aqui está a terceira parte dessa história
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO POR ME LER E PELOS PONTOS
Eu tinha realizado meu sonho de comer minha cunhada, a maior puta do bairro, aquela que eu tinha proibido de tocar por ser a irmãzinha da minha namorada. Mas bem, mesmo tendo realizado meu sonho, não foi o que eu esperava. A Karen me chamava de "manicito", o que não me incomodava — pensei que ela falava isso por eu ser magro. Mas depois de ter comido a gorda, percebi que era verdade mesmo. Eu sonhava em ver a Ana toda arrebentada com o meu pau, mas isso não aconteceu nem de longe. Só fiquei com uma certa frustração, mesmo sabendo que no sábado à noite, provavelmente o Don Juan e os amigos dele iam conseguir partir ela ao meio. A pobre da Karen ia passar pela mesma coisa — dez caras pra cada uma era muita coisa, mas na verdade era o que as duas queriam, porque iam ganhar uma grana boa também. O único que me deixava chateado era que eu não ia ver, mas com certeza a Karen ia me contar tudo. Naquele sábado, antes de eu sair pro trabalho, a gorda chegou com sua bolsinha. O Mário, o namorado dela, também ia sair pra farra, mas a gorda não queria que ele a visse vestida de puta, como se ele já não soubesse. A Karen e ela se arrumaram pra ocasião e foram pro aniversário do Don Juan. Eu já tinha saído pro trabalho e não conseguia parar de pensar em como estariam comendo as duas. Elas foram com o Fede pra casa dele e chegaram quando o churrasco já estava pronto pra comer. Ao vê-las entrando, o Fede disse pro pai dele...
Fede, aqui está seu presentinho de aniversário
Don Juan se aproximou da gordinha Ana, pegou-a pela cintura e a sentou ao seu lado.
Don Juan, você não faz ideia de quanto tempo eu quero te ter gostosa, essa noite você é só minha.
Fede, curte seu presente, mas não seja mão de vaca, compartilha com seus amigos.
No final eram seis os amigos de don Juan, mas também estavam os amigos do Fede que foram os que cercaram a Karen. Todos comeram e beberam até cansar. A Karen e a gorda estavam separadas em dois grupos que logo se encarregaram de aproveitá-las. As duas já tinham fumado tudo. Levaram a Karen para dentro de casa, e até então ela já tinha chupado o pau de todos os caras. Ali começaram a comê-la um por um, enquanto a gorda Ana era a puta do don Juan. A Karen ouvia os gemidos dela de dentro da casa. Don Juan estava comendo ela no quintal, em cima de um colchão que seus amigos tinham jogado no chão. A Karen não prestava atenção na Ana, se concentrava nos paus que a rodeavam. Seu vestidinho tinha virado um cinto, e assim, enquanto ela chupava pau, ia recebendo uma flor de foda. O Fede tinha se esbaldado na sua bunda e seus amigos na sua buceta. Não davam tempo dela se recuperar — um comia e já vinha outro, enquanto os outros tomavam cerveja olhando como davam pau na minha namorada, esperando a vez deles. Por outro lado, a gorda Ana estava submissa ao don Juan. O velho a tinha empalada pelo cu enquanto outro de seus amigos aproveitava a chupada que a puta dava, enquanto ela se retorcia e, com a boca cheia, gemia aos gritos. O pau do velho estava arrebentando o cu dela, coisa estranha já que a gorda se entregava sempre. Será que don Juan tinha um pau muito potente para fazer a Ana sentir tanto? Com ela sentada em cima dele, um de seus amigos sacou o pau e disse:
Amigo, essa puta vai aguentar dois caralhos juntos.
Don Juan, isso eu quero ver, arrebenta a buceta dessa puta.
Ana não pôde fazer nada para evitar, resistiu mas não adiantou nada, logo se sentiu inundada por dois paus ao mesmo tempo, a gorda puta estava sofrendo como nunca a derrota diante do pau, era tratada como um pedaço de carne desprezível
Don Juan, esse é o seu destino, puta: receber picas o tempo todo, você só serve pra isso mesmo.
