Depois que nosso primeiro filho nasceu, a gente se mudou.
Já na cidade dele, comecei a conviver com os amigos do meu marido. No sexo, ele começou a ter umas fantasias, me perguntava se eu topava transar com algum amigo dele, algo que nunca tinha passado pela minha cabeça. Toda vez que a gente transava, ele fazia essas perguntas e eu respondia que sim. Depois que gozava, eu falava que ele era maluco.
Depois disso, ele continuava insistindo nessa ideia e, como a gente tinha Sky, contratamos o serviço adulto e começamos a ver filmes onde apareciam mulheres com dois caras, e ele me perguntava se eu gostaria de estar assim, o que fazia a gente transar bem gostoso.
Depois a gente mudou de casa e foi morar do lado de onde morava um dos melhores amigos dele com a mulher. A gente se dava super bem. Efra, o amigo do Armando, sempre foi respeitoso comigo, mas eu percebia que ele me olhava quando eu passava, porque a gente dividia a mesma varanda da frente e o quintal dos fundos onde estacionavam os carros. Era uma casa dividida em duas. Isso fez a convivência ficar mais fácil e a gente criar mais intimidade.
Como ele continuava me perguntando se eu queria estar com dois ao mesmo tempo, eu falei que sim. Quando ele perguntou quem eu queria, respondi que era o Efra, o melhor amigo dele. Eu sabia que ele me olhava sempre que podia; ficava de olho na minha bunda e assim passou um tempo até que uma noite eu ouvi eles voltarem com outros amigos. Escutei eles conversando na sala e, depois de um tempo, o Armando entrou no quarto. Levantei e falei que ia na sala pegar água para as mamadeiras.
Ele me beijou e disse:
— Sim, tudo bem. E voltou. Para ir até a cozinha, eu tinha que passar pela sala.
Eu, que na época tinha 25 anos, costumava dormir com um short de lycra que ficava bem abaixo da bunda e uma regata preta.
Quando entrei, me surpreendi ao ver o Efra sentado na sala. Meio nervosa, cumprimentei ele e fui para a cozinha. Peguei uma jarra de água e voltei para o quarto. Ao passar pela Sala, o Armando me parou, me abraçou por trás e falou no meu ouvido:
—Tenho uma surpresa pra você.
Olhei pro Efra e ri nervosa. Tinha acabado de parar de amamentar, então meus peitos estavam grandes e eu não tava de sutiã. Vi que o Efra foi a primeira coisa que ele olhou.
Nisso, o Armando perguntou pro Efra:
—O que você acha? Ao me ver sorrindo, ele respondeu que eu era uma mulher muito sexy, muito gostosa e, aí, me perguntou se eu topava fazer com os dois. Nervosa, mas sorrindo, olhando nos olhos do Efra, perguntei:
—E ele quer? Eu agrado ele?
Ele respondeu na hora:
—Sim.
Essa delícia, enquanto ele me olhava, o Armando me beijou no pescoço e levantou minha blusa, deixando meus peitos no ar e à vista do Efraín. Por um momento ele me observou até que eu sorri pra ele e isso deu abertura pra ele se levantar e começar a tocar meus peitos e beijá-los enquanto o Armando me beijava o pescoço e as costas. Eu comecei a gemer ao sentir como outro homem chupava minhas tetas enquanto meu marido me beijava o pescoço e as costas.
Depois, o Efra começou a me beijar na boca e a tocar minha buceta, que num instante ficou molhada. Comecei a passar a mão na pica dos dois por cima da calça. Sentia uma sensação muito estranha, como se tivessem me colocando num sanduíche.
Depois, o Efra sentou no sofá e eu me abaixei pra desabotoar a calça dele, louca pra ver a pica dele pela primeira vez. Talvez pelo nervosismo, ele ainda não tava de pau duro total, mas tinha uma pica branca e reta (a do Armando é torta pra baixo). Então, comecei a tirar ela pra fora. Depois, comecei a chupar, passando a língua de ponta a ponta, até deixar ele duro. Pude ver que a pica dele era maior e mais grossa que a do Armando, então enfiei na boca até onde cabia e dei um boquete delicioso. Algo que até então só tinha feito com o Armando.
Pela cara do Efra, dava pra ver que ele tava adorando como eu fazia. Enquanto o Efra gozava, eu não parava de chupar a pica dele. O Armando aproveitou que eu tava de joelhos e de bunda empinada pra começar a... comer.
Talvez pela excitação e nervosismo do momento, os dois gozaram rápido.
Naquela noite, Efra não me penetrou e Armando gozou dentro de mim, enquanto eu fazia Efra gozar com minha boca e provei pela primeira vez o sêmen dele, recebendo na boca — algo que, pela reação dele, Efra adorou. Com um sorriso safado, limpei a boca e me levantei, olhando nos olhos deles com malícia: Depois, me aproximei de Armando e falei: «Era isso que você queria, né?». Foi assim que comecei a ser a putinha do meu marido e do amigo dele, Efra.
Dias depois, conversando com Armando, falei que tava com vergonha de encarar o Efra, que ele devia estar pensando um monte de coisa de mim depois do que rolou. Ele respondeu que Efra tinha dito que eu era maravilhosa, mas que tinha ficado meio estranho e por isso tinha gozado muito rápido. Também disse que ele queria repetir e que agora tava afim de me comer. Perguntei: «Você quer que ele me coma?». E ele respondeu: «Se você quiser, sim». Claro que eu queria sentir aquela rola dentro de mim, então deixei as coisas rolarem.
Passaram-se vários dias e um fim de semana. Como de costume, Armando e Efra saíram com os amigos, deixando a gente, as esposas, em casa. A relação entre a esposa dele, Sandra, e eu era cordial, só convivíamos o estritamente necessário.
Naquele dia, eles chegaram pouco antes da meia-noite, porque nossas casas eram coladas e compartilhavam um quintal, onde estacionavam os carros. Cuidando pra esposa do Efra não perceber que eles já tinham chegado, eles entraram na sala. Pra isso, Armando já tinha me falado pra vestir uma tanga azul que eu quase não usava porque não tava acostumada. Coloquei um shortinho e uma camisa sem sutiã. Fomos pra sala, batemos um papo enquanto tomávamos cerveja. Efra me olhava, e Armando perguntava se ele gostava do meu corpo enquanto eu me levantava do sofá na frente deles. Dessa vez, Efra começou a me abraçar e beijar enquanto Armando nos observava.
Depois, Efra começou a tirar minha roupa e beijar meu corpo todo. Eu começou a chupar minha buceta, algo que me excitou pra caralho, porque ele fazia muito bem. Eu também chupei a pica dele e, num dado momento, começamos a transar na frente do Armando, como se ele não estivesse ali. Ele nos via enquanto a gente se tocava e se beijava, deixando claro que a gente se queria.
Efra é mais atlético que o Armando. Efra me deitou num sofá, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, apontou a pica dele pra minha buceta e me penetrou de um jeito desenfreado que me causou dor e prazer ao mesmo tempo. Ao sentir como a pica dele entrava em mim, comecei a gemer gostoso pra caralho. Sentia as bolas dele batendo na minha buceta, como se quisessem entrar também, porque ele metia até o fundo. Assim continuamos por uns dez minutos, fundidos num corpo só. Nós dois perdemos de vista que o Armando tava olhando.
Quando senti o Efra esvaziando os jatos de porra dentro de mim, essa foi a primeira vez que ele gozou dentro de mim. Depois de uns momentos, ele saiu de cima de mim e, como se esperasse a vez dele, o Armando me viu satisfeita, me levantou e me colocou na frente do Efra pra eu chupar a pica dele de novo, ainda com resto de porra, enquanto ele começava a me penetrar. Eu sentia como, a cada estocada, a porra do Efra escorria pra fora, o que fez ele gozar rápido e esvaziar também a porra dele dentro de mim.
Foi uma experiência foda, porque era a primeira vez que sentia tanta porra dentro de mim. Me levantei, com porra escorrendo pela minha virilha, e me sentei no sofá meio sem graça. Falei pra eles: «Vocês dois são loucos», me limpei e fui pro quarto. Depois de um tempo, o Armando entrou no quarto e, perguntando se eu tinha gostado, me comeu de novo de um jeito que eu sentia a pica dele engrossar dentro de mim, e soube que ele tinha gostado de me compartilhar com o melhor amigo dele. Ver outro homem possuindo a mulher dele o excitava, ele gozou de novo dentro de mim e a gente dormiu.
Nos dias seguintes, quando a gente transava, o Armando me perguntava se eu gostaria de repetir transar com o Efra. Eu disse que sim, contanto que não desse ciúme nele, que o amigo dele me comesse.
Ele disse que era só sexo, então virou algo que começou a se repetir sempre que dava. Quando chegavam dos outros amigos, antes de dormir, vinham e me transformavam na putinha deles, e eu satisfazia todos os desejos deles. Os encontros foram fazendo a gente se encaixar os três no sexo, porque eles se alternavam comigo enquanto eu montava em um. Eu chupava a pica do outro até que conseguiram fazer minha primeira dupla penetração. Uma noite, enquanto eu montava no Efra, o Armando começou a passar saliva no meu cu até me penetrar.
Eu gemia um pouco de dor, mas também de prazer, porque o Efra me penetrava com a pica dele na buceta e, enquanto o Efra me beijava, o Armando bombava a pica dele no meu cu. Eu sentia as picas deles se chocando dentro de mim até sentir o Armando se esvaziar dentro do meu cu, ele tirava e eu continuava me movendo em cima do Efra até gozar de novo num orgasmo, sentindo ele encher meu ser com o esperma dele.
Vale dizer que eu já era operada, então não tinha risco de engravidar. O Armando já me comia pelo cu desde que a gente era namorado, então não foi tão difícil pra ele. Mas ainda assim me causava um pouco de dor e prazer. Os encontros seguintes foram mais gostosos, porque me acostumei a sentir as picas deles ao mesmo tempo. Eu gemia e me mexia como se estivesse possuída, até eles terminarem. O Armando sempre gozava primeiro, então eu via o Efra continuar me comendo e trocando de posição até gozar dentro de mim. Depois, o Armando voltava a me comer sentindo o esperma do Efra. Ele me comia e gozava de novo lá dentro.
Foi aí que comecei a soltar a puta que tinha dentro de mim e satisfazer eles, porque o Efra me fazia dele de todas as maneiras que queria. Eu sabia que com a mulher dele ele não fazia igual comigo, e isso me enchia de prazer. Assim passou um tempo em que, sempre que podiam, o Efra vinha na nossa casa pra me comer entre os dois.
Quando o Armando não estava Por causa do trabalho, ele me disse que ia pedir pro Efra ficar de olho, então o Efra não perdia a chance de me comer. Ele batia na janelinha do banheiro e eu saía pro quintal dos fundos, tomando cuidado pra não ser vista pela esposa dele. Eu sempre saía de legging e camiseta, sem sutiã.
No escuro, eu ficava chupando a rola dele, coisa que eu adorava. Depois, me inclinava sobre o porta-malas do carro, abaixava minha legging e ele metia, me fazendo gemer sem poder gritar de prazer. Isso esquentava ele demais, porque no meu ouvido ele dizia que adorava me comer. Me deixava louca saber que eu era a putinha do Efra.
Isso durou uns dois anos.
Já na cidade dele, comecei a conviver com os amigos do meu marido. No sexo, ele começou a ter umas fantasias, me perguntava se eu topava transar com algum amigo dele, algo que nunca tinha passado pela minha cabeça. Toda vez que a gente transava, ele fazia essas perguntas e eu respondia que sim. Depois que gozava, eu falava que ele era maluco.
Depois disso, ele continuava insistindo nessa ideia e, como a gente tinha Sky, contratamos o serviço adulto e começamos a ver filmes onde apareciam mulheres com dois caras, e ele me perguntava se eu gostaria de estar assim, o que fazia a gente transar bem gostoso.
Depois a gente mudou de casa e foi morar do lado de onde morava um dos melhores amigos dele com a mulher. A gente se dava super bem. Efra, o amigo do Armando, sempre foi respeitoso comigo, mas eu percebia que ele me olhava quando eu passava, porque a gente dividia a mesma varanda da frente e o quintal dos fundos onde estacionavam os carros. Era uma casa dividida em duas. Isso fez a convivência ficar mais fácil e a gente criar mais intimidade.
Como ele continuava me perguntando se eu queria estar com dois ao mesmo tempo, eu falei que sim. Quando ele perguntou quem eu queria, respondi que era o Efra, o melhor amigo dele. Eu sabia que ele me olhava sempre que podia; ficava de olho na minha bunda e assim passou um tempo até que uma noite eu ouvi eles voltarem com outros amigos. Escutei eles conversando na sala e, depois de um tempo, o Armando entrou no quarto. Levantei e falei que ia na sala pegar água para as mamadeiras.
Ele me beijou e disse:
— Sim, tudo bem. E voltou. Para ir até a cozinha, eu tinha que passar pela sala.
Eu, que na época tinha 25 anos, costumava dormir com um short de lycra que ficava bem abaixo da bunda e uma regata preta.
Quando entrei, me surpreendi ao ver o Efra sentado na sala. Meio nervosa, cumprimentei ele e fui para a cozinha. Peguei uma jarra de água e voltei para o quarto. Ao passar pela Sala, o Armando me parou, me abraçou por trás e falou no meu ouvido:
—Tenho uma surpresa pra você.
Olhei pro Efra e ri nervosa. Tinha acabado de parar de amamentar, então meus peitos estavam grandes e eu não tava de sutiã. Vi que o Efra foi a primeira coisa que ele olhou.
Nisso, o Armando perguntou pro Efra:
—O que você acha? Ao me ver sorrindo, ele respondeu que eu era uma mulher muito sexy, muito gostosa e, aí, me perguntou se eu topava fazer com os dois. Nervosa, mas sorrindo, olhando nos olhos do Efra, perguntei:
—E ele quer? Eu agrado ele?
Ele respondeu na hora:
—Sim.
Essa delícia, enquanto ele me olhava, o Armando me beijou no pescoço e levantou minha blusa, deixando meus peitos no ar e à vista do Efraín. Por um momento ele me observou até que eu sorri pra ele e isso deu abertura pra ele se levantar e começar a tocar meus peitos e beijá-los enquanto o Armando me beijava o pescoço e as costas. Eu comecei a gemer ao sentir como outro homem chupava minhas tetas enquanto meu marido me beijava o pescoço e as costas.
Depois, o Efra começou a me beijar na boca e a tocar minha buceta, que num instante ficou molhada. Comecei a passar a mão na pica dos dois por cima da calça. Sentia uma sensação muito estranha, como se tivessem me colocando num sanduíche.
Depois, o Efra sentou no sofá e eu me abaixei pra desabotoar a calça dele, louca pra ver a pica dele pela primeira vez. Talvez pelo nervosismo, ele ainda não tava de pau duro total, mas tinha uma pica branca e reta (a do Armando é torta pra baixo). Então, comecei a tirar ela pra fora. Depois, comecei a chupar, passando a língua de ponta a ponta, até deixar ele duro. Pude ver que a pica dele era maior e mais grossa que a do Armando, então enfiei na boca até onde cabia e dei um boquete delicioso. Algo que até então só tinha feito com o Armando.
Pela cara do Efra, dava pra ver que ele tava adorando como eu fazia. Enquanto o Efra gozava, eu não parava de chupar a pica dele. O Armando aproveitou que eu tava de joelhos e de bunda empinada pra começar a... comer.
Talvez pela excitação e nervosismo do momento, os dois gozaram rápido.
Naquela noite, Efra não me penetrou e Armando gozou dentro de mim, enquanto eu fazia Efra gozar com minha boca e provei pela primeira vez o sêmen dele, recebendo na boca — algo que, pela reação dele, Efra adorou. Com um sorriso safado, limpei a boca e me levantei, olhando nos olhos deles com malícia: Depois, me aproximei de Armando e falei: «Era isso que você queria, né?». Foi assim que comecei a ser a putinha do meu marido e do amigo dele, Efra.
Dias depois, conversando com Armando, falei que tava com vergonha de encarar o Efra, que ele devia estar pensando um monte de coisa de mim depois do que rolou. Ele respondeu que Efra tinha dito que eu era maravilhosa, mas que tinha ficado meio estranho e por isso tinha gozado muito rápido. Também disse que ele queria repetir e que agora tava afim de me comer. Perguntei: «Você quer que ele me coma?». E ele respondeu: «Se você quiser, sim». Claro que eu queria sentir aquela rola dentro de mim, então deixei as coisas rolarem.
Passaram-se vários dias e um fim de semana. Como de costume, Armando e Efra saíram com os amigos, deixando a gente, as esposas, em casa. A relação entre a esposa dele, Sandra, e eu era cordial, só convivíamos o estritamente necessário.
Naquele dia, eles chegaram pouco antes da meia-noite, porque nossas casas eram coladas e compartilhavam um quintal, onde estacionavam os carros. Cuidando pra esposa do Efra não perceber que eles já tinham chegado, eles entraram na sala. Pra isso, Armando já tinha me falado pra vestir uma tanga azul que eu quase não usava porque não tava acostumada. Coloquei um shortinho e uma camisa sem sutiã. Fomos pra sala, batemos um papo enquanto tomávamos cerveja. Efra me olhava, e Armando perguntava se ele gostava do meu corpo enquanto eu me levantava do sofá na frente deles. Dessa vez, Efra começou a me abraçar e beijar enquanto Armando nos observava.
Depois, Efra começou a tirar minha roupa e beijar meu corpo todo. Eu começou a chupar minha buceta, algo que me excitou pra caralho, porque ele fazia muito bem. Eu também chupei a pica dele e, num dado momento, começamos a transar na frente do Armando, como se ele não estivesse ali. Ele nos via enquanto a gente se tocava e se beijava, deixando claro que a gente se queria.
Efra é mais atlético que o Armando. Efra me deitou num sofá, pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, apontou a pica dele pra minha buceta e me penetrou de um jeito desenfreado que me causou dor e prazer ao mesmo tempo. Ao sentir como a pica dele entrava em mim, comecei a gemer gostoso pra caralho. Sentia as bolas dele batendo na minha buceta, como se quisessem entrar também, porque ele metia até o fundo. Assim continuamos por uns dez minutos, fundidos num corpo só. Nós dois perdemos de vista que o Armando tava olhando.
Quando senti o Efra esvaziando os jatos de porra dentro de mim, essa foi a primeira vez que ele gozou dentro de mim. Depois de uns momentos, ele saiu de cima de mim e, como se esperasse a vez dele, o Armando me viu satisfeita, me levantou e me colocou na frente do Efra pra eu chupar a pica dele de novo, ainda com resto de porra, enquanto ele começava a me penetrar. Eu sentia como, a cada estocada, a porra do Efra escorria pra fora, o que fez ele gozar rápido e esvaziar também a porra dele dentro de mim.
Foi uma experiência foda, porque era a primeira vez que sentia tanta porra dentro de mim. Me levantei, com porra escorrendo pela minha virilha, e me sentei no sofá meio sem graça. Falei pra eles: «Vocês dois são loucos», me limpei e fui pro quarto. Depois de um tempo, o Armando entrou no quarto e, perguntando se eu tinha gostado, me comeu de novo de um jeito que eu sentia a pica dele engrossar dentro de mim, e soube que ele tinha gostado de me compartilhar com o melhor amigo dele. Ver outro homem possuindo a mulher dele o excitava, ele gozou de novo dentro de mim e a gente dormiu.
Nos dias seguintes, quando a gente transava, o Armando me perguntava se eu gostaria de repetir transar com o Efra. Eu disse que sim, contanto que não desse ciúme nele, que o amigo dele me comesse.
Ele disse que era só sexo, então virou algo que começou a se repetir sempre que dava. Quando chegavam dos outros amigos, antes de dormir, vinham e me transformavam na putinha deles, e eu satisfazia todos os desejos deles. Os encontros foram fazendo a gente se encaixar os três no sexo, porque eles se alternavam comigo enquanto eu montava em um. Eu chupava a pica do outro até que conseguiram fazer minha primeira dupla penetração. Uma noite, enquanto eu montava no Efra, o Armando começou a passar saliva no meu cu até me penetrar.
Eu gemia um pouco de dor, mas também de prazer, porque o Efra me penetrava com a pica dele na buceta e, enquanto o Efra me beijava, o Armando bombava a pica dele no meu cu. Eu sentia as picas deles se chocando dentro de mim até sentir o Armando se esvaziar dentro do meu cu, ele tirava e eu continuava me movendo em cima do Efra até gozar de novo num orgasmo, sentindo ele encher meu ser com o esperma dele.
Vale dizer que eu já era operada, então não tinha risco de engravidar. O Armando já me comia pelo cu desde que a gente era namorado, então não foi tão difícil pra ele. Mas ainda assim me causava um pouco de dor e prazer. Os encontros seguintes foram mais gostosos, porque me acostumei a sentir as picas deles ao mesmo tempo. Eu gemia e me mexia como se estivesse possuída, até eles terminarem. O Armando sempre gozava primeiro, então eu via o Efra continuar me comendo e trocando de posição até gozar dentro de mim. Depois, o Armando voltava a me comer sentindo o esperma do Efra. Ele me comia e gozava de novo lá dentro.
Foi aí que comecei a soltar a puta que tinha dentro de mim e satisfazer eles, porque o Efra me fazia dele de todas as maneiras que queria. Eu sabia que com a mulher dele ele não fazia igual comigo, e isso me enchia de prazer. Assim passou um tempo em que, sempre que podiam, o Efra vinha na nossa casa pra me comer entre os dois.
Quando o Armando não estava Por causa do trabalho, ele me disse que ia pedir pro Efra ficar de olho, então o Efra não perdia a chance de me comer. Ele batia na janelinha do banheiro e eu saía pro quintal dos fundos, tomando cuidado pra não ser vista pela esposa dele. Eu sempre saía de legging e camiseta, sem sutiã.
No escuro, eu ficava chupando a rola dele, coisa que eu adorava. Depois, me inclinava sobre o porta-malas do carro, abaixava minha legging e ele metia, me fazendo gemer sem poder gritar de prazer. Isso esquentava ele demais, porque no meu ouvido ele dizia que adorava me comer. Me deixava louca saber que eu era a putinha do Efra.
Isso durou uns dois anos.
2 comentários - termine siendo la puta del amigo de mi pareja