela adorava chupar meu pau…
Ela tinha vindo aqui em casa naquele dia e me deu um boquete maravilhoso. Eu, pra não ficar por baixo, dei pra ela toda a porra que eu tinha, gozando tudo naquela boca linda dela. Nós dois sorrimos um pro outro, os dois adoravam aquilo.
Mas voltando ao ponto, isso já tinha sido três dias atrás. Eu precisava ver ela logo. Não aguentava mais. E as coisas que a gente falava no chat, quando o marido dela não tava vendo o celular, bom... também não ajudava em nada. Geralmente era ela quem começava o assunto de se encontrar, até porque ela sabia quando dava pra fazer e quando não. Eu só esperava ela me avisar quando podia ir na casa dela, ou ela vir na minha.
Mas naquela quinta-feira eu tava muito mal, muito tesudo e muito de pau duro. Antes do meio-dia mandei uma mensagem pra ela.
"Oi, deusa gostosa, rainha divinaOi, bebê, meu rei, ela me respondeu depois de um tempinho.
"Preciso te verTá rolando alguma coisa?Preciso sentir você e que você me sinta 🙂Ah! Tá… kkkkkDá pra ver, quero te ver.Ela vai embora depois de comer, aguenta.Bom, me avisa?Sim, gostosoComigo não passava mais a hora. Não passavam os minutos. Fiz alguma coisa pra comer, me joguei pra ver TV, mas fiquei de olho no celular o tempo todo, esperando a notificação chegar. Finalmente, lá pelas duas, ouvi os pneus da caminhonete do cuck raspando e apertando o cascalho da nossa rua. Pra ter certeza, fui até a porta e vi ela indo embora, levantando um pouco de poeira na distância.
Fiquei pensando naquele filho da puta do Alejandro, e quanto mais pensava, mais raiva me dava. Ou inveja, sei lá. Não eram pensamentos nem sentimentos bons. Eram bem feios. Odeava ele por ter tido a Laura por tanto tempo. Por ser o marido dela em vez de mim. Pelo idiota dentuço que ele era. Por um monte de coisas. Meu celular, por sorte, vibrou logo e me tirou desses pensamentos.Já foi. Tô indo pra lá., vi a mensagem da Laura, mas eu já tinha outra ideia.
"Não, fica aí. Vou eu.OkPouco depois, toquei a campainha. Mal entrei na casa, já estávamos nos beijando, ali mesmo atrás da porta, abraçados e querendo nos arranhar de prazer. Quase não trocamos uma palavra. Percebi que a Laura tava tão na pica quanto eu. Que aqueles dois dias sem se ver tinham afetado ela tanto quanto a mim. Sem parar de nos beijar e passar a mão um no outro, fomos tirando a roupa um do outro. Já estávamos os dois pelados na sala dela, e ela abraçou meu pescoço, querendo me levar devagar pra trás até um dos sofás grandes dela, mas eu não queria saber disso. Eu tinha outra ideia. Rosnei na boca dela dizendo que não e, quase empurrando de puro tesão, guiei ela até o quarto dela.
Todas as vezes que tinha visto a Laura na casa dela, nunca tínhamos transado no quarto dela. Sempre em algum outro lugar da casa. Ela nunca me disse, explicitamente, que não queria fazer ali, mas talvez fosse um lance psicológico dela. De não querer sujar, ou manchar, o quarto e a cama que dividia com o marido. Sei lá. Mas naquele dia, eu tava pouco me fodendo pra tudo isso.
Levei ela quase aos empurrões enquanto nos beijávamos feito dois adolescentes. Entramos no quarto dela e empurrei ela com força contra a cama, fazendo ela cair de costas. Sorrindo ao ver o corpo dela quicar pelado e o balanço dos peitos dela. No rosto dela, tinha um traço de confusão, mas ao mesmo tempo aquele foguinho de tesão nos olhos que eu já conhecia também.
Ela fez uma careta da cama, "Mmm.. o que foi, tá ansioso?"
