Balançando o berço...

Finalmente marquei de encontrar com Valentino. Naquela mesma tarde, depois de sair do hotel com Marcos, tinha uma mensagem dele propondo nos encontrarmos no dia seguinte. No escritório, já mais calma e relaxada depois da trepada com meu ex-rival, liguei pra ele e pedi desculpas por ter demorado pra responder.
– Amanhã tenho faculdade até tarde, o que você acha? Você me busca e aí a gente vai pra... – ele diz, deixando o final da proposta no ar.
– ...pra foder... – completo por ele.
– Bom, é... –
– Hahaha...! Não fica com vergonha de dizer, eu também tô com vontade de transar com você... –
– Então você acha bom a gente combinar assim? –
– Acho perfeito, me passa a hora, o lugar e eu tô lá... –
Com a desculpa de sempre, estar sobrecarregada de trabalho, naquela noite digo pro meu marido que vou chegar tarde em casa, que não me esperem pra jantar e que por favor ele coloque as crianças na cama por mim. No escritório, depois que todo mundo foi embora, me arrumo, retoco a maquiagem e saio ao encontro de Valentino.
A situação me excita demais, sou uma mulher, prestes a fazer 43 anos, indo me deitar com um garoto de apenas 20, quando muitas, muitas vezes, tinha sido ao contrário, eu era a garota de 20 que ia se deitar com caras de mais de 40. Será uma mudança de paradigma na minha vida? De agora em diante vou ter que cantar canção de ninar pros meus amantes? Não sei, do que tenho certeza é que quando se trata de sexo, não tem diferença de idade que valha.
Pelo caminho vamos trocando mensagens. Ele diz que já saiu das aulas, que está na esquina da Córdoba com Uriburu. Eu venho pela Córdoba, então quando estou me aproximando, vejo ele com um grupinho de amigos, meninos e meninas, entre os quais espero que não esteja a namorada dele. Reduzo a velocidade, chego perto da calçada e buco a buzina algumas vezes. Quando ele vira e me vê, o rosto dele se ilumina com um sorriso. Ele se despede do grupo e se aproxima do carro. O que será que ele disse pra eles? É uma tia, uma amiga, a veterana que eu tô fudendo? Seja o que for, todos... Eles me olham sem revelar a pergunta, embora eu consiga perceber, lendo seus lábios, que um diz ao outro: "Que gostosa!". - Nenhuma delas é sua namorada, né? - pergunto quando ele já está sentado ao meu lado, me referindo às garotas. - Não, ela estuda Psicologia, está em outro campus, além disso eu disse que hoje não podíamos nos ver porque eu tinha que estudar para uma prova... - ele me diz. Ele estava começando no mundo das traições, na verdade eu tinha sido sua primeira infidelidade, mas o menino aprende rápido. Enquanto dirijo para o hotel, ele me conta sobre seu curso, qual especialização pensa em seguir, quais são suas expectativas para o futuro. Quando ele quer saber sobre mim, eu digo: - A expectativa de futuro mais próxima que eu tenho é chupar bem seu pau... Isso primeiro, porque depois eu tenho uma surpresinha preparada para você... - - É mesmo, o que é...? - ele pergunta ansioso, inquieto, como se fosse um menininho. - Se eu te contar já não vai ser surpresa - respondo - Mas com certeza você vai adorar. Vamos para um motel do centro, dos caros, já que eu queria uma noite com tudo, com champanhe, jacuzzi e todos os mimos. Assim que entramos e fechamos a porta do quarto, nos jogamos em beijos, nos chupando com vontade, com tesão, apalpando, enquanto nos despimos, aquelas partes quentes dos nossos corpos que já desde o dia anterior estão em estado de alerta. - Enquanto preparo a água, você serve o champanhe? - digo, indo em direção ao jacuzzi. Valentino abre a garrafa, serve a bebida e se aproxima com as duas taças nas mãos. Eu estou sentada na borda, brincando com a espuma, de modo que quando ele se coloca ao meu lado, fico de frente para sua ereção. - Qual é para mim...? - pergunto, provocante. - A que você quiser... - ele responde do mesmo jeito, me deixando escolher entre as duas taças e o que se levanta entre suas pernas. Minha escolha é óbvia. Vou direto com a boca aberta e não paro até que ele bata na minha garganta. Fecho os lábios, prendendo todo o seu contorno, e chupo ela com