O senhor Gil me encarava com seus dois olhinhos lascivos. Por trás dos óculos, sua descida ia do meu peito, seguindo o contorno que minha blusa branca justa desenhava, até a saia, onde ele se demorava com gula nas minhas nádegas. Aproximei-me da mesa dele com certa timidez. — Senhor Gil... — gaguejei. — Vim do jornal O Robledal para entrevistá-lo, como combinamos, sobre sua carreira empresarial de sucesso.
— Tenho certos segredos que gostaria de compartilhar, é verdade... — ele se ajeitou na cadeira estofada, atrás de uma enorme mesa de mogno. — Há 40 anos que comando o negócio mais poderoso do país. Já estou velho e me aposentarei em breve, então não me importo de dividir o que sei. Mas, sabe? São segredos que nunca revelei a ninguém.
Ele apontou para um monte de papéis amontoados sobre uma cômoda, um pouco afastada, e com sua mão grande, indicou que eu me aproximasse para examiná-los. Levantei-me e comecei a folheá-los, dando-lhe as costas. De repente, senti uma mão quente na minha nádega direita, apertando e apalpando com força por cima do tecido. Era o senhor Gil. Ele não era só mais velho, mas também corpulento e muito alto. Aproximou-se de mim e, bem suavemente, sussurrou no meu ouvido:
— Mas estou disposto a dar essa informação em troca de outras coisas, jovem — sussurrou com voz rouca e profunda.
Eu queria impressionar meus superiores. Abri as pernas e pressionei minha bunda contra a virilha dele. O senhor Gil levou a mão até minha coxa e a arrastou devagar por baixo da saia. Começou a me acariciar por cima da calcinha. Aquilo pareceu deixá-lo louco, porque ouvi sua respiração ficar mais ofegante, enquanto soltava um leve grunhido. Levou a outra mão até meu peito e o apertou com um desejo raivoso, ao mesmo tempo que esfregava o volume na calça dele contra minha saia, lambendo meu pescoço, minha orelha e minha bochecha. Arrancou minha blusa e levantou o sutiã. Me virou quase sem olhar para o meu rosto, lambendo meus mamilos e... levantando minha saia. Ele rasgou minhas meias, me colocou de bruços e puxou minha calcinha até os joelhos. Me penetrou sem mais delongas. Gemi de prazer. Com uma vitalidade juvenil, ele começou a meter selvagemente. Me agarrei aos cantos da mesa para me segurar. Os golpes secos da mesa contra o chão refletiam a ferocidade com que ele me penetrava. Vi a cena refletida no espelho da parede: o senhor Gil, com as calças abaixadas até os joelhos, me comia incansavelmente. Eu o recebia, molhada, com a calcinha nos joelhos e a saia até o umbigo. -Você gosta, pequena Promíscua? -ele gritava-. Vocês gostam que fodam com força, que enfiem até as orelhas e que gozem dentro. Ele cobriu minha boca com a mão e enfiou um dedo para eu chupar. -Cala a boca, buceta -ele rosnou-. Você está fazendo um show. Mas eu não conseguia, porque aquilo era prazer demais. Ele me fodia com tanta violência que, a cada nova investida, a escrivaninha se movia um pouco do lugar. Ele arfava como um touro enfurecido. Nunca tinha curtido tanto com um homem. Em uma dessas, ele parou de repente, agarrou meu cabelo, aproximou sua boca da minha e rosnou no meu ouvido: -Então não quer calar a boca, é, sua putinha? Vocês são todas umas putinhas hoje em dia, vou te ensinar um truque de velho para calar essa boquinha. Então ele se endireitou, virou-se para a porta de entrada e, sem tirar o pau de dentro, chamou seu secretário. Entrou um jovem que contemplou a cena com certa apatia. Senti um pouco de vergonha e tentei me cobrir, mas era impossível com aquele tronco me pregando no lugar. Fiquei ainda mais molhada naquele instante. O velho indicou ao secretário que o ajudasse. -Faça ela calar a boca -ordenou-. Você sabe como. Então, o senhor Gil voltou à sua tarefa. Parecia que as investidas se redobravam. O som era ouvido cada vez mais claramente: ploc-ploc-ploc-ploc! Era como se o pau dele crescesse a cada momento porque eu o sentia cada vez mais duro, como se parecia ser feita de pedra, com as bolas batendo no meu clitóris a cada enfiada. Era impossível não gemer de prazer. De repente me vi diante do seu secretário, ou seja, do outro lado da mesa. Ele tinha o pau na mão e não demorou para enfiá-lo na minha boca. Abri a boca por iniciativa própria e o recebi com a língua. Enquanto o senhor Gil me fodia com um ímpeto raivoso por trás, seu secretário me fodia a boca pela frente. O velho empresário começou a soltar grunhidos bem roucos, como de alguém que fuma há décadas, e a blasfemar em voz alta.
— Porra... — resmungou, como se estivesse xingando. — Que boceta apertada me mandaram hoje... Não vou aguentar muito mais...
E então, dirigindo-se ao secretário, perguntou:
— E você, como está indo?
E o secretário, que me perfurava a boca, penetrando até a garganta, começou a gemer.
— Vou gozar, senhor Gil — gemeu.
No instante seguinte, ele tinha enchido minha boca de porra, que disparou direto para a garganta. Ele enfiou o pau até as bolas, a ponto de eu ter que abrir mais a boca para poder chupá-las também. O secretário agarrou meu cabelo e, enquanto empurrava o pau até minha garganta, também puxava minha cabeça para que eu engolisse mais. A porra não parava de sair, como se estivesse acumulada há anos e anos, e ele continuava gemendo a cada empurrão, a cada jato que liberava. Por trás, ouvi o senhor Gil xingar e gritar em voz alta enquanto também gozava. Ele agarrava meus quadris com suas mãos grandes e fortes, de ferro, e me enfiava o pau até não poder mais, dando socadas como se quisesse abrir caminho dentro do meu corpo. Me ocorreu que ele tinha esvaziado as bolas dentro de mim e não tínhamos tomado precauções. Mas aquilo me excitava. Eu queria mais. Queria que ele esvaziasse todo dia, toda hora, dentro de mim. Desejava que ele me usasse sempre que quisesse. Queria ser sua putinha particular. Vi no espelho o senhor Gil limpando o pau na minha saia. Ele vestiu a calça, Ele fechou o zíper e amarrou o cinto novamente, suspirando, como se nada tivesse acontecido. O secretário havia desaparecido. Eu me levantei, puxei a calcinha até uma buceta que não parava de escorrer porra. Cobri os seios como pude, mordidos e apalpados, e limpei com a mão o sêmen da minha bochecha. O senhor Gil nem olhou para mim. Jogou um envelope com todas as informações pelas quais eu tinha vindo e não fez mais nada, como se eu não estivesse ali.
– Agora, cai fora – disse simplesmente, fazendo um gesto de impaciência com a mão.
Eu saí, segurando aquele envelope com uma mão e com a outra segurando minhas roupas em farrapos. Nunca esqueci o senhor Gil e, a cada novo trabalho, só desejava que me enviassem de novo para "conversar" com ele.
6 comentários - A jornalista e o empresário.
te dejo 10.
🧔🏻♂️Ale