Já velho, a gente vai descobrindo umas paradas sinistras do passado, e é sobre isso que essa história se trata.
Espero que vocês curtam e, como sempre...
OBRIGADO
valeu pelos pontos de vocês
por me seguir
por me ler
Sempre soube, nunca dei importância e, pra ser sincero, nunca me trouxe problema algum. Quarenta anos de casados e pouquíssimas discussões. Com a Clara, era difícil eu conseguir pensar em outra mulher. Na cama, era perfeita, e como companheira, melhor ainda. No começo, os casais costumam trepar igual coelho, mas com o tempo a coisa muda. No nosso caso, mesmo não sendo no mesmo ritmo, a gente mantém, mas nada garante que isso evita um belo par de chifres. Não importa o tamanho, desde que seja na média. Uma coisa é o que os homens acham, outra é a realidade das mulheres. E no meu caso, a Clara é bem safada. Escondia muito bem as aventuras dela e se esforçava pra me manter sempre satisfeito. Já somos um casal velho, temos duas filhas e um par de netas que vou contando aos poucos. Faz dois anos que começaram meus problemas: meu velho pau não endurecia mais, e isso, claro, deixava a gente mal, muito mal, os dois. Na real, o problema começou há um tempo, mas com os anos foi piorando. Isso acontece com muitos caras. Então, eu e Clara tentamos de tudo, mas nada dava resultado certo. Foi aí que, uma noite, vendo um filme, a panela destampou. O filme era sobre traição num casal, nada demais: um viajante que, por causa do trabalho, pegava várias mulheres em cidades diferentes até a esposa descobrir. Enquanto a gente assistia, meu pau começou a endurecer, e quando percebi, já tava pronto pra uma sessão de sexo. A Clara não hesitou um segundo e ali mesmo, na sala de jantar, a gente trepou tudo. Depois de um banho, já na cama, veio o inesperado: uma longa conversa onde os segredos foram revelados.
Clara, que foi, véio? O filme te deixou com tesão?
A verdade é que sim, você sabe muito bem que nunca pensei nisso, mas sei lá, deu uma vontade doida.
Clara, que bicho te mordeu? O dos chifres?
Sim, véi, primeiro me perguntei se você já tinha feito isso e depois, quando a mulher dá pra outros por vingança e como ela se diverte, já tava me perguntando se você ia se divertir assim com outro e de repente pum, tava pronto, fiquei de pau duro, mais duro do que há muito tempo.
Clara sim, na hora eu percebi, a gente devia ver esse filme mais vezes, né
Acho melhor você me dizer se alguma vez me fez de corno.
Clara alguma vez? Kkkkk
Então eu sou corno e nunca percebi? Que otário que eu sou.
Clara, véio, mas ninguém percebeu, amor. O importante é não levantar suspeitas, e agora não começa com quem foi nem por quê.
Não, não, mas tenho certeza que se você me contar vai ser melhor do que assistir aquele filme de novo.
Clara, se for sem reclamações tá de boa, eu te conto tudo e você me come.
Mas não inventa nada, só a verdade e nada mais.
Clara está muito bem, então amanhã começo a te contar.
Naquela noite, minha cabeça tava a mil, cheia de perguntas. Não tava com raiva nenhuma, pelo contrário, tava era muito excitado, mas o cansaço me venceu e eu capotei igual um bebê. No dia seguinte, acordamos tarde e tomamos café da manhã como sempre. Nenhum dos dois trabalha mais, como eu já disse, então cada um foi cuidar das suas coisas. No meio-dia, a Romi chegou, nossa filha. Só passou pra dar um oi, e a Clara convidou ela pra vir no sábado com a Alejandra, nossa neta. A verdade é que eu já comecei a ver a Romi com outros olhos. Não consegui evitar pensar se ela também não seria tão puta quanto a mãezinha dela. A Romi tem um corpo gostoso e sempre foi muito provocante na hora de se vestir, coisa que eu nunca me metia — isso eu deixava pra mãe dela. Naquela época, eu trabalhava demais. Algo em mim tinha mudado pra caralho. A Romi tava pedindo uma surra de pica, e essa ideia já me deixava duro. Quando veio o abraço de despedida, ela percebeu, tenho certeza, e a Clara também. Não tenho dúvidas. Fomos tirar um cochilo e foi na cama que a conversa começou.
Clara: bom, me diz por onde eu começo, antes ou depois de a gente se conhecer?
