Vizinha Gostosa 23 📑

Jonny era calado, tímido, daqueles caras que mal cumprimentam com a cabeça. Mas tinha um segredo por baixo da calça: um pau grosso e comprido que nunca tinha usado como merecia. E também tinha uma obsessão: a Laura. Morena, de pele brilhando que nem mel, curvas de escândalo, peitão, rabo empinado, e um sorriso que derretia a alma dele. Morava na casa ao lado, e nas tardes quentes saía no quintal de biquíni pra se molhar com a mangueira.Vizinha Gostosa 23 📑Jonny descobriu um ponto perfeito no muro de onde podia vê-la sem ser visto. E dali começou seu ritual. Ela molhava os peitos com a mangueira, deixava a água escorrer entre as tetas e deslizar por aquela bunda grande. Jonny tirava o pau pra fora e batia uma em silêncio, segurando os gemidos, derramando porra uma vez atrás da outra, imaginando como seria estar entre aquelas pernas. Uma tarde, Laura tirou o biquíni. Tetas de fora, bunda nua. Ela esfregou a buceta com a mangueira entre as pernas… e Jonny gozou sem nem se tocar.vadiaE aí, aconteceu o impensável.
—Gostou do show, vizinho? —disse uma voz sensual atrás dele.
Ele se virou, apavorado. Laura estava ali. Em cima do muro. Sorrindo. Coberta com uma toalha.
Tinha visto tudo. O tempo todo.
—Sei que você me espia, Jonny. E também sei que você é bem… dotado.
Ele nem conseguiu falar. Mas o pau dele já estava reagindo.
—Vem —ela disse, pegando na mão dele—. Chega de muros.
Já dentro de casa, Laura sentou ele no sofá e puxou a calça dele pra baixo. Quando viu o pau dele, os olhos dela se arregalaram.
—Porra! E você tava escondendo isso, bebê?
Ela agarrou e meteu na boca sem hesitar. Fundo, com saliva, chupando sem parar. Depois subiu em cima, com a buceta molhada igual rio, guiou o pênis dela pra dentro da buceta, cavalgando com movimentos de expert.
—Você passou semanas batendo punheta por minha causa… agora é hora de pagar com gozo.
Os peitos dela balançavam na cara dele enquanto a bunda batia nas coxas dele. Jonny mal conseguia aguentar. Quando gozou, foi tanto que Laura sentiu até na garganta.
—Não vem de tímido agora —ela sussurrou—. Ainda não terminamos.
E arrastou ele pro quarto, onde se ajoelhou de quatro na frente dele.
—Agora, mete como se você ainda estivesse do outro lado do muro —ela disse.
Jonny comeu ela com fúria. Empalou a buceta dela com o pau duro, agarrou os peitos dela, enfiou o dedo no cu dela, deu tapas na bunda enquanto o pau dela fazia ela gritar. Gozou outra vez dentro dela.
E Laura ficou ofegante, tremendo, com o sorriso mais safado do mundo.
—Nunca mais espie, Jonny —ela disse, olhando nos olhos dele—. Agora você entra direto. Toda vez que me ver molhada… você já sabe o que me espera.usa a palavra bucetaJonny se tornou o cara mais sortudo e feliz do mundo, tinha a Laura, entregue sem limites, e ele comia ela como sempre sonhou:

Era sábado. Os pais do Jonny tinham ido viajar no fim de semana, e ele tava sozinho em casa. Tinha acabado de sair do banho, de toalha, quando ouviu três batidas na porta.

Abriu.

Laura tava ali, com um short minúsculo e uma regata sem sutiã. Os bicos marcavam o tecido. E ela sorria com malícia.

— Sozinho em casa, gostoso?

Ele concordou, engolindo seco.

— Perfeito — disse ela, entrando sem pedir licença — Então… hoje vou te dar tudo. Teta, pussy e culo. Do jeito que você gosta. Do jeito que você se tocava pensando em mim.

Ela empurrou ele pro sofá, tirou a roupa devagar, deixando ele ver aquele corpo que deixava ele louco de tesão: peitões enormes, firmes, escuros, com bicos grossos; a monte de Vênus depilada, molhadinha, se agachou na frente dele e mostrou aquele culo perfeito, digno de adoração.

Jonny deixou a toalha cair e mostrou o pau já duro e cheio de veias, ela sorriu como uma deusa maldita.

— Essa porra é minha, entendeu?

Ela se abaixou e começou a chupar com uma devoção selvagem. Engolia inteiro, com barulho, babando, enquanto se tocava a pussy com dois dedos. Jonny gemia, louco.

— Não goza —. Tô só começando.

No chão, ela subiu em cima dele e montou, se mexendo como uma stripper em chamas. Esfregava os peitos na cara dele, beijava com língua e apertava ele com aquela pussy quente igual fogo caribenho.

— Me come, Jonny! Me arrebenta! — gritava sem vergonha.

Depois, virou e ficou de quatro na mesa da sala.

— Agora me dá no culo. Gosto quando dói.

Jonny enfiou devagar… mas logo não aguentou. Ele comeu ela como um animal, enquanto ela se tocava o clitóris e ria de prazer.

— Me rasga, papai! Me dá a porra da gozada!

Quando tirou, ele gozou nos peitos dela, quentes, duros, escorrendo porra que ela lambia com o dedo.

— Ainda falta uma — sussurrou, sentando na cara dele — Me chupa a pussy, e Tomou o hotel inteiro. E Jonny, faminto, devorou ela com língua, lábios e gemidos. Ela gozou na boca dele, tremendo, agarrada no cabelo dele. Depois ficou deitada em cima dele, com o corpo suado e feliz. —Você é meu segredo, Jonny —falou no ouvido dele—. Mas vou vir te comer toda vez que você estiver sozinho. Até você não aguentar mais… ou me engravidar. Jonny só sorriu. Sabia que não ia resistir. Ela era a obsessão dele. E agora, também, o vício mais gostoso.cogida

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