Olá de novo! Já faz um tempinho desde minha última postagem. Fiquei esse tempo todo longe por vários motivos, mas nada grave: reflexão, problemas financeiros e intimidade. Quero compartilhar com vocês um dos meus rolês que voltou à tona depois de muitos anos, mas que ultimamente tenho lembrado direto... Atualmente sou casado, um relacionamento de vários anos de namoro, e conheço minha parceira há ainda mais tempo (se vocês me seguem, já devem ter lido um dos meus posts onde detalho mais sobre isso). Não é surpresa que minha esposa tenha uma vida mais ativa do que eu antes de me conhecer. Mas uma coisa que não tá escrito é que eu também tive uma vida meio movimentada... Não tão "vivida" como dizem (tipo, que já passou por várias experiências sexuais e de vícios), mas meio que isso sempre esteve ao meu redor. Quem nunca teve uma prima gostosa e sexy, e desejou que fosse adotado só pra poder fazer um monte de safadeza com ela? Pois é, é isso que quero contar hoje. (Como de costume, vou colocar umas imagens de referência pra deixar a história mais legal.)
Tenho uma prima da mesma idade que, curiosamente, além de ser uma gostosa, é uma mina muito gente boa e a gente se dava super bem quando éramos mais novos.
No tempo do colégio, ela começou a mudar fisicamente e era bem perceptível, embora nossos pais não desconfiassem de nada, nos davam muita liberdade. A gente conversava e se dava super bem, era tipo uma amizade maneira. De repente, eu aparecia na casa dela de tarde só pra ver filmes ou passar o tempo. Às vezes saíamos com amigos ou sozinhos, ela ficava com ciúmes de mim e eu dela também, cuidava dela quando saía com algum cara ou ia pra festa. Era tanta intimidade que a gente acabava falando de coisas pessoais, às vezes até de putaria e fantasias. Mas sempre no meio de brincadeiras e zoação. Se alguém de fora visse a gente, ia achar que nossas atitudes eram meio estranhas, nada convencionais, já que éramos parentes.
Hoje, anos depois, consigo perceber que aquelas atitudes, embora eu não fizesse com más intenções, não eram tão saudáveis assim, porque podiam gerar confusão. (E foi exatamente o que aconteceu.) Apesar de já sermos adolescentes (17 anos), de vez em quando ela dormia na minha casa e eu na dela, e acho que esse foi um dos erros que deram início a tudo. Uma noite em que ela ficou para dormir em casa (eu não sabia que ela tinha ficado), porque estava fora com coisas da escola e tal, quando cheguei já era tarde, então tentei não fazer barulho para não acordar ninguém. Cheguei no meu quarto (tenho o costume de não acender a luz), estava me despindo para entrar no banheiro, mas naquela noite estava meio tarado por causa dos hormônios e tal, então peguei meu celular e comecei a procurar algo na internet. Já tinha começado a me tocar (masturbando) quando ouço um gemido que me fez arrepiar os cabelos (pensando em algo sobrenatural), mas não esperava me deparar com aquela surpresa... Minha prima, de camisola e uma calcinha de renda, estava dormindo no meu quarto. Ela acende a luz e me encontra pelado, com uma mão no celular e a outra na minha pica. Do susto, tento esconder o que estava vendo, colocando a mão nas costas, mas esqueço de abaixar a outra para me cobrir, e tento me curvar como se estivesse me abaixando. Lembro como os olhos dela ficaram arregalados (bem abertos) e como ela ficou vermelha enquanto lentamente virava o rosto. Ficamos os dois sem graça, eu envergonhado e ao mesmo tempo tentando não fazer barulho para não acordar ninguém. Ela, com a voz nervosa e baixinha, me perguntou: — O que foi, primo? Por que você fez isso? Eu respondi que não sabia que ela estava ali, ninguém tinha me avisado, e fiquei pedindo desculpas, dizendo para ela não contar nada sobre o que aconteceu, enquanto me dirigia ao banheiro me cobrindo. Ela ficou com o olhar desviado, sem contato visual, mas dava para ver que estava toda vermelha. Enfim, eu... Tomei um banho, o tesão passou e, todo envergonhado, saí e fui pra sala dormir. Não dava pra ficar lá, de tão constrangedor que tava o momento. De manhã, saí bem cedo, então não vi ela. Os meses foram passando e a comunicação entre nós ficou meio distante. Ninguém ficou sabendo daquela noite. Até que, por causa de outro rolê, tive que dormir na casa dos meus tios. Ela se trancou no quarto dela cedo e me deram o quarto de visitas (era uma casa de dois andares, e o de visitas ficava no térreo, lá no fundo). Não conseguia pegar no sono, tava realmente desconfortável. Já eram quase 2h40 da manhã e eu virava pra lá e pra cá. Levantei e fui beber um pouco de água. Encontrei minha prima no corredor. Vi que ela se assustou tanto quanto eu e ficou com o olhar baixo.