Então o Don Juan cansou de arrombar o cu dela e encheu ela de porra, foi aí que jogaram ela no colchão e os outros começaram a meter nela até se cansarem, mesmo com a gorda implorando. Todos os amigos do Don Juan tinham se satisfeito e foram tomar alguma coisa enquanto a Ana, exausta, tentava se recuperar, ao mesmo tempo que a Karen passava pela mesma coisa com os amiguinhos do Fede, que agora estavam passando um baseado. Foi então que o Fede disse:
Fede, agora vou ver como os velhos deixaram a gordinha e já conto pra vocês.
Fede saiu de casa e viu Ana deitada no colchão, toda melada de porra.
Fede velho, você acabou com a puta
Don Juan e agora é a vez da outra
Don Juan entrou na casa e, ao vê-lo entrar, a Karen sabia o que a esperava.
Don Juan, hein, galera, deixa espaço para minha putinha. Vai, gata, você faz o impossível para deixar ele duro.
A Karen começou a chupar o pau do velho enquanto seus amigos iam entrando na casa e os caras saíam em busca da irmã dela. Naquele momento, ela soube que sairia da festa sem conseguir andar. A Karen agradeceu demais que a irmã tivesse atendido eles antes, já que não a pegaram com tanta força, mesmo assim seu cu ficou na miséria. Ela não entendia por que eles insistiam em arrombar seu cu e pedia que dessem pau na sua buceta. Don Juan se portou muito bem com a Karen quando todos terminaram de comê-la: trouxe um vinho com laranja e ofereceu o banheiro para ela tomar um banho. A pobre Karen mal conseguia se mexer. Como pôde, levantou-se e tomou um banho quente. Saiu e se vestiu sabendo que, para ela, tudo tinha acabado. Sua surpresa foi grande quando, ao chegar no pátio, viu que a irmã ainda estava levando pau até pela orelha. Ela voltou para dentro e disse a Don Juan:
Karen, me dá alguma coisa pra comer, tô com fome
Don Juan, como não, puta, aqui tens, ainda tão com a gorda?
Karen, acho que eles já estão acabando.
Don Juan, você come e bebe tranquilo, te deixo em boas mãos
Don Juan saiu e, pouco depois, todos entraram na casa, menos o Fede e o velho, que se dedicaram a humilhar a gorda da Ana, que estava mais que exausta. Don Juan já não aguentava mais, mas estava obstinado em arrebentar ela toda — era o sentimento que a gorda despertava em qualquer um. Foi assim que a ajudaram a levantar do colchão e a gorda se vestiu. O Fede trouxe a Karen, já havia amanhecido e elas foram praticamente expulsas de casa. Assim, completamente meladas e com as roupas manchadas de porra, caminharam sete quarteirões até chegarem em casa. A aparência da gorda da Ana dava pena. Quando entraram, eu já estava em casa e pude vê-las. Ajudei a Karen, que de toda forma era a que estava melhor, sentei ela à mesa e dei um mate enquanto a gorda puta pedia um banho para a irmã. Mal conseguia se mover. A Karen a ajudou a tomar banho e a deitou na outra cama.
Agora me conta como foi, pelo que vejo sua irmãzinha se divertiu bastante
Karen, você tá de sacanagem, não viu como a gente ficou? A pobre Ana foi completamente arrebentada, até tentaram fazer ela transar com um cachorro, coitadinha. Quando cansaram de usar a gente, nos chutaram da casa feito cachorro.
Bom, mas pagaram uma grana boa. E essa história do cachorro?
Karen, sim, o velho é um degenerado. Antes de irmos embora, ele disse que ela tinha que dar o cu pro cachorro dele e jogou o bicho em cima dela, foi o que o Fede me contou. Eu tava dentro de casa. Agora vamos pra cama e eu te conto, ou você quer que eu conte pra Ana?
Vou ver o que tá rolando com a Ana antes dela vazar.
Deitei ao lado da Ana, a Karen foi pra cama dela no outro quarto.
Oi puta, como foi a sua noite? Então até o cachorro você deu?
Ana, tô morta de tesão, tarado. Quer que eu conte? Então começa me dando um beijo que ainda tô quente.
Fui dar um beijo na boca dela e ela me disse
Ana na boca não, porra, na buceta que ela tá toda arrebentada.
Com o que a Karen já tinha me contado, eu já estava com o pau latejando e não hesitei em chupar a buceta dela. Eu queria comer a gorda de qualquer jeito, estava acostumado a chupar buceta com gosto de porra e isso deixava a gorda muito excitada, foi assim que fiquei sabendo de tudo.
