Por sorte naquela noite, depois que terminamos de jantar na casa dos meus vizinhos e eu voltei pra casa com a Susan, ela passou mal com todo o vinho que tomou e ficou desmaiada. E eu, deitado do lado dela, olhando pro teto. Relembrando na minha cabeça, de novo e de novo, a sensação da esvaziada de porra que a boca da Laura tinha me dado.
Foi lindo. Foi diferente. Todo esse tempo, sim, nas vezes que a Susan veio pra Mendoza claro que a gente transava. E sim, de vez em quando ela me batia uma punheta. Mas aquela gozada que a Laura tirou de mim e engoliu com tanto gosto, foi intensa. Foi especial. Finalmente eu tinha deixado meu leite, de alguma forma, no corpo da mulher que eu já desejava loucamente. E naquele momento em que eu jorrei na boca dela, sentindo os gemidos, a língua acariciando meu pau enquanto ela engolia tudo… naquele breve instante tudo estava certo no mundo. Nada mais importava além daquela sensação. E eu achava que ela tinha sentido algo parecido.
Pelo menos, era o que eu pensava. Porque depois daquela noite, daquela chupada furtiva na minha cozinha, houve um tipo de silêncio total da parte da Laura. No dia seguinte, cedinho, levei a Susan pro aeroporto e voltei pra casa pra continuar minhas férias sozinho. O dia inteiro, nada da Laura. Nem uma mensagem no chat, mas eu sabia que o marido tava em casa. Não fiquei muito preocupado.
Mas no outro dia, na terça, eu já esperava alguma coisa dela. No entanto, ela não me mandou nada. Vi que o Alejandro tinha saído com a caminhonete de manhã, mas curiosamente voltou pra casa depois do meio-dia. Horário incomum. A Laura não tinha me mandado mensagem porque sabia que o marido ia voltar cedo? Podia ser. Mas nem mesmo um “oi” de manhã? Nada? Será que ela se arrependeu do que a gente fez e achou que se deixasse pra lá, se afastasse um pouco, aquilo ia ficar por isso mesmo e a gente ia acabar esquecendo?
Eu não ia esquecer. Não podia falar pela Laura, pelo que ela podia estar pensando ou sentindo. Se ela achava que aquela mamada na minha cozinha foi só aquilo e nada mais, que não queria mais saber de nada ou se arrependeu de trair o marido, tudo bem. Mas eu depois daquilo queria mais. Muito mais. E não estou falando só de outra chupada no pau.
Deixei passar a terça toda. Laura não me mandou mensagem o dia inteiro. Já era atípico, pensei, e fiquei um pouco preocupado. Decidi que se no dia seguinte ela não tomasse a iniciativa de me contatar, eu mesmo faria isso.
Na quarta acordei como sempre, dia normal, mas com a ideia de mandar uma mensagem pra Laura mais tarde. Tinha acabado de fazer um café com leite pra tomar no café da manhã, estava no meio do gole quando o celular vibrou na mesa. Ela me ganhou de mão.“Oi Ricky, bom dia, como vai?”“E aí, Lau, beleza…”“Tudo certo?”Sim, acabei de acordar. O que você tá aprontando?Nada, em casa. Escuta, já tomou café? Quer vir? Tenho torradas com geleiaEu tava cagando e andando, já estava tomando café da manhã. Deixei a xícara ali na mesa e, antes de responder qualquer coisa, queria me certificar de algo. Fui até minha porta e espiei discretamente para o lado da casa dela. A pickup não estava. Alejandro devia ter saído bem cedo e eu não ouvi.
"Já vou", mandei só.
Me vesti e rapidinho já estava na cozinha com ela, tomando um café gostoso e comendo torradas. Começamos a conversar, como sempre fazíamos, sobre tudo e nada. Mas notei ela diferente. Não sei se estranha, mas diferente. Tava com outra vibe, outro humor. Claro que as pessoas não precisam ser iguais todos os dias, é óbvio. Todo mundo tem dias melhores e piores. Mas eu não estava vendo e notando aquele tom e bom humor que ela sempre tinha. Estava mais tensa, mais fechada. Não sabia se tinha brigado com o marido por algo, ou se tinha caído a ficha do que fizemos algumas noites atrás e ela não queria nem tocar no assunto. Não sabia.
Sabia que a roupa dela não estava me sugerindo nada. Não tinha aberto a porta de calcinha, como naquela vez. E mesmo que o que ela estava usando naquele momento, um tipo de top de lã e um short de jeans, fosse um pouco chamativo para quem não a conhecesse, eu já estava cansado de vê-la sempre assim.
É modo de dizer, claro. Nunca estava cansado de vê-la assim. Acostumado seria a palavra.
Depois de um tempo de conversa e já no segundo café, perguntei diretamente.