Bom, o que rolou antes de mim não importa muito, acho eu, o que vale são meus chifres.
Clara, é que antes de te conhecer, eu era uma mulher bem ativa, mesmo que não parecesse. Os caras que eu saía era só pra transar, mas com você foi diferente.
Sim, claro, como sempre.
Clara, não é brincadeira, sério, você não só me comia bem como também não me questionava nada, era gentil, me fazia sentir muito bem do seu lado e era divertido pra mim, então nem olhava pra outros caras. Além disso, você sabe que nunca fui ousada pra me vestir, não sou igual a Romi, viu como ela veio? Essa Romi é braba, mas fazer o quê, se o Pablo deixa ela, o problema é dele, não é mesmo?
A verdade é que sim, e acho que a Alejandra ficou igual também, mas me conta melhor sobre meus chifres.
Clara, eu vi como você olhava pra ela. Quer comer ela de verdade, não é? Vai fundo, vai, vai se surpreender pra caralho.
Olha se eu vou comer minha própria filha
Clara, te garanto que você consegue fazer isso e ela fica felizona com isso.
Tá falando sério mesmo?
Clara, beleza, o primeiro macho que eu tive foi o encanador, cê sabe quem é, né? Sim, esse mesmo que depois você chamava por qualquer coisinha.
Fer? Que filho da puta, como foi que aconteceu? Você comeu ele ou ele te conquistou?
Clara, eu comi ela, amor, mas me saiu muito caro tudo isso.
Explique direito.
Clara, sim, minha vida, vou te contar: logo de cara ele começou a me agradar. Eu tinha acabado de acordar e tava andando pela casa bem à vontade, com aquele vestido azul, aquele que mostra bem minhas tetas. Quando o Fer chegou, a gente sentou pra tomar chimarrão na sala de jantar, e logo percebi que ele não parava de olhar pros meus peitos. Isso já me deixou com tesão. Talvez porque fazia tempo que ninguém me olhava daquele jeito, sei lá, mas me deu um tesão danado. Aí resolvi trocar a erva do chimarrão, e aproveitei pra mostrar minha bunda pequenininha quando me abaixei. Sabia que ele tava me olhando, e fiz pior de propósito. Tenho certeza que ele viu minha calcinha toda. Quando me levantei pra encher o chimarrão, ele já tava atrás de mim e perguntou se podia ajudar. O corpo dele tava a meio passo do meu, e eu queria brincar. Então joguei a bunda pra trás e encontrei a pica dele dura. Na hora, o Fer me empurrou contra a bancada e começou a esfregar o volume dele no meu rabo. Eu sabia o que ia rolar, eu tinha provocado. Ele só pegou minhas tetas e começou a beijar meu pescoço, falando aquelas coisas que os homens falam pras mulheres antes de comer elas. Tava tão molhada que me virei e puxei a calça dele pra baixo. Você não imagina como chupei a pica dele. O Fer tava todo triunfante, e antes que ele gozasse, me levantei e levei ele pra cama. Ali a gente trepou igual coelho, meu anjo. Ele me fez gozar duas vezes de tanto tesão que eu tava. Quando acabamos de transar, ele se levantou e foi pro banheiro, onde começou a trabalhar. Eu fiquei pensando no que tinha acontecido. Quando ele terminou o serviço, entrou no quarto e disse que teria que voltar por causa da cozinha. Me deu um beijo e foi embora sem me cobrar um centavo.
Ufff, então a Fer tinha mais pica que eu? Olha, tem que ralar pra tu gozar duas vezes, hein.
Clara, qual é, mano? Aquilo foi só a putaria de transar com outro escondido e não ser descoberta. Não vou negar que ele fodeu muito bem.
Imagino que com a tesão que você tava, deve ter metido forte, né?
Clara muito mais forte que você, véi, me enchi de porra, não sabe o tesão que eu tava, Fer, quis fazer a Booty mas não deixei, dessa vez falei que não.
Não me diga que você deu a rabeta pra ele, pra mim você nunca dava.
Clara, daquela vez eu não comi ela, te falei, mas fiquei com muita vontade, isso sim. Quando a gente terminou de transar, eu chupei a pica dela de novo. Quer que eu te mostre como eu chupei?
Eu tava incrivelmente duro com a pica dura, a Clara meteu na boca dela e me deu um boquete ainda melhor do que os que ela costumava dar. Ela também tava toda molhada lembrando das fodas com outros caras, não parou de chupar minha pica até me deixar bem vazio.
