Essa história é sobre David, um cara que teve um encontro sexual meio fora do comum. Numa cidadezinha, longe da correria da cidade grande, David acabou de se mudar pra uma casa por causa de um trampo novo. Nos primeiros dias depois da mudança, tudo parecia normal, nada que ele já não tivesse passado antes: uns probleminhas de encanamento ou na parte elétrica, nada que não desse pra resolver com uma graninha. Mas, com o passar dos dias, uma estranheza foi crescendo cada vez mais.
Durante as noites, quando ele chegava tarde de alguma festa ou reunião, notava a presença de uma sombra numa das janelas do quarto dele. Só que, sempre que tentava focar, ela sumia. Às vezes, via uma figura feminina de canto de olho, que desaparecia na hora, e à noite, nos sonhos, ouvia um sussurro chamando: "vem comigo".
Por uns dias, ele ficou perguntando pros vizinhos sobre a história da casa. Disseram que os donos anteriores falavam de um espectro de uma mulher gostosa, mas David não acreditava em fantasma nem nada disso. Só que tudo mudou uma noite. Nessa ocasião, ele chegou um pouco mais cedo em casa e ficou trabalhando até tarde no quarto principal.
Foi nesse momento que ele a observou claramente pela primeira vez, como uma mulher gostosa de pele pálida, olhos vermelhos, mas o que mais chamou a atenção de David foi o vestido de noite transparente e revelador, que deixava a buceta da mulher exposta e mostrava claramente uns peitões com os bicos duros. A figura assustou ele pela aparição repentina, mas conforme ela foi se aproximando, algo dentro de David impediu que ele corresse daquela visão, apesar do medo, que aos poucos foi se transformando em outra coisa.
Naquele momento, na mente dele, soou claramente "vem comigo", com uma voz sedutora e quente. Aos poucos, o medo foi sumindo, sendo totalmente substituído por desejo. David sentiu o corpo esquentar e uma ereção surgir diante da figura espectral e gostosa na frente dele.
Quando chegou perto o suficiente, pegou na mão dele e o guiou até o quarto onde sempre dormia, enquanto caminhavam pelos cômodos escuros sentindo a pele fria em contato. Uma vez lá dentro, a figura se virou, e mais um olhar deixou ver as aréolas e a buceta rosada, também com uma umidade notável nela.
Seu instinto de autopreservação soava na mente dela como um alarme, sabia que não devia continuar, que era algo que não devia fazer, no entanto, a aura embriagante e a beleza que estava parada na frente dele era demais para que ele pensasse com clareza.
David percebeu tarde demais, deu um passo à frente e começou a beijar seus lábios, seu pescoço, acariciando seu corpo. Mesmo vendo o vestido de noite que ela usava, dava pra sentir como tocava diretamente sua pele fria, quase como se a roupa fosse só uma brisa de ar sobreposta. Em resposta, o espectro o abraçou, enlaçando os braços em volta do pescoço dele, e começou a recuar, guiando-o devagar até a cama. Assim que chegaram, seus corpos se combinaram numa dança de beijos e abraços, carícias que esquentavam o corpo dos dois. O corpo do lindo espectro já não era mais frio, agora estava quente. David só conseguia sentir arrepios, uma sensação elétrica que era quase embriagante.
Sem avisar, o espectro virou David de costas, deixando ele de barriga pra cima. Ele percebeu que estava pelado agora, não tinha certeza de quando tinha tirado a roupa, mas o espectro não ligou pra esse pensamento de David e falou de novo na mente dele: "Relaxa, você tá onde devia estar". Sedutora e quente como da outra vez, ele se deixou levar. O espectro pegou o pau dele e começou a esfregar, devagar mas firme. Se abaixou e começou a lamber da base até a ponta, continuou com os lábios, beijando a cabeça do pau, depois chupando e, em seguida, enfiando ele inteiro até o fundo enquanto sugava e usava a língua.
David só conseguiu gemer com o prazer incrível que sentiu, tentou segurar, mas a habilidade e insistência do seu amante espectral foram mais fortes, causando um orgasmo nele, gozando e enchendo o rosto do espectro, que não dava trégua ao falo ainda ereto apesar da gozada abundante, até que de repente parou.