"Ei, você está bem?"
"Eu?"
"É, quem mais seria?", disse.
"Por quê?", ela perguntou.
"Não sei, te acho meio tristonha. Séria. Aconteceu algo?"
Ela tomou um gole de café e não tirou os olhos de mim, falou em um tom suave, como se não quisesse que ninguém a ouvisse, mesmo estando sozinhos, "... você acha que não aconteceu nada, Ricky?"
"Ah, bom... okay...", concordei.
"É, okay.", ela repetiu sem parar de me olhar.
Eu tomei outro gole de café, ficando em silêncio por um momento. Na verdade não sabia o que dizer, "Se você quiser não se... Fala mais sobre o assunto e pronto. Tudo bem.”
“Sim, eu adoraria. Seria legal”, ela me disse num tom meio sem graça.
“Mas…?”
Laura suspirou, “Não sei. Acho que não é algo pra deixar sem conversar.”
Eu concordei com a cabeça, “Teve algum problema com o Ale?”
“Não é isso”, ela falou.
“E o que é, então? Não gostou?”, perguntei.
“Claro que gostei…”, ela disse. Eu sabia que ela tinha gostado, mas adorei ouvir da boca dela. Ninguém geme daquele jeito se não estiver gostando, “Não é esse o ponto… sei lá.”
“E qual é o ponto, Lau?”
“Ai… Deus, não sei, Ricky…”, ela lamentou, “Tô com uma confusão na cabeça…”
“De quê?”
Ela começou a falar sem me olhar, mexendo um pouco na xícara, “Eu… na real não esperava, de mim mesma, ter feito uma coisa dessas. Quando a gente se mudou pra cá, pensei mesmo que ia ser outra coisa.”
“Não tô te entendendo, Lau”, falei.
Ela suspirou de novo, “Não importa. É que não sei, Ricky. Eu não quero te foder e muito menos quero que me fodam, entende? Sou uma mulher casada, você tem sua namorada. Só isso.”
“Óbvio, entendo”, respondi concordando, “De novo, tá tudo bem. Não precisa me explicar nada.”
“É que não quero que pense que sou uma doida, sei lá…”, ela me olhou.
“Por que eu pensaria isso?”
“E porque a gente fez aquilo na outra noite, e agora talvez muita bola não foda-se, não sei o que você tá pensando…”
Encolhi os ombros, “Não tô pensando nada, Lau. A outra noite… bom, acho que a gente se soltou um pouco e fizemos porque deu vontade. Não sei você, mas eu já queria fazer uma coisa assim faz tempo. E bom, aconteceu, a gente fez e pronto.”
Laura concordou com a cabeça, “Sim, claro.”
“Digo, os dois quisemos fazer. Ninguém obrigou ninguém”, esclareci.
“Não, claro. Não tô dizendo que não quis”, ela completou.
Eu olhei pra ela um instante, “Tô muito errado se disser que acho que você também já tava pensando nisso?”
Ela me encarou e nossos olhos se encontraram, “Não… não tá errado.”
Eu sorri pra ela, pra tentar relaxar um pouco. A situação e ela, “Então tá tudo certo, Lau. Não precisa ficar en tanta história. Fica entre nós. Nós dois estávamos com vontade, ou pelo menos vontade de algo assim, fizemos, sacamos a vontade e pronto. Fica entre nós.
Laura não me disse nada, só assentiu, esboçando uma tentativa de sorriso. Eu tomei outro gole de café, olhando para ela, tentando entender o que havia por trás daqueles olhões. "Só tem uma coisa que não entendo."
"Hmm? O quê?"
"Não sei por que você disse que tinha uma confusão na cabeça.", olhei para ela.
"E... você acha que não dá pra pensar no que fizemos?", ela me respondeu.
"Não, não é isso. Digo... se fizemos o que fizemos, né? E nós dois concordamos que fizemos e já era. Que fica entre nós. Na real? Tema resolvido. Não vejo onde está a confusão.", eu disse.
Laura me olhou por um momento que me pareceu um pouco longo. Uns segundinhos a mais do que deveria ter sido. Só me respondeu: "Bom... okay, já está...", virou-se e foi até a pia da cozinha enxaguar uma xícara.
Eu a olhei de onde estava, apreciando as curvas suaves de suas costas e o belíssimo rabo que ela tinha aprisionado naquele shorts jeans curtinho. Tomei um golinho de café como para me animar e caminhei até onde ela estava, me posicionando por trás. Não a apoiei com força, de jeito nenhum, mas fiz com que ela sentisse meu corpo colado em suas costas enquanto minhas mãos se posicionavam suavemente em seus ombros. Falei baixinho, só para ela, apesar da solidão e do silêncio da cozinha, apenas quebrado pelo som da água corrente.