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO POR ME LER E PELOS PONTOS
Eu tinha realizado meu sonho de comer minha cunhada, a maior puta do bairro, aquela que eu tinha proibido de tocar por ser a irmãzinha da minha namorada. Mas bem, mesmo tendo realizado meu sonho, não foi o que eu esperava. A Karen me chamava de "manicito", o que não me incomodava — pensei que ela falava isso por eu ser magro. Mas depois de ter comido a gorda, percebi que era verdade mesmo. Eu sonhava em ver a Ana toda arrebentada com o meu pau, mas isso não aconteceu nem de longe. Só fiquei com uma certa frustração, mesmo sabendo que no sábado à noite, provavelmente o Don Juan e os amigos dele iam conseguir partir ela ao meio. A pobre da Karen ia passar pela mesma coisa — dez caras pra cada uma era muita coisa, mas na verdade era o que as duas queriam, porque iam ganhar uma grana boa também. O único que me deixava chateado era que eu não ia ver, mas com certeza a Karen ia me contar tudo. Naquele sábado, antes de eu sair pro trabalho, a gorda chegou com sua bolsinha. O Mário, o namorado dela, também ia sair pra farra, mas a gorda não queria que ele a visse vestida de puta, como se ele já não soubesse. A Karen e ela se arrumaram pra ocasião e foram pro aniversário do Don Juan. Eu já tinha saído pro trabalho e não conseguia parar de pensar em como estariam comendo as duas. Elas foram com o Fede pra casa dele e chegaram quando o churrasco já estava pronto pra comer. Ao vê-las entrando, o Fede disse pro pai dele...
Fede, aqui está seu presentinho de aniversário
Don Juan se aproximou da gordinha Ana, pegou-a pela cintura e a sentou ao seu lado.
Don Juan, você não faz ideia de quanto tempo eu quero te ter gostosa, essa noite você é só minha.
Fede, curte seu presente, mas não seja mão de vaca, compartilha com seus amigos.
No final eram seis os amigos de don Juan, mas também estavam os amigos do Fede que foram os que cercaram a Karen. Todos comeram e beberam até cansar. A Karen e a gorda estavam separadas em dois grupos que logo se encarregaram de aproveitá-las. As duas já tinham fumado tudo. Levaram a Karen para dentro de casa, e até então ela já tinha chupado o pau de todos os caras. Ali começaram a comê-la um por um, enquanto a gorda Ana era a puta do don Juan. A Karen ouvia os gemidos dela de dentro da casa. Don Juan estava comendo ela no quintal, em cima de um colchão que seus amigos tinham jogado no chão. A Karen não prestava atenção na Ana, se concentrava nos paus que a rodeavam. Seu vestidinho tinha virado um cinto, e assim, enquanto ela chupava pau, ia recebendo uma flor de foda. O Fede tinha se esbaldado na sua bunda e seus amigos na sua buceta. Não davam tempo dela se recuperar — um comia e já vinha outro, enquanto os outros tomavam cerveja olhando como davam pau na minha namorada, esperando a vez deles. Por outro lado, a gorda Ana estava submissa ao don Juan. O velho a tinha empalada pelo cu enquanto outro de seus amigos aproveitava a chupada que a puta dava, enquanto ela se retorcia e, com a boca cheia, gemia aos gritos. O pau do velho estava arrebentando o cu dela, coisa estranha já que a gorda se entregava sempre. Será que don Juan tinha um pau muito potente para fazer a Ana sentir tanto? Com ela sentada em cima dele, um de seus amigos sacou o pau e disse:
Amigo, essa puta vai aguentar dois caralhos juntos.
Don Juan, isso eu quero ver, arrebenta a buceta dessa puta.
Ana não pôde fazer nada para evitar, resistiu mas não adiantou nada, logo se sentiu inundada por dois paus ao mesmo tempo, a gorda puta estava sofrendo como nunca a derrota diante do pau, era tratada como um pedaço de carne desprezível
Don Juan, esse é o seu destino, puta: receber picas o tempo todo, você só serve pra isso mesmo.
Então o Don Juan cansou de arrombar o cu dela e encheu ela de porra, foi aí que jogaram ela no colchão e os outros começaram a meter nela até se cansarem, mesmo com a gorda implorando. Todos os amigos do Don Juan tinham se satisfeito e foram tomar alguma coisa enquanto a Ana, exausta, tentava se recuperar, ao mesmo tempo que a Karen passava pela mesma coisa com os amiguinhos do Fede, que agora estavam passando um baseado. Foi então que o Fede disse:
Fede, agora vou ver como os velhos deixaram a gordinha e já conto pra vocês.