arrebatado entusiasmo. Valentino fecha os olhos e bebe um gole de uma das taças, enquanto seu pau desliza para dentro e fora da minha boca, soltando uma espuminha perfumada, mistura de saliva e líquido pré-gozo. — Já te disse que eu adoro seu pau? — digo, tirando ele da boca por um momento para beijá-lo pelos lados. Claro que é uma pergunta retórica. — Adoro chupar você! — acrescento, e volto a enfiá-lo na boca, de novo até a garganta. Depois de uma mamada soberana, ele me estende uma das taças. Bebo um bom gole, e o sabor de pau e champanhe se mistura deliciosamente no meu paladar. Entramos na jacuzzi. A água está deliciosa, mas é ainda melhor com seu corpo fibroso e bem-proporcionado ao meu lado. Brindamos e nos beijamos, passando o champanhe de boca em boca. Em um momento, ao rirmos, a bebida derrama sobre meu corpo, então ele desce para lamber meu pescoço e chupetear meus peitos, ávido, sedento. Recosto-me na borda da jacuzzi e abro as pernas, oferecendo a ele minha buceta molhada, e não só pela água. Ele a chupa também com entusiasmo, com devoção, como se estivesse mamando na fonte da vida. Sua língua, seus dentes, seus lábios fazem estragos na minha boceta. Me deixam bem na beirada do orgasmo, mas não quero gozar ainda, então me levanto e, pegando-o pela mão, levo-o para a cama, a mestra guiando o aluno. Estou com vontade de foder sem proteção, senti-lo no pelo, mas não estou tomando cuidado e a verdade é que não gostaria nada de engravidar de um garoto que poderia ser meu filho. Nos atiramos na cama, um sobre o outro, e nos fodemos com fúria, com frenesi, golpe por golpe, expressando com gritos e exclamações a intensidade daquele momento. O tesão, que antes estava ali, repiqueteando, se mantém expectante, agachado, aguardando o momento oportuno para estourar em plenitude. Enquanto Valentino se impulsiona dentro de mim, me pergunto se é assim que ele fode a namorada, com esse ímpeto, com essa energia transbordante que por si só poderia abastecer uma usina elétrica. Eu acabei primeiro, queria ter chegado junto com ele, mas não consegui segurar e explodi no meio de um gemido que pareceu se prolongar por vários minutos. Enquanto eu me perco num prazer intensamente emocional, Valentino me vira de lado e continua me comendo, buscando seu próprio gozo, enfiando tudo com empurrões que me fazem vibrar até a alma. Quando ele acaba, fica dentro, esvaziando-se placidamente. Até me parece sentir os jatos de porra batendo contra o látex. Quando voltamos para o jacuzzi, peço que ele tire uma foto de mim, com o corpo coberto de espuma. Servimos mais champanhe, brindamos, nos beijamos e então anuncio que é hora de dar a surpresa que preparei para ele. -Vai, vai...!- ele se anima. Eu me recosto em uma das bordas, levanto a bunda e, abrindo as nádegas, ofereço o que se esconde entre elas. -Pra você, bebê...!- Só de ver o que tem pela frente, ele já está de pau duro de novo, exibindo uma ereção de dar água na boca. As veias bem marcadas, formando ao longo da pele esticada uma rede transbordante de vigor. A cabeça inchada, avermelhada, já soltando umas gotinhas grossas mesmo tendo gozado há menos de cinco minutos. Pura testosterona. Eu chupo meus dedos e os enfio no cu, mostrando como ele tem que trabalhar. -Agora você...- digo, tirando meus dedos para receber os dele, muito mais longos e grossos, claro. Não sei se foi por instinto, ou por ter visto pornô, mas ele sozinho, por iniciativa própria, separa minhas nádegas, cospe no centro e passa a língua por todo o caminho, chegando até a enfiar no cuzinho. Dessa vez, quando ele vai pegar uma camisinha, digo que não, que quero sentir assim, no pelo. Ele então apoia a ponta na entrada, fica um momento ali, como medindo a magnitude de cada parte, e depois de comprovar que, por maior que a toma, tem espaço de sobra, começa a empurrar. -Ahhhhhhhhh...!- me estremeço ao sentir aquela primeira pontada. Algo que precisa ser dito sobre sexo anal é que, por mais que você já tenha dado o cu, quando enfiam sempre dói um pouquinho. Valentino para com quase metade do pau dentro. -Não para... Vai, eu gosto que doa...!