"Parece que não está nada, né?", eu disse acariciando seus ombros devagar.
"... não...", ouvi ela dizer. Ela não se afastou de mim quando me sentiu, nem quis fugir do meu toque. Afastei um pouco seu cabelo longo e deixei um beijo lindo e suave na pele delicada de seu pescoço, arrancando um suspiro de seus lábios. Depois outro, e mais um. Minhas mãos desceram e começaram a sentir seus lados.
"... Ricky...", ouvi ela entre um suspiro.
"O quê?"
"Não podemos estar fazendo isso...", ela me disse.
Deixei um beijo longo e uma bela chupadinha no lóbulo da orelha. Não sei se deu cócegas ou o quê, mas ela virou um pouco o pescoço para esfregá-lo no meu rosto, "Não podemos? Ou não queremos?"
"... não podemos..."
"Porque eu quero sim...", eu disse sussurrando no ouvido dela.
Ela suspirou e apoiou um pouco do peso do corpo em mim. A sensação de estar encostando o pau naquele bumbum me dominou um pouco, e acho que ela também sentiu, "... eu também, lindo, mas não posso... não posso..."
Eu já não aguentava mais de tesão por ter a Laura assim. Não me importava com o que ela dizia, nem com o que eu ouvia dizer. Essa mulher incrível estava fazendo meu sangue ferver. Afastei ela um pouco da pia da cozinha, trazendo-a mais para perto de mim e comecei a chupar seu pescoço de verdade. Queria devorá-la toda, queria beber aquela pele. Ela só suspirava e soltava algum gemido baixinho, mas logo senti sua mão acariciando a minha.
Com uma mão comecei a sentir seu bumbum por cima do tecido do jeans, apertando e dando um pouco do prazer que ela merecia. Minha outra mão, quase com vida própria, encontrou a borda inferior do seu top e deslizou para cima, sobre a curva ampla de seus seios, descobrindo-os completamente. Laura não tinha colocado sutiã, então eles pendiam macios, pesados, naturais e lindos.
Com uma mão apertando sua bunda e a outra espremendo um daqueles peitos incríveis, meu pau estava duro como pedra dentro da minha calça. Já doía de tão apertado. Para piorar, ouvir como ela estava deixando a Laura excitada, com seus suspiros suaves e gemidinhos baixos, estava me deixando completamente tarado.
Virei o rosto dela e começamos a nos beijar assim. Como naquela noite na minha cozinha. Com fome. Com muita fome um pelo outro. Ela, quase por instinto feminino, encostava a bunda no volume que eu carregava, enquanto nossas línguas brincavam e se saboreavam, nossos rostros trocando gemidos e respirações ofegantes.
Laura não aguentou mais e se virou para começarmos a nos beijar de verdade, como devia ser. Fundidos em um abraço e carícias, nos matamos com beijos longos, molhados e profundos. Ela mesma levou uma mão até meu volume e apertou, sentindo, curtindo. De repente parou de me beijar, vi aquele brilho de paixão e tesão no rosto que já tinha visto várias vezes. Sem dizer nada, se ajoelhou na minha frente, desabotoou minha calça, puxou meu pau duro para fora e, como tinha feito naquela noite, enfiou na boca. Chupando, gemendo, curtindo como um macho estava enchendo ela. E eu tive que jogar a cabeça para trás e quase gritar de prazer. Essa boca, essa mulher, não podia ser tão boa assim. Nunca tinha estado com uma mulher que gostasse tanto de ter a boca cheia de pau.
Ela mesma, com dificuldade, tinha desabotoado e abaixado o shorts, e eu a via de cima, levando uma mão de vez em quando entre as pernas e se esfregando, dando ainda mais prazer a si mesma enquanto me chupava.
Eu estava lutando comigo mesmo para não gozar ali. Para não encher a boca daquela deusa que estava me satisfazendo, que estava satisfazendo. Fiquei assim por alguns minutos doces e longos, que pareceram uma eternidade. Se Laura pensava que com um boquete ia me... satisfazer, eu estava errado. Naquela noite, bem, talvez sim. Naquela manhã… aquela manhã não.
Quando não aguentei mais, me abaixei e a levantei suavemente com minhas mãos, colocando-a em pé. Tirei a camiseta que já estava me incomodando e, enquanto nos beijávamos profundamente, a virei, inclinando-a um pouco sobre a bancada. Ela protestou algo entre os beijos.
“Ricky… Mmmh… para… para…”, ouvi ela sussurrar, mas ao mesmo tempo ela mesma apoiava a bunda com força para sentir meu pau ali. Pele contra pele.
Peguei suavemente seu cabelo comprido e dei uma leve puxada, olhando em seus olhos, “Linda… deusa… desde o primeiro dia que te vi eu quis te comer…”, disse e, para dar ênfase, dei uma boa empurrada forte com meus quadris, pressionando-a contra a bancada.