Eu nem respondi. Subi em cima dela e deixei cair todo o peso do meu corpo, enfiando a cara no pescoço dela e sentindo ela já suspirar de prazer, as mãos dela acariciando minhas costas, "Mmm.. Ricky…"
Rosnei um pouco no ouvido dela enquanto separava uma perna dela com uma mão, apoiando a dureza que eu tinha na pica no púbis dela, "... faz tempo que quero te comer assim… mmmhh"
"Assim como?", ela perguntou. enquanto me dava beijinhos no ombro.
“Como se fosse minha…”, falei pra ela.
Senti os músculos do rosto lindo dela sorrirem em silêncio, mas não dei tempo pra mais nada. Peguei na minha piroca, com a ponta inchada encontrei a doce umidade que já tinha na buceta dela e, sem um pingo de diplomacia, dei uma enfiada com minha bacia que fez eu enterrar tudo nela, até as bolas.
Laura não esperava. Deu um gritinho de prazer e dor e senti ela cravar as unhas nas minhas costas: “Agh! Aaah… a-a puta mãããee… aaaah, que dura que tá meu amor!”
Nem respondi. Rosnando e gemendo igual um homem das cavernas, comecei a comer ela. Mas não só comer, comecei a moer ela. Feio. Forte. Minhas mãos agarraram o corpo dela em dois lugares e comecei a meter com força, como acho que nunca tinha feito antes. A ideia de estar comendo aquela mulher, na cama do marido dela, era demais. Eu voava tão alto no meu prazer que mal ouvia ela reclamar, gemer, gozar. Mal sentia o corpo dela se contorcendo debaixo do meu, aguentando e curtindo ao mesmo tempo as estocadas profundas e fortes que eu dava com minha bacia. Minha piroca ia obrigar aquela buceta a se render e dar tudo, e não tinha outro resultado possível.
“AI! Aaaai! Aaaai! Ai Ricky… aaaaagggh.. Aiii filho da puuuuta! Siiiiim!!!”, gritava Laura enquanto minhas bombadas cortavam a respiração dela.
Eu não durei muito. Na verdade, nós dois não duramos muito. Eu, porque aquele era finalmente o dia em que não só estava comendo a mulher de outro na cama do marido, a mulher dos meus desejos naquele lugar tão íntimo… não. Também porque o rio de porra que eu já sentia prestes a transbordar minhas bolas, ia deixar bem dentro daquela buceta sublime. Naquele momento e naquele lugar, ia fazer ela finalmente minha, e não me importava se ela reclamava ou chorava. Não me importava nada.
E Laura… não sei no que ela tava pensando. Em nada, acho, porque em Quando comecei a penetrar ela com a mesma força, mas cada vez mais rápido, buscando gozar, acho que desligou algo nela. Ela gemia, balbuciava, não esperava uma surra dessas, umas metidas tão fortes da minha pica, tão fundo nela. Quando senti ela se tensar debaixo de mim e se contorcer tão gostosinha no clímax, eu também não aguentei mais.
Gozamos os dois juntos, ela agarrada em mim e voando por algum lugar, e eu enchendo a buceta dela com meu leite quente e grosso, bem fundo, bem lá dentro, pra ela sentir tudo que eu tava deixando e dando pra ela.
Éramos homem e mulher, finalmente, e quando nossos sucos se misturaram dentro dela tão docemente, a gente tinha consumado aquilo. Era uma besteira, eu sei, mas naquele momento eu finalmente senti que ela era minha. Cem por cento.
Quando me acalmei depois de um tempinho suave de gozar naquele templo que ela carregava entre as pernas, me levantei um pouco. Tirei meu rosto do pescoço dela, ainda recuperando o fôlego, e pressionei minha testa contra a dela. Quando abri os olhos, me deparei com os olhos da Laura, me encarando fixo.
Muito, muito baixinho, ela falou: "O que... o que você fez..."
Dei um beijo suave naqueles lábios, com meu pau ainda enterrado fundo nela: "O que eu quis fazer desde que te vi, Lau..."