Espero que vocês curtam e, como sempre...
OBRIGADO
valeu pelos pontos de vocês
por me seguir
por me ler
Sempre soube, nunca dei importância e, pra ser sincero, nunca me trouxe problema algum. Quarenta anos de casados e pouquíssimas discussões. Com a Clara, era difícil eu conseguir pensar em outra mulher. Na cama, era perfeita, e como companheira, melhor ainda. No começo, os casais costumam trepar igual coelho, mas com o tempo a coisa muda. No nosso caso, mesmo não sendo no mesmo ritmo, a gente mantém, mas nada garante que isso evita um belo par de chifres. Não importa o tamanho, desde que seja na média. Uma coisa é o que os homens acham, outra é a realidade das mulheres. E no meu caso, a Clara é bem safada. Escondia muito bem as aventuras dela e se esforçava pra me manter sempre satisfeito. Já somos um casal velho, temos duas filhas e um par de netas que vou contando aos poucos. Faz dois anos que começaram meus problemas: meu velho pau não endurecia mais, e isso, claro, deixava a gente mal, muito mal, os dois. Na real, o problema começou há um tempo, mas com os anos foi piorando. Isso acontece com muitos caras. Então, eu e Clara tentamos de tudo, mas nada dava resultado certo. Foi aí que, uma noite, vendo um filme, a panela destampou. O filme era sobre traição num casal, nada demais: um viajante que, por causa do trabalho, pegava várias mulheres em cidades diferentes até a esposa descobrir. Enquanto a gente assistia, meu pau começou a endurecer, e quando percebi, já tava pronto pra uma sessão de sexo. A Clara não hesitou um segundo e ali mesmo, na sala de jantar, a gente trepou tudo. Depois de um banho, já na cama, veio o inesperado: uma longa conversa onde os segredos foram revelados.
Clara, que foi, véio? O filme te deixou com tesão?
A verdade é que sim, você sabe muito bem que nunca pensei nisso, mas sei lá, deu uma vontade doida.
Clara, que bicho te mordeu? O dos chifres?
Sim, véi, primeiro me perguntei se você já tinha feito isso e depois, quando a mulher dá pra outros por vingança e como ela se diverte, já tava me perguntando se você ia se divertir assim com outro e de repente pum, tava pronto, fiquei de pau duro, mais duro do que há muito tempo.
Clara sim, na hora eu percebi, a gente devia ver esse filme mais vezes, né
Acho melhor você me dizer se alguma vez me fez de corno.
Clara alguma vez? Kkkkk
Então eu sou corno e nunca percebi? Que otário que eu sou.
Clara, véio, mas ninguém percebeu, amor. O importante é não levantar suspeitas, e agora não começa com quem foi nem por quê.
Não, não, mas tenho certeza que se você me contar vai ser melhor do que assistir aquele filme de novo.
Clara, se for sem reclamações tá de boa, eu te conto tudo e você me come.
Mas não inventa nada, só a verdade e nada mais.
Clara está muito bem, então amanhã começo a te contar.
Naquela noite, minha cabeça tava a mil, cheia de perguntas. Não tava com raiva nenhuma, pelo contrário, tava era muito excitado, mas o cansaço me venceu e eu capotei igual um bebê. No dia seguinte, acordamos tarde e tomamos café da manhã como sempre. Nenhum dos dois trabalha mais, como eu já disse, então cada um foi cuidar das suas coisas. No meio-dia, a Romi chegou, nossa filha. Só passou pra dar um oi, e a Clara convidou ela pra vir no sábado com a Alejandra, nossa neta. A verdade é que eu já comecei a ver a Romi com outros olhos. Não consegui evitar pensar se ela também não seria tão puta quanto a mãezinha dela. A Romi tem um corpo gostoso e sempre foi muito provocante na hora de se vestir, coisa que eu nunca me metia — isso eu deixava pra mãe dela. Naquela época, eu trabalhava demais. Algo em mim tinha mudado pra caralho. A Romi tava pedindo uma surra de pica, e essa ideia já me deixava duro. Quando veio o abraço de despedida, ela percebeu, tenho certeza, e a Clara também. Não tenho dúvidas. Fomos tirar um cochilo e foi na cama que a conversa começou.
Clara: bom, me diz por onde eu começo, antes ou depois de a gente se conhecer?
Bom, o que rolou antes de mim não importa muito, acho eu, o que vale são meus chifres.