Laura soltou um gritinho de prazer e me olhou, “… eu… eu também… lindo… você não sabe como eu penso em você… o tempo todo…”
Eu não precisei de mais. Com um grunhido, dei mais alguns beijos em sua boca. Sem muito preâmbulo, sem muita história, deslizei a ponta do meu pau pelo sulco daquela bunda maravilhosa, para que ela sentisse. Quando Laura arqueou um pouco as costas para me dar melhor acesso, imediatamente senti sua buceta. Já estava molhada. Quente. Pronta, me convidando.
Não consigo explicar o prazer que os dois sentimos naquele momento. Os gemidos que soltamos em uníssono quando pressionei e entrei fácil. Tão fácil, tão lindo. Enfiei devagar e fundo, até minhas bolas, até não conseguir pressionar mais, enchendo aquele órgão íntimo e lindo de mulher. Agarrei com as mãos seus dois peitos, apertando-os também, e entre doces gemidos comecei a comê-la. E ela a mim, já que logo a senti se empurrando contra meu corpo, seus quadris procurando os meus no ritmo dela, tentando se sentir ainda mais penetrada.
Ali mesmo, na cozinha dela. De pé. Sem camisinha. Eu estava comendo a mulher de outro. Uma deusa incrível que, quanto mais eu dava, mais parecia querer.
Laura protestava entre gemidos e respiração ofegante: "Não... não goza dentro de mim..."
"Não... não, calma...", confortei-a com beijos enquanto continuava a entrar e sair suavemente daquele corpo, daquela buceta.
Senti-a rosnar. Nunca tinha ouvido uma mulher rosnar de prazer. "F-filho da putaaa...", cuspiu com os olhos fechados, "Que... mmmh!!!! Que dura você está! Aaaahhh!!"
Laura estava tão excitada e tão lubrificada que logo comecei a ouvir o som, doce mas meio nojento, de uma boa foda molhada. Cada vez que meu pau, tão naturalmente lubrificado por ela, entrava e saía, o som de carne molhada se misturava no silêncio da cozinha com o de dois quadris se batendo, o de um homem e uma mulher fodendo como animais.
Estive à beira de não conseguir me segurar e gozar dentro dela. Tive que diminuir um pouco o ritmo, recuperar o fôlego e deixar que ela fizesse o mesmo. Tudo entre beijos de pura paixão e amor.
"Você não pode foder assim, filho da puta...", sussurrou no meu rosto.
"E você... não pode ser tão linda...", retribuí com um beijo.
Para ficarmos mais confortáveis, Laura pegou uma das cadeiras da cozinha e me fez sentar. Em seguida, sentou-se em cima de mim, deslizando seu corpo contra o meu, meu pau ereto em sua buceta molhada, e começou a cavalgar assim. A mudança de posição pareceu dar-lhe muito mais prazer, pois logo ela se perdeu no ritmo e no êxtase sozinha. Segurando-se em mim, ela se fodeu sozinha no meu pau, que estava encantado em satisfazer uma mulher tão gostosa assim. E eu também, sorria entre minha agitação, percorrendo sua pele com as mãos e mordendo aqueles peitos enormes que dançavam na minha frente.
E foi assim que ela gozou. Teve um orgasmo enorme que sacudiu seu corpo, que pareceu destruí-lo de tão intenso que foi. De novo, nunca tinha ouvido uma mulher rosnar de prazer, mas Laura o fazia. Gemia e gemia, até que os gemidos se... transformavam-se em pura protesta de prazer, grunhidos profundos de êxtase no seu clímax.
E, como se não bastasse, só ouvir a Laura gozando me destruiu de vez.
Quando ela terminou, exausta, com um doce sorriso me deu uns beijos lindos e, por conta própria, desmontou, ficou de joelhos e começou a me chupar de novo com vontade. Ficou claríssimo que ela queria me fazer gozar ali mesmo.
E eu, com outro sorriso, já no céu, acariciando o cabelo dela suavemente, não pude fazer outra coisa senão deixar. Dei àquela boca divina o que ela procurava, faminta, mais uma vez enchendo ela com meu gozo quente quando explodi. A boca da Laura me chupava com força, engolindo cada jato da minha ejaculação, curtindo cada um e sem duvidar nem por um segundo que o lugar para meu gozo grosso tinha que ser o estômago dela.
Ela finalmente sentou de novo em cima de mim, sem nos penetrar, mas fundidos em abraços e carícias suaves, nos dizendo coisas doces entre beijos. Para ficarmos mais confortáveis, já que estávamos praticamente pelados, fomos nos jogar em um dos sofás da sala dela.