Ela acariciou minha bochecha sem parar de me olhar nos olhos: "Que coisa?"
Beijei ela de novo: "Te encher de toda a porra que eu tenho... te fazer minha de verdade...", falei sem mentir.
Laura não disse nada. Só fechou os olhos e, me abraçando um pouco mais forte e mais doce, começamos a nos beijar fundo. Nos amando assim. Eu sem sair de dentro dela e ela nem pedindo pra eu fazer isso.
O relógio derreteu pra gente, igual naquele quadro do Dalí.
Naquelas três semanas e pouco que me restavam em Mendoza, ao longo de várias conversas longas e várias fodas, foi que terminei de entender a Laura. O que por fora parecia um casamento normal, que se davam bem como qualquer casamento poderia se dar, não era, na verdade, por baixo da superfície, bem assim.
Laura estava frustrada. Mas dizer só isso é uma simplificação grosseira e uma piada com os verdadeiros níveis de tristeza e frustração que ela carregava. Ela tinha casado com o Alejandro, me disse, já fazia onze anos. Os primeiros três ou quatro tinham sido bons, normais. Mas ela logo se viu presa numa relação que já não servia mais pra ela.
Ela me dizia que o Alejandro não dava muita bola pra ela (mais uma marca da imbecilidade daquele cara). Que além do sexo que um casamento podia ter, ou alguma outra atenção especial, algum... mimo, um carinho na alma de vez em quando… ele não dava bola. Parecia não se importar, na maioria do tempo. Laura me contou que já tinham estado duas vezes à beira do divórcio. Que tinham remendado as coisas, sim. Que decidiram dar à relação novas chances e que no começo dessas tentativas a coisa ia bem, mas logo tudo desmoronava no mesmo.
Apatia. Falta de amor, de carinho. Até de sexo. Ela me disse que se sentia como presa numa casa em preto e branco, olhando pela janela o mundo colorido. Cores que eram proibidas pra ela. Encarcerada numa relação da qual tentou sair e nunca conseguiu.
Na verdade, ela me disse que a mudança deles pra Mendoza no começo foi justamente pra tentar salvar o casamento. Que há um tempo tinham tido uma briga muito forte, as frustrações tinham transbordado a Laura e algo explodiu entre eles. Mas de algum jeito remendaram com o tempo e decidiram mudar. Mudar de ares, de lugar, de vida… pra ver se assim funcionava melhor. Laura esperava uma mudança, ela me disse. Tava pronta pra isso, pra se encontrar com um ambiente novo e assim, ela também, se renovar.
Mas ela me disse que nunca esperou se encontrar comigo.
Alguém que a fazia sentir bem. Bem e viva. Que a fazia sentir jovem, a fazia rir e a fazia ficar com tesão. Que parecia adorar ela, ou pelo menos procurar ela como mulher, algo que o otário do Alejandro, sei lá por que, já tinha abandonado há anos. Laura me disse que talvez devia ter cortado de uma vez, no começo, pelo bem do casal e do plano de consertar as coisas… mas que não conseguiu. Que simplesmente comigo não conseguiu.
Eu, ao ouvir isso, na conversa em que ela me disse, olhei sério pra ela. Falei que também não esperava me encontrar com uma mulher como ela. Vocês já sabem o que penso dela, não vou repetir. Venho dizendo desde que comecei. Já enche o saco. Mas além de tudo isso… eu ali estava de Férias. Em algum momento eu teria que voltar pra Buenos Aires, então qualquer coisa que a gente fizesse ou continuasse fazendo tinha uma data de validade natural. Logo eu não estaria mais lá e a vida dela com Alejandro continuaria.
Talvez eles conseguissem se acertar, eu disse, talvez não. De qualquer forma, eu não ia estar ali pra atrapalhar esse processo. Laura ficou um pouco triste, mas entendeu. A gente já era grande e era assim. Não adiantava ficar pensando em hipotéticos, tipo "se eu tivesse te conhecido há quinze anos…" e essas merdas. Se minha avó tivesse rodas, era uma bicicleta. Hipotéticos não servem pra porra nenhuma.
