Aquele sábado estava um dia ensolarado e eu esperava por ele a semana inteira. Me liguei, sou Javier, sou branquelo, magro, 1,65 de altura, olhos azuis, loiro quase platinado com cabelo na metade das costas. Minha esposa Vanessa, cabelo moreno, magra e uns centímetros mais baixa que eu. A gente se dá muito bem, mas faz uns meses que o sexo é raro e não funciona direito. Naquele dia, ela ia passar a tarde com umas amigas e depois sair pra farra à noite. Eu ia ficar sozinho e decidi ir pro apartamento que ela herdou dos pais, a meia hora de onde a gente morava, e passar a tarde e a noite dedicado ao meu segredo: me travestir.
Depois de almoçar e se arrumar, ela foi embora e eu rapidamente peguei minhas coisas e fui pro apartamento. Estacionei umas duas ruas antes pra nenhum vizinho encher o saco vendo meu carro na porta. Assim que cheguei, preparei a roupa que tinha lá — algumas eram minhas, que comprei e guardo numa caixa no garagem, no forro falso, junto com uns peitos de silicone e outras coisas da minha mulher. Tomei um banho e comecei a me vestir. Primeiro as meias vermelhas, cinta-liga e uma calcinha vermelha de renda. Coloquei os peitos, que são tipo um top que passa pela cabeça e fica justo no peito, parecendo reais. Depois o sutiã, e por último o vestido vermelho justo e curto e os saltos. Sentei na frente do espelho e comecei a me maquiar com a maquiagem da minha mulher. Depois penteiei o cabelo de um jeito feminino, me olhei no espelho vendo refletida a Pili, meu nome de mulher, e fiquei um tempinho fazendo várias poses.
Fui pra sala e me servi um gin com Coca Booty. Enquanto ia bebendo, comecei a tirar o pó, varrer, passar pano no chão, e depois sentei pra ver vídeos de feminização forçada enquanto me servia outro gole. A tarde passou rápido. Umas 8 horas, preparei uma pizza e jantei, e minha ideia era voltar lá pras 10 da noite pra casa. Faltavam uns 15 minutos pras 10 quando fui pro quarto pra Tirar a maquiagem e trocar de roupa, e no momento em que ia começar a me desmaquiar, ouvi a porta. Levei um susto ao ouvir as chaves, só podia ser minha mulher, que tinha decidido continuar a festa ali com as amigas dela. Ninguém mais tinha chave daquele lugar. Entrei em pânico e não sabia o que fazer, iam me descobrir. Ouvi a voz da minha mulher: — Esse é o apartamento, é pequeno, mas pra relaxar uns dias tá bom. — Pois tá muito bom. Ouvi a voz de um homem respondendo e fiquei paralisado. Escutei passos se aproximando do quarto, não sabia o que fazer, não tinha escapatória. Peguei minha roupa de homem e enfiei debaixo da cama, e me meti atrás da cortina que vai até o chão e cobre a porta de uma pequena varanda. Ouvi eles entrarem no quarto entre risadas e o que me pareceu o som de um amasso. — Cê tá bem gostosa, foxy, chupa aqui. — Como o senhor mandar, amo. Atrás da cortina, ouvi aquilo. Fiquei furioso, mas não podia fazer nada do jeito que tava, só tentar não me mexer e não fazer barulho. Não conseguia ver, mas ouvia as chupadas que minha mulher tava dando enquanto ele chamava ela de puta, vagabunda, gulosa e não sei mais quantas coisas. Só tinham passado uns minutos, mas pra mim pareceram uma eternidade quando: — Ei, Vanessa, debaixo dessa cortina tão aparecendo uns sapatos vermelhos e eles se mexeram. — Que isso? Tinham me descoberto. — Tem alguém aí, quem tá aí? — disse o homem com voz forte. Não tinha outra saída, só me encher de coragem e sair dali. Corri a cortina e saí, e vi os dois olhando pra mim. Com a voz embargada, falei: — Alguém pode me explicar o que tá rolando aqui? Minha mulher tava vestida com um vestido de vinil preto curto, totalmente justo no corpo, que deixava à mostra a calcinha fio dental que ela usava na frente, com meia e liga, parecia uma puta. Ela me encarou surpresa. O homem me olhou e começou a rir, era alto, tipo 1,90, braços fortes. Depois de um momento de silêncio, minha mulher falou: — Isso... Quero saber a mesma coisa: o que você tá fazendo vestido assim. Não sabia o que responder na hora, a situação era constrangedora pra caralho — ela com um homem me botando chifre e eu vestido de mulher. — "Eu... isso... foda-se, minha roupa e vou embora." Foi a única coisa que me veio na cabeça, e me abaixei pra pegar minha roupa debaixo da cama. — "Quieta aí, você não vai a lugar nenhum, putinha." — o homem disse. — "O quê?" Ele chegou perto, segurou meu queixo e levantou minha cara pra olhar nos olhos dele. — "Você ouviu bem. Não esperava encontrar outra putinha no apartamento da minha putinha submissa." — "Não sou nenhuma putinha, me solta que vou embora daqui." Ele me deu um tapa na cara. — "Você não vai a lugar nenhum." — "Cara, por que você me bateu?" — "Porque é assim que se trata e se educa as putinhas submissas." — "Eu não sou nenhuma putinha submissa." Outro tapa. — "Eu digo que você é, e ponto final. Ou vou te encher de porrada até aprender." — "Não me bate mais... o que você quer que eu faça?" — "Primeiro, me diz seu nome de putinha." — "Pili." — "Prazer em te conhecer. Vanessa, vem pra cá, fica do lado da Pili." — "Sim, amo." Ela se colocou ao meu lado. — "Vanessa, acho que você quer pedir explicações pra Pili." — "O que você tá fazendo vestido assim?" — "E você, o que tá fazendo com esse homem?" — "Responde a Vanessa, você não tem direito de perguntar nada." E me deu outro tapa. — "Não sei como explicar... sempre gostei de me vestir de mulher." — "Então você é gay?" — "Não, só gosto de me vestir." — "Acho que já deu de explicações. Agora é minha vez" — ele disse, segurando nossos rostos com as duas mãos — "de aproveitar minhas duas putinhas. E eu sei que vocês vão ser duas meninas obedientes e submissas, certo?" — "Sim, amo." — respondeu Vanessa. Eu fiquei calado, sem responder. O homem apertou mais meu rosto, doendo pra caralho. — "Certo, Pili?" — "Sim, amo." — falei timidamente. — "Muito bem. Vanessa, diz e mostra pra ela qual é o lugar que uma putinha submissa deve ocupar." — "A gente sempre tem que ficar de joelhos na frente do nosso amo." — ela disse, se ajoelhando e pegando minha mão pra me fazer ajoelhar também. Do lado dela, eu ia enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos chorosos, ela mantinha o olhar fixo no rosto do homem. — Não olha pra ela, mantém teu olhar em mim. Desviei o olhar pra ele. — O que que tu tem, puta? Tá chorando? Isso não vai me amolecer contigo, não. Vanessa, mostra pra ela o próximo passo. Vanessa desabotoou a calça dele e puxou pra baixo junto com a cueca, pegou o pau dele que, mesmo mole, já era o dobro do meu — tenho que dizer que duro ele tem 7 cm — e levou até a boca. — Isso eu pretendo fazer. Ele me deu outro tapa. — Claro que vai fazer. Vanessa, faça a honra de aproximar meu pau da boca da Pili e pedir pra ela chupar. — Não, por favor. Outro tapa. — Chupa o pau do nosso dono. Eu sabia que se recusasse de novo, levaria outra porrada. A mão da Vanessa colocou o pau nos meus lábios e eu comecei a chupar a ponta. — Viu? Não era tão difícil. Vou fazer de ti uma boa puta, igual a Vanessa. E tu, chupa minhas bolas enquanto isso. O homem colocou a mão na minha cabeça e me forçou a enfiar tudo na boca. Lá estava eu, de joelhos, junto com minha mulher, chupando um pau enquanto ela chupava as bolas dele. — Isso, boas putas. Trocam de lugar. Agora ela chupava o pau dele e eu as bolas. Uns dois minutos depois: — Se prepara, Vanessa, vou gozar. Mas não engole, mantém na boca. Mmmm, já. Rápido, tira. Vez da minha outra puta. — Não, mmmmm, mmmmm. Ele enfiou de uma vez na minha boca e soltou vários jatos de leite dentro. — Isso, puta, engole o leite do teu dono. Olha pra mim com esses olhinhos de raposa que tu faz e diz que gosta do meu leite. Hesitei um momento na resposta, quase disse que não, mas tinha certeza de qual seria a reação dele: outro tapa, e meu rosto já doía de tanto que tinha levado. — Sim, dono, eu gosto. — Vanessa, beija essa puta na boca e compartilha meu leite com ela. Vanessa colou os lábios nos meus e começou a me beijar de língua, passando todo o leite que tinha na boca, e nossas línguas iam mexendo entre as duas. Ela me tinha. Surpreso, eu obedecia a tudo que aquele homem mandava, e ela não ligava que eu tivesse pegado ela me traindo, e ela me pegando vestido de mulher. E agora, lá estava ela, obedecendo às ordens daquele homem. Enquanto nos beijávamos, o homem pegou uma bolsa esportiva preta do chão e colocou em cima da cama. Eu não tinha reparado naquela bolsa até vê-la ali. Ele abriu e tirou alguma coisa. — Parem de se beijar. Ele ficou atrás de mim, sem mostrar o que tinha na mão, e tocou minha cabeça. — Abre a boca, puta. Abri a boca, e então aconteceu: ele rodeou meu rosto e colocou uma bola na minha boca, presa por trás. Tinha me colocado uma mordaça. Ele voltou a pegar algo na bolsa e tirou uma coleira rosa. — Essa vai ser a coleira da minha nova putinha. Colocou no meu pescoço e tirou outra vermelha, que colocou na Vanessa. Ele voltou a pegar na bolsa e tirou duas guias, prendeu nas coleiras. — De quatro, cachorrinhas. Vamos dar um passeio pela casa. Ele puxou as guias, e uma do lado da outra, nós o seguimos como cachorrinhas por toda a casa até voltar ao quarto. Ele nos parou na frente da cama e mandou ajoelhar. Tirou as guias. — Que tal, Vanessa, se eu ensinar à puta corna do seu marido o que acontece quando não é obediente e disciplinada? — Sim, meu amo. — Pili, embora eu prefira te chamar de puta, do jeito que está ajoelhada, levanta o corpo e coloca em cima da cama. — Hummm, hummm. Esse era o único som que eu conseguia fazer com a mordaça, e eu balançava a cabeça negando. — Você não está sendo obediente, mas eu gosto disso, assim eu aproveito mais pra ensinar vocês a serem umas putinhas bem submissas. Se coloca do jeito que eu mandei, puta. Me coloquei naquela posição. Ele sentou do meu lado e começou acariciando minha cabeça, desceu pelas costas até a bunda, apertou uma nádega e levantou meu vestido, deixando a calcinha à mostra. — Você usa umas calcinhas bonitas, tem bom gosto. Agora você é minha puta, me pertence, e a partir de hoje só vai usar calcinhas. Neguei com a cabeça. — Claro que sim, é o que as putinhas usam, e como vejo que você não é disciplinada, o que ia ser um ensinamento leve vai virar um castigo mais pesado. E me deu uma palmada forte na bunda que me fez gemer de dor, e logo outra, e outra, até cinco. — É assim que se disciplina uma puta, entendeu? Balancei a cabeça, e então ele me deu mais uma palmada forte. — Essa última é pra você não esquecer, mas vejo que está começando a entender. Acredite, vou fazer de você uma putinha submissa e obediente. Agora vou te dar umas regras que você tem que seguir: o que ela faz e qual é o horário da Vanessa. — Ela entrega com uma van das 6 da manhã às 2 da tarde. — A primeira você já sabe: só pode usar calcinha. Depois, vai me dar seu telefone, e a qualquer hora da manhã vou te mandar uma mensagem pra você me enviar uma foto, pra ver se me obedeceu. É totalmente proibido você transar com a Vanessa; vocês duas são parecidas, mas você é inferior a ela. Você é uma sissy, e esse é o nível mais baixo que existe. Quando chegar em casa, vai se vestir de mulher e ajudar nas tarefas domésticas com a Vanessa, algo obrigatório pra toda mulher. Vai ficar sempre depilada e maquiada em casa. Por enquanto, já chega. Entendido? Balancei a cabeça. — Bom, você aprende rápido, vai ser uma boa menina. Agora fique de joelhos de novo. Vanessa, sobe na cama e fica de quatro. A Vanessa subiu, se ajoelhou de quatro, o vestido ficou no meio da bunda, e o amo se posicionou atrás dela. Começou a passar a mão na bunda dela, dar palmadas e enfiar a mão entre as pernas, tocando a buceta dela. Ela começou a gemer na hora. — Olha que boa putinha que eu tenho. Espero que você seja igual a ela. Ele puxou a rola, deu umas batidas com ela na bunda, colocou a ponta na buceta dela e meteu de uma vez, fazendo ela soltar um grito. Começou a foder ela sem piedade, fazendo ela gritar e gemer igual uma cadela no cio até gozar dentro dela. Depois, se levantou. — Vanessa, deita de costas na cama com as pernas abertas. Fechadas e você, sua puta, fica de quatro em cima dela, olhando na cara uma da outra. Balançando a cabeça, me levantei apavorada com o que imaginava que ia acontecer e tentei sair do quarto correndo, mas ele foi mais rápido que eu. Me agarrou, me levantou com facilidade nos braços, me fez sentir uma mulherzinha frágil e delicada. Sentou na cama e me colocou no colo dele, levantou meu vestido até a cintura e começou a me bater com força. — Se não for na boa, vai aprender na marra, pedaço de puta. Depois de umas dez palmadas. — Espero que tenha ficado claro com isso. Eu assenti com a cabeça. — Agora seja boazinha, sua puta, e fica como eu mandei. Me coloquei em cima da minha mulher de quatro, com as pernas abertas, enquanto ele tirava algo da bolsa, se posicionava atrás de mim e começava a passar a mão na minha bunda e dar uns tapas. — Você tem uma bunda muito linda, Vanessa. Deixo você escolher: eu puxo a calcinha pro lado ou abaixo um pouco? — Pro lado, meu amo. — Obrigado, Vanessa. Ele puxou minha calcinha pro lado e, alguns segundos depois, algo começou a abrir caminho devagar no meu cu. Virei o rosto para o lado. — Não desvia o olho da Vanessa, quero que ela veja sua cara enquanto eu te transformo numa mulher de verdade, igual a ela. Eu ainda sentia a pressão no meu cu, como se entrasse e saísse um pouco e voltasse a entrar. Lágrimas escorriam dos meus olhos. — Você tem uma buceta muito apertada, sua puta. Já tá quase toda dentro. Ele tirou um pouco e me segurou firme pelos quadris. De uma só vez, enfiou tudo. — Agora tá toda dentro. Você já é uma mulher de verdade, e agora vou te foder e te transformar numa puta completa. Vanessa me olhava sorrindo enquanto levava as mãos na própria buceta e começava a se masturbar. — Vanessa, você tá gostando de ver como eu como o corno do seu marido, né? — Sim, amo, muito. Fiquei bem puta. — Diz pra ele que agora ele é uma puta igual a você, e que eu sou o amo de vocês. — Você é uma puta igual a mim, e o Ricardo é nosso amo. Eu olhava pra ela e ouvia, surpreso com o quanto ela obedecia o Ricardo. Me Acabei de descobrir que ela se chamava assim, a mordaça na boca não me deixava gritar de dor no começo. — Você ouve sua esposa, sua putinha, e vê como ela gosta de te ver se transformando numa mulher de verdade como ela. Assente com a cabeça pra confirmar o que ela te disse. Com medo de levar mais palmadas, assenti, enquanto a dor dava lugar a um leve prazer. — Assim que eu gosto, que você seja uma putinha obediente igual a Vanessa. Gosto de como seus nomes soam juntos, Vanessa e Pili, minhas duas vadias submissas e obedientes. Diz pra ela, Vanessa, como é que se deve ser submissa e obediente igual a você. Vanessa começou a me repetir o que nosso amo dizia, que éramos as duas vadias dele, enquanto o prazer aumentava em mim e eu soltava gemidos como dava, pela mordaça. — Pra minha putinha Pili começar a gostar, tira a mordaça dela, Vanessa. Vanessa tirou a mordaça e minha boca livre começou a soltar gemidos altos e femininos. — Tá gostando, hein? Geme igual uma mulher. Cada vez ele me comia com movimentos mais rápidos e começou a acompanhar com tapas na minha bunda, fazendo meus gemidos e gritos ficarem mais fortes, e eu gozei na calcinha. — Adoro ver você aproveitando. Sei que você teve seu primeiro orgasmo feminino, seu macho fez você molhar a calcinha, não fez? Eu já tinha gozado antes. — Sim, mmmm, ahhh, sim. — Assim que eu gosto que minhas vadias voltem pra casa, de calcinha molhada. Você gosta que eu te dê tapas enquanto te como, eu sinto, sei quando uma putinha curte isso, não é, gostosa? — Sim, mmmm. Não sei por que minha mentalidade tinha mudado, eu tava adorando a foda que ele tava me dando e me sentir toda submissa me excitava. — Dá pra ver, putinha minha. Você tem tudo que eu queria pra dividir com minha vadia Vanessa. Você é mais submissa que ela, e era isso que eu queria, mas não esperava que fosse a puta do marido da minha vadia Vanessa. E a gente vai aproveitar os três juntos. Ele calou a boca, me deu umas estocadas fortes e pesadas e gozou. Tirou a camisinha, esvaziou na boca da Vanessa. Beija a Vanessa e compartilha meu tasty cum. Começamos a nos beijar as duas e o cum do nosso mestre circulando pelas nossas bocas. - Muito bem, slutty, saboreiem meu cum, essa é a única forma que vocês têm permissão de se beijar a partir de hoje. - O que o senhor ordenar, mestre. Respondeu Vanessa. - Não te ouvi, Pili. - Sim, mestre. - Assim que eu gosto, acho que é hora de ir pra casa, que amanhã tenho coisas pra fazer e já são quase 2 da madrugada, como você veio, Pili? - No meu carro. - Bom, vamos voltar no seu carro, nós viemos de trem e táxi, se arrumem um pouco e vamos embora. Peguei minha roupa debaixo da cama pra me trocar. - O que você tá fazendo com essa roupa? - Vou me vestir. - Você já tá vestida. - Sim, mas preciso me trocar pra voltar pra casa. - Nada disso, slut, você vai voltar assim. - Não posso voltar assim pra casa. - Claro que pode, você é minha slut e vai voltar exatamente assim pra casa. - Você não pode me obrigar a voltar assim. Ele se aproximou de mim, arrancou a roupa das minhas mãos e jogou no chão, me agarrou com força, me empurrou pro chão me fazendo ajoelhar e forçando a parte de cima do meu corpo a ficar deitada na cama, levantou meu vestido e me deu uns tapas na bunda. - Ficou claro agora? - Sim, mestre. - Assim que eu gosto, vira de joelhos assim e faz uma masturbação em mim. Comecei a masturbá-lo e a cock foi crescendo na minha mão alguns minutos depois. - Para e fica de pé de costas pra mim, abaixa um pouco a calcinha e inclina o corpo apoiando as mãos na cama. Obedeci e pensei que ele fosse me foder de novo, mas não foi assim, ele continuou se masturbando, alguns segundos depois pegou minha calcinha com uma mão puxando pra trás, encostou o corpo na minha bunda e gozou na calcinha. - Tô gozando, pronto, te falei que minhas putas voltam pra casa com a calcinha bem molhada, você já molhou com seu fluxo vaginal, mas por desobediente vai voltar molhada e impregnada com o cum do seu mestre, levanta e olha sua calcinha manchada pra assumir que você é uma simples e vulgar slut, sobe ela e arruma direito. Vestido que a gente tem que ir. Quando subi, notei como grudava na minha entreperna e na bunda, e era uma sensação desconfortável. Rapidamente ele nos obrigou a sair do apartamento. Peguei uma bolsinha preta de homem onde levo as chaves do carro, carteira, celular, sabe, o básico que a gente sempre carrega, e pendurei no ombro. — Me dá essa bolsa, eu levo, e da próxima vez quero te ver com uma bolsa que combine com a sua roupa. Saímos na rua, iluminada só pela luz dos postes. Saí nervosa, com medo de alguém me ver, quando fechei a porta de fora. — Onde está o carro? — Duas ruas abaixo. — Por que deixou tão longe? — Pra nenhum vizinho me encher o saco. — Vamos, cada uma de um lado. Ele ficou no meio, agarrou a gente pelas bundas e fomos até o carro. Quando chegamos, pedi as chaves do carro que estavam na bolsa. — Já dirijo eu, mulher não sabe dirigir. Vanessa sentou na frente e eu atrás. Quando sentei, a porra da calcinha do meu amo se espalhou mais e fui o caminho todo desconfortável. Quando chegamos, ele meteu o carro direto no estacionamento e nos acompanhou até a porta do prédio. Lá, beijou Vanessa na boca pra se despedir e depois se virou pra mim. — Então, Pili, quando chegar em casa, vocês vão dormir. Pede uma camisola vermelha pra Vanessa, veste e dorme com a calcinha que tá usando, sem lavar. E amanhã você usa ela o dia inteiro pra lembrar a todo momento que você é minha putinha, entendeu? — Sim, amo. — Vou nessa, putinha. Tchau. Vanessa abriu a porta do prédio, entramos e subimos no elevador. Eu de cabeça baixa, olhando pro chão, encostada num canto, e ela no outro, sem falar nada. Eu me sentia envergonhada, humilhada na frente dela. A gente tinha se pegado um ao outro: ela descobriu meu segredo me pegando vestido de mulher, e eu descobri a infidelidade dela, sendo a putinha submissa de outro homem. E não era só corno, agora eu também era a putinha submissa dele. Entramos em casa, fui na cozinha beber água e de lá pro nosso quarto. Quarto, Vanessa já estava de calcinha e sutiã. Ela pegou uma camisola, vestiu e sentou na cama. Eu, cabisbaixo, sentei na cama também. Tirei os saltos primeiro, depois o vestido, a cinta-liga e as meias. Ia tirar o sutiã.
— Não tira. — Disse Vanessa.
— Por quê?
— Não esqueceu de me pedir algo que o nosso amo te falou?
— Não sabia como te pedir... Me empresta uma camisola vermelha?
— Claro que sim.
Fiquei de pé, vendo ela procurar, se aproximar e me entregar na mão.
— Toma, veste. Vai ficar melhor sem tirar o sutiã.
Vesti, muito envergonhado na frente dela.
— Vanessa, vou no banheiro tirar a maquiagem.
— Deixa eu tirar pra você?
— O quê?
— A maquiagem. Eu queria fazer isso.
— Tá bom.
Fomos pro banheiro. Assim que entrou, a primeira coisa que ela fez foi sentar no vaso pra mijar. Eu também tava com vontade. Quando ela terminou, levantei a camisola, desci a calcinha até os joelhos e sentei como uma mulher. Quando me travestia, sempre fazia assim, e sem perceber fiz na frente da minha esposa. Ela me olhou, soltou um sorrisinho safado e me deixou vermelho. Ao mesmo tempo, reparei na calcinha molhada de porra do meu amo. Terminei, levantei, subi a calcinha e deixei a camisola cair.
— Senta no banquinho.
Sentei, e ela começou a tirar minha maquiagem.
— Acho que te devo uma explicação. Você já me deu a sua. Primeiro, quero dizer que ainda sou apaixonada por você, mas teria adorado que você fosse dominante. Só que você não é tão submisso quanto eu. Um dia, comecei a ler um conto sobre dominação, me excitou muito, e fui lendo mais. Outro dia, me atrevi a comentar num, depois noutro, e comecei a receber mensagens de amos dominantes. No começo, não respondia. Até que um dia comecei a responder. Com alguns, conversei várias vezes, até que apareceu o Ricardo e começamos a trocar ideia. Eu não tinha intenção de conhecê-lo pessoalmente, mas ele era daqui, peguei confiança, gostava de como ele me tratava e me dominava por mensagem. E um dia, aceitei o convite dele pra tomar um café. Um café e nos conhecermos. Ele passou pra me buscar com o carro dele e me levou a uma cafeteria no outro lado da cidade. Fui só pra conhecê-lo, não queria nada mais, mas quando pedi o café, sentados numa mesa no fundo, ele me pediu pra tirar a calcinha ali mesmo e entregar pra ele — e eu fiz. Depois de conversarmos um bom tempo lá, fomos pro carro pra ele me trazer de volta. Ele entrou no estacionamento de um shopping, estacionou no fundo e disse pra eu chupar o pau dele, olhando fixamente nos meus olhos. O olhar e o rosto dele impuseram minha submissão e obediência, e sem protestar eu chupei ele. E ali te fiz de corno pela primeira vez, e não consegui nem soube parar. Me desculpa muito.
— Doeu muito te ver com ele, mas a culpa é minha. Te deixei de lado ultimamente por causa do meu crossdressing, me fechei muito nisso. Fiquei muito tempo sem fazer quando viemos morar juntos, foi difícil, porque eu já fazia desde os 8 ou 9 anos, vestindo a roupa da minha irmã e da minha prima Maria. Mas um dia, quando fui colocar uma lavagem, vi uma calcinha sua e uma saia, peguei elas e vesti no banheiro, e voltei a fazer de vez em quando quando você não estava. Primeiro com roupa suja, depois comprei lingerie e comecei a vestir seus vestidos, saias e sapatos — por sorte temos o mesmo número de pé. Comprei seios de silicone e algumas roupas que guardo no forro falso da garagem. Primeiro fazia aqui, depois no apartamento, com medo de você me pegar ou desconfiar. E assim até hoje.
— Nunca desconfiei de nada. E sinto muito pelo que aconteceu com você. Não esperava que o Ricardo agisse assim, pensei que a gente fosse embora.
— Eu também não esperava isso, mas quando ele começou a me mandar e eu recusei, ele me deu um tapa, depois um segundo, e me chamou de puta — senti uma certa excitação. Depois me vi de joelhos ao seu lado, tão submissas as duas, você começou a chupar o pau dele, e então com a rola na mão, você aproximou da minha boca e me pediu pra chupar o pau do nosso dono. Me humilhei, mas ao mesmo tempo fiquei excitada. Eu molhei a calcinha gozando, depois os tapas na bunda mantinham minha excitação, mas quando me recusei com medo de ficar de quatro em cima de você e ele me pegou, me dominou como uma mulher fraca, frágil e delicada. Me colocou no colo dele e me deu mais tapas na bunda, percebi que estava gostando e gozei de novo, aceitando que aquele era meu lugar. Quando ele começou a me foder, fiquei aterrorizada, doeu muito e eu não esperava, acabei gemendo igual uma puta. - Me deixou com muito tesão te ver assim vestida, vendo como nosso amo foi te domando aos poucos, ajoelhada do meu lado chupando o pau dele, vendo como ele levantava sua saia deixando à mostra aquela calcinha vermelha linda e te batia, igual fez comigo muitas vezes por ser uma puta desobediente, e ver como você se entregava a ele de quatro e ele te comia enquanto a gente se olhava. Terminei de tirar a maquiagem e fomos pra cama dormir, eu com a conversa fiquei com tesão e na cama levei minhas mãos direto pros peitos dela, procurando a boca dela pra beijar. - O que cê tá fazendo, para. - Tô com tesão e com vontade de foder. - Não pode, nosso amo proibiu. - Mas ele não vai ficar sabendo. - Eu sei, mas devemos obediência a ele. - Isso significa que nunca mais vamos transar eu e você? - Enquanto pertencermos ao nosso amo, não. Somos as duas putinhas dele, nosso dever é ser fiéis a ele e dar prazer a ele. - Bom, então boa noite. - Boa noite, Pili. No domingo de manhã acordamos ao mesmo tempo, embora eu tenha acordado um pouco antes. Tomamos café as duas de camisola, depois Vanessa tomou banho e então eu. Enquanto eu tomava banho, ela preparou roupa pra mim. Saí do banheiro com a calcinha do dia anterior, manchada de sêmen, e o sutiã. Em cima da cama, Vanessa tinha deixado um vestido branco que eu nunca tinha visto, que ficava bem justo e tão curto que mal cobria minha bunda e deixava a calcinha vermelha transparente. Na beira da cama, uns saltos altos. Brancas, depois de vestida, saí do quarto e encontrei a Vanessa vindo na minha direção. — Gostou do que preparei pra você? — Sim, mas acho muito curto, e nunca tinha visto isso em você. — São presentes do nosso amo, e como ele quer nos ver vestidas, eu guardo escondidos entre minhas roupas. Falta você se maquiar. — Sim, vou fazer agora. — Deixa que eu faço. Ela me maquia, arruma um pouco minhas sobrancelhas, deixando elas mais finas, e por último me penteia. Depois começamos a fazer as tarefas de casa, coisa que sempre fizemos, mas agora era diferente: eu estava vestido de mulher e de salto alto. Lá pela metade da manhã, eu estava esfregando o chão e chegou uma mensagem no meu celular. Olhei e era do nosso amo. — Oi, putinha, me manda uma foto, quero ver se me obedeceu. Contei pra Vanessa. — Me dá o celular, vou tirar a foto pra você. Entreguei o celular, larguei o esfregão de lado. — Não, foda-se o esfregão, faz de conta que tá esfregando, vou tirar a foto com ele. Ela tirou e eu mandei. Demorou uns dois minutos pra responder. — Assim que eu gosto, que você seja obediente e que assuma suas obrigações em casa como deve ser. — Obrigado, amo. A manhã foi ocupada com as tarefas, e à tarde vimos uns filmes sentados no sofá, praticamente sem falar. À noite, antes de dormir, tirei a maquiagem e troquei a calcinha por uma rosa de renda que a Vanessa me deu, e dormi na hora. Acordei às cinco, vesti minha roupa de trabalho e fui embora. Poucos minutos depois das nove, recebi uma mensagem do meu amo pedindo foto da minha calcinha. Me pegou entregando um pedido numa loja de confiança. Falei que ia um instante no banheiro, tirei a foto e mandei pra ele. Ele me elogiou de novo por ser uma putinha obediente. Terminei meu expediente, voltei pra casa. A Vanessa estava sentada no sofá me esperando pra almoçar. — Oi, Vanessa. — Oi, Pili. Deixei a roupa preparada pra você na cama. Me chamar de Pili soou muito estranho. Fui pro quarto e lá tinha um sutiã que combinava com a calcinha, uma Saia plissada rosa bem curtinha, um top rosa e saltos abertos na ponta combinando. Ver aquela roupa me deixou excitada, sempre fantasiei me vestir assim feito uma colegial ou cheerleader, mas naquele momento me dava muita vergonha vestir aquilo pra passar a tarde com a Vanessa. Me vesti e fui pra sala, a Vanessa ouviu o barulho dos saltos e já virou a cabeça pro corredor pra me ver. — Cê tá muito gostosa, Pili, mas esqueceu a maquiagem. — É, depois de comer, agora tô com muita fome. — Eu também, mas dá pra segurar um pouco, vou te maquiar agora, vamos. No banheiro, ela me maquia com tons bem claros e os lábios de um rosa brilhante. Depois de comer, enquanto tomávamos um café. — Se pintasse as unhas de rosa, ficaria perfeita. — Isso não, tenho que trabalhar amanhã. — Dá pra tirar de noite, espera, já volto. Ela voltou com uma lixa e um esmalte, e sem pedir permissão pegou minha mão e começou a lixar as unhas, depois a outra, e por fim pintou elas. Mas não parou por aí: sentou na minha frente numa cadeira, levantou minha perna, tirou meu sapato e pintou as unhas dos pés. Me fez esperar secar pra calçar os sapatos. — Já pode calçar os sapatos. Eu tenho que sair pra fazer uns recados, vou deixar você cuidando das tarefas. Ela se despediu e foi. Não tinha quase nada pra fazer, a gente já tinha feito tudo no dia anterior: limpar a cozinha e recolher roupa do varal. Tava ocupada na cozinha quando o interfone tocou. — Sim, quem é? — Sou eu, abre, slut. Era meu dono. Abri a porta de cima esperando ele subir no elevador. Ele chegou, entrou sem cumprimentar, fechei a porta e segui ele. Ele tava com a bolsa do outro dia, largou no sofá e eu fiquei parada na frente dele sem saber o que fazer. Ele me olhou com cara séria. — O que cê tá esperando, slut? Me serve uma cerveja, isso é a primeira coisa que cê tem que fazer quando seu macho chega em casa depois de um dia duro de trabalho. — Desculpa, sim, meu dono. Dei a cerveza pra ele, ele deu um gole, largou em... A mesa e me pegou, me puxando pra ele enquanto se sentava no sofá, me deitou de bruços nas pernas dele, levantou minha saia e começou a me surrar. — Sabe por que eu tô te castigando? — Não, amor. — Você tentou desobedecer uma das minhas ordens, queria transar com a Vanessa, não é? — Sim, amor. Ele me bateu tão forte que eu comecei a chorar. Parou de me bater, abriu a bolsa, tirou o colar rosa e colocou em mim, depois a coleira. — Agora vou dar um passeio com a minha putinha, vamos. Levantou, puxou a coleira e começou a me levar pelo apartamento. — Gostou das roupas que comprei pra você? A Vanessa foi comprar hoje de manhã. O rosa te cai muito bem e você vai usar todo dia. A Vanessa é fiel e obediente, cumpriu tudo que ordenei: comprar as roupas, pintar suas unhas e ir fazer umas compras que pedi pra você, pra deixar a gente a sós por um tempo. Ela já deve estar chegando. Depois de andar pela casa toda, ele entrou no meu quarto e parou, me deixando do lado dele. Começou a acariciar minha cabeça, minhas costas, minha bunda, com umas palmadas incluídas. — Viu? Não é tão difícil ser uma putinha submissa e obediente. Agora fica de joelhos, olha na minha cara e desabotoa minha calça. Desabotoei e ela caiu sozinha, deixando a cueca à mostra. — Acaricia meu pau por cima da cueca. Comecei a acariciar e ele começou a crescer. Ele me pegou pela cabeça e colou minha cara no volume, que tava cada vez maior. — Vai, puta, esfrega seus lábios e seu rosto em cima. Afundou minha cara no volume dele e me forçou a esfregar até parar. — Agora abaixa minha cueca. Abaixei e o pau saltou feito uma mola, batendo no meu queixo. — Começa a me masturbar sem tirar os olhos da minha cara. Comecei a masturbar ele sem desviar o olhar. Ele me olhava sério. Não demorou pra ele pegar minha cabeça e puxar pro pau, roçando meus lábios na ponta, e empurrou pra baixo. — Chupa minhas bolas enquanto me masturba. Comecei a chupar as bolas dele e desviei o olhar. — Não tira os olhos de mim. Olha pra mim, quero ver essa cara de puta que você faz. Tava difícil pra mim manter o olhar por causa da posição que eu tava. — Passa a boca inteira por ela até a ponta e chupa. Cheguei na ponta e comecei a chupar, ele foi me guiando com uma mão na minha cabeça. — Eu sei que você vai ser uma boa puta, mas quer pular minhas regras e amanhã vai ter seu castigo. Às 5 vou passar pra buscar vocês com meu carro, a Vanessa vai cuidar de te preparar. O castigo vai te fazer lembrar todo dia que você é uma mera mulher destinada a satisfazer e servir seu amo. Uns dois minutos chupando a ponta, ele empurrou minha cabeça até enfiar tudo na garganta. Ele tomou todo o controle e metia e tirava, primeiro devagar, acelerando aos poucos até começar a foder minha boca. Ouvi o barulho da porta, a Vanessa chegou e entrou no quarto. — Oi, amo, como cê tá? — Oi, Vanessa, já viu, aqui dando lenha nessa puta. Fez o que eu pedi? — Sim, amo, trouxe tudo aqui. — Termino daqui a pouco e a gente põe as coisas em ordem. Em menos de um minuto ele gozou na minha boca. Depois de fazer eu deixar ela limpinha e brilhando, ele me mandou levantar. Aí vi a Vanessa com umas duas ou três sacolas na mão. — Pili, põe todas as suas cuecas em cima da cama. Abri a gaveta e coloquei tudo em cima. — Agora as meias. Coloquei do lado. — Vanessa, dá a roupa íntima nova pra ela guardar na gaveta. Ela tirou um conjunto de calcinha e sutiã rosa e me entregou. Fiquei olhando pra ele uns segundos sem me mexer. — Vai, o que cê tá esperando, puta? Pega e põe na gaveta. Peguei e guardei. Assim até sete conjuntos, um par deles com liga e meia dúzia de calcinhas e tanguinhas, todas rosa. Depois a outra sacola com meias, meia-calça e uma camisola. Na terceira sacola tinha um vestido de puta rosa junto com uma caixa com uns saltos de uns 10 cm que ele mandou eu guardar no armário. — Por hoje acabaram os presentes. Espero que você esteja feliz com tudo que comprei pra você. Agora guarda as cuecas. Numa dessas sacolas e me entrega, dizendo: "Tome, meu amo, estas cuecas que não vou usar mais, porque as putinhas só usam calcinhas bonitas e sexys, e obrigada, meu amo, pelos seus presentes que vou usar com muito prazer." Coloquei tudo na sacola e entreguei a ele, falei o que ele mandou e agradeci. — Assim que eu gosto, hoje você está sendo bem obediente. Vou indo, deixo vocês aqui sozinhas. Vanessa, hoje descansa, deixa a Pili fazer todo o serviço de casa. E amanhã às 5 da tarde passo para buscar vocês, espero que estejam prontas. — Sim, meu amo, eu cuido pra gente estar preparada. — Eu sei, Vanessa. Até amanhã. Quando ele foi embora, comecei a limpeza muito puta da vida com a Vanessa por ter contado ao nosso amo que eu queria transar com ela, e não falei uma palavra com ela. Umas duas horas depois: — O que foi? — Você sabe muito bem, por que você precisava falar isso pra ele? — Porque é minha obrigação ser sincera e fiel a ele, e a sua também. — Mas você podia ter ficado quieta, ele não ia ficar sabendo. — Eu tinha que contar, e sempre vai ser assim. Vou tomar um banho, te deixo com suas coisas. Quando entrei no quarto pra passar o aspirador, abri a gaveta do meu criado-mudo e vi que agora tava cheia de calcinhas, pensando como em dois dias eu tinha chegado naquele ponto e como minha parceira levava aquilo como normal. Continuei com a limpeza e depois preparei o jantar pra nós duas. Depois de jantar e ver um pouco de TV, fui ao banheiro, tirei a maquiagem e fui pra cama com a camisola rosa que meu amo tinha me dado. De manhã, durante o trabalho, meu amo pediu foto das calcinhas que eu tava usando de novo. Às duas já tava chegando em casa depois da última entrega, a Vanessa já tinha a comida na mesa. — Vamos comer rápido que tem muita coisa pra fazer. Depois de comer, tomei banho enquanto a Vanessa preparava minha roupa. Saí do banheiro com um roupão dela e fui pro quarto. Em cima da cama tinha um conjunto de renda completo com liga e meia, o putivestido e os saltos. Me vesti. , o vestido mal cobria a bunda, puxei ele pra baixo mas não descia mais. — não puxa mais, ele chega onde tem que chegar. Ela tava com um vestido de vinil preto, ela usava fio dental e eu calcinha, a gente tava vestida de puta, me maquiei, me penteei, depois ela fez o mesmo e a gente sentou no sofá pra esperar, faltavam 5 minutos pras 5 quando chegou uma mensagem pra Vanessa. — vamos, nosso amo tá nos esperando lá embaixo. — quê, não posso sair assim, são 5 da tarde, alguém conhecido pode me ver. — para de reclamar e vamos, que nosso amo não fique puto, além disso ninguém te reconheceria vestida assim. Antes de abrir a porta, ela me deu uma bolsa toda rosa. — pega o último acessório, te coloquei tudo que é essencial pra uma mulher, maquiagem, absorvente, uns tampões, um espelho e umas calcinhas limpas. Saí com muita vergonha, quando cheguei na rua o carro tava parado uns 25 metros da porta, eu andava de cabeça baixa e puxando meu vestido que não parava de subir, a Vanessa ia tranquilona mostrando meio da bunda sem se preocupar, a gente chegou no carro, nosso amo tava esperando do lado. — boa tarde, suas putinhas. — boa tarde, amo. Ele agarrou a Vanessa pela cintura e beijou ela com força. — gosto que você seja tão puta assim, e você, Pili, quero que seja igual a ela. Teve uma coisa que não gostei e vamos corrigir agora, volta até o portão de cabeça erguida e sem segurar o vestido, uma puta tem que mostrar que é. Ele me virou, deu um tapa na minha bunda e eu voltei pro portão, no meio do caminho o vestido já tava subindo, quando cheguei no portão e me virei, vi meu reflexo na porta e já tava aparecendo a parte de baixo da calcinha rosa, quando cheguei no carro o vestido tava no meio da bunda, meu amo me agarrou forte pela bunda, me apertou contra ele e me beijou com força igual tinha feito com a Vanessa, enquanto apertava minha bunda. — assim que eu gosto, uma puta obediente. Sobe no carro, você vai na frente, Pili. Ele abriu a porta, eu fui abaixar o vestido pra Senta. — Quieta e entra no carro. Entrei no carro mostrando a calcinha toda na frente, com o volume do pau aparecendo. Sentei no volante e comecei a dirigir, colocando a mão direita na minha perna, acariciando, subindo até tocar minha calcinha. — Gostou da calcinha que comprei pra você? — Sim, amei. Não falei mais nada durante todo o trajeto. Ele estacionou num estacionamento e saímos de lá, cada um segurando um lado da minha bunda. Ele nos levou até uma rua onde rola prostituição, umas putas fazendo ponto e a gente passando na frente delas, vestidas iguais a putas. Chegamos na porta de um sexshop e entramos. No balcão, tinham duas mulheres: uma de minissaia e top, e a outra vestindo um vestido curto de couro. — Oi, meninas. — Oi, Ricardo e Vanessa. Eles se cumprimentaram com beijos, os dois com elas, e depois ele me apresentou. — Inma, essa é a Pili. Ela me deu dois beijos e depois me apresentou à garota de couro. — Priscila, essa é a Pili, a putinha que te falei, que precisa de um castigo por querer desobedecer minhas regras. Pili, ela é a Lady Priscila, uma dona dominante e expert em feminização, e vai cuidar do seu castigo. — Oi, prazer, Lady Priscila. Fui dar dois beijos, mas ela me ofereceu a mão, e rapidamente entendi que devia beijá-la, e assim fiz. — Já tenho tudo preparado. — Beleza, toda sua. — Vamos. Entramos por trás do balcão, por uma porta, num corredor com várias portas. Entramos numa sala, nós quatro. — Tira o vestido e a calcinha. Obedeci com medo de um castigo, e com receio, sem saber o que iam fazer comigo. — Hummm, que coisinha linda, quase nasceu com buceta. Fiquei vermelha ao ouvir Lady Priscila falar isso, e ouvir meu amo e a Vanessa rindo. — Vamos trabalhar. Você tem umas próteses de peito boas, soube escolher. Ela disse isso enquanto apalpava meus peitos. Pegou uma venda numa mesa e colocou em mim, me deixando cega. Senti que soltava o ligue da meia. — Vamos pro seu castigo. Levanta uma perna, agora a outra. Aconteceu algo entre minhas pernas e ela subiu até em cima, pensei que fosse uma calcinha, ela pegou meu pau naquele momento flácido, acho que por medo ou vergonha, enfiou em algo e comecei a ter uma ereção, mas uma pressão nele me impediu. Em seguida, senti uma tira entrar no meu cu e imaginei que era uma tanga, mas apertava muito e não podia ser. — Pronto, Ricardo, o que achou? — Perfeito, agora ele sempre vai lembrar que é uma mulher. — Vou vesti-la. Abrochei a cinta-liga, depois ela me fez levantar um pé e depois o outro, subiu até em cima e senti outra tira no meu cu. De novo, ela me fez colocar os pés em algo e subiu. Quando chegou na altura das coxas, senti que se ajustava a elas, com dificuldade pra subir mais. Apertou minha bunda e parou de subir. Depois, ela me fez colocar os dois braços e, ao sentir as tiras nos meus ombros e elas se ajustarem, a parte de baixo subiu um pouco mais. Aí senti um zíper subindo pelas minhas costas, percebendo que o que eu achava que era um vestido ficou totalmente justo no meu corpo. — Pronto, Ricardo, sua putinha pronta, o que achou? — Perfeito. Então tirei a venda e fui na frente de um espelho, e vi que estava usando um vestido de vinil igual ao da Vanessa, mas rosa, na altura do fim da minha bunda. — E a minha putinha gostou. — Sim, amor. — Mas você ainda não sabe qual é o seu castigo, tá morrendo de vontade de saber, né? Então é agora: levanta o vestido. Levantei com dificuldade. — Olha como essa tanga fica bem em você, agora abaixa e se olha no espelho. Fiquei parada, olhando fixo. Meu pau não estava no lugar, tinha uma racha que sumia entre minhas pernas. — Gostou da sua buceta? Esse é o meu castigo por desobedecer e querer transar com a Vanessa. Te falei, minhas putas não transam entre si, e a partir de agora você vai usar isso sempre. Isso vai te lembrar que você deve ser submissa e obediente. A Priscila vai te explicar tudo sobre a sua buceta agora. Eu escutava, olhando fixo pra minha imagem no espelho, com O vestido levantado, a calcinha fio dental no meio da coxa e com a buceta à mostra. — Olha aqui, Pili, se você quiser pode subir a fio dental. Isso é uma vagina de silicone, veste como uma calcinha, macia ao toque. No meio da fenda tem um buraco por onde aparece a ponta do pau que vai enfiado num tubo que não deixa você ter ereções. A ponta do pau fica um pouco pra fora do buraco e vira seu clitóris, e faz com que você possa mijar sentada. Um pouco mais atrás, na altura do seu cu, tem um buraco maior, essa é a entrada da buceta e é penetrável. E acho que já te falei tudo, aproveita, putinha. Então meu dono se aproximou por trás, me agarrou pela cintura, deu um tapa na minha bunda e enfiou a mão entre minhas pernas, dentro da fio dental, e começou a me tocar a buceta. Senti os dedos dele começando a brincar com meu clitóris. — Hummm, parece que você está excitada, já tá com a buceta molhada e a fio dental encharcada. Você gosta, né, putinha? Seu clitóris não para de soltar fluido vaginal. É assim que eu te quero, sempre quente e entregue. Mas sou um homem bom e vou te dar uma chance de sair dessa. Sabe que isso é um Glory hole. — Sim, amo. — Vou te botar num teste. Se passar, te deixo livre, você e a Vanessa. Aqui tem um glory hole. Você vai entrar com a Vanessa, ela já tem experiência. Vão chupar todas as picas que saírem pelo buraco. Isso me gera uma grana, dividida com a Priscila, que serve pra comprar a roupa que você tá usando. Não ia sair de graça. Em uma hora vocês saem, e se sua buceta estiver seca, serão livres. Senão, continua sendo minha putinha e todo sábado à tarde vou te trazer aqui pra trabalhar umas duas horas. Como sou um homem precavido e já sabia que você sairia daqui molhada, deixo você tirar a fio dental e trocar pela que está na sua bolsa. Aceita o desafio? — Sim, amo. — Então você tem cinco minutos pra ficar pronta. Naquela porta tem um banheiro. Entrei com minha bolsa, tirei a fio dental, me sequei com papel higiênico e coloquei a fio dental da bolsa. Saí pronta pra vencer. O desafio e sermos livres. — Você está preparada. — Sim. Sem dizer mais nada, saímos os 4 de lá. Pensar que eu teria que chupar desconhecidos me dava nojo, mas se eu queria me libertar, precisava fazer isso. Saímos para o local, a Priscila ficou no balcão e nós seguimos nosso amo entre homens que nos olhavam. Ele abriu uma cabine e mandou a gente entrar, fechou a porta e nos deixou sozinhas, nós duas. A Vanessa se ajoelhou assim que entrou, e eu fiz o mesmo. Tinham 4 buracos, 2 na frente e 2 atrás. Em poucos segundos, apareceu uma rola com camisinha na frente da Vanessa, que pegou na hora com a mão e levou à boca. Apareceu outra atrás de mim, hesitei um pouco, mas imitei a Vanessa e comecei a chupar. Eu estava chupando aquela rola quando a Vanessa pegou minha mão e levou até outra rola que saiu atrás de mim, e começamos a masturbá-la juntas. — Pili, para de chupar essa e chupa a que estamos segurando. Ela tirou a mão quando comecei a chupar. Parei de chupar a que ela estava chupando e levei minha mão até aquela rola, e ela começou a chupar a que eu chupava primeiro. Uma hora depois, saímos de lá as duas, tendo chupado umas 8 rolas diferentes. — Vamos ver se você ganhou. Não te excita pensar que esses homens aqui sabem que você é a putinha que chupou eles, mas você não sabe de qual deles teve a rola na boca? Nós o seguimos até o balcão e entramos onde antes, enquanto ele falava comigo. Ele se colocou na minha frente, com o olhar fixo nos meus olhos, e enfiou a mão entre minhas pernas. Tocou a calcinha fio dental por cima e depois enfiou a mão por dentro. — Mmmm, acho que você perdeu. Você está com a buceta e a calcinha bem molhadas, então vai continuar sendo minha putinha. Eu sabia que tinha perdido o desafio porque tinha ficado excitada no gloryhole. Essa situação que eu estava vivendo, eu já tinha fantasiado alguma vez, embora no começo eu negasse por medo e vergonha, estava se realizando. — Vanessa, vem aqui e fica do lado dela. — Já vou, amo. Ela ficou do meu lado, e nosso amo colocou as mãos sobre nós. de nossas cabeças e automaticamente nos ajoelhamos, Vanessa desabotoou a calça dele e puxou pra baixo junto com a cueca, pegou a pica dele e me ofereceu, e eu comecei a chupar, fomos nos revezando entre as duas até que a primeira gozada foi pra ela e as seguintes pra mim, depois nos fez beijar pra dividir entre as duas. - Vocês se comportaram muito bem, são duas putinhas boas, levantem que vamos pra sua casa. - Obrigada, amo, mas deixa eu ir no banheiro primeiro. - disse Vanessa. - Obrigada, amo. - falei eu. - Você tem minha permissão pra ir no banheiro, Pili vai com ela. Eu já tava me mijando fazia um tempo, mas a vergonha de ter aquilo entre as pernas me impedia de pedir, saí com Vanessa do quarto e no mesmo corredor ela abriu uma porta onde tinha um, ela entrou direto e sentou pra mijar enquanto eu, em pé na frente, olhava pra ela, ela pegou um pedaço de papel e se limpou, levantou e ficou na frente de um espelho se olhando enquanto eu continuava em pé olhando pra ela. - Você não vai fazer xixi? - Vou, mas com isso me dá vergonha de fazer na sua frente. - Que boba você é, será que não tem intimidade? Vamo que nosso amo tá esperando. Eu fiquei na frente do vaso, levantei o vestido, abaixei a calcinha fio dental e sentei pra mijar enquanto Vanessa me olhava sorrindo, o que me dava mais vergonha ao mesmo tempo que um certo tesão, terminei, me limpei com papel, arrumei o vestido e saímos de lá, o amo nos esperava na porta, saímos, ele se despediu da Priscila e da Inma, e daí foi direto pro nosso apartamento. - Enquanto tomo uma cerveja que a Pili vai me trazer, preparem o jantar entre as duas. Preparamos uns bifes de carne com batata e salada e jantamos os três, enquanto nosso amo nos explicou os planos que tinha pro fim de semana. - Sexta, quando a Pili chegar do trabalho, vocês se arrumam, preparem roupa pra todo o fim de semana, vou passar pra buscar vocês umas 5 e vamos passar no seu apartamento, quero ver como a Pili se vira como dona de casa. casa, você Vanessa não vai fazer nada, só ela. E se ela cometer algum erro, nós dois vamos corrigir. Tá bom pra vocês? - Sim, amor. - Sem esquecer do prazer, tô doido pra desvirginar a buceta da minha putinha. Depois do jantar, ele foi embora e a gente ficou arrumando tudo. Aí fui tomar banho, tive que tirar a calcinha pussy, fiz com cuidado como me explicaram, lavei ela primeiro, tomei banho e, quando fui colocar de novo, tive uma certa dificuldade pra enfiar meu pau no tubo.
Depois de almoçar e se arrumar, ela foi embora e eu rapidamente peguei minhas coisas e fui pro apartamento. Estacionei umas duas ruas antes pra nenhum vizinho encher o saco vendo meu carro na porta. Assim que cheguei, preparei a roupa que tinha lá — algumas eram minhas, que comprei e guardo numa caixa no garagem, no forro falso, junto com uns peitos de silicone e outras coisas da minha mulher. Tomei um banho e comecei a me vestir. Primeiro as meias vermelhas, cinta-liga e uma calcinha vermelha de renda. Coloquei os peitos, que são tipo um top que passa pela cabeça e fica justo no peito, parecendo reais. Depois o sutiã, e por último o vestido vermelho justo e curto e os saltos. Sentei na frente do espelho e comecei a me maquiar com a maquiagem da minha mulher. Depois penteiei o cabelo de um jeito feminino, me olhei no espelho vendo refletida a Pili, meu nome de mulher, e fiquei um tempinho fazendo várias poses.
Fui pra sala e me servi um gin com Coca Booty. Enquanto ia bebendo, comecei a tirar o pó, varrer, passar pano no chão, e depois sentei pra ver vídeos de feminização forçada enquanto me servia outro gole. A tarde passou rápido. Umas 8 horas, preparei uma pizza e jantei, e minha ideia era voltar lá pras 10 da noite pra casa. Faltavam uns 15 minutos pras 10 quando fui pro quarto pra Tirar a maquiagem e trocar de roupa, e no momento em que ia começar a me desmaquiar, ouvi a porta. Levei um susto ao ouvir as chaves, só podia ser minha mulher, que tinha decidido continuar a festa ali com as amigas dela. Ninguém mais tinha chave daquele lugar. Entrei em pânico e não sabia o que fazer, iam me descobrir. Ouvi a voz da minha mulher: — Esse é o apartamento, é pequeno, mas pra relaxar uns dias tá bom. — Pois tá muito bom. Ouvi a voz de um homem respondendo e fiquei paralisado. Escutei passos se aproximando do quarto, não sabia o que fazer, não tinha escapatória. Peguei minha roupa de homem e enfiei debaixo da cama, e me meti atrás da cortina que vai até o chão e cobre a porta de uma pequena varanda. Ouvi eles entrarem no quarto entre risadas e o que me pareceu o som de um amasso. — Cê tá bem gostosa, foxy, chupa aqui. — Como o senhor mandar, amo. Atrás da cortina, ouvi aquilo. Fiquei furioso, mas não podia fazer nada do jeito que tava, só tentar não me mexer e não fazer barulho. Não conseguia ver, mas ouvia as chupadas que minha mulher tava dando enquanto ele chamava ela de puta, vagabunda, gulosa e não sei mais quantas coisas. Só tinham passado uns minutos, mas pra mim pareceram uma eternidade quando: — Ei, Vanessa, debaixo dessa cortina tão aparecendo uns sapatos vermelhos e eles se mexeram. — Que isso? Tinham me descoberto. — Tem alguém aí, quem tá aí? — disse o homem com voz forte. Não tinha outra saída, só me encher de coragem e sair dali. Corri a cortina e saí, e vi os dois olhando pra mim. Com a voz embargada, falei: — Alguém pode me explicar o que tá rolando aqui? Minha mulher tava vestida com um vestido de vinil preto curto, totalmente justo no corpo, que deixava à mostra a calcinha fio dental que ela usava na frente, com meia e liga, parecia uma puta. Ela me encarou surpresa. O homem me olhou e começou a rir, era alto, tipo 1,90, braços fortes. Depois de um momento de silêncio, minha mulher falou: — Isso... Quero saber a mesma coisa: o que você tá fazendo vestido assim. Não sabia o que responder na hora, a situação era constrangedora pra caralho — ela com um homem me botando chifre e eu vestido de mulher. — "Eu... isso... foda-se, minha roupa e vou embora." Foi a única coisa que me veio na cabeça, e me abaixei pra pegar minha roupa debaixo da cama. — "Quieta aí, você não vai a lugar nenhum, putinha." — o homem disse. — "O quê?" Ele chegou perto, segurou meu queixo e levantou minha cara pra olhar nos olhos dele. — "Você ouviu bem. Não esperava encontrar outra putinha no apartamento da minha putinha submissa." — "Não sou nenhuma putinha, me solta que vou embora daqui." Ele me deu um tapa na cara. — "Você não vai a lugar nenhum." — "Cara, por que você me bateu?" — "Porque é assim que se trata e se educa as putinhas submissas." — "Eu não sou nenhuma putinha submissa." Outro tapa. — "Eu digo que você é, e ponto final. Ou vou te encher de porrada até aprender." — "Não me bate mais... o que você quer que eu faça?" — "Primeiro, me diz seu nome de putinha." — "Pili." — "Prazer em te conhecer. Vanessa, vem pra cá, fica do lado da Pili." — "Sim, amo." Ela se colocou ao meu lado. — "Vanessa, acho que você quer pedir explicações pra Pili." — "O que você tá fazendo vestido assim?" — "E você, o que tá fazendo com esse homem?" — "Responde a Vanessa, você não tem direito de perguntar nada." E me deu outro tapa. — "Não sei como explicar... sempre gostei de me vestir de mulher." — "Então você é gay?" — "Não, só gosto de me vestir." — "Acho que já deu de explicações. Agora é minha vez" — ele disse, segurando nossos rostos com as duas mãos — "de aproveitar minhas duas putinhas. E eu sei que vocês vão ser duas meninas obedientes e submissas, certo?" — "Sim, amo." — respondeu Vanessa. Eu fiquei calado, sem responder. O homem apertou mais meu rosto, doendo pra caralho. — "Certo, Pili?" — "Sim, amo." — falei timidamente. — "Muito bem. Vanessa, diz e mostra pra ela qual é o lugar que uma putinha submissa deve ocupar." — "A gente sempre tem que ficar de joelhos na frente do nosso amo." — ela disse, se ajoelhando e pegando minha mão pra me fazer ajoelhar também. Do lado dela, eu ia enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos chorosos, ela mantinha o olhar fixo no rosto do homem. — Não olha pra ela, mantém teu olhar em mim. Desviei o olhar pra ele. — O que que tu tem, puta? Tá chorando? Isso não vai me amolecer contigo, não. Vanessa, mostra pra ela o próximo passo. Vanessa desabotoou a calça dele e puxou pra baixo junto com a cueca, pegou o pau dele que, mesmo mole, já era o dobro do meu — tenho que dizer que duro ele tem 7 cm — e levou até a boca. — Isso eu pretendo fazer. Ele me deu outro tapa. — Claro que vai fazer. Vanessa, faça a honra de aproximar meu pau da boca da Pili e pedir pra ela chupar. — Não, por favor. Outro tapa. — Chupa o pau do nosso dono. Eu sabia que se recusasse de novo, levaria outra porrada. A mão da Vanessa colocou o pau nos meus lábios e eu comecei a chupar a ponta. — Viu? Não era tão difícil. Vou fazer de ti uma boa puta, igual a Vanessa. E tu, chupa minhas bolas enquanto isso. O homem colocou a mão na minha cabeça e me forçou a enfiar tudo na boca. Lá estava eu, de joelhos, junto com minha mulher, chupando um pau enquanto ela chupava as bolas dele. — Isso, boas putas. Trocam de lugar. Agora ela chupava o pau dele e eu as bolas. Uns dois minutos depois: — Se prepara, Vanessa, vou gozar. Mas não engole, mantém na boca. Mmmm, já. Rápido, tira. Vez da minha outra puta. — Não, mmmmm, mmmmm. Ele enfiou de uma vez na minha boca e soltou vários jatos de leite dentro. — Isso, puta, engole o leite do teu dono. Olha pra mim com esses olhinhos de raposa que tu faz e diz que gosta do meu leite. Hesitei um momento na resposta, quase disse que não, mas tinha certeza de qual seria a reação dele: outro tapa, e meu rosto já doía de tanto que tinha levado. — Sim, dono, eu gosto. — Vanessa, beija essa puta na boca e compartilha meu leite com ela. Vanessa colou os lábios nos meus e começou a me beijar de língua, passando todo o leite que tinha na boca, e nossas línguas iam mexendo entre as duas. Ela me tinha. Surpreso, eu obedecia a tudo que aquele homem mandava, e ela não ligava que eu tivesse pegado ela me traindo, e ela me pegando vestido de mulher. E agora, lá estava ela, obedecendo às ordens daquele homem. Enquanto nos beijávamos, o homem pegou uma bolsa esportiva preta do chão e colocou em cima da cama. Eu não tinha reparado naquela bolsa até vê-la ali. Ele abriu e tirou alguma coisa. — Parem de se beijar. Ele ficou atrás de mim, sem mostrar o que tinha na mão, e tocou minha cabeça. — Abre a boca, puta. Abri a boca, e então aconteceu: ele rodeou meu rosto e colocou uma bola na minha boca, presa por trás. Tinha me colocado uma mordaça. Ele voltou a pegar algo na bolsa e tirou uma coleira rosa. — Essa vai ser a coleira da minha nova putinha. Colocou no meu pescoço e tirou outra vermelha, que colocou na Vanessa. Ele voltou a pegar na bolsa e tirou duas guias, prendeu nas coleiras. — De quatro, cachorrinhas. Vamos dar um passeio pela casa. Ele puxou as guias, e uma do lado da outra, nós o seguimos como cachorrinhas por toda a casa até voltar ao quarto. Ele nos parou na frente da cama e mandou ajoelhar. Tirou as guias. — Que tal, Vanessa, se eu ensinar à puta corna do seu marido o que acontece quando não é obediente e disciplinada? — Sim, meu amo. — Pili, embora eu prefira te chamar de puta, do jeito que está ajoelhada, levanta o corpo e coloca em cima da cama. — Hummm, hummm. Esse era o único som que eu conseguia fazer com a mordaça, e eu balançava a cabeça negando. — Você não está sendo obediente, mas eu gosto disso, assim eu aproveito mais pra ensinar vocês a serem umas putinhas bem submissas. Se coloca do jeito que eu mandei, puta. Me coloquei naquela posição. Ele sentou do meu lado e começou acariciando minha cabeça, desceu pelas costas até a bunda, apertou uma nádega e levantou meu vestido, deixando a calcinha à mostra. — Você usa umas calcinhas bonitas, tem bom gosto. Agora você é minha puta, me pertence, e a partir de hoje só vai usar calcinhas. Neguei com a cabeça. — Claro que sim, é o que as putinhas usam, e como vejo que você não é disciplinada, o que ia ser um ensinamento leve vai virar um castigo mais pesado. E me deu uma palmada forte na bunda que me fez gemer de dor, e logo outra, e outra, até cinco. — É assim que se disciplina uma puta, entendeu? Balancei a cabeça, e então ele me deu mais uma palmada forte. — Essa última é pra você não esquecer, mas vejo que está começando a entender. Acredite, vou fazer de você uma putinha submissa e obediente. Agora vou te dar umas regras que você tem que seguir: o que ela faz e qual é o horário da Vanessa. — Ela entrega com uma van das 6 da manhã às 2 da tarde. — A primeira você já sabe: só pode usar calcinha. Depois, vai me dar seu telefone, e a qualquer hora da manhã vou te mandar uma mensagem pra você me enviar uma foto, pra ver se me obedeceu. É totalmente proibido você transar com a Vanessa; vocês duas são parecidas, mas você é inferior a ela. Você é uma sissy, e esse é o nível mais baixo que existe. Quando chegar em casa, vai se vestir de mulher e ajudar nas tarefas domésticas com a Vanessa, algo obrigatório pra toda mulher. Vai ficar sempre depilada e maquiada em casa. Por enquanto, já chega. Entendido? Balancei a cabeça. — Bom, você aprende rápido, vai ser uma boa menina. Agora fique de joelhos de novo. Vanessa, sobe na cama e fica de quatro. A Vanessa subiu, se ajoelhou de quatro, o vestido ficou no meio da bunda, e o amo se posicionou atrás dela. Começou a passar a mão na bunda dela, dar palmadas e enfiar a mão entre as pernas, tocando a buceta dela. Ela começou a gemer na hora. — Olha que boa putinha que eu tenho. Espero que você seja igual a ela. Ele puxou a rola, deu umas batidas com ela na bunda, colocou a ponta na buceta dela e meteu de uma vez, fazendo ela soltar um grito. Começou a foder ela sem piedade, fazendo ela gritar e gemer igual uma cadela no cio até gozar dentro dela. Depois, se levantou. — Vanessa, deita de costas na cama com as pernas abertas. Fechadas e você, sua puta, fica de quatro em cima dela, olhando na cara uma da outra. Balançando a cabeça, me levantei apavorada com o que imaginava que ia acontecer e tentei sair do quarto correndo, mas ele foi mais rápido que eu. Me agarrou, me levantou com facilidade nos braços, me fez sentir uma mulherzinha frágil e delicada. Sentou na cama e me colocou no colo dele, levantou meu vestido até a cintura e começou a me bater com força. — Se não for na boa, vai aprender na marra, pedaço de puta. Depois de umas dez palmadas. — Espero que tenha ficado claro com isso. Eu assenti com a cabeça. — Agora seja boazinha, sua puta, e fica como eu mandei. Me coloquei em cima da minha mulher de quatro, com as pernas abertas, enquanto ele tirava algo da bolsa, se posicionava atrás de mim e começava a passar a mão na minha bunda e dar uns tapas. — Você tem uma bunda muito linda, Vanessa. Deixo você escolher: eu puxo a calcinha pro lado ou abaixo um pouco? — Pro lado, meu amo. — Obrigado, Vanessa. Ele puxou minha calcinha pro lado e, alguns segundos depois, algo começou a abrir caminho devagar no meu cu. Virei o rosto para o lado. — Não desvia o olho da Vanessa, quero que ela veja sua cara enquanto eu te transformo numa mulher de verdade, igual a ela. Eu ainda sentia a pressão no meu cu, como se entrasse e saísse um pouco e voltasse a entrar. Lágrimas escorriam dos meus olhos. — Você tem uma buceta muito apertada, sua puta. Já tá quase toda dentro. Ele tirou um pouco e me segurou firme pelos quadris. De uma só vez, enfiou tudo. — Agora tá toda dentro. Você já é uma mulher de verdade, e agora vou te foder e te transformar numa puta completa. Vanessa me olhava sorrindo enquanto levava as mãos na própria buceta e começava a se masturbar. — Vanessa, você tá gostando de ver como eu como o corno do seu marido, né? — Sim, amo, muito. Fiquei bem puta. — Diz pra ele que agora ele é uma puta igual a você, e que eu sou o amo de vocês. — Você é uma puta igual a mim, e o Ricardo é nosso amo. Eu olhava pra ela e ouvia, surpreso com o quanto ela obedecia o Ricardo. Me Acabei de descobrir que ela se chamava assim, a mordaça na boca não me deixava gritar de dor no começo. — Você ouve sua esposa, sua putinha, e vê como ela gosta de te ver se transformando numa mulher de verdade como ela. Assente com a cabeça pra confirmar o que ela te disse. Com medo de levar mais palmadas, assenti, enquanto a dor dava lugar a um leve prazer. — Assim que eu gosto, que você seja uma putinha obediente igual a Vanessa. Gosto de como seus nomes soam juntos, Vanessa e Pili, minhas duas vadias submissas e obedientes. Diz pra ela, Vanessa, como é que se deve ser submissa e obediente igual a você. Vanessa começou a me repetir o que nosso amo dizia, que éramos as duas vadias dele, enquanto o prazer aumentava em mim e eu soltava gemidos como dava, pela mordaça. — Pra minha putinha Pili começar a gostar, tira a mordaça dela, Vanessa. Vanessa tirou a mordaça e minha boca livre começou a soltar gemidos altos e femininos. — Tá gostando, hein? Geme igual uma mulher. Cada vez ele me comia com movimentos mais rápidos e começou a acompanhar com tapas na minha bunda, fazendo meus gemidos e gritos ficarem mais fortes, e eu gozei na calcinha. — Adoro ver você aproveitando. Sei que você teve seu primeiro orgasmo feminino, seu macho fez você molhar a calcinha, não fez? Eu já tinha gozado antes. — Sim, mmmm, ahhh, sim. — Assim que eu gosto que minhas vadias voltem pra casa, de calcinha molhada. Você gosta que eu te dê tapas enquanto te como, eu sinto, sei quando uma putinha curte isso, não é, gostosa? — Sim, mmmm. Não sei por que minha mentalidade tinha mudado, eu tava adorando a foda que ele tava me dando e me sentir toda submissa me excitava. — Dá pra ver, putinha minha. Você tem tudo que eu queria pra dividir com minha vadia Vanessa. Você é mais submissa que ela, e era isso que eu queria, mas não esperava que fosse a puta do marido da minha vadia Vanessa. E a gente vai aproveitar os três juntos. Ele calou a boca, me deu umas estocadas fortes e pesadas e gozou. Tirou a camisinha, esvaziou na boca da Vanessa. Beija a Vanessa e compartilha meu tasty cum. Começamos a nos beijar as duas e o cum do nosso mestre circulando pelas nossas bocas. - Muito bem, slutty, saboreiem meu cum, essa é a única forma que vocês têm permissão de se beijar a partir de hoje. - O que o senhor ordenar, mestre. Respondeu Vanessa. - Não te ouvi, Pili. - Sim, mestre. - Assim que eu gosto, acho que é hora de ir pra casa, que amanhã tenho coisas pra fazer e já são quase 2 da madrugada, como você veio, Pili? - No meu carro. - Bom, vamos voltar no seu carro, nós viemos de trem e táxi, se arrumem um pouco e vamos embora. Peguei minha roupa debaixo da cama pra me trocar. - O que você tá fazendo com essa roupa? - Vou me vestir. - Você já tá vestida. - Sim, mas preciso me trocar pra voltar pra casa. - Nada disso, slut, você vai voltar assim. - Não posso voltar assim pra casa. - Claro que pode, você é minha slut e vai voltar exatamente assim pra casa. - Você não pode me obrigar a voltar assim. Ele se aproximou de mim, arrancou a roupa das minhas mãos e jogou no chão, me agarrou com força, me empurrou pro chão me fazendo ajoelhar e forçando a parte de cima do meu corpo a ficar deitada na cama, levantou meu vestido e me deu uns tapas na bunda. - Ficou claro agora? - Sim, mestre. - Assim que eu gosto, vira de joelhos assim e faz uma masturbação em mim. Comecei a masturbá-lo e a cock foi crescendo na minha mão alguns minutos depois. - Para e fica de pé de costas pra mim, abaixa um pouco a calcinha e inclina o corpo apoiando as mãos na cama. Obedeci e pensei que ele fosse me foder de novo, mas não foi assim, ele continuou se masturbando, alguns segundos depois pegou minha calcinha com uma mão puxando pra trás, encostou o corpo na minha bunda e gozou na calcinha. - Tô gozando, pronto, te falei que minhas putas voltam pra casa com a calcinha bem molhada, você já molhou com seu fluxo vaginal, mas por desobediente vai voltar molhada e impregnada com o cum do seu mestre, levanta e olha sua calcinha manchada pra assumir que você é uma simples e vulgar slut, sobe ela e arruma direito. Vestido que a gente tem que ir. Quando subi, notei como grudava na minha entreperna e na bunda, e era uma sensação desconfortável. Rapidamente ele nos obrigou a sair do apartamento. Peguei uma bolsinha preta de homem onde levo as chaves do carro, carteira, celular, sabe, o básico que a gente sempre carrega, e pendurei no ombro. — Me dá essa bolsa, eu levo, e da próxima vez quero te ver com uma bolsa que combine com a sua roupa. Saímos na rua, iluminada só pela luz dos postes. Saí nervosa, com medo de alguém me ver, quando fechei a porta de fora. — Onde está o carro? — Duas ruas abaixo. — Por que deixou tão longe? — Pra nenhum vizinho me encher o saco. — Vamos, cada uma de um lado. Ele ficou no meio, agarrou a gente pelas bundas e fomos até o carro. Quando chegamos, pedi as chaves do carro que estavam na bolsa. — Já dirijo eu, mulher não sabe dirigir. Vanessa sentou na frente e eu atrás. Quando sentei, a porra da calcinha do meu amo se espalhou mais e fui o caminho todo desconfortável. Quando chegamos, ele meteu o carro direto no estacionamento e nos acompanhou até a porta do prédio. Lá, beijou Vanessa na boca pra se despedir e depois se virou pra mim. — Então, Pili, quando chegar em casa, vocês vão dormir. Pede uma camisola vermelha pra Vanessa, veste e dorme com a calcinha que tá usando, sem lavar. E amanhã você usa ela o dia inteiro pra lembrar a todo momento que você é minha putinha, entendeu? — Sim, amo. — Vou nessa, putinha. Tchau. Vanessa abriu a porta do prédio, entramos e subimos no elevador. Eu de cabeça baixa, olhando pro chão, encostada num canto, e ela no outro, sem falar nada. Eu me sentia envergonhada, humilhada na frente dela. A gente tinha se pegado um ao outro: ela descobriu meu segredo me pegando vestido de mulher, e eu descobri a infidelidade dela, sendo a putinha submissa de outro homem. E não era só corno, agora eu também era a putinha submissa dele. Entramos em casa, fui na cozinha beber água e de lá pro nosso quarto. Quarto, Vanessa já estava de calcinha e sutiã. Ela pegou uma camisola, vestiu e sentou na cama. Eu, cabisbaixo, sentei na cama também. Tirei os saltos primeiro, depois o vestido, a cinta-liga e as meias. Ia tirar o sutiã.
— Não tira. — Disse Vanessa.
— Por quê?
— Não esqueceu de me pedir algo que o nosso amo te falou?
— Não sabia como te pedir... Me empresta uma camisola vermelha?
— Claro que sim.
Fiquei de pé, vendo ela procurar, se aproximar e me entregar na mão.
— Toma, veste. Vai ficar melhor sem tirar o sutiã.
Vesti, muito envergonhado na frente dela.
— Vanessa, vou no banheiro tirar a maquiagem.
— Deixa eu tirar pra você?
— O quê?
— A maquiagem. Eu queria fazer isso.
— Tá bom.
Fomos pro banheiro. Assim que entrou, a primeira coisa que ela fez foi sentar no vaso pra mijar. Eu também tava com vontade. Quando ela terminou, levantei a camisola, desci a calcinha até os joelhos e sentei como uma mulher. Quando me travestia, sempre fazia assim, e sem perceber fiz na frente da minha esposa. Ela me olhou, soltou um sorrisinho safado e me deixou vermelho. Ao mesmo tempo, reparei na calcinha molhada de porra do meu amo. Terminei, levantei, subi a calcinha e deixei a camisola cair.
— Senta no banquinho.
Sentei, e ela começou a tirar minha maquiagem.
— Acho que te devo uma explicação. Você já me deu a sua. Primeiro, quero dizer que ainda sou apaixonada por você, mas teria adorado que você fosse dominante. Só que você não é tão submisso quanto eu. Um dia, comecei a ler um conto sobre dominação, me excitou muito, e fui lendo mais. Outro dia, me atrevi a comentar num, depois noutro, e comecei a receber mensagens de amos dominantes. No começo, não respondia. Até que um dia comecei a responder. Com alguns, conversei várias vezes, até que apareceu o Ricardo e começamos a trocar ideia. Eu não tinha intenção de conhecê-lo pessoalmente, mas ele era daqui, peguei confiança, gostava de como ele me tratava e me dominava por mensagem. E um dia, aceitei o convite dele pra tomar um café. Um café e nos conhecermos. Ele passou pra me buscar com o carro dele e me levou a uma cafeteria no outro lado da cidade. Fui só pra conhecê-lo, não queria nada mais, mas quando pedi o café, sentados numa mesa no fundo, ele me pediu pra tirar a calcinha ali mesmo e entregar pra ele — e eu fiz. Depois de conversarmos um bom tempo lá, fomos pro carro pra ele me trazer de volta. Ele entrou no estacionamento de um shopping, estacionou no fundo e disse pra eu chupar o pau dele, olhando fixamente nos meus olhos. O olhar e o rosto dele impuseram minha submissão e obediência, e sem protestar eu chupei ele. E ali te fiz de corno pela primeira vez, e não consegui nem soube parar. Me desculpa muito.
— Doeu muito te ver com ele, mas a culpa é minha. Te deixei de lado ultimamente por causa do meu crossdressing, me fechei muito nisso. Fiquei muito tempo sem fazer quando viemos morar juntos, foi difícil, porque eu já fazia desde os 8 ou 9 anos, vestindo a roupa da minha irmã e da minha prima Maria. Mas um dia, quando fui colocar uma lavagem, vi uma calcinha sua e uma saia, peguei elas e vesti no banheiro, e voltei a fazer de vez em quando quando você não estava. Primeiro com roupa suja, depois comprei lingerie e comecei a vestir seus vestidos, saias e sapatos — por sorte temos o mesmo número de pé. Comprei seios de silicone e algumas roupas que guardo no forro falso da garagem. Primeiro fazia aqui, depois no apartamento, com medo de você me pegar ou desconfiar. E assim até hoje.
— Nunca desconfiei de nada. E sinto muito pelo que aconteceu com você. Não esperava que o Ricardo agisse assim, pensei que a gente fosse embora.
— Eu também não esperava isso, mas quando ele começou a me mandar e eu recusei, ele me deu um tapa, depois um segundo, e me chamou de puta — senti uma certa excitação. Depois me vi de joelhos ao seu lado, tão submissas as duas, você começou a chupar o pau dele, e então com a rola na mão, você aproximou da minha boca e me pediu pra chupar o pau do nosso dono. Me humilhei, mas ao mesmo tempo fiquei excitada. Eu molhei a calcinha gozando, depois os tapas na bunda mantinham minha excitação, mas quando me recusei com medo de ficar de quatro em cima de você e ele me pegou, me dominou como uma mulher fraca, frágil e delicada. Me colocou no colo dele e me deu mais tapas na bunda, percebi que estava gostando e gozei de novo, aceitando que aquele era meu lugar. Quando ele começou a me foder, fiquei aterrorizada, doeu muito e eu não esperava, acabei gemendo igual uma puta. - Me deixou com muito tesão te ver assim vestida, vendo como nosso amo foi te domando aos poucos, ajoelhada do meu lado chupando o pau dele, vendo como ele levantava sua saia deixando à mostra aquela calcinha vermelha linda e te batia, igual fez comigo muitas vezes por ser uma puta desobediente, e ver como você se entregava a ele de quatro e ele te comia enquanto a gente se olhava. Terminei de tirar a maquiagem e fomos pra cama dormir, eu com a conversa fiquei com tesão e na cama levei minhas mãos direto pros peitos dela, procurando a boca dela pra beijar. - O que cê tá fazendo, para. - Tô com tesão e com vontade de foder. - Não pode, nosso amo proibiu. - Mas ele não vai ficar sabendo. - Eu sei, mas devemos obediência a ele. - Isso significa que nunca mais vamos transar eu e você? - Enquanto pertencermos ao nosso amo, não. Somos as duas putinhas dele, nosso dever é ser fiéis a ele e dar prazer a ele. - Bom, então boa noite. - Boa noite, Pili. No domingo de manhã acordamos ao mesmo tempo, embora eu tenha acordado um pouco antes. Tomamos café as duas de camisola, depois Vanessa tomou banho e então eu. Enquanto eu tomava banho, ela preparou roupa pra mim. Saí do banheiro com a calcinha do dia anterior, manchada de sêmen, e o sutiã. Em cima da cama, Vanessa tinha deixado um vestido branco que eu nunca tinha visto, que ficava bem justo e tão curto que mal cobria minha bunda e deixava a calcinha vermelha transparente. Na beira da cama, uns saltos altos. Brancas, depois de vestida, saí do quarto e encontrei a Vanessa vindo na minha direção. — Gostou do que preparei pra você? — Sim, mas acho muito curto, e nunca tinha visto isso em você. — São presentes do nosso amo, e como ele quer nos ver vestidas, eu guardo escondidos entre minhas roupas. Falta você se maquiar. — Sim, vou fazer agora. — Deixa que eu faço. Ela me maquia, arruma um pouco minhas sobrancelhas, deixando elas mais finas, e por último me penteia. Depois começamos a fazer as tarefas de casa, coisa que sempre fizemos, mas agora era diferente: eu estava vestido de mulher e de salto alto. Lá pela metade da manhã, eu estava esfregando o chão e chegou uma mensagem no meu celular. Olhei e era do nosso amo. — Oi, putinha, me manda uma foto, quero ver se me obedeceu. Contei pra Vanessa. — Me dá o celular, vou tirar a foto pra você. Entreguei o celular, larguei o esfregão de lado. — Não, foda-se o esfregão, faz de conta que tá esfregando, vou tirar a foto com ele. Ela tirou e eu mandei. Demorou uns dois minutos pra responder. — Assim que eu gosto, que você seja obediente e que assuma suas obrigações em casa como deve ser. — Obrigado, amo. A manhã foi ocupada com as tarefas, e à tarde vimos uns filmes sentados no sofá, praticamente sem falar. À noite, antes de dormir, tirei a maquiagem e troquei a calcinha por uma rosa de renda que a Vanessa me deu, e dormi na hora. Acordei às cinco, vesti minha roupa de trabalho e fui embora. Poucos minutos depois das nove, recebi uma mensagem do meu amo pedindo foto da minha calcinha. Me pegou entregando um pedido numa loja de confiança. Falei que ia um instante no banheiro, tirei a foto e mandei pra ele. Ele me elogiou de novo por ser uma putinha obediente. Terminei meu expediente, voltei pra casa. A Vanessa estava sentada no sofá me esperando pra almoçar. — Oi, Vanessa. — Oi, Pili. Deixei a roupa preparada pra você na cama. Me chamar de Pili soou muito estranho. Fui pro quarto e lá tinha um sutiã que combinava com a calcinha, uma Saia plissada rosa bem curtinha, um top rosa e saltos abertos na ponta combinando. Ver aquela roupa me deixou excitada, sempre fantasiei me vestir assim feito uma colegial ou cheerleader, mas naquele momento me dava muita vergonha vestir aquilo pra passar a tarde com a Vanessa. Me vesti e fui pra sala, a Vanessa ouviu o barulho dos saltos e já virou a cabeça pro corredor pra me ver. — Cê tá muito gostosa, Pili, mas esqueceu a maquiagem. — É, depois de comer, agora tô com muita fome. — Eu também, mas dá pra segurar um pouco, vou te maquiar agora, vamos. No banheiro, ela me maquia com tons bem claros e os lábios de um rosa brilhante. Depois de comer, enquanto tomávamos um café. — Se pintasse as unhas de rosa, ficaria perfeita. — Isso não, tenho que trabalhar amanhã. — Dá pra tirar de noite, espera, já volto. Ela voltou com uma lixa e um esmalte, e sem pedir permissão pegou minha mão e começou a lixar as unhas, depois a outra, e por fim pintou elas. Mas não parou por aí: sentou na minha frente numa cadeira, levantou minha perna, tirou meu sapato e pintou as unhas dos pés. Me fez esperar secar pra calçar os sapatos. — Já pode calçar os sapatos. Eu tenho que sair pra fazer uns recados, vou deixar você cuidando das tarefas. Ela se despediu e foi. Não tinha quase nada pra fazer, a gente já tinha feito tudo no dia anterior: limpar a cozinha e recolher roupa do varal. Tava ocupada na cozinha quando o interfone tocou. — Sim, quem é? — Sou eu, abre, slut. Era meu dono. Abri a porta de cima esperando ele subir no elevador. Ele chegou, entrou sem cumprimentar, fechei a porta e segui ele. Ele tava com a bolsa do outro dia, largou no sofá e eu fiquei parada na frente dele sem saber o que fazer. Ele me olhou com cara séria. — O que cê tá esperando, slut? Me serve uma cerveja, isso é a primeira coisa que cê tem que fazer quando seu macho chega em casa depois de um dia duro de trabalho. — Desculpa, sim, meu dono. Dei a cerveza pra ele, ele deu um gole, largou em... A mesa e me pegou, me puxando pra ele enquanto se sentava no sofá, me deitou de bruços nas pernas dele, levantou minha saia e começou a me surrar. — Sabe por que eu tô te castigando? — Não, amor. — Você tentou desobedecer uma das minhas ordens, queria transar com a Vanessa, não é? — Sim, amor. Ele me bateu tão forte que eu comecei a chorar. Parou de me bater, abriu a bolsa, tirou o colar rosa e colocou em mim, depois a coleira. — Agora vou dar um passeio com a minha putinha, vamos. Levantou, puxou a coleira e começou a me levar pelo apartamento. — Gostou das roupas que comprei pra você? A Vanessa foi comprar hoje de manhã. O rosa te cai muito bem e você vai usar todo dia. A Vanessa é fiel e obediente, cumpriu tudo que ordenei: comprar as roupas, pintar suas unhas e ir fazer umas compras que pedi pra você, pra deixar a gente a sós por um tempo. Ela já deve estar chegando. Depois de andar pela casa toda, ele entrou no meu quarto e parou, me deixando do lado dele. Começou a acariciar minha cabeça, minhas costas, minha bunda, com umas palmadas incluídas. — Viu? Não é tão difícil ser uma putinha submissa e obediente. Agora fica de joelhos, olha na minha cara e desabotoa minha calça. Desabotoei e ela caiu sozinha, deixando a cueca à mostra. — Acaricia meu pau por cima da cueca. Comecei a acariciar e ele começou a crescer. Ele me pegou pela cabeça e colou minha cara no volume, que tava cada vez maior. — Vai, puta, esfrega seus lábios e seu rosto em cima. Afundou minha cara no volume dele e me forçou a esfregar até parar. — Agora abaixa minha cueca. Abaixei e o pau saltou feito uma mola, batendo no meu queixo. — Começa a me masturbar sem tirar os olhos da minha cara. Comecei a masturbar ele sem desviar o olhar. Ele me olhava sério. Não demorou pra ele pegar minha cabeça e puxar pro pau, roçando meus lábios na ponta, e empurrou pra baixo. — Chupa minhas bolas enquanto me masturba. Comecei a chupar as bolas dele e desviei o olhar. — Não tira os olhos de mim. Olha pra mim, quero ver essa cara de puta que você faz. Tava difícil pra mim manter o olhar por causa da posição que eu tava. — Passa a boca inteira por ela até a ponta e chupa. Cheguei na ponta e comecei a chupar, ele foi me guiando com uma mão na minha cabeça. — Eu sei que você vai ser uma boa puta, mas quer pular minhas regras e amanhã vai ter seu castigo. Às 5 vou passar pra buscar vocês com meu carro, a Vanessa vai cuidar de te preparar. O castigo vai te fazer lembrar todo dia que você é uma mera mulher destinada a satisfazer e servir seu amo. Uns dois minutos chupando a ponta, ele empurrou minha cabeça até enfiar tudo na garganta. Ele tomou todo o controle e metia e tirava, primeiro devagar, acelerando aos poucos até começar a foder minha boca. Ouvi o barulho da porta, a Vanessa chegou e entrou no quarto. — Oi, amo, como cê tá? — Oi, Vanessa, já viu, aqui dando lenha nessa puta. Fez o que eu pedi? — Sim, amo, trouxe tudo aqui. — Termino daqui a pouco e a gente põe as coisas em ordem. Em menos de um minuto ele gozou na minha boca. Depois de fazer eu deixar ela limpinha e brilhando, ele me mandou levantar. Aí vi a Vanessa com umas duas ou três sacolas na mão. — Pili, põe todas as suas cuecas em cima da cama. Abri a gaveta e coloquei tudo em cima. — Agora as meias. Coloquei do lado. — Vanessa, dá a roupa íntima nova pra ela guardar na gaveta. Ela tirou um conjunto de calcinha e sutiã rosa e me entregou. Fiquei olhando pra ele uns segundos sem me mexer. — Vai, o que cê tá esperando, puta? Pega e põe na gaveta. Peguei e guardei. Assim até sete conjuntos, um par deles com liga e meia dúzia de calcinhas e tanguinhas, todas rosa. Depois a outra sacola com meias, meia-calça e uma camisola. Na terceira sacola tinha um vestido de puta rosa junto com uma caixa com uns saltos de uns 10 cm que ele mandou eu guardar no armário. — Por hoje acabaram os presentes. Espero que você esteja feliz com tudo que comprei pra você. Agora guarda as cuecas. Numa dessas sacolas e me entrega, dizendo: "Tome, meu amo, estas cuecas que não vou usar mais, porque as putinhas só usam calcinhas bonitas e sexys, e obrigada, meu amo, pelos seus presentes que vou usar com muito prazer." Coloquei tudo na sacola e entreguei a ele, falei o que ele mandou e agradeci. — Assim que eu gosto, hoje você está sendo bem obediente. Vou indo, deixo vocês aqui sozinhas. Vanessa, hoje descansa, deixa a Pili fazer todo o serviço de casa. E amanhã às 5 da tarde passo para buscar vocês, espero que estejam prontas. — Sim, meu amo, eu cuido pra gente estar preparada. — Eu sei, Vanessa. Até amanhã. Quando ele foi embora, comecei a limpeza muito puta da vida com a Vanessa por ter contado ao nosso amo que eu queria transar com ela, e não falei uma palavra com ela. Umas duas horas depois: — O que foi? — Você sabe muito bem, por que você precisava falar isso pra ele? — Porque é minha obrigação ser sincera e fiel a ele, e a sua também. — Mas você podia ter ficado quieta, ele não ia ficar sabendo. — Eu tinha que contar, e sempre vai ser assim. Vou tomar um banho, te deixo com suas coisas. Quando entrei no quarto pra passar o aspirador, abri a gaveta do meu criado-mudo e vi que agora tava cheia de calcinhas, pensando como em dois dias eu tinha chegado naquele ponto e como minha parceira levava aquilo como normal. Continuei com a limpeza e depois preparei o jantar pra nós duas. Depois de jantar e ver um pouco de TV, fui ao banheiro, tirei a maquiagem e fui pra cama com a camisola rosa que meu amo tinha me dado. De manhã, durante o trabalho, meu amo pediu foto das calcinhas que eu tava usando de novo. Às duas já tava chegando em casa depois da última entrega, a Vanessa já tinha a comida na mesa. — Vamos comer rápido que tem muita coisa pra fazer. Depois de comer, tomei banho enquanto a Vanessa preparava minha roupa. Saí do banheiro com um roupão dela e fui pro quarto. Em cima da cama tinha um conjunto de renda completo com liga e meia, o putivestido e os saltos. Me vesti. , o vestido mal cobria a bunda, puxei ele pra baixo mas não descia mais. — não puxa mais, ele chega onde tem que chegar. Ela tava com um vestido de vinil preto, ela usava fio dental e eu calcinha, a gente tava vestida de puta, me maquiei, me penteei, depois ela fez o mesmo e a gente sentou no sofá pra esperar, faltavam 5 minutos pras 5 quando chegou uma mensagem pra Vanessa. — vamos, nosso amo tá nos esperando lá embaixo. — quê, não posso sair assim, são 5 da tarde, alguém conhecido pode me ver. — para de reclamar e vamos, que nosso amo não fique puto, além disso ninguém te reconheceria vestida assim. Antes de abrir a porta, ela me deu uma bolsa toda rosa. — pega o último acessório, te coloquei tudo que é essencial pra uma mulher, maquiagem, absorvente, uns tampões, um espelho e umas calcinhas limpas. Saí com muita vergonha, quando cheguei na rua o carro tava parado uns 25 metros da porta, eu andava de cabeça baixa e puxando meu vestido que não parava de subir, a Vanessa ia tranquilona mostrando meio da bunda sem se preocupar, a gente chegou no carro, nosso amo tava esperando do lado. — boa tarde, suas putinhas. — boa tarde, amo. Ele agarrou a Vanessa pela cintura e beijou ela com força. — gosto que você seja tão puta assim, e você, Pili, quero que seja igual a ela. Teve uma coisa que não gostei e vamos corrigir agora, volta até o portão de cabeça erguida e sem segurar o vestido, uma puta tem que mostrar que é. Ele me virou, deu um tapa na minha bunda e eu voltei pro portão, no meio do caminho o vestido já tava subindo, quando cheguei no portão e me virei, vi meu reflexo na porta e já tava aparecendo a parte de baixo da calcinha rosa, quando cheguei no carro o vestido tava no meio da bunda, meu amo me agarrou forte pela bunda, me apertou contra ele e me beijou com força igual tinha feito com a Vanessa, enquanto apertava minha bunda. — assim que eu gosto, uma puta obediente. Sobe no carro, você vai na frente, Pili. Ele abriu a porta, eu fui abaixar o vestido pra Senta. — Quieta e entra no carro. Entrei no carro mostrando a calcinha toda na frente, com o volume do pau aparecendo. Sentei no volante e comecei a dirigir, colocando a mão direita na minha perna, acariciando, subindo até tocar minha calcinha. — Gostou da calcinha que comprei pra você? — Sim, amei. Não falei mais nada durante todo o trajeto. Ele estacionou num estacionamento e saímos de lá, cada um segurando um lado da minha bunda. Ele nos levou até uma rua onde rola prostituição, umas putas fazendo ponto e a gente passando na frente delas, vestidas iguais a putas. Chegamos na porta de um sexshop e entramos. No balcão, tinham duas mulheres: uma de minissaia e top, e a outra vestindo um vestido curto de couro. — Oi, meninas. — Oi, Ricardo e Vanessa. Eles se cumprimentaram com beijos, os dois com elas, e depois ele me apresentou. — Inma, essa é a Pili. Ela me deu dois beijos e depois me apresentou à garota de couro. — Priscila, essa é a Pili, a putinha que te falei, que precisa de um castigo por querer desobedecer minhas regras. Pili, ela é a Lady Priscila, uma dona dominante e expert em feminização, e vai cuidar do seu castigo. — Oi, prazer, Lady Priscila. Fui dar dois beijos, mas ela me ofereceu a mão, e rapidamente entendi que devia beijá-la, e assim fiz. — Já tenho tudo preparado. — Beleza, toda sua. — Vamos. Entramos por trás do balcão, por uma porta, num corredor com várias portas. Entramos numa sala, nós quatro. — Tira o vestido e a calcinha. Obedeci com medo de um castigo, e com receio, sem saber o que iam fazer comigo. — Hummm, que coisinha linda, quase nasceu com buceta. Fiquei vermelha ao ouvir Lady Priscila falar isso, e ouvir meu amo e a Vanessa rindo. — Vamos trabalhar. Você tem umas próteses de peito boas, soube escolher. Ela disse isso enquanto apalpava meus peitos. Pegou uma venda numa mesa e colocou em mim, me deixando cega. Senti que soltava o ligue da meia. — Vamos pro seu castigo. Levanta uma perna, agora a outra. Aconteceu algo entre minhas pernas e ela subiu até em cima, pensei que fosse uma calcinha, ela pegou meu pau naquele momento flácido, acho que por medo ou vergonha, enfiou em algo e comecei a ter uma ereção, mas uma pressão nele me impediu. Em seguida, senti uma tira entrar no meu cu e imaginei que era uma tanga, mas apertava muito e não podia ser. — Pronto, Ricardo, o que achou? — Perfeito, agora ele sempre vai lembrar que é uma mulher. — Vou vesti-la. Abrochei a cinta-liga, depois ela me fez levantar um pé e depois o outro, subiu até em cima e senti outra tira no meu cu. De novo, ela me fez colocar os pés em algo e subiu. Quando chegou na altura das coxas, senti que se ajustava a elas, com dificuldade pra subir mais. Apertou minha bunda e parou de subir. Depois, ela me fez colocar os dois braços e, ao sentir as tiras nos meus ombros e elas se ajustarem, a parte de baixo subiu um pouco mais. Aí senti um zíper subindo pelas minhas costas, percebendo que o que eu achava que era um vestido ficou totalmente justo no meu corpo. — Pronto, Ricardo, sua putinha pronta, o que achou? — Perfeito. Então tirei a venda e fui na frente de um espelho, e vi que estava usando um vestido de vinil igual ao da Vanessa, mas rosa, na altura do fim da minha bunda. — E a minha putinha gostou. — Sim, amor. — Mas você ainda não sabe qual é o seu castigo, tá morrendo de vontade de saber, né? Então é agora: levanta o vestido. Levantei com dificuldade. — Olha como essa tanga fica bem em você, agora abaixa e se olha no espelho. Fiquei parada, olhando fixo. Meu pau não estava no lugar, tinha uma racha que sumia entre minhas pernas. — Gostou da sua buceta? Esse é o meu castigo por desobedecer e querer transar com a Vanessa. Te falei, minhas putas não transam entre si, e a partir de agora você vai usar isso sempre. Isso vai te lembrar que você deve ser submissa e obediente. A Priscila vai te explicar tudo sobre a sua buceta agora. Eu escutava, olhando fixo pra minha imagem no espelho, com O vestido levantado, a calcinha fio dental no meio da coxa e com a buceta à mostra. — Olha aqui, Pili, se você quiser pode subir a fio dental. Isso é uma vagina de silicone, veste como uma calcinha, macia ao toque. No meio da fenda tem um buraco por onde aparece a ponta do pau que vai enfiado num tubo que não deixa você ter ereções. A ponta do pau fica um pouco pra fora do buraco e vira seu clitóris, e faz com que você possa mijar sentada. Um pouco mais atrás, na altura do seu cu, tem um buraco maior, essa é a entrada da buceta e é penetrável. E acho que já te falei tudo, aproveita, putinha. Então meu dono se aproximou por trás, me agarrou pela cintura, deu um tapa na minha bunda e enfiou a mão entre minhas pernas, dentro da fio dental, e começou a me tocar a buceta. Senti os dedos dele começando a brincar com meu clitóris. — Hummm, parece que você está excitada, já tá com a buceta molhada e a fio dental encharcada. Você gosta, né, putinha? Seu clitóris não para de soltar fluido vaginal. É assim que eu te quero, sempre quente e entregue. Mas sou um homem bom e vou te dar uma chance de sair dessa. Sabe que isso é um Glory hole. — Sim, amo. — Vou te botar num teste. Se passar, te deixo livre, você e a Vanessa. Aqui tem um glory hole. Você vai entrar com a Vanessa, ela já tem experiência. Vão chupar todas as picas que saírem pelo buraco. Isso me gera uma grana, dividida com a Priscila, que serve pra comprar a roupa que você tá usando. Não ia sair de graça. Em uma hora vocês saem, e se sua buceta estiver seca, serão livres. Senão, continua sendo minha putinha e todo sábado à tarde vou te trazer aqui pra trabalhar umas duas horas. Como sou um homem precavido e já sabia que você sairia daqui molhada, deixo você tirar a fio dental e trocar pela que está na sua bolsa. Aceita o desafio? — Sim, amo. — Então você tem cinco minutos pra ficar pronta. Naquela porta tem um banheiro. Entrei com minha bolsa, tirei a fio dental, me sequei com papel higiênico e coloquei a fio dental da bolsa. Saí pronta pra vencer. O desafio e sermos livres. — Você está preparada. — Sim. Sem dizer mais nada, saímos os 4 de lá. Pensar que eu teria que chupar desconhecidos me dava nojo, mas se eu queria me libertar, precisava fazer isso. Saímos para o local, a Priscila ficou no balcão e nós seguimos nosso amo entre homens que nos olhavam. Ele abriu uma cabine e mandou a gente entrar, fechou a porta e nos deixou sozinhas, nós duas. A Vanessa se ajoelhou assim que entrou, e eu fiz o mesmo. Tinham 4 buracos, 2 na frente e 2 atrás. Em poucos segundos, apareceu uma rola com camisinha na frente da Vanessa, que pegou na hora com a mão e levou à boca. Apareceu outra atrás de mim, hesitei um pouco, mas imitei a Vanessa e comecei a chupar. Eu estava chupando aquela rola quando a Vanessa pegou minha mão e levou até outra rola que saiu atrás de mim, e começamos a masturbá-la juntas. — Pili, para de chupar essa e chupa a que estamos segurando. Ela tirou a mão quando comecei a chupar. Parei de chupar a que ela estava chupando e levei minha mão até aquela rola, e ela começou a chupar a que eu chupava primeiro. Uma hora depois, saímos de lá as duas, tendo chupado umas 8 rolas diferentes. — Vamos ver se você ganhou. Não te excita pensar que esses homens aqui sabem que você é a putinha que chupou eles, mas você não sabe de qual deles teve a rola na boca? Nós o seguimos até o balcão e entramos onde antes, enquanto ele falava comigo. Ele se colocou na minha frente, com o olhar fixo nos meus olhos, e enfiou a mão entre minhas pernas. Tocou a calcinha fio dental por cima e depois enfiou a mão por dentro. — Mmmm, acho que você perdeu. Você está com a buceta e a calcinha bem molhadas, então vai continuar sendo minha putinha. Eu sabia que tinha perdido o desafio porque tinha ficado excitada no gloryhole. Essa situação que eu estava vivendo, eu já tinha fantasiado alguma vez, embora no começo eu negasse por medo e vergonha, estava se realizando. — Vanessa, vem aqui e fica do lado dela. — Já vou, amo. Ela ficou do meu lado, e nosso amo colocou as mãos sobre nós. de nossas cabeças e automaticamente nos ajoelhamos, Vanessa desabotoou a calça dele e puxou pra baixo junto com a cueca, pegou a pica dele e me ofereceu, e eu comecei a chupar, fomos nos revezando entre as duas até que a primeira gozada foi pra ela e as seguintes pra mim, depois nos fez beijar pra dividir entre as duas. - Vocês se comportaram muito bem, são duas putinhas boas, levantem que vamos pra sua casa. - Obrigada, amo, mas deixa eu ir no banheiro primeiro. - disse Vanessa. - Obrigada, amo. - falei eu. - Você tem minha permissão pra ir no banheiro, Pili vai com ela. Eu já tava me mijando fazia um tempo, mas a vergonha de ter aquilo entre as pernas me impedia de pedir, saí com Vanessa do quarto e no mesmo corredor ela abriu uma porta onde tinha um, ela entrou direto e sentou pra mijar enquanto eu, em pé na frente, olhava pra ela, ela pegou um pedaço de papel e se limpou, levantou e ficou na frente de um espelho se olhando enquanto eu continuava em pé olhando pra ela. - Você não vai fazer xixi? - Vou, mas com isso me dá vergonha de fazer na sua frente. - Que boba você é, será que não tem intimidade? Vamo que nosso amo tá esperando. Eu fiquei na frente do vaso, levantei o vestido, abaixei a calcinha fio dental e sentei pra mijar enquanto Vanessa me olhava sorrindo, o que me dava mais vergonha ao mesmo tempo que um certo tesão, terminei, me limpei com papel, arrumei o vestido e saímos de lá, o amo nos esperava na porta, saímos, ele se despediu da Priscila e da Inma, e daí foi direto pro nosso apartamento. - Enquanto tomo uma cerveja que a Pili vai me trazer, preparem o jantar entre as duas. Preparamos uns bifes de carne com batata e salada e jantamos os três, enquanto nosso amo nos explicou os planos que tinha pro fim de semana. - Sexta, quando a Pili chegar do trabalho, vocês se arrumam, preparem roupa pra todo o fim de semana, vou passar pra buscar vocês umas 5 e vamos passar no seu apartamento, quero ver como a Pili se vira como dona de casa. casa, você Vanessa não vai fazer nada, só ela. E se ela cometer algum erro, nós dois vamos corrigir. Tá bom pra vocês? - Sim, amor. - Sem esquecer do prazer, tô doido pra desvirginar a buceta da minha putinha. Depois do jantar, ele foi embora e a gente ficou arrumando tudo. Aí fui tomar banho, tive que tirar a calcinha pussy, fiz com cuidado como me explicaram, lavei ela primeiro, tomei banho e, quando fui colocar de novo, tive uma certa dificuldade pra enfiar meu pau no tubo.
4 comentários - Surpresa gostosa