Fede saiu de casa e viu Ana deitada no colchão, toda melada de porra.
Fede velho, você acabou com a puta
Don Juan e agora é a vez da outra
Don Juan entrou na casa e, ao vê-lo entrar, a Karen sabia o que a esperava.
Don Juan, hein, galera, deixa espaço para minha putinha. Vai, gata, você faz o impossível para deixar ele duro.
A Karen começou a chupar o pau do velho enquanto seus amigos iam entrando na casa e os caras saíam em busca da irmã dela. Naquele momento, ela soube que sairia da festa sem conseguir andar. A Karen agradeceu demais que a irmã tivesse atendido eles antes, já que não a pegaram com tanta força, mesmo assim seu cu ficou na miséria. Ela não entendia por que eles insistiam em arrombar seu cu e pedia que dessem pau na sua buceta. Don Juan se portou muito bem com a Karen quando todos terminaram de comê-la: trouxe um vinho com laranja e ofereceu o banheiro para ela tomar um banho. A pobre Karen mal conseguia se mexer. Como pôde, levantou-se e tomou um banho quente. Saiu e se vestiu sabendo que, para ela, tudo tinha acabado. Sua surpresa foi grande quando, ao chegar no pátio, viu que a irmã ainda estava levando pau até pela orelha. Ela voltou para dentro e disse a Don Juan:
Karen, me dá alguma coisa pra comer, tô com fome
Don Juan, como não, puta, aqui tens, ainda tão com a gorda?
Karen, acho que eles já estão acabando.
Don Juan, você come e bebe tranquilo, te deixo em boas mãos
Don Juan saiu e, pouco depois, todos entraram na casa, menos o Fede e o velho, que se dedicaram a humilhar a gorda da Ana, que estava mais que exausta. Don Juan já não aguentava mais, mas estava obstinado em arrebentar ela toda — era o sentimento que a gorda despertava em qualquer um. Foi assim que a ajudaram a levantar do colchão e a gorda se vestiu. O Fede trouxe a Karen, já havia amanhecido e elas foram praticamente expulsas de casa. Assim, completamente meladas e com as roupas manchadas de porra, caminharam sete quarteirões até chegarem em casa. A aparência da gorda da Ana dava pena. Quando entraram, eu já estava em casa e pude vê-las. Ajudei a Karen, que de toda forma era a que estava melhor, sentei ela à mesa e dei um mate enquanto a gorda puta pedia um banho para a irmã. Mal conseguia se mover. A Karen a ajudou a tomar banho e a deitou na outra cama.
Agora me conta como foi, pelo que vejo sua irmãzinha se divertiu bastante
Karen, você tá de sacanagem, não viu como a gente ficou? A pobre Ana foi completamente arrebentada, até tentaram fazer ela transar com um cachorro, coitadinha. Quando cansaram de usar a gente, nos chutaram da casa feito cachorro.
Bom, mas pagaram uma grana boa. E essa história do cachorro?
Karen, sim, o velho é um degenerado. Antes de irmos embora, ele disse que ela tinha que dar o cu pro cachorro dele e jogou o bicho em cima dela, foi o que o Fede me contou. Eu tava dentro de casa. Agora vamos pra cama e eu te conto, ou você quer que eu conte pra Ana?
Vou ver o que tá rolando com a Ana antes dela vazar.
Deitei ao lado da Ana, a Karen foi pra cama dela no outro quarto.
Oi puta, como foi a sua noite? Então até o cachorro você deu?
Ana, tô morta de tesão, tarado. Quer que eu conte? Então começa me dando um beijo que ainda tô quente.
Fui dar um beijo na boca dela e ela me disse
Ana na boca não, porra, na buceta que ela tá toda arrebentada.
Com o que a Karen já tinha me contado, eu já estava com o pau latejando e não hesitei em chupar a buceta dela. Eu queria comer a gorda de qualquer jeito, estava acostumado a chupar buceta com gosto de porra e isso deixava a gorda muito excitada, foi assim que fiquei sabendo de tudo.
2 comentários - Alugando minha namorada e minha cunhada