Nós dois entendemos isso. Lamentamos, mas entendemos. Decidimos aproveitar o tempo que ainda tínhamos juntos. "Juntos" é modo de dizer. O tempo que ainda tínhamos de estar perto, melhor dizendo. Eu em nenhum momento falei pra Laura vir comigo pra Buenos Aires, ou de continuar em contato de alguma forma depois da minha partida. Ou que se ela se separasse eventualmente daquele corno cuck filho da puta, que me ligasse. Nada de loucura assim. Tudo isso era impraticável pra nós dois. Mais hipotéticos que não serviam pra nada.
A gente se curtia naqueles dias, naquele ali e agora, e só. Pior, eu disse, teria sido se nunca tivesse acontecido. Pelo menos ficou isso.
O tempo passou, porque o tempo caga e anda pros planos e sentimentos dos outros. Finalmente chegou o dia em que eu tinha que voltar. No dia anterior, passei o dia deixando a casa e o jardim limpos, arrumando as malas e revisando meu carro, pra garantir que tava tudo certo pra viagem de volta. Alejandro tinha me dito que, como despedida, eu fosse na casa deles jantar. Perguntei, meio na brincadeira e meio sério, se tinha sido ideia da Laura ou dele. Ele riu e disse que era dele. Que ia sentir minha falta.
Senti uma pontinha de pena dele, mas microscópica.
Jantamos na casa deles naquela noite numa boa. Eu não queria exagerar no vinho porque tinha que acordar cedo no dia seguinte e dirigir muito. Mas a Passamos bem os três, do mesmo jeito. No final, me despedi do Alejandro, dizendo que se precisasse de algo ou quisesse usar a piscina, não tinha problema, era só me avisar. E pra Laura, falei: por que não vem comigo pra casa? Vou te dar o que sobrou de comida e bebida na geladeira. Seria uma pena estragar, podendo ficar com vocês.
Laura ficou um tempinho em casa e depois voltou pra dela carregando três sacolas com comida e garrafas. Disse pro Alejandro que demorou porque se distraiu conversando, tomando um café que ofereci e vendo o que ia levar.
Na verdade, ela ficou pra gente se curtir uma última vez. Em cima de um dos meus sofás, já cobertos com pano pra não empoeirar, a gente se amou forte e doce pela última vez. E pela última vez gozamos juntos. A buceta dela tremendo suave, querendo espremer meu pau, e meu pau, gostoso de ser espremido, deixando de presente toda minha porra quente e meu amor.
Ficamos nos beijando, nossos corpos ainda juntos, por um bom tempo. Na penumbra. E nós dois dissemos coisas que não vou repetir aqui, porque foram coisas que eu nunca na vida tinha dito pra nenhuma mulher, e coisas que jamais pensei que ouviria dos lábios de uma. Nos vestimos finalmente e, com um último, longo e gostoso beijo, a Laura me deu um sorriso e eu vi ela virar com as sacolas em direção à casa dela.
Fui me deitar quase na hora. Já tinha tudo pronto. A viagem de volta, pra mim, ia ser muito, mas muito longa.
Mas como eu queria…
Aquela foda gostosa que a gente deu com a Laura na cozinha dela marcou um antes e um depois na nossa relação. Acho que nós dois botamos pra fora um monte de coisa que a gente guardava, e não tô falando só do físico, ou da piada fácil de como eu tava cheio de porra. A partir daquela manhã na cozinha dela… bom, quase que a gente não parou de transar.
A quantidade de vezes que eu fiz de corno o infeliz do Alejandro não dá pra contar, foram muitas. Na minha casa ou na dele, não importava. Quando o otário ia trabalhar no campo, eu ia brincar no campinho da Laura. E ela sempre me recebia bem, com tanto gosto e tanta vontade. Como se a gente não tivesse fodido no dia anterior. Nós dois nos dávamos tanto prazer.