Então o espectro começou a subir sobre David, espalhando beijos e carícias da pélvis até o peito dele, depois o pescoço e finalmente o beijou, enfiando a língua. Tinha um gosto estranho, uma mistura de sexo e algo frutado, talvez framboesa, ele não tinha certeza. Saiu do transe do beijo ao sentir o espectro ajustar de novo a boceta dela, pronta pra receber o pau de David, sentindo ele entrar nela. Sentiu uma sensação de frio ao entrar, mas molhado, dava pra sentir as paredes do espectro apertando o falo dele sem parar.
Naquele momento, David sentiu uma mistura estranha de medo e um prazer fantasmagórico. Sua amante continuava beijando ele, acariciando seu corpo e roçando os peitões enormes dela contra o peito de David. O espectro parou de beijá-lo para fazer gestos de prazer, gemidos abafados que logo começaram a ecoar na mente de David: "isso, assim", "perfeito", "mais forte". Gemidos e súplicas eróticas numa canção embriagante fizeram ele agarrar a amante espectral pela cintura e meter com força. Ele pegou os peitos grandes dela e começou a acariciar e chupar, sentindo a resposta no corpo do espectro, aumentando os gemidos na mente dele, quase gritando "mais, mais, mais".
Se desse pra admirar a cena de longe, dava pra ver uma mulher voluptuosa de aparência espectral se movendo no ritmo das cadeiras do David, os peitões dela quicando a cada movimento, só parados pelos carinhos e beijos intermitentes neles mesmos. Só dava pra ouvir os gemidos do amante terreno, mas as caretas do espectro eram claramente de prazer. Finalmente, David gritou: "vou gozar".
David terminou dessa vez, quase como se o espectro tivesse deixado ele gozar só naquele momento, arqueando as costas, fazendo caretas de prazer e escorrendo uma mistura de porra e sucos vaginais em cima do David. Se afastando devagar, sentou do lado dele e começou a esfregar com os pés o pau cansado e molhado do David, soando de novo na cabeça dele “obrigada, querido”. Ele só respondeu no instinto, “o prazer é todo meu”.
Naquele momento, David mergulhou num sono profundo, acordando na manhã seguinte, sozinho na cama. A princípio, pensou que tinha sido um sonho, mas o cheiro de sexo no quarto e a umidade da cama mostravam que tudo tinha sido real. Agora, um problema ecoava na sua mente: isso precisava parar ou era melhor deixar seguir seu curso? Ele se questionou seriamente diante de um prazer estranho e único, que nunca tinha sentido antes e que ansiava sentir de novo.
Durante as noites, quando ele chegava tarde de alguma festa ou reunião, notava a presença de uma sombra numa das janelas do quarto dele. Só que, sempre que tentava focar, ela sumia. Às vezes, via uma figura feminina de canto de olho, que desaparecia na hora, e à noite, nos sonhos, ouvia um sussurro chamando: "vem comigo".
Por uns dias, ele ficou perguntando pros vizinhos sobre a história da casa. Disseram que os donos anteriores falavam de um espectro de uma mulher gostosa, mas David não acreditava em fantasma nem nada disso. Só que tudo mudou uma noite. Nessa ocasião, ele chegou um pouco mais cedo em casa e ficou trabalhando até tarde no quarto principal.
Foi nesse momento que ele a observou claramente pela primeira vez, como uma mulher gostosa de pele pálida, olhos vermelhos, mas o que mais chamou a atenção de David foi o vestido de noite transparente e revelador, que deixava a buceta da mulher exposta e mostrava claramente uns peitões com os bicos duros. A figura assustou ele pela aparição repentina, mas conforme ela foi se aproximando, algo dentro de David impediu que ele corresse daquela visão, apesar do medo, que aos poucos foi se transformando em outra coisa.
Naquele momento, na mente dele, soou claramente "vem comigo", com uma voz sedutora e quente. Aos poucos, o medo foi sumindo, sendo totalmente substituído por desejo. David sentiu o corpo esquentar e uma ereção surgir diante da figura espectral e gostosa na frente dele.
Quando chegou perto o suficiente, pegou na mão dele e o guiou até o quarto onde sempre dormia, enquanto caminhavam pelos cômodos escuros sentindo a pele fria em contato. Uma vez lá dentro, a figura se virou, e mais um olhar deixou ver as aréolas e a buceta rosada, também com uma umidade notável nela.
