Falta muito ovo no marido da tia parte 2

Depois de ter terminado de foder com as duas enteadas da tia da minha esposa, a prima da minha esposa avisou a gente que já estavam voltando para a sala de estar. Eu já tinha recebido minha esposa e deixado ela saborear, sem saber, o gosto de buceta e cu das duas garotas. Serviram a comida, e Sarah e Maira sentaram na frente da minha esposa e de mim. Stephanie, a prima da minha esposa, sentou do meu lado esquerdo, na frente da mãe dela, que estava à direita da minha esposa. Enquanto todo mundo comia, senti algo estranho debaixo da mesa e, para minha surpresa, era a perna de Stephanie se esfregando na minha. Finalmente, a gente se levantou, eu meio desconfortável e surpreso com a atitude delas em relação a mim, que era praticamente um estranho. No fim das contas, minha esposa pegou os pratos e disse: "Eu lavo", e foi lavar a louça. Naquele exato momento em que minha esposa sumiu atrás da porta, Stephanie perguntou a Sarah e Maira se a gente tinha se divertido. As duas garotas responderam entre risadas que não foi nada mal. Stephanie se aproximou e sentou do meu lado, Sarah sentou em cima de mim e Maira do outro lado. Eu só pensava em como tinha me metido numa encrenca daquelas. Sarah se esfregava em mim ainda de pijama e sem calcinha, enquanto Maira acariciava meu peito, quase como me preparando para algo maior. Stephanie só olhava e ria, dizendo: "hahaha, são umas putas". Minha esposa voltou rápido, nos pegou meio de surpresa e quase nos descobriu, mas a própria tia dela surgiu do nada e a parou bem antes de nos ver. Sarah se levantou devagar, quase arrastando e espremendo a bunda no meu pau enquanto tirava. Maira me beijou e mordeu meus lábios antes de se levantar, e Stephanie só ficou mexendo no celular do meu lado. Sarah foi para o quarto dela, enquanto Maira atendia uma ligação. Quando minha esposa me viu, Maira falava com quem parecia ser o namorado dela, ria e dizia que estava ansiosa pelo jantar de hoje, enquanto eu... Olhava para longe, longe da vista da minha esposa. Ficamos mais um tempo, minha esposa teve que ir ao banheiro, então me deixou sozinho com a tia dela, que assim que viu minha esposa entrar no banheiro e trancar a porta, se levantou e se aproximou descaradamente, parada de forma obscena, destacando as curvas do quadril. E repito, ela era uma mulher madura, mas era uma MILF completa. Eu sorri e perguntei o que ela estava fazendo. Adriana, a tia da minha esposa, simplesmente me beijou suavemente e se virou, encostando-se numa bancada que tinha ali perto. Ela abaixou a calça e me deixou ver suas nádegas pálidas, redondas e MILF. Puxou pra o lado a sua calcinha fio dental vermelha de renda e me olhou, dizendo: "E então... vai aproveitar ou vai ser um putão igual meu marido?" As palavras cruas e diretas atingiram meu orgulho e, como um homem ofendido, me levantei, me aproximei dela e a segurei com força pelos quadris depois de tirar a pica. A puta nem estava molhada e, mesmo assim, minha pica entrou sem problemas. Tava claro que ela era de dar muita passagem. Fiquei metendo forte e duro enquanto segurava seus quadris. Apesar da buceta dela estar tão gasta e usada, não era ruim. Ela só me olhava sorrindo e, de vez em quando, franzia a testa ou gemia baixinho enquanto eu continuava metendo uma e outra vez na buceta madura dela. Enquanto estávamos ali, Sarah saiu do quarto dela pra pegar algo que tinha deixado. Ela literalmente viu eu comendo a esposa do pai dela e só sorriu e pegou o que precisava. Eu pensei que já tínhamos arrumado um problema, mas sem esperar, Adriana olhou pra ela e me disse com um tom de autoridade: "Mais forte! Me dá mais forte!" Eu obedeci a ordem e comecei a meter mais forte, fazendo barulho com a nossa carne batendo. Sarah finalmente saiu e Adriana só me olhou e disse: "Não liga pra ela, depois ela se veste com uma coisa bonitinha", enquanto começava a mexer os quadris e se mover pra frente e pra trás sozinha, fazendo com que minhas estocadas tivessem mais efeito. Finalmente, eu... Gozei dentro dela, pensei que ela ia ficar brava, mas pelo contrário, ela gritou "ai, Deus, sim!" E quando tirei meu pau dela, ela ajeitou