Não daria pra escolher "uma" vez que a gente transou. Além disso, pra que serviria? De que adiantaria fazer um ranking assim? O importante é que eu metia duro e sem parar na mulher que eu queria, escondido do marido dela, e ela me dava prazer. Mas se eu tivesse que escolher uma? Tipo, ficar com a lembrança de uma e só com essa…
Tinha sido uma quinta-feira. Naquele dia eu acordei com um tesão do caralho, não me perguntem por quê. Não acontece com vocês de acordar num dia especialmente tarado? Pra piorar, no dia anterior eu não tinha visto a Laura, ela tinha ido com o marido pra capital e passaram o dia todo juntos lá. E pra piorar ainda mais, no dia anterior a gente mal tinha se falado. Conseguimos ver um pouquinho de manhã, quando o Alejandro sumiu por um tempo, e a Laurita me deu uma bela mamada de borracha. Como ela adorava chupar meu pau…
Ela tinha vindo aqui em casa naquele dia e me deu um boquete maravilhoso. Eu, pra não ficar por baixo, dei pra ela toda a porra que eu tinha, gozando tudo naquela boca linda dela. Nós dois sorrimos um pro outro, os dois adoravam aquilo.Mas voltando ao ponto, isso já tinha sido três dias atrás. Eu precisava ver ela logo. Não aguentava mais. E as coisas que a gente falava no chat, quando o marido dela não tava vendo o celular, bom... também não ajudava em nada. Geralmente era ela quem começava o assunto de se encontrar, até porque ela sabia quando dava pra fazer e quando não. Eu só esperava ela me avisar quando podia ir na casa dela, ou ela vir na minha.
Mas naquela quinta-feira eu tava muito mal, muito tesudo e muito de pau duro. Antes do meio-dia mandei uma mensagem pra ela.
"Oi, deusa gostosa, rainha divinaOi, bebê, meu rei, ela me respondeu depois de um tempinho.
"Preciso te verTá rolando alguma coisa?Preciso sentir você e que você me sinta 🙂Ah! Tá… kkkkkDá pra ver, quero te ver.Ela vai embora depois de comer, aguenta.Bom, me avisa?Sim, gostosoComigo não passava mais a hora. Não passavam os minutos. Fiz alguma coisa pra comer, me joguei pra ver TV, mas fiquei de olho no celular o tempo todo, esperando a notificação chegar. Finalmente, lá pelas duas, ouvi os pneus da caminhonete do cuck raspando e apertando o cascalho da nossa rua. Pra ter certeza, fui até a porta e vi ela indo embora, levantando um pouco de poeira na distância.
Fiquei pensando naquele filho da puta do Alejandro, e quanto mais pensava, mais raiva me dava. Ou inveja, sei lá. Não eram pensamentos nem sentimentos bons. Eram bem feios. Odeava ele por ter tido a Laura por tanto tempo. Por ser o marido dela em vez de mim. Pelo idiota dentuço que ele era. Por um monte de coisas. Meu celular, por sorte, vibrou logo e me tirou desses pensamentos.Já foi. Tô indo pra lá., vi a mensagem da Laura, mas eu já tinha outra ideia.
"Não, fica aí. Vou eu.OkPouco depois, toquei a campainha. Mal entrei na casa, já estávamos nos beijando, ali mesmo atrás da porta, abraçados e querendo nos arranhar de prazer. Quase não trocamos uma palavra. Percebi que a Laura tava tão na pica quanto eu. Que aqueles dois dias sem se ver tinham afetado ela tanto quanto a mim. Sem parar de nos beijar e passar a mão um no outro, fomos tirando a roupa um do outro. Já estávamos os dois pelados na sala dela, e ela abraçou meu pescoço, querendo me levar devagar pra trás até um dos sofás grandes dela, mas eu não queria saber disso. Eu tinha outra ideia. Rosnei na boca dela dizendo que não e, quase empurrando de puro tesão, guiei ela até o quarto dela.