E foi ali, durante aquele momento de doce intimidade, de carícias, conversa e beijos que parecia se estender por horas, foi ali que comecei a entender finalmente a Laura. O que estava realmente acontecendo com ela.
Foi lindo. Foi diferente. Todo esse tempo, sim, nas vezes que a Susan veio pra Mendoza claro que a gente transava. E sim, de vez em quando ela me batia uma punheta. Mas aquela gozada que a Laura tirou de mim e engoliu com tanto gosto, foi intensa. Foi especial. Finalmente eu tinha deixado meu leite, de alguma forma, no corpo da mulher que eu já desejava loucamente. E naquele momento em que eu jorrei na boca dela, sentindo os gemidos, a língua acariciando meu pau enquanto ela engolia tudo… naquele breve instante tudo estava certo no mundo. Nada mais importava além daquela sensação. E eu achava que ela tinha sentido algo parecido.
Pelo menos, era o que eu pensava. Porque depois daquela noite, daquela chupada furtiva na minha cozinha, houve um tipo de silêncio total da parte da Laura. No dia seguinte, cedinho, levei a Susan pro aeroporto e voltei pra casa pra continuar minhas férias sozinho. O dia inteiro, nada da Laura. Nem uma mensagem no chat, mas eu sabia que o marido tava em casa. Não fiquei muito preocupado.
Mas no outro dia, na terça, eu já esperava alguma coisa dela. No entanto, ela não me mandou nada. Vi que o Alejandro tinha saído com a caminhonete de manhã, mas curiosamente voltou pra casa depois do meio-dia. Horário incomum. A Laura não tinha me mandado mensagem porque sabia que o marido ia voltar cedo? Podia ser. Mas nem mesmo um “oi” de manhã? Nada? Será que ela se arrependeu do que a gente fez e achou que se deixasse pra lá, se afastasse um pouco, aquilo ia ficar por isso mesmo e a gente ia acabar esquecendo?
Eu não ia esquecer. Não podia falar pela Laura, pelo que ela podia estar pensando ou sentindo. Se ela achava que aquela mamada na minha cozinha foi só aquilo e nada mais, que não queria mais saber de nada ou se arrependeu de trair o marido, tudo bem. Mas eu depois daquilo queria mais. Muito mais. E não estou falando só de outra chupada no pau.
Deixei passar a terça toda. Laura não me mandou mensagem o dia inteiro. Já era atípico, pensei, e fiquei um pouco preocupado. Decidi que se no dia seguinte ela não tomasse a iniciativa de me contatar, eu mesmo faria isso.
Na quarta acordei como sempre, dia normal, mas com a ideia de mandar uma mensagem pra Laura mais tarde. Tinha acabado de fazer um café com leite pra tomar no café da manhã, estava no meio do gole quando o celular vibrou na mesa. Ela me ganhou de mão.“Oi Ricky, bom dia, como vai?”“E aí, Lau, beleza…”“Tudo certo?”Sim, acabei de acordar. O que você tá aprontando?Nada, em casa. Escuta, já tomou café? Quer vir? Tenho torradas com geleiaEu tava cagando e andando, já estava tomando café da manhã. Deixei a xícara ali na mesa e, antes de responder qualquer coisa, queria me certificar de algo. Fui até minha porta e espiei discretamente para o lado da casa dela. A pickup não estava. Alejandro devia ter saído bem cedo e eu não ouvi.
"Já vou", mandei só.
Me vesti e rapidinho já estava na cozinha com ela, tomando um café gostoso e comendo torradas. Começamos a conversar, como sempre fazíamos, sobre tudo e nada. Mas notei ela diferente. Não sei se estranha, mas diferente. Tava com outra vibe, outro humor. Claro que as pessoas não precisam ser iguais todos os dias, é óbvio. Todo mundo tem dias melhores e piores. Mas eu não estava vendo e notando aquele tom e bom humor que ela sempre tinha. Estava mais tensa, mais fechada. Não sabia se tinha brigado com o marido por algo, ou se tinha caído a ficha do que fizemos algumas noites atrás e ela não queria nem tocar no assunto. Não sabia.
Sabia que a roupa dela não estava me sugerindo nada. Não tinha aberto a porta de calcinha, como naquela vez. E mesmo que o que ela estava usando naquele momento, um tipo de top de lã e um short de jeans, fosse um pouco chamativo para quem não a conhecesse, eu já estava cansado de vê-la sempre assim.
É modo de dizer, claro. Nunca estava cansado de vê-la assim. Acostumado seria a palavra.
Depois de um tempo de conversa e já no segundo café, perguntei diretamente.
"Ei, você está bem?"
"Eu?"
"É, quem mais seria?", disse.
"Por quê?", ela perguntou.
"Não sei, te acho meio tristonha. Séria. Aconteceu algo?"