- digo, incitando ele a continuar, me abrindo eu mesma para que entre tudo. Ele continua empurrando, e quando já está todo dentro, é ele quem solta uma exclamação. -Siiiiiiiiiii... Assim... Me come, bebê... Me arrebenta toda...!- peço quase num urro, entregando ao cara o mais íntimo do meu corpo. Ele me segura pela cintura, forte, com ansiedade, como se eu fosse fugir, e começa a bombar minha bunda de uma forma absolutamente deliciosa. Dura, violenta, mas gostosa. Depois das primeiras penetrações já não dói mais, o esfíncter e todo o canal se adaptam ao tamanho do invasor, recebendo-o agora sem atritos desconfortáveis. Pode até não ter experiência, ser a primeira vez que experimenta um cu, mas mesmo assim me destrói a pau. Ele mete tudo, inteiro, completo, fazendo com que suas bolas, de novo cheias, batam uma e outra vez contra minhas nádegas. Gememos, ofegamos, gritamos, curtindo igualmente a foda... -Vou encher seu cu de porra, Mariela...!- ele intimida, e no meio de um grito, se precipita dentro de mim. Sinto os jatos de porra fluírem pelo meu canal anal, quentes, grossos, invasivos... Ele desaba sobre minhas costas, entre ofegos excitados, e sem tirar, termina de bombear o resto das suas bolas. -Agora sim sou toda sua, bebê, você me deu até pelo cu...!- confirmo para ele, caso restasse alguma dúvida. Voltamos para a cama em estado de graça, sentindo ainda brilhar em nossos corpos as chamas do prazer que acabamos de compartilhar. Fazemos uma pausa. Enquanto ele liga para a namorada para responder as mensagens que ela tinha deixado, eu respondo as do meu marido que quer saber onde guardo a roupão de dormir da Romi, já que tinha sujado o que estava usando. -Amor...- digo depois de indicar onde está guardado -Vamos sair para jantar alguns do escritório, talvez eu demore um pouquinho mais do que o habitual- Ele diz que está tudo bem, que não me preocupe, que as crianças já estão prontas para dormir. Me despeço do meu marido e volto para o Valentino, que retorna para a cama depois de ter falado com a namorada. Ele se deita ao meu lado, nos abraçamos, nos beijamos... -Peço outro champagne...?- ele pergunta. -Vai...!- digo. Quando a nova garrafa chega, ele a abre e enche os copos novamente. O tempo todo estamos nos tocando, acariciando. Nos damos beijos, não só na boca, em todo o corpo também. -Que inveja do seu marido...- ele comenta em algum momento. -Ah é? E o que você diria se fosse meu marido e eu estivesse num hotel fudendo com um cara?- pergunto. -Se eu fosse seu marido te fodia tanto que você não teria mais vontade de sair fudendo por aí...- -Tem certeza?- -Cer-tí-ssi-mo, comigo você teria uma trepada por dia, até mais de uma...- -Bom, por enquanto você está cumprindo, está me fazendo gozar mais de uma vez...- confirmo, e agarrando o pau dele, que está melado e meio levantado, pergunto: -Tá a fim de continuar?- -Óbvio...!- exclama. Algumas sacudidas e ele fica duro de novo, todo empolgado, transbordando. Subo em cima dele, de costas, formando um 69, para chupar o pau dele enquanto ele chupa minha buceta. O prazer é mútuo. Quando já estamos no ponto, me movo para frente, faço um boobs fuck, e ficando de quatro, convido ele para continuar me comendo. Agora sim ele põe uma camisinha, mete em mim e me come com o entusiasmo de um cara que se imagina ator pornô. Admito que adoro. Não quero sutilezas. Quero que ele me destrua, que me aniquile. -Vai... Me come com força... Me dá com tudo... Me arrebenta...!- exijo, já completamente louca de tesão. Através dos espelhos vejo como ele se esforça para me satisfazer, dando tudo de si, disposto a demolir o que que tenho na minha frente. A cada enfiada ele faz minhas nádegas estremecerem... PLAP PLAP PLAP... e todo o meu corpo... PLAP PLAP PLAP... Em um momento ele para, como se para recarregar as energias, e então sou eu que me movimento, para trás e para frente, me enfiando toda na pica dele, me melando de tesão, de fogo... O prazer que sinto é tanto, tão intenso, que entre tantas enfiadas, acabo quase desmoronando, de bruços, com a pica bem lá dentro, ganhando cada vez mais terreno.