Todas as vezes que tinha visto a Laura na casa dela, nunca tínhamos transado no quarto dela. Sempre em algum outro lugar da casa. Ela nunca me disse, explicitamente, que não queria fazer ali, mas talvez fosse um lance psicológico dela. De não querer sujar, ou manchar, o quarto e a cama que dividia com o marido. Sei lá. Mas naquele dia, eu tava pouco me fodendo pra tudo isso.
Levei ela quase aos empurrões enquanto nos beijávamos feito dois adolescentes. Entramos no quarto dela e empurrei ela com força contra a cama, fazendo ela cair de costas. Sorrindo ao ver o corpo dela quicar pelado e o balanço dos peitos dela. No rosto dela, tinha um traço de confusão, mas ao mesmo tempo aquele foguinho de tesão nos olhos que eu já conhecia também.
Ela fez uma careta da cama, "Mmm.. o que foi, tá ansioso?"
Eu nem respondi. Subi em cima dela e deixei cair todo o peso do meu corpo, enfiando a cara no pescoço dela e sentindo ela já suspirar de prazer, as mãos dela acariciando minhas costas, "Mmm.. Ricky…"
Rosnei um pouco no ouvido dela enquanto separava uma perna dela com uma mão, apoiando a dureza que eu tinha na pica no púbis dela, "... faz tempo que quero te comer assim… mmmhh"
"Assim como?", ela perguntou. enquanto me dava beijinhos no ombro.
“Como se fosse minha…”, falei pra ela.
Senti os músculos do rosto lindo dela sorrirem em silêncio, mas não dei tempo pra mais nada. Peguei na minha piroca, com a ponta inchada encontrei a doce umidade que já tinha na buceta dela e, sem um pingo de diplomacia, dei uma enfiada com minha bacia que fez eu enterrar tudo nela, até as bolas.
Laura não esperava. Deu um gritinho de prazer e dor e senti ela cravar as unhas nas minhas costas: “Agh! Aaah… a-a puta mãããee… aaaah, que dura que tá meu amor!”
Nem respondi. Rosnando e gemendo igual um homem das cavernas, comecei a comer ela. Mas não só comer, comecei a moer ela. Feio. Forte. Minhas mãos agarraram o corpo dela em dois lugares e comecei a meter com força, como acho que nunca tinha feito antes. A ideia de estar comendo aquela mulher, na cama do marido dela, era demais. Eu voava tão alto no meu prazer que mal ouvia ela reclamar, gemer, gozar. Mal sentia o corpo dela se contorcendo debaixo do meu, aguentando e curtindo ao mesmo tempo as estocadas profundas e fortes que eu dava com minha bacia. Minha piroca ia obrigar aquela buceta a se render e dar tudo, e não tinha outro resultado possível.
“AI! Aaaai! Aaaai! Ai Ricky… aaaaagggh.. Aiii filho da puuuuta! Siiiiim!!!”, gritava Laura enquanto minhas bombadas cortavam a respiração dela.
Eu não durei muito. Na verdade, nós dois não duramos muito. Eu, porque aquele era finalmente o dia em que não só estava comendo a mulher de outro na cama do marido, a mulher dos meus desejos naquele lugar tão íntimo… não. Também porque o rio de porra que eu já sentia prestes a transbordar minhas bolas, ia deixar bem dentro daquela buceta sublime. Naquele momento e naquele lugar, ia fazer ela finalmente minha, e não me importava se ela reclamava ou chorava. Não me importava nada.
E Laura… não sei no que ela tava pensando. Em nada, acho, porque em Quando comecei a penetrar ela com a mesma força, mas cada vez mais rápido, buscando gozar, acho que desligou algo nela. Ela gemia, balbuciava, não esperava uma surra dessas, umas metidas tão fortes da minha pica, tão fundo nela. Quando senti ela se tensar debaixo de mim e se contorcer tão gostosinha no clímax, eu também não aguentei mais.
Gozamos os dois juntos, ela agarrada em mim e voando por algum lugar, e eu enchendo a buceta dela com meu leite quente e grosso, bem fundo, bem lá dentro, pra ela sentir tudo que eu tava deixando e dando pra ela.