Ela tomou um gole de café e não tirou os olhos de mim, falou em um tom suave, como se não quisesse que ninguém a ouvisse, mesmo estando sozinhos, "... você acha que não aconteceu nada, Ricky?"
"Ah, bom... okay...", concordei.
"É, okay.", ela repetiu sem parar de me olhar.
Eu tomei outro gole de café, ficando em silêncio por um momento. Na verdade não sabia o que dizer, "Se você quiser não se... Fala mais sobre o assunto e pronto. Tudo bem.”
“Sim, eu adoraria. Seria legal”, ela me disse num tom meio sem graça.
“Mas…?”
Laura suspirou, “Não sei. Acho que não é algo pra deixar sem conversar.”
Eu concordei com a cabeça, “Teve algum problema com o Ale?”
“Não é isso”, ela falou.
“E o que é, então? Não gostou?”, perguntei.
“Claro que gostei…”, ela disse. Eu sabia que ela tinha gostado, mas adorei ouvir da boca dela. Ninguém geme daquele jeito se não estiver gostando, “Não é esse o ponto… sei lá.”
“E qual é o ponto, Lau?”
“Ai… Deus, não sei, Ricky…”, ela lamentou, “Tô com uma confusão na cabeça…”
“De quê?”
Ela começou a falar sem me olhar, mexendo um pouco na xícara, “Eu… na real não esperava, de mim mesma, ter feito uma coisa dessas. Quando a gente se mudou pra cá, pensei mesmo que ia ser outra coisa.”
“Não tô te entendendo, Lau”, falei.
Ela suspirou de novo, “Não importa. É que não sei, Ricky. Eu não quero te foder e muito menos quero que me fodam, entende? Sou uma mulher casada, você tem sua namorada. Só isso.”
“Óbvio, entendo”, respondi concordando, “De novo, tá tudo bem. Não precisa me explicar nada.”
“É que não quero que pense que sou uma doida, sei lá…”, ela me olhou.
“Por que eu pensaria isso?”
“E porque a gente fez aquilo na outra noite, e agora talvez muita bola não foda-se, não sei o que você tá pensando…”
Encolhi os ombros, “Não tô pensando nada, Lau. A outra noite… bom, acho que a gente se soltou um pouco e fizemos porque deu vontade. Não sei você, mas eu já queria fazer uma coisa assim faz tempo. E bom, aconteceu, a gente fez e pronto.”
Laura concordou com a cabeça, “Sim, claro.”
“Digo, os dois quisemos fazer. Ninguém obrigou ninguém”, esclareci.
“Não, claro. Não tô dizendo que não quis”, ela completou.
Eu olhei pra ela um instante, “Tô muito errado se disser que acho que você também já tava pensando nisso?”
Ela me encarou e nossos olhos se encontraram, “Não… não tá errado.”
Eu sorri pra ela, pra tentar relaxar um pouco. A situação e ela, “Então tá tudo certo, Lau. Não precisa ficar en tanta história. Fica entre nós. Nós dois estávamos com vontade, ou pelo menos vontade de algo assim, fizemos, sacamos a vontade e pronto. Fica entre nós.
Laura não me disse nada, só assentiu, esboçando uma tentativa de sorriso. Eu tomei outro gole de café, olhando para ela, tentando entender o que havia por trás daqueles olhões. "Só tem uma coisa que não entendo."
"Hmm? O quê?"
"Não sei por que você disse que tinha uma confusão na cabeça.", olhei para ela.
"E... você acha que não dá pra pensar no que fizemos?", ela me respondeu.
"Não, não é isso. Digo... se fizemos o que fizemos, né? E nós dois concordamos que fizemos e já era. Que fica entre nós. Na real? Tema resolvido. Não vejo onde está a confusão.", eu disse.
Laura me olhou por um momento que me pareceu um pouco longo. Uns segundinhos a mais do que deveria ter sido. Só me respondeu: "Bom... okay, já está...", virou-se e foi até a pia da cozinha enxaguar uma xícara.
Eu a olhei de onde estava, apreciando as curvas suaves de suas costas e o belíssimo rabo que ela tinha aprisionado naquele shorts jeans curtinho. Tomei um golinho de café como para me animar e caminhei até onde ela estava, me posicionando por trás. Não a apoiei com força, de jeito nenhum, mas fiz com que ela sentisse meu corpo colado em suas costas enquanto minhas mãos se posicionavam suavemente em seus ombros. Falei baixinho, só para ela, apesar da solidão e do silêncio da cozinha, apenas quebrado pelo som da água corrente.
"Parece que não está nada, né?", eu disse acariciando seus ombros devagar.