a calcinha de novo e subiu a calça, me olhou, me beijou e foi pra cozinha dizendo "vou te trazer algo enquanto sua esposa volta". E que tremenda confusão, porque minha esposa tinha acabado de sair do banheiro. Minha esposa sempre foi meio brincalhona e, ao ver que a tia dela não estava por perto, Sarah e Maira também não, e Stephanie também não, ela sorriu, me beijou e falou no meu ouvido: "quer que eu te dê um pouco de amor?" Enquanto com as mãos apertava meu pau na calça e esfregava. Ela viu bem que ninguém vinha, se agachou, desabotoou minha calça e tirou meu pau de lá, e como toda uma profissional começou a me dar um boquete brutal. O problema é que meu pau cheirava muito forte a buceta, não sei como minha esposa não falou nada. Literalmente, minha própria esposa estava limpando o gosto da buceta da Sarah, o gosto da buceta da Maira e agora, mais recente, o gosto e os fluidos recém-expostos da buceta velha da própria tia dela. Eu não ia reclamar. Peguei minha esposa pelo cabelo e fiz ela engolir meu pau uma vez e outra. Por causa das gozadas anteriores, minha ereção estava durando mais que o normal, então minha esposa começou a gemer e se contorcer enquanto me chupava. Eu estava tão duro que ela começou a fazer barulhos obscenos e sugestivos até que finalmente conseguiu minha gozada. Forcei ela a engolir meu pau até ficar com minhas bolas no queixo dela. Tirei meu pau da boca dela, deixando fios de saliva entre nós dois. Beijei a testa dela e falei: "você é uma boa menina". Minha esposa adora isso. Ela se levantou, limpou a boca e sussurrou: "ei, estava mais gostoso que o normal... e, Deus, você estava duríssimo, meu amor. Quando voltarmos pra casa, você tem que me foder." Eu concordei, beijei ela e falei que claro que ia fazer. Depois disso, as outras voltaram pra sala, agora todas arrumadas como se fossemos sair. Sarah vestiu um vestido justo de uma peça só que, sinceramente, me deixou ainda mais excitado que O pijama dela, Maira usava uma blusa curta que deixava o umbigo e o decote de fora, com uns mini shorts justinhos que caíam perfeitamente nela. A tia da minha esposa usava uma blusa decotada e uma calça jeans apertada que levantava e valorizava a bunda dela. E a Stephanie, de sobremesa, usava um suéter justo com uma abertura nos peitos que mostrava o decote e só, mas era bem provocante, uma saia bem curtinha e meias por baixo — praticamente vestida como uma puta. E no pescoço delas, por algum motivo que eu não sabia, todas usavam uma choker (gargantilha), fosse de couro, tecido ou metal, e como eu disse (decorativa), com uma fenda pra prender uma coleira de escravo. Já era estranho por si só, mas a tia, Adriana, não usava isso — ela usava uma cruz prateada que descia até os peitos dela, onde, se você prestasse atenção, dava pra ver o sutiã de renda preta, como se por baixo ela estivesse usando uma lingerie erótica. Depois que todas se apresentaram, chegou o... marido dela, o tio da minha esposa. Eu já conhecia ele um pouco, mas quando ele chegou, vi como a Adriana cumprimentou ele dizendo "ah, chegou?" As filhas dela, Sarah e Maira, falaram "oi, pai..." enquanto ignoravam ele, e a Stephanie olhou pra ele com uma cara de nojo e disse "oi, vamos comer com minha prima e o namorado dela". Quando me mencionou, notei que todas pegaram suas bolsas e se aproximaram da porta, mas ficando atrás de mim, quase de forma educada e organizada. Não sei o que rolava entre eles, mas não ia negar que umas gostosas daquelas me atendessem. E sem mais, subimos no carro e, como era de esperar, éramos muitos. Adriana sentou na frente, chamando o marido gritando "vai nos levar ou não?" Stephanie sentou do meu lado, eu fiquei no meio, minha esposa sentou do outro lado, e Sarah e Maira disseram habilmente "bom, como precisa de força masculina e espaço, vamos encher o saco do único macho aqui!" E as duas sentaram, quase uma em cada perna. Não me abraçavam por falta de espaço ou pela presença da minha esposa, mas dava pra sentir como Disfarçadamente, de vez em quando, as mãos dele desciam pra apalpar minha rola por cima da calça. Depois continuo com a parte 3.

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