Éramos homem e mulher, finalmente, e quando nossos sucos se misturaram dentro dela tão docemente, a gente tinha consumado aquilo. Era uma besteira, eu sei, mas naquele momento eu finalmente senti que ela era minha. Cem por cento.Quando me acalmei depois de um tempinho suave de gozar naquele templo que ela carregava entre as pernas, me levantei um pouco. Tirei meu rosto do pescoço dela, ainda recuperando o fôlego, e pressionei minha testa contra a dela. Quando abri os olhos, me deparei com os olhos da Laura, me encarando fixo.
Muito, muito baixinho, ela falou: "O que... o que você fez..."
Dei um beijo suave naqueles lábios, com meu pau ainda enterrado fundo nela: "O que eu quis fazer desde que te vi, Lau..."
Ela acariciou minha bochecha sem parar de me olhar nos olhos: "Que coisa?"
Beijei ela de novo: "Te encher de toda a porra que eu tenho... te fazer minha de verdade...", falei sem mentir.
Laura não disse nada. Só fechou os olhos e, me abraçando um pouco mais forte e mais doce, começamos a nos beijar fundo. Nos amando assim. Eu sem sair de dentro dela e ela nem pedindo pra eu fazer isso.
O relógio derreteu pra gente, igual naquele quadro do Dalí.
Naquelas três semanas e pouco que me restavam em Mendoza, ao longo de várias conversas longas e várias fodas, foi que terminei de entender a Laura. O que por fora parecia um casamento normal, que se davam bem como qualquer casamento poderia se dar, não era, na verdade, por baixo da superfície, bem assim.
Laura estava frustrada. Mas dizer só isso é uma simplificação grosseira e uma piada com os verdadeiros níveis de tristeza e frustração que ela carregava. Ela tinha casado com o Alejandro, me disse, já fazia onze anos. Os primeiros três ou quatro tinham sido bons, normais. Mas ela logo se viu presa numa relação que já não servia mais pra ela.
Ela me dizia que o Alejandro não dava muita bola pra ela (mais uma marca da imbecilidade daquele cara). Que além do sexo que um casamento podia ter, ou alguma outra atenção especial, algum... mimo, um carinho na alma de vez em quando… ele não dava bola. Parecia não se importar, na maioria do tempo. Laura me contou que já tinham estado duas vezes à beira do divórcio. Que tinham remendado as coisas, sim. Que decidiram dar à relação novas chances e que no começo dessas tentativas a coisa ia bem, mas logo tudo desmoronava no mesmo.
Apatia. Falta de amor, de carinho. Até de sexo. Ela me disse que se sentia como presa numa casa em preto e branco, olhando pela janela o mundo colorido. Cores que eram proibidas pra ela. Encarcerada numa relação da qual tentou sair e nunca conseguiu.
Na verdade, ela me disse que a mudança deles pra Mendoza no começo foi justamente pra tentar salvar o casamento. Que há um tempo tinham tido uma briga muito forte, as frustrações tinham transbordado a Laura e algo explodiu entre eles. Mas de algum jeito remendaram com o tempo e decidiram mudar. Mudar de ares, de lugar, de vida… pra ver se assim funcionava melhor. Laura esperava uma mudança, ela me disse. Tava pronta pra isso, pra se encontrar com um ambiente novo e assim, ela também, se renovar.
Mas ela me disse que nunca esperou se encontrar comigo.
Alguém que a fazia sentir bem. Bem e viva. Que a fazia sentir jovem, a fazia rir e a fazia ficar com tesão. Que parecia adorar ela, ou pelo menos procurar ela como mulher, algo que o otário do Alejandro, sei lá por que, já tinha abandonado há anos. Laura me disse que talvez devia ter cortado de uma vez, no começo, pelo bem do casal e do plano de consertar as coisas… mas que não conseguiu. Que simplesmente comigo não conseguiu.