—Me dá no cu...! — peço, quase como uma reclamação.
Ele tira da minha buceta e com um único empurrão manda por trás. Eu enlouqueço ao sentir aquela dureza deliciosa mexendo com minha bunda de novo, impondo o poder de sua virilidade a cada empurrão. Enterro o rosto entre os lençóis, abafando um grito de pura emoção, intenso, agonizante.
Jogando todo o corpo sobre o meu, Valentino continua me comendo, brutal, selvagem, indomável, até que no meio de um rugido exaltado, ele tira toda, arranca a camisinha e goza, descarregando no meu corpo jatos violentos e carregadíssimos de porra, que chegam até minha nuca.
O prazer é soberbo, enorme, principalmente quando, ao me levantar, sinto o sêmen, morno, grosso, escorrendo por toda as minhas costas.
—Que tal a gente ficar e passar a noite? — pergunto enquanto me levanto para ir ao banheiro me lavar.
—Eu adoraria... — ele concorda.
Fazia tempo que não passava a noite com alguém, mas sentia que com Valentino valia muito a pena. Deixo então uma mensagem para meu marido dizendo que estou meio tonta, que não posso dirigir nesse estado, que vou ficar na casa de uma amiga.
Estabelecida a coartada, entramos no jacuzzi, tomando o que resta do champanhe. Depois vamos para a cama e... não, não transamos sem parar a noite toda, como com certeza estão pensando. Também não dormimos. Ficamos acordados conversando. Pode haver um abismo de mais de duas décadas entre nós dois, mas isso não impede que tenhamos muitas coisas em comum. Cedinho um Café da manhã gostoso, como deve ser, um banho compartilhado, o despertar e retomar a rotina. Saímos juntos do hotel, mas deixo ele na esquina para pegar um táxi. Chego em casa bem na hora de acordar as crianças. Meu marido já está pronto para ir trabalhar, levando a Romi para a casa da vovó no caminho, que é quem cuida dela durante a semana. Ele me cumprimenta com um beijo e pergunta como estou.
— Com uma leve ressaca ainda... — digo, e é verdade, com o Valentino acabamos com três garrafas de champanhe, mas a ressaca sexual é a mais forte.
Me despeço dos dois e com o Ro saímos para esperar o transporte da escola. Nisso, recebo uma mensagem do Valentino: "Obrigado por uma noite inesquecível..."
O ônibus chega, despido meu filho e, já em casa, mais tranquila e relaxada, respondo: "Obrigada você por me foder tão gostoso...", finalizando a mensagem com beijos e corações.
Não sei como vai continuar minha história com o Valentino, mas do que tenho certeza é que vou aproveitar cada oportunidade que tiver para dar uns pegas com o cara, disso não tenham dúvidas...Balançando o berço...

14 comentários - Balançando o berço...

Vas a terminar enfiestada con Valentino y sus amigas Marita. El sueño de cualquier pibe sos.
La pregunta q todos nos hacemos. ¿Tu marido ni siquiera desconfia del tamaño de cuernos q tiene? Creo q eso hace mas exitante a estos relatos
aleabu
Pensaba lo mismo...
Muy buenos relatos (pase por lo otros tb) dejo +10 y la calentura volando
no puedo creer lo que algun lector colocó mas arriba, que tu marido no sospeche la cornamenta que le hacés llevar!!! gracias por el relato, como siempre impecable @maritainfiel +10
Sute41
Por Dios que relato. La verdad sos unuica Marita.
Seria un sueño poder cojer con vos.
van pts.
Cada vez mejor lo tuyo!!! Q afortunados cada uno que tiene la suerte de comer todo eso!!! Besos reina
eso si que es el sueño del pibe, recuerdo tus primeros relatos contando tus fechorias de jovencita, se dio vuelta la tortilla pero sin dudas el gusto es el mismo.