Parte 1https://m.poringa.net/posts/relatos/5965109/Con-mi-alumna-de-la-facu.htmlParte 2http://m.poringa.net/posts/relatos/5966370/Con-mi-alumna-de-la-facu-2.htmlParte 3http://m.poringa.net/posts/relatos/5966878/Con-mi-alumna-de-la-facu-3.htmlParte 4http://m.poringa.net/posts/relatos/5968214/Con-la-alumna-de-la-facu-4.htmlEm casa" Marcos empurrou o portão com o pé, como sempre fazia quando voltava carregado de papéis e a mochila da faculdade. A rua estava silenciosa, com folhas secas acumuladas nos cantos e um ar morno que não se decidia entre uma estação e outra. A casa o recebeu com seus barulhos de sempre: a madeira do portão cedendo, o rangido do chão ao passar pelo hall, o cheiro fraco de jasmim que vinha do quintal dos fundos. Deixou as coisas em cima da mesa da sala de jantar e pensou em se servir de uma taça. Mas não estava sozinho.
— Papai!
A voz bateu no peito dele antes que pudesse reagir. A filha apareceu da sala, descalça, com o cabelo solto e um sorriso que ele não via pessoalmente há meses. Vinha de braços abertos e olhos brilhando. Marcos abraçou ela. Demorou um segundo pra entender. Sentia o perfume dela, a sentia mais leve, