Minha esposa me deixa louco

Não conseguia dormir e tava excitado. Do meu lado, minha mulher dormindo, tranquila, relaxada, de lado, a bunda apontada pra mim, via a fio dental sumindo naquele rabão. Fiquei acariciando ela de leve por um tempão, tentei dormir mas foi foda, fiquei virando pra lá e pra cá até de manhã cedo, quando finalmente peguei no sono. Acordei perto das 11, a Débora brincando com a menina na sala. Cheguei perto, cumprimentei ela com um beijo profundo, ela disse que de tarde dava pra ir na praça. Era um dia lindo de sol, começo de primavera, a época que ela mais gosta. Então comemos de boa, ela foi se trocar, vestiu uma saia justa tipo tubinho, uma fio dental bem pequenininha, e aquela saia fica transparente com o sol. Ela virou pra mim:
—Tô gostosa...?
-Linda... gostosa...
—Parece que fica bem transparente, né...? Tipo... quando o sol bate...
-Ai, amor... vamos dar um rolê com a gatinha, não tem problema...
Já tava excitado de novo. Saímos pra rua, ela caminhava empurrando o carrinho da menina, parecia que a bunda dela marcava mais do jeito que ela mexia. A cadência da bunda dela quando vai empurrando o carrinho. De vez em quando eu ficava um pouquinho mais atrás, olhava ela andar e ficava com o pau duro, que rabo, meu Deus, a calça jeans ajudava a esconder minha ereção violenta. Eu levava o kit do mate, uns biscoitinhos. Quando entramos no parquinho, sentei, ela sentou do meu lado, depois foi com a menina pro balanço, me distraí olhando as outras crianças brincando, quando olhei pros balanços, tinha um rapaz novo, conversando animado com a Débora, que se mexia exageradamente sensual enquanto balançava a Jazmín, ele não perdia um detalhe, eu olhava ela de longe, em outra época eu teria saído correndo, teria me aproximado, mas dessa vez fiquei na distância observando ela. Num momento ela olhou pra onde eu tava e eu simplesmente levantei a mão acenando pra ela, e naquele gesto, senti que tava dizendo pros dois que tava tudo bem, tava dizendo "sou o marido que olha de longe e não vou me meter em nada do que tá rolando". Me excitava toda a situação, minha atitude submissa, permissiva. De novo tava com uma ereção que ia rasgar minha calça a qualquer momento. Precisava parar, pensar em outra coisa, então comecei a preparar o mate, olhando pra outro lado, daqui a pouco senti a Débora sentar do meu lado, comecei a servir o mate. Tomamos conversando sobre tudo um pouco, ela me contou uns problemas do trabalho dela. Voltamos pra casa, ela ia dar banho na menina. Eu fiquei de começar a preparar a comida. Depois do banho, a Jazmín dormiu profundamente. A Débora veio pra cozinha e me abraçou por trás. Começou a brincar com a mão direita apertando meu volume, com a esquerda acariciava meu peito. Ela se ajoelhou, me virou pra ela, desabotoou minha calça, abaixou o zíper e puxou tudo junto, a calça e a cueca.
-Mmmm... o que temos aqui? como você tá durinho ultimamente... parece que tá quentinho, meu amor... tudo isso é pra mim?
-Sim, é todo seu, meu amor...
-Que bom...
Não falei mais nada, ela começou a brincar com a língua, aquelas mamadas de campeonato que ela costuma dar, continuou. Pedi pra ela parar porque não queria gozar, mas ela não teve pena, continuou chupando e chupando, quando sentiu que eu tava perto de gozar, tirou da boca, começou a bater uma pra mim e jorrei porra pela cozinha toda, ela sorriu satisfeita, se levantou. Foi se despindo sensualmente caminhando até o banheiro, me disse vou tomar um banho, meu amor, embora eu não pudesse acreditar, ainda tava excitado. Nesses dias a gente tinha transado mais do que nos últimos dois meses. Abri a geladeira, destampei uma cerveja, me servi um copo, sentei pra descansar um pouco. Fui no banheiro, me despi e entrei na banheira com ela. Na hora ela viu minha ereção e sorriu.
— O que que o Senhor tem, que anda tão tarado ultimamente...? — ela riu de novo. Levantei uma perna dela, coloquei na borda da banheira e meti, enquanto devorava a boca dela e amassava os peitos.
-Que lindo, papai, como você tá gostosa...
- Você gosta de puta...?
—Você me atrai...
-Eu e o Jorge também...
—Sim!!! esse cara me adora!!! ele tem uma rola deliciosa... e como me preenche... é bem grossa... mas você é muito fofo, meu amor... — disse me provocando.
Filha da puta, que tesão, pelo amor de Deus, puta, depois a gente continua em silêncio. Ela saiu e ficou de costas pra mim, ensaboei ela um pouco e depois fui chupar a bunda dela, ajoelhado atrás dela com a água batendo na minha cara. Separei as bandas da raba e comecei a chupar. Como eu adoro chupar a bunda dela, que delícia, pelo amor de Deus, ela abria bem as nádegas e eu enfiava a língua o mais fundo que dava. A Débora começou a se masturbar a bucetinha enquanto eu chupava, e começou a gemer.
—É... que língua habilidosa você tem...
Parei de chupar e falei que tava com vontade de comer a bunda dela.
-Não, você é muito bruto... sempre me faz sentir dor... e depois eu não curto nada... me come pela buceta se quiser...
Fiquei de pé e meti devagar, agarrei ela forte por trás e comi gostoso.
-Toma, sua puta de rabão...!!!!
— Sou uma puta mesmo... O Jorge tava falando a mesma coisa no meu ouvido outro dia...
Fiquei mais excitado, continuei bombando com força, não aguentava mais, então acelerei a foda e num instante senti que me esvaziava, achei que ia enlouquecer, gozei igual um desesperado. Ela virou a cabeça e me beijou. A gente foi se acalmando, ela se virou, nos acariciamos, nos secamos um ao outro nos beijando e fomos pra cama dormir. Na segunda-feira não teve novidade, os dois estavam muito cansados, então dormimos cedo. Terça-feira costumo ir jogar futebol com meus amigos, como sempre a gente fica pra comer alguma coisa depois do jogo. Antes de começar a partida, meu celular tocou, era uma fotinha da Débora com uma tanga nova, mostrando a raba, uma selfie, e dizia.
-Adoraria estrear ela hoje à noite com você, se não ficar pra jantar, tem sobremesa em casa... se não vier, posso estrear com outra pessoa...
O jogo inteiro fiquei nervoso, inquieto. Na hora do almoço me desculpei com os caras, falei que tavam me esperando em casa, que a menina tava com um pouquinho de febre e que não queria deixar a Débora sozinha. Zoaram, me chamaram de dominado, pau-mandado e tal. Saí voando com o carro, parecia um louco dirigindo, nem tinha tomado banho, entrei todo sujo assim mesmo. Passei pelo quarto da menina, que dormia tranquilamente. Fui pro nosso quarto, e lá na cama estava a Débora. Bum, subi, a calcinha fio dental nova bem enfiada na bunda, era branca, ficava uma delícia nela. Com as mãos, ela começou a se acariciar a buceta, rebolando enquanto se tocava.
—Você não ficou pra comer com a galera... que pena!!! — disse ela virando o rosto, o cabelo ruivo caía sobre ele, ela estava uma delícia me olhando com cara de safada, aqueles lábios gostosos que ela tem. Me despi e mergulhei na cama, puxei a tanga dela pro lado, meti e comecei a foder ela selvagemente, agarrei ela pelos cabelos, virei a cabeça dela e beijei a boca dela, nos beijamos, brincando com línguas e dentes. A gente tava como desesperado, como se fizesse meses que não transava.
-Que lindo, papai... me fode assim... como você tá gostoso ultimamente... parece que te fez bem eu ter ficado com um garotinho...
-Calou a boca, vadia...
Peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, comecei a bombar bem forte, senti que ia aguentar um tempão, que não ia gozar tão cedo, então fui me acalmando e brincando. Tirava só deixando a cabeça e metia de novo até o fundo, bem devagar, saboreando. Só a cabeça e de novo até o fundo, ela acompanhava rebolando a bunda. Comecei a dar tapas na rabeta dela.

—Mexe essa bunda, putinha... puta... mexe essa bunda, vai... gostou de como aquele moleque te comeu...
—Sim... ele me comeu gostoso pra caralho, tem uma rola deliciosa...
—Que piranha que tu é...
Continuamos fodendo em silêncio, senti que ela estava chegando lá, veio bem fundo. Com meu dedão comecei a brincar no buraquinho da bunda dela, cuspi e enfiei o dedão, o orgasmo dela parecia não ter fim. Eu sentia que agora sim estava perto de gozar, bombeei mais forte, tirei meu dedo da bunda dela, ouvi um gemido, um incômodo, como se ela não quisesse que eu tirasse o dedo dali, mas eu estava descontrolado, precisava agarrar ela pelos quadris e bombear bem forte, meter bem fundo.
—Sua putinha... vou te encher de porra...
Segurei ela firme pela cintura, apertei contra mim gozando fundo na buceta dela, depois dormimos abraçados.
Na quarta-feira ela chegou tarde do inglês, faz um curso que a empresa paga. Quando chegou, eu já tava deitado, cochilando, bem cansado, e ela veio morta de cansaço. Levantei pra acompanhar ela enquanto esquentava algo pra comer. Depois fomos dormir, ela me deu um beijo bem suave, bem doce, falou que me amava e a gente dormiu abraçado.
Na quinta-feira, cada um pro seu trampo. Lá pela metade da manhã, tava numa reunião com o chefe e um grupo de trabalho. Nessa hora, meu celular tocou, tinha acabado de rolar uma apresentação, um trampo que eu tinha preparado. Comecei a ler a mensagem.
—Oi, meu amor, o Jorge falou comigo, ele copiou a conversa que a gente teve???? Na hora eu respondi que sim. Logo em seguida ele me mandou a conversa, meu chefe ficou me olhando atento, eu tava vidrado no meu celular.
-Acontece alguma coisa, Raul?
-Desculpa, senhor, parece que minha filha tá com umas linhas de febre, vou ali um minutinho e já volto.
Claro, Raul, fica tranquilo.
Fui pro banheiro, nervoso e excitado.
Abri a mensagem da Débora, quem começou falando foi ele:
J-Oi, como você tá?
D—Bem, e você?
J- Sentindo sua falta, louco pra te ver
D- Que bom, porque eu também tô morrendo de vontade de te ver...
Apertei a rola na calça.
J-Tem vontade de repetir?
D-Não de repetir, não... de ir fazendo umas coisinhas novas...
Entrei num dos banheiros, fechei a porta, tirei minha rola pra fora e fiquei acariciando um pouco, continuei lendo
J- Que bom que você tá afim, justo esse sábado eu não tô trabalhando, então a gente pode se encontrar mais cedo se quiser...
D-Lo tenho que consultar com meu marido...
J-Y e se teu marido não te deixa?
D-Por enquanto a gente decide as coisas entre nós dois...
Voltei a me tocar, esse aí por enquanto me matava de ciúmes e tesão.
Pô, se ele não quer que a gente se veja...
D-Y, por enquanto a gente não pode se ver se ele não quiser...
J-O que quer dizer "por enquanto"?
D-Bom, quando a gente aprofundar um pouco mais a relação, talvez eu não ligue pro que meu marido diz...
Parei de ler e terminei de me masturbar... talvez eu não me importe com o que meu marido diz, repetia a frase enquanto gozava igual uma porca. Guardei o celular, lavei as mãos e voltei pra reunião. Deixei o celular de lado até sair do trabalho. Olhei de novo enquanto esperava o metrô.
Jorge dizia:
J-Bom, consulta com ele então pra ver se ele te dá permissão...
D-Não preciso de permissão, idiota... só não quero enganar ele... quero que ele saiba bem o que tá rolando...
De novo eu tava com tesão, me sentia desconfortável, excitado, rodeado de gente.
Continue lendo.
J-Bom, olha só e me avisa... se eu tiver o sábado inteiro à tarde pra você, sabe como você vai passar... todas as coisas que te prometi, vou cumprir...
D-Não me fala assim que fico com a buceta molhada...
J- Que vontade de te comer todinha...
Chega de papo, guardei e tocou de novo, era a Débora, áudio do zap:
- Minha irmã vem cuidar da Jaz, vamos jantar pra ajeitar as coisas... beijos.
Quando cheguei em casa, as duas estavam batendo papo animado na cozinha enquanto tomavam chimarrão, era umas 20:30. Falei pra Débora que ia tomar um banho pra depois sairmos pra jantar.
Foi se trocar, quando vi ela, tava uma delícia, tinha umas meias arrastão até o meio da coxa, um vestido preto decotado, mostrando seus encantos. Comecei a ficar excitado de novo, mesmo tendo batido uma à tarde. Não dava pra acreditar, cada vez mais ciumento e mais tesudo. No restaurante sentamos, a Débora chamou o garçom e começou a provocar, falando de um jeito sensual, o garçom não perdia detalhe do que o decote oferecia, eu me sentia entregue, seduzido pela beleza e sensualidade dela. Débora pegou minhas mãos nas dela, começou a me acariciar e olhou nos meus olhos:
- Então, amor... acho que a gente precisa conversar, né? esclarecer as coisas... - engoli seco e falei.
—É… a gente precisa conversar…
- Você gostou da conversa que te mandei?
- Se fiquei muito excitada... - não sabia se devia contar a verdade ou não, mas acabei falando. - Fui ler no banheiro e acabei batendo uma punheta...
-Epa, isso não tá certo, como é que você tá desperdiçando seus suquinhos... em vez de compartilhar comigo... não gosto disso...
- Bom, love, tava muito tesuda...
-E o que te deixou tão excitada...
—Sei lá, fiquei com ciúme, nervoso...
-Vamos falar sobre isso...
—No outro dia, quando vocês estavam... não esperava que ele te beijasse... que você devolvesse os beijos... daquele jeito tão quente... isso realmente me deixou mal... nervoso... com ciúmes... não conseguia lidar com aquilo...
- E aí, amor... se eu tô dando uma trepada com um senhor... com um gatinho novo, vou dar uns beijos... eu adoro dar beijos... acho muito sensual... muito sexy... me deixa com muito tesão quando um homem, enquanto me come, enfia a língua na minha boca...
Eu tava de pau duro ouvindo ela, não sabia o que falar.
-Não pensei que você fosse ter um relacionamento com outra pessoa, tipo algo sério, e os beijos...
- Ai, amor... vamos falar na lata... eu não vou ficar pulando de um cara pra outro... é um moleque novinho, muito tarado... pauzão... não é burro... lembra da primeira vez que a gente transou? a gente demorou pra achar o ritmo, se conhecer... com ele eu transei outro dia pela primeira vez e senti que a gente se conhecia desde sempre...
Ela fez uma longa pausa, percebendo minha excitação. Me olhou com cara de puta.
-É verdade que soma muito você estar ali olhando e consentindo tudo... pra mim soma 100 de tesão... mas nós dois nos conectamos na hora... tivemos uma química impressionante... então quero aproveitar isso, aprofundar essa química.
Fiquei calado por um tempo, não sabia o que dizer pra ela, ela tava sorrindo, radiante, toda iluminada.
—Eu pensei que as coisas iam ser diferentes... — falei.
—Isso porque você tava nas suas fantasias... mas se somos três pessoas, são três desejos que se misturam... ele tá morrendo de vontade de me ver... falou umas coisas que me esquentaram pra caralho enquanto me comia... e eu tô louca pra ele me comer de novo... pra me encher todinha com aquela piroca grossa e dura que ele tem... — ela disse, falando cada vez mais baixo, mas me encarando fixo nos olhos. Deu uma pausa. Ela continuou.
—Você vai me largar, Rolly...?
Me fez rir, sabe que odeio quando me chamam assim, arrancou um sorriso de mim.
- E se eu não deixar?
-Prefiro pensar ao contrário, se você me deixar... a gente leva a neném na casa dos seus pais... passa pra buscar o Jorge... e vamos pra casa pra você me arregaçar... me excita pra caralho você me comer na nossa cama.
O garçom chegou com os pratos, interrompendo aquele papo tão profundo. Ela me olhava toda divertida.
—Você não me respondeu o que faria se eu não deixasse... — ela me olhou sorrindo.
—Nem considero isso, você tá tão tesuda que isso é o que mais importa pra você... te tenho comendo na minha mão igual um cachorrinho... — colocou uma batata frita na palma da mão, eu peguei com a boca e os dois caímos na risada. Ela me olhou de novo nos olhos.
—Uma hora vou comer ele... sozinha com ele... pra poder gritar o que sinto... pra pedir pra ele me fazer mais coisas... porque com você ainda me seguro um pouco... mas talvez também consiga me soltar na sua frente... mas ainda quero fazer isso a sós com ele... isso se a relação for bem... ou se a gente se entender... senão, claro que não...
Pausa longa, levantei meu copo e brindei pelo nosso love.
Quando saímos do restaurante, eu a segurava pela cintura, descendo a mão e acariciando a bunda dela. Chegamos no carro, ela apertou meu volume.
—Que gostosa você tá... quando a gente chegar em casa, vou esvaziar minhas bolas em você... se você se comportar bem... o que você vai fazer no sábado?
-No sábado, vamos levar a menina na casa dos meus pais e depois ir buscar o Jorge...
- Muito bem, meu amor!!!! E depois, quando ela quiser ir dar uma foda sozinha com o Jorge... o que você vai fazer...?
—Vou ficar em casa cuidando da gatinha...
—Me deixa com tesão te ouvir assim... muito bem, meu amor... — ele se aproximou de mim, comeu minha boca, chegou perto do meu ouvido, mordiscou minha orelha — que trepada que vou te dar, vagabundo...
Chegamos em casa, demos uma acalmada pra se despedir da irmã da Débora. Quando ela foi embora, a gente se jogou na cama, se pelou quase que na selvageria. Meti com violência, com fúria, comia ela bem gostoso e ela curtia cada vez mais.
—Sim!!! me fode bem... sente como você enche... que depois o Jorge vai me deixar mais aberta... não sei se você vai me sentir tanto...
, que tesão a bombava mais forte, mais fundo.
—Se aproveita agora... antes que o Jorge termine de me abrir toda... com aquela pica grossa que ele tem...
Comecei a gozar igual um porco. Ela gozou também, a gente se mordia na boca, felizes, sorrindo. Depois dormimos abraçados.

3 comentários - Minha esposa me deixa louco

me gusta lo puta que va siendo ,,,, cada vez más....