Seu instinto de autopreservação soava na mente dela como um alarme, sabia que não devia continuar, que era algo que não devia fazer, no entanto, a aura embriagante e a beleza que estava parada na frente dele era demais para que ele pensasse com clareza.
David percebeu tarde demais, deu um passo à frente e começou a beijar seus lábios, seu pescoço, acariciando seu corpo. Mesmo vendo o vestido de noite que ela usava, dava pra sentir como tocava diretamente sua pele fria, quase como se a roupa fosse só uma brisa de ar sobreposta. Em resposta, o espectro o abraçou, enlaçando os braços em volta do pescoço dele, e começou a recuar, guiando-o devagar até a cama. Assim que chegaram, seus corpos se combinaram numa dança de beijos e abraços, carícias que esquentavam o corpo dos dois. O corpo do lindo espectro já não era mais frio, agora estava quente. David só conseguia sentir arrepios, uma sensação elétrica que era quase embriagante.
Sem avisar, o espectro virou David de costas, deixando ele de barriga pra cima. Ele percebeu que estava pelado agora, não tinha certeza de quando tinha tirado a roupa, mas o espectro não ligou pra esse pensamento de David e falou de novo na mente dele: "Relaxa, você tá onde devia estar". Sedutora e quente como da outra vez, ele se deixou levar. O espectro pegou o pau dele e começou a esfregar, devagar mas firme. Se abaixou e começou a lamber da base até a ponta, continuou com os lábios, beijando a cabeça do pau, depois chupando e, em seguida, enfiando ele inteiro até o fundo enquanto sugava e usava a língua.
David só conseguiu gemer com o prazer incrível que sentiu, tentou segurar, mas a habilidade e insistência do seu amante espectral foram mais fortes, causando um orgasmo nele, gozando e enchendo o rosto do espectro, que não dava trégua ao falo ainda ereto apesar da gozada abundante, até que de repente parou.
Então o espectro começou a subir sobre David, espalhando beijos e carícias da pélvis até o peito dele, depois o pescoço e finalmente o beijou, enfiando a língua. Tinha um gosto estranho, uma mistura de sexo e algo frutado, talvez framboesa, ele não tinha certeza. Saiu do transe do beijo ao sentir o espectro ajustar de novo a boceta dela, pronta pra receber o pau de David, sentindo ele entrar nela. Sentiu uma sensação de frio ao entrar, mas molhado, dava pra sentir as paredes do espectro apertando o falo dele sem parar.
Naquele momento, David sentiu uma mistura estranha de medo e um prazer fantasmagórico. Sua amante continuava beijando ele, acariciando seu corpo e roçando os peitões enormes dela contra o peito de David. O espectro parou de beijá-lo para fazer gestos de prazer, gemidos abafados que logo começaram a ecoar na mente de David: "isso, assim", "perfeito", "mais forte". Gemidos e súplicas eróticas numa canção embriagante fizeram ele agarrar a amante espectral pela cintura e meter com força. Ele pegou os peitos grandes dela e começou a acariciar e chupar, sentindo a resposta no corpo do espectro, aumentando os gemidos na mente dele, quase gritando "mais, mais, mais".
Se desse pra admirar a cena de longe, dava pra ver uma mulher voluptuosa de aparência espectral se movendo no ritmo das cadeiras do David, os peitões dela quicando a cada movimento, só parados pelos carinhos e beijos intermitentes neles mesmos. Só dava pra ouvir os gemidos do amante terreno, mas as caretas do espectro eram claramente de prazer. Finalmente, David gritou: "vou gozar".
David terminou dessa vez, quase como se o espectro tivesse deixado ele gozar só naquele momento, arqueando as costas, fazendo caretas de prazer e escorrendo uma mistura de porra e sucos vaginais em cima do David. Se afastando devagar, sentou do lado dele e começou a esfregar com os pés o pau cansado e molhado do David, soando de novo na cabeça dele “obrigada, querido”. Ele só respondeu no instinto, “o prazer é todo meu”.
Naquele momento, David mergulhou num sono profundo, acordando na manhã seguinte, sozinho na cama. A princípio, pensou que tinha sido um sonho, mas o cheiro de sexo no quarto e a umidade da cama mostravam que tudo tinha sido real. Agora, um problema ecoava na sua mente: isso precisava parar ou era melhor deixar seguir seu curso? Ele se questionou seriamente diante de um prazer estranho e único, que nunca tinha sentido antes e que ansiava sentir de novo.
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