Perguntei o que ela tava fazendo acordada e se tava acontecendo alguma coisa. Sem responder nada, ela vem andando até mim e coloca as mãos no meu peito, meio que fechando os punhos, e começa a me empurrar pra trás. Fiquei meio atordoado porque me pegou desprevenido e quase caí, mas deixei rolar e chegamos no quarto. Já dentro, ela fecha a porta e é aí que percebo que ela tá vestindo uma camisa comprida e folgada.
Meio nervoso e gaguejando, pergunto se ela tá bem. Ela continua sem responder, com o olhar baixo. Fica um silêncio bem tenso por uns segundos até que ela começa a falar baixinho: — Por que você fez isso? Por que tinha que fazer? Eu te... eu te considerava... Lágrimas começam a escorrer pelo rosto dela, e eu continuo parado. Ela segue falando:
— Você não sabe o que você me causou, tava confusa há um tempo e sei que isso é errado, mas você, por que tinha que estar... desde aquele dia não consigo tirar essa imagem da minha cabeça, caralho! Tô ficando louca por sua causa, sabia? (Naquela hora, minha prima tava num relacionamento, mas começaram a ter problemas desde aquela noite que ela me viu. Eu não quis culpar nada, mas ela confirmou o que eu esperava que não fosse.) Sem muito o que dizer, só abaixei a cabeça e pedi desculpas, sentei na beira da cama e fiquei de cabeça baixa. Minha prima completa com voz suave: — Sei que você também sente isso, eu sei e dá pra perceber... (ela chega perto do meu ouvido e sussurra) não tô usando nada por baixo disso.
Fiquei em choque, meus olhos podem denunciar o quanto eu estava surpreso, mas sem fazer muitos movimentos, com a cabeça baixa só levanto o olhar e, sob aquela luz fraca da noite que entrava pela janela do quintal de serviço, ela estava parada ali, com a camisa de mangas compridas e folgada, levantando suavemente a parte de baixo dela, deixando ver aquela majestosa e rosadinha parte íntima entre as pernas dela.
Quase explodi com a situação que acabei de presenciar. Será que isso estava mesmo acontecendo? Ficava me perguntando na minha cabeça. Será que vou conseguir realizar essa putaria? Isso não é igual nos pornôs, tem consequências. Milhares de pensamentos bombardeavam enquanto meu coração acelerava, eu continuava sentado ali, sem perceber que a outra cabeça já estava dando sinais de vida (costumo usar um short folgado de esporte pra dormir e uma camisa de manga curta) e minha prima percebeu, deu um sorriso enquanto mordia o lábio inferior. - Tá gostando? - Ela disse de um jeito sensual. *Não podemos fazer isso, por favor para, você... você tá confundindo as coisas. - Para de se fazer de bobo, eu já te vi, cê acha que não sei quando um cara tá fantasiando? Cê é um tarado. *Prima, por favor, não é o que você tá pensando, por favor, a gente precisa conversar sobre iss... Não tinha terminado de completar a última frase quando ela se jogou nos meus lábios, fazendo com que, pela inércia, a gente caísse deitado, com ela por cima de mim.
Tudo aconteceu tão rápido que eu não tive tempo de pensar em nada coerente.