Eu, ao ouvir isso, na conversa em que ela me disse, olhei sério pra ela. Falei que também não esperava me encontrar com uma mulher como ela. Vocês já sabem o que penso dela, não vou repetir. Venho dizendo desde que comecei. Já enche o saco. Mas além de tudo isso… eu ali estava de Férias. Em algum momento eu teria que voltar pra Buenos Aires, então qualquer coisa que a gente fizesse ou continuasse fazendo tinha uma data de validade natural. Logo eu não estaria mais lá e a vida dela com Alejandro continuaria.
Talvez eles conseguissem se acertar, eu disse, talvez não. De qualquer forma, eu não ia estar ali pra atrapalhar esse processo. Laura ficou um pouco triste, mas entendeu. A gente já era grande e era assim. Não adiantava ficar pensando em hipotéticos, tipo "se eu tivesse te conhecido há quinze anos…" e essas merdas. Se minha avó tivesse rodas, era uma bicicleta. Hipotéticos não servem pra porra nenhuma.
Nós dois entendemos isso. Lamentamos, mas entendemos. Decidimos aproveitar o tempo que ainda tínhamos juntos. "Juntos" é modo de dizer. O tempo que ainda tínhamos de estar perto, melhor dizendo. Eu em nenhum momento falei pra Laura vir comigo pra Buenos Aires, ou de continuar em contato de alguma forma depois da minha partida. Ou que se ela se separasse eventualmente daquele corno cuck filho da puta, que me ligasse. Nada de loucura assim. Tudo isso era impraticável pra nós dois. Mais hipotéticos que não serviam pra nada.
A gente se curtia naqueles dias, naquele ali e agora, e só. Pior, eu disse, teria sido se nunca tivesse acontecido. Pelo menos ficou isso.
O tempo passou, porque o tempo caga e anda pros planos e sentimentos dos outros. Finalmente chegou o dia em que eu tinha que voltar. No dia anterior, passei o dia deixando a casa e o jardim limpos, arrumando as malas e revisando meu carro, pra garantir que tava tudo certo pra viagem de volta. Alejandro tinha me dito que, como despedida, eu fosse na casa deles jantar. Perguntei, meio na brincadeira e meio sério, se tinha sido ideia da Laura ou dele. Ele riu e disse que era dele. Que ia sentir minha falta.
Senti uma pontinha de pena dele, mas microscópica.
Jantamos na casa deles naquela noite numa boa. Eu não queria exagerar no vinho porque tinha que acordar cedo no dia seguinte e dirigir muito. Mas a Passamos bem os três, do mesmo jeito. No final, me despedi do Alejandro, dizendo que se precisasse de algo ou quisesse usar a piscina, não tinha problema, era só me avisar. E pra Laura, falei: por que não vem comigo pra casa? Vou te dar o que sobrou de comida e bebida na geladeira. Seria uma pena estragar, podendo ficar com vocês.
Laura ficou um tempinho em casa e depois voltou pra dela carregando três sacolas com comida e garrafas. Disse pro Alejandro que demorou porque se distraiu conversando, tomando um café que ofereci e vendo o que ia levar.
Na verdade, ela ficou pra gente se curtir uma última vez. Em cima de um dos meus sofás, já cobertos com pano pra não empoeirar, a gente se amou forte e doce pela última vez. E pela última vez gozamos juntos. A buceta dela tremendo suave, querendo espremer meu pau, e meu pau, gostoso de ser espremido, deixando de presente toda minha porra quente e meu amor.
Ficamos nos beijando, nossos corpos ainda juntos, por um bom tempo. Na penumbra. E nós dois dissemos coisas que não vou repetir aqui, porque foram coisas que eu nunca na vida tinha dito pra nenhuma mulher, e coisas que jamais pensei que ouviria dos lábios de uma. Nos vestimos finalmente e, com um último, longo e gostoso beijo, a Laura me deu um sorriso e eu vi ela virar com as sacolas em direção à casa dela.Fui me deitar quase na hora. Já tinha tudo pronto. A viagem de volta, pra mim, ia ser muito, mas muito longa.
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