"... não...", ouvi ela dizer. Ela não se afastou de mim quando me sentiu, nem quis fugir do meu toque. Afastei um pouco seu cabelo longo e deixei um beijo lindo e suave na pele delicada de seu pescoço, arrancando um suspiro de seus lábios. Depois outro, e mais um. Minhas mãos desceram e começaram a sentir seus lados.
"... Ricky...", ouvi ela entre um suspiro.
"O quê?"
"Não podemos estar fazendo isso...", ela me disse.
Deixei um beijo longo e uma bela chupadinha no lóbulo da orelha. Não sei se deu cócegas ou o quê, mas ela virou um pouco o pescoço para esfregá-lo no meu rosto, "Não podemos? Ou não queremos?"
"... não podemos..."
"Porque eu quero sim...", eu disse sussurrando no ouvido dela.
Ela suspirou e apoiou um pouco do peso do corpo em mim. A sensação de estar encostando o pau naquele bumbum me dominou um pouco, e acho que ela também sentiu, "... eu também, lindo, mas não posso... não posso..."
Eu já não aguentava mais de tesão por ter a Laura assim. Não me importava com o que ela dizia, nem com o que eu ouvia dizer. Essa mulher incrível estava fazendo meu sangue ferver. Afastei ela um pouco da pia da cozinha, trazendo-a mais para perto de mim e comecei a chupar seu pescoço de verdade. Queria devorá-la toda, queria beber aquela pele. Ela só suspirava e soltava algum gemido baixinho, mas logo senti sua mão acariciando a minha.
Com uma mão comecei a sentir seu bumbum por cima do tecido do jeans, apertando e dando um pouco do prazer que ela merecia. Minha outra mão, quase com vida própria, encontrou a borda inferior do seu top e deslizou para cima, sobre a curva ampla de seus seios, descobrindo-os completamente. Laura não tinha colocado sutiã, então eles pendiam macios, pesados, naturais e lindos.
Com uma mão apertando sua bunda e a outra espremendo um daqueles peitos incríveis, meu pau estava duro como pedra dentro da minha calça. Já doía de tão apertado. Para piorar, ouvir como ela estava deixando a Laura excitada, com seus suspiros suaves e gemidinhos baixos, estava me deixando completamente tarado.Virei o rosto dela e começamos a nos beijar assim. Como naquela noite na minha cozinha. Com fome. Com muita fome um pelo outro. Ela, quase por instinto feminino, encostava a bunda no volume que eu carregava, enquanto nossas línguas brincavam e se saboreavam, nossos rostros trocando gemidos e respirações ofegantes.
Laura não aguentou mais e se virou para começarmos a nos beijar de verdade, como devia ser. Fundidos em um abraço e carícias, nos matamos com beijos longos, molhados e profundos. Ela mesma levou uma mão até meu volume e apertou, sentindo, curtindo. De repente parou de me beijar, vi aquele brilho de paixão e tesão no rosto que já tinha visto várias vezes. Sem dizer nada, se ajoelhou na minha frente, desabotoou minha calça, puxou meu pau duro para fora e, como tinha feito naquela noite, enfiou na boca. Chupando, gemendo, curtindo como um macho estava enchendo ela. E eu tive que jogar a cabeça para trás e quase gritar de prazer. Essa boca, essa mulher, não podia ser tão boa assim. Nunca tinha estado com uma mulher que gostasse tanto de ter a boca cheia de pau.
Ela mesma, com dificuldade, tinha desabotoado e abaixado o shorts, e eu a via de cima, levando uma mão de vez em quando entre as pernas e se esfregando, dando ainda mais prazer a si mesma enquanto me chupava.
Eu estava lutando comigo mesmo para não gozar ali. Para não encher a boca daquela deusa que estava me satisfazendo, que estava satisfazendo. Fiquei assim por alguns minutos doces e longos, que pareceram uma eternidade. Se Laura pensava que com um boquete ia me... satisfazer, eu estava errado. Naquela noite, bem, talvez sim. Naquela manhã… aquela manhã não.
Quando não aguentei mais, me abaixei e a levantei suavemente com minhas mãos, colocando-a em pé. Tirei a camiseta que já estava me incomodando e, enquanto nos beijávamos profundamente, a virei, inclinando-a um pouco sobre a bancada. Ela protestou algo entre os beijos.
“Ricky… Mmmh… para… para…”, ouvi ela sussurrar, mas ao mesmo tempo ela mesma apoiava a bunda com força para sentir meu pau ali. Pele contra pele.
Peguei suavemente seu cabelo comprido e dei uma leve puxada, olhando em seus olhos, “Linda… deusa… desde o primeiro dia que te vi eu quis te comer…”, disse e, para dar ênfase, dei uma boa empurrada forte com meus quadris, pressionando-a contra a bancada.