Ela me segurou pelos pulsos, com as duas mãos, me deixando numa posição bem submisso e humilhante. Eu não queria machucar ela nem usar força, porque talvez no fundo eu também queria que algo rolasse. A gente começou a se beijar, no começo foi intenso, mas depois o ritmo baixou e os beijos ficaram suaves e lentos. Cheguei a pensar que ela tinha caído em si, que tava na dúvida ou voltado aos seus cinco sentidos, mas não leio mentes — não podia estar mais enganado.

Para de me apertar e solta minhas mãos pra deslizar devagar e enfiar elas por baixo da minha camisa, fazendo movimentos suaves no meu peito, passando pelas mangas e num instante já tinha tirado a camisa do meu corpo. Com os lábios dela começa dando beijinhos percorrendo meu pescoço até chegar nos meus mamilos, brinca um pouco com a língua enquanto desce a mão pra esfregar meu pau.

Nesse ponto, eu fiz um movimento que não sei como descrever, podia ser interpretado como desconforto ou uma tentativa de parar tudo; repeti pra ela parar, que tudo aquilo estava errado e que eu queria que as coisas continuassem como eram antes, ia ser difícil, mas a gente tentaria esquecer e deixar tudo pra trás. Mas ela estava decidida, e em todas as minhas tentativas de impedir, ela tinha seus jeitos de me calar, como arrancar os botões da camisa e enfiar os peitos na minha cara.
—"Não vou te deixar ir, você não vai escapar de novo, hoje à noite você vai ser meu." Dizia minha prima enquanto segurava minha cabeça com força, pressionando contra os peitos dela. —"Você não faz ideia de há quanto tempo eu queria isso!
(Me considero um cara comum, não sou dotado, mas também não sou pequeno, então não conseguia entender a obsessão da minha prima. Ela parecia realmente possuída, a paixão e a intensidade dela em querer me ter eram indescritíveis.) Já que minhas tentativas de parar tudo ali eram em vão, decidi entrar no jogo. Num movimento rápido, virei o corpo dela, deixando a gente numa posição de 69 com ela por cima.
Como ela já estava mais de 90% pelada, não precisei fazer mais nada pra começar a devorar aquela buceta deliciosa e molhada.
Ela também não ficou atrás, baixou o short e dava umas chupadas gostosas que eram uma delícia, usava as mãos pra massagear minhas bolas e também me masturbava, chupava meus ovos e puxava a pica. Algo espetacular.

Os gemidos dela eram música pros meus ouvidos, mas não podíamos fazer tanto barulho. Quando ela enfiava meu pau na boca dela, eu usava uma perna pra envolver a cabeça dela, tipo uma chave de luta, mas onde ela se engasgava chupando ele.

Continua...
Tenho uma prima da mesma idade que, curiosamente, além de ser uma gostosa, é uma mina muito gente boa e a gente se dava super bem quando éramos mais novos.
No tempo do colégio, ela começou a mudar fisicamente e era bem perceptível, embora nossos pais não desconfiassem de nada, nos davam muita liberdade. A gente conversava e se dava super bem, era tipo uma amizade maneira. De repente, eu aparecia na casa dela de tarde só pra ver filmes ou passar o tempo. Às vezes saíamos com amigos ou sozinhos, ela ficava com ciúmes de mim e eu dela também, cuidava dela quando saía com algum cara ou ia pra festa. Era tanta intimidade que a gente acabava falando de coisas pessoais, às vezes até de putaria e fantasias. Mas sempre no meio de brincadeiras e zoação. Se alguém de fora visse a gente, ia achar que nossas atitudes eram meio estranhas, nada convencionais, já que éramos parentes.