Clara, é que antes de te conhecer, eu era uma mulher bem ativa, mesmo que não parecesse. Os caras que eu saía era só pra transar, mas com você foi diferente.
Sim, claro, como sempre.
Clara, não é brincadeira, sério, você não só me comia bem como também não me questionava nada, era gentil, me fazia sentir muito bem do seu lado e era divertido pra mim, então nem olhava pra outros caras. Além disso, você sabe que nunca fui ousada pra me vestir, não sou igual a Romi, viu como ela veio? Essa Romi é braba, mas fazer o quê, se o Pablo deixa ela, o problema é dele, não é mesmo?
A verdade é que sim, e acho que a Alejandra ficou igual também, mas me conta melhor sobre meus chifres.
Clara, eu vi como você olhava pra ela. Quer comer ela de verdade, não é? Vai fundo, vai, vai se surpreender pra caralho.
Olha se eu vou comer minha própria filha
Clara, te garanto que você consegue fazer isso e ela fica felizona com isso.
Tá falando sério mesmo?
Clara, beleza, o primeiro macho que eu tive foi o encanador, cê sabe quem é, né? Sim, esse mesmo que depois você chamava por qualquer coisinha.
Fer? Que filho da puta, como foi que aconteceu? Você comeu ele ou ele te conquistou?
Clara, eu comi ela, amor, mas me saiu muito caro tudo isso.
Explique direito.
Clara, sim, minha vida, vou te contar: logo de cara ele começou a me agradar. Eu tinha acabado de acordar e tava andando pela casa bem à vontade, com aquele vestido azul, aquele que mostra bem minhas tetas. Quando o Fer chegou, a gente sentou pra tomar chimarrão na sala de jantar, e logo percebi que ele não parava de olhar pros meus peitos. Isso já me deixou com tesão. Talvez porque fazia tempo que ninguém me olhava daquele jeito, sei lá, mas me deu um tesão danado. Aí resolvi trocar a erva do chimarrão, e aproveitei pra mostrar minha bunda pequenininha quando me abaixei. Sabia que ele tava me olhando, e fiz pior de propósito. Tenho certeza que ele viu minha calcinha toda. Quando me levantei pra encher o chimarrão, ele já tava atrás de mim e perguntou se podia ajudar. O corpo dele tava a meio passo do meu, e eu queria brincar. Então joguei a bunda pra trás e encontrei a pica dele dura. Na hora, o Fer me empurrou contra a bancada e começou a esfregar o volume dele no meu rabo. Eu sabia o que ia rolar, eu tinha provocado. Ele só pegou minhas tetas e começou a beijar meu pescoço, falando aquelas coisas que os homens falam pras mulheres antes de comer elas. Tava tão molhada que me virei e puxei a calça dele pra baixo. Você não imagina como chupei a pica dele. O Fer tava todo triunfante, e antes que ele gozasse, me levantei e levei ele pra cama. Ali a gente trepou igual coelho, meu anjo. Ele me fez gozar duas vezes de tanto tesão que eu tava. Quando acabamos de transar, ele se levantou e foi pro banheiro, onde começou a trabalhar. Eu fiquei pensando no que tinha acontecido. Quando ele terminou o serviço, entrou no quarto e disse que teria que voltar por causa da cozinha. Me deu um beijo e foi embora sem me cobrar um centavo.
Ufff, então a Fer tinha mais pica que eu? Olha, tem que ralar pra tu gozar duas vezes, hein.
Clara, qual é, mano? Aquilo foi só a putaria de transar com outro escondido e não ser descoberta. Não vou negar que ele fodeu muito bem.
Imagino que com a tesão que você tava, deve ter metido forte, né?
Clara muito mais forte que você, véi, me enchi de porra, não sabe o tesão que eu tava, Fer, quis fazer a Booty mas não deixei, dessa vez falei que não.
Não me diga que você deu a rabeta pra ele, pra mim você nunca dava.
Clara, daquela vez eu não comi ela, te falei, mas fiquei com muita vontade, isso sim. Quando a gente terminou de transar, eu chupei a pica dela de novo. Quer que eu te mostre como eu chupei?
Eu tava incrivelmente duro com a pica dura, a Clara meteu na boca dela e me deu um boquete ainda melhor do que os que ela costumava dar. Ela também tava toda molhada lembrando das fodas com outros caras, não parou de chupar minha pica até me deixar bem vazio.
1 comentários - A história nunca contada