Laura soltou um gritinho de prazer e me olhou, “… eu… eu também… lindo… você não sabe como eu penso em você… o tempo todo…”
Eu não precisei de mais. Com um grunhido, dei mais alguns beijos em sua boca. Sem muito preâmbulo, sem muita história, deslizei a ponta do meu pau pelo sulco daquela bunda maravilhosa, para que ela sentisse. Quando Laura arqueou um pouco as costas para me dar melhor acesso, imediatamente senti sua buceta. Já estava molhada. Quente. Pronta, me convidando.
Não consigo explicar o prazer que os dois sentimos naquele momento. Os gemidos que soltamos em uníssono quando pressionei e entrei fácil. Tão fácil, tão lindo. Enfiei devagar e fundo, até minhas bolas, até não conseguir pressionar mais, enchendo aquele órgão íntimo e lindo de mulher. Agarrei com as mãos seus dois peitos, apertando-os também, e entre doces gemidos comecei a comê-la. E ela a mim, já que logo a senti se empurrando contra meu corpo, seus quadris procurando os meus no ritmo dela, tentando se sentir ainda mais penetrada.
Ali mesmo, na cozinha dela. De pé. Sem camisinha. Eu estava comendo a mulher de outro. Uma deusa incrível que, quanto mais eu dava, mais parecia querer.
Laura protestava entre gemidos e respiração ofegante: "Não... não goza dentro de mim...""Não... não, calma...", confortei-a com beijos enquanto continuava a entrar e sair suavemente daquele corpo, daquela buceta.
Senti-a rosnar. Nunca tinha ouvido uma mulher rosnar de prazer. "F-filho da putaaa...", cuspiu com os olhos fechados, "Que... mmmh!!!! Que dura você está! Aaaahhh!!"
Laura estava tão excitada e tão lubrificada que logo comecei a ouvir o som, doce mas meio nojento, de uma boa foda molhada. Cada vez que meu pau, tão naturalmente lubrificado por ela, entrava e saía, o som de carne molhada se misturava no silêncio da cozinha com o de dois quadris se batendo, o de um homem e uma mulher fodendo como animais.
Estive à beira de não conseguir me segurar e gozar dentro dela. Tive que diminuir um pouco o ritmo, recuperar o fôlego e deixar que ela fizesse o mesmo. Tudo entre beijos de pura paixão e amor.
"Você não pode foder assim, filho da puta...", sussurrou no meu rosto.
"E você... não pode ser tão linda...", retribuí com um beijo.
Para ficarmos mais confortáveis, Laura pegou uma das cadeiras da cozinha e me fez sentar. Em seguida, sentou-se em cima de mim, deslizando seu corpo contra o meu, meu pau ereto em sua buceta molhada, e começou a cavalgar assim. A mudança de posição pareceu dar-lhe muito mais prazer, pois logo ela se perdeu no ritmo e no êxtase sozinha. Segurando-se em mim, ela se fodeu sozinha no meu pau, que estava encantado em satisfazer uma mulher tão gostosa assim. E eu também, sorria entre minha agitação, percorrendo sua pele com as mãos e mordendo aqueles peitos enormes que dançavam na minha frente.
E foi assim que ela gozou. Teve um orgasmo enorme que sacudiu seu corpo, que pareceu destruí-lo de tão intenso que foi. De novo, nunca tinha ouvido uma mulher rosnar de prazer, mas Laura o fazia. Gemia e gemia, até que os gemidos se... transformavam-se em pura protesta de prazer, grunhidos profundos de êxtase no seu clímax.
E, como se não bastasse, só ouvir a Laura gozando me destruiu de vez.
Quando ela terminou, exausta, com um doce sorriso me deu uns beijos lindos e, por conta própria, desmontou, ficou de joelhos e começou a me chupar de novo com vontade. Ficou claríssimo que ela queria me fazer gozar ali mesmo.E eu, com outro sorriso, já no céu, acariciando o cabelo dela suavemente, não pude fazer outra coisa senão deixar. Dei àquela boca divina o que ela procurava, faminta, mais uma vez enchendo ela com meu gozo quente quando explodi. A boca da Laura me chupava com força, engolindo cada jato da minha ejaculação, curtindo cada um e sem duvidar nem por um segundo que o lugar para meu gozo grosso tinha que ser o estômago dela.
Ela finalmente sentou de novo em cima de mim, sem nos penetrar, mas fundidos em abraços e carícias suaves, nos dizendo coisas doces entre beijos. Para ficarmos mais confortáveis, já que estávamos praticamente pelados, fomos nos jogar em um dos sofás da sala dela.
E foi ali, durante aquele momento de doce intimidade, de carícias, conversa e beijos que parecia se estender por horas, foi ali que comecei a entender finalmente a Laura. O que estava realmente acontecendo com ela.
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