Hoje, anos depois, consigo perceber que aquelas atitudes, embora eu não fizesse com más intenções, não eram tão saudáveis assim, porque podiam gerar confusão. (E foi exatamente o que aconteceu.) Apesar de já sermos adolescentes (17 anos), de vez em quando ela dormia na minha casa e eu na dela, e acho que esse foi um dos erros que deram início a tudo. Uma noite em que ela ficou para dormir em casa (eu não sabia que ela tinha ficado), porque estava fora com coisas da escola e tal, quando cheguei já era tarde, então tentei não fazer barulho para não acordar ninguém. Cheguei no meu quarto (tenho o costume de não acender a luz), estava me despindo para entrar no banheiro, mas naquela noite estava meio tarado por causa dos hormônios e tal, então peguei meu celular e comecei a procurar algo na internet. Já tinha começado a me tocar (masturbando) quando ouço um gemido que me fez arrepiar os cabelos (pensando em algo sobrenatural), mas não esperava me deparar com aquela surpresa... Minha prima, de camisola e uma calcinha de renda, estava dormindo no meu quarto. Ela acende a luz e me encontra pelado, com uma mão no celular e a outra na minha pica. Do susto, tento esconder o que estava vendo, colocando a mão nas costas, mas esqueço de abaixar a outra para me cobrir, e tento me curvar como se estivesse me abaixando. Lembro como os olhos dela ficaram arregalados (bem abertos) e como ela ficou vermelha enquanto lentamente virava o rosto. Ficamos os dois sem graça, eu envergonhado e ao mesmo tempo tentando não fazer barulho para não acordar ninguém. Ela, com a voz nervosa e baixinha, me perguntou: — O que foi, primo? Por que você fez isso? Eu respondi que não sabia que ela estava ali, ninguém tinha me avisado, e fiquei pedindo desculpas, dizendo para ela não contar nada sobre o que aconteceu, enquanto me dirigia ao banheiro me cobrindo. Ela ficou com o olhar desviado, sem contato visual, mas dava para ver que estava toda vermelha. Enfim, eu... Tomei um banho, o tesão passou e, todo envergonhado, saí e fui pra sala dormir. Não dava pra ficar lá, de tão constrangedor que tava o momento. De manhã, saí bem cedo, então não vi ela. Os meses foram passando e a comunicação entre nós ficou meio distante. Ninguém ficou sabendo daquela noite. Até que, por causa de outro rolê, tive que dormir na casa dos meus tios. Ela se trancou no quarto dela cedo e me deram o quarto de visitas (era uma casa de dois andares, e o de visitas ficava no térreo, lá no fundo). Não conseguia pegar no sono, tava realmente desconfortável. Já eram quase 2h40 da manhã e eu virava pra lá e pra cá. Levantei e fui beber um pouco de água. Encontrei minha prima no corredor. Vi que ela se assustou tanto quanto eu e ficou com o olhar baixo.
Perguntei o que ela tava fazendo acordada e se tava acontecendo alguma coisa. Sem responder nada, ela vem andando até mim e coloca as mãos no meu peito, meio que fechando os punhos, e começa a me empurrar pra trás. Fiquei meio atordoado porque me pegou desprevenido e quase caí, mas deixei rolar e chegamos no quarto. Já dentro, ela fecha a porta e é aí que percebo que ela tá vestindo uma camisa comprida e folgada.
Meio nervoso e gaguejando, pergunto se ela tá bem. Ela continua sem responder, com o olhar baixo. Fica um silêncio bem tenso por uns segundos até que ela começa a falar baixinho: — Por que você fez isso? Por que tinha que fazer? Eu te... eu te considerava... Lágrimas começam a escorrer pelo rosto dela, e eu continuo parado. Ela segue falando:
— Você não sabe o que você me causou, tava confusa há um tempo e sei que isso é errado, mas você, por que tinha que estar... desde aquele dia não consigo tirar essa imagem da minha cabeça, caralho! Tô ficando louca por sua causa, sabia? (Naquela hora, minha prima tava num relacionamento, mas começaram a ter problemas desde aquela noite que ela me viu. Eu não quis culpar nada, mas ela confirmou o que eu esperava que não fosse.) Sem muito o que dizer, só abaixei a cabeça e pedi desculpas, sentei na beira da cama e fiquei de cabeça baixa. Minha prima completa com voz suave: — Sei que você também sente isso, eu sei e dá pra perceber... (ela chega perto do meu ouvido e sussurra) não tô usando nada por baixo disso.
Fiquei em choque, meus olhos podem denunciar o quanto eu estava surpreso, mas sem fazer muitos movimentos, com a cabeça baixa só levanto o olhar e, sob aquela luz fraca da noite que entrava pela janela do quintal de serviço, ela estava parada ali, com a camisa de mangas compridas e folgada, levantando suavemente a parte de baixo dela, deixando ver aquela majestosa e rosadinha parte íntima entre as pernas dela.
Quase explodi com a situação que acabei de presenciar. Será que isso estava mesmo acontecendo? Ficava me perguntando na minha cabeça. Será que vou conseguir realizar essa putaria? Isso não é igual nos pornôs, tem consequências. Milhares de pensamentos bombardeavam enquanto meu coração acelerava, eu continuava sentado ali, sem perceber que a outra cabeça já estava dando sinais de vida (costumo usar um short folgado de esporte pra dormir e uma camisa de manga curta) e minha prima percebeu, deu um sorriso enquanto mordia o lábio inferior. - Tá gostando? - Ela disse de um jeito sensual. *Não podemos fazer isso, por favor para, você... você tá confundindo as coisas. - Para de se fazer de bobo, eu já te vi, cê acha que não sei quando um cara tá fantasiando? Cê é um tarado. *Prima, por favor, não é o que você tá pensando, por favor, a gente precisa conversar sobre iss... Não tinha terminado de completar a última frase quando ela se jogou nos meus lábios, fazendo com que, pela inércia, a gente caísse deitado, com ela por cima de mim.
Tudo aconteceu tão rápido que eu não tive tempo de pensar em nada coerente.
Ela me segurou pelos pulsos, com as duas mãos, me deixando numa posição bem submisso e humilhante. Eu não queria machucar ela nem usar força, porque talvez no fundo eu também queria que algo rolasse. A gente começou a se beijar, no começo foi intenso, mas depois o ritmo baixou e os beijos ficaram suaves e lentos. Cheguei a pensar que ela tinha caído em si, que tava na dúvida ou voltado aos seus cinco sentidos, mas não leio mentes — não podia estar mais enganado.

Para de me apertar e solta minhas mãos pra deslizar devagar e enfiar elas por baixo da minha camisa, fazendo movimentos suaves no meu peito, passando pelas mangas e num instante já tinha tirado a camisa do meu corpo. Com os lábios dela começa dando beijinhos percorrendo meu pescoço até chegar nos meus mamilos, brinca um pouco com a língua enquanto desce a mão pra esfregar meu pau.

Nesse ponto, eu fiz um movimento que não sei como descrever, podia ser interpretado como desconforto ou uma tentativa de parar tudo; repeti pra ela parar, que tudo aquilo estava errado e que eu queria que as coisas continuassem como eram antes, ia ser difícil, mas a gente tentaria esquecer e deixar tudo pra trás. Mas ela estava decidida, e em todas as minhas tentativas de impedir, ela tinha seus jeitos de me calar, como arrancar os botões da camisa e enfiar os peitos na minha cara.
—"Não vou te deixar ir, você não vai escapar de novo, hoje à noite você vai ser meu." Dizia minha prima enquanto segurava minha cabeça com força, pressionando contra os peitos dela. —"Você não faz ideia de há quanto tempo eu queria isso!
(Me considero um cara comum, não sou dotado, mas também não sou pequeno, então não conseguia entender a obsessão da minha prima. Ela parecia realmente possuída, a paixão e a intensidade dela em querer me ter eram indescritíveis.) Já que minhas tentativas de parar tudo ali eram em vão, decidi entrar no jogo. Num movimento rápido, virei o corpo dela, deixando a gente numa posição de 69 com ela por cima.
Como ela já estava mais de 90% pelada, não precisei fazer mais nada pra começar a devorar aquela buceta deliciosa e molhada.
Ela também não ficou atrás, baixou o short e dava umas chupadas gostosas que eram uma delícia, usava as mãos pra massagear minhas bolas e também me masturbava, chupava meus ovos e puxava a pica. Algo espetacular.

Os gemidos dela eram música pros meus ouvidos, mas não podíamos fazer tanto barulho. Quando ela enfiava meu pau na boca dela, eu usava uma perna pra envolver a cabeça dela, tipo uma chave de luta, mas onde ela se engasgava chupando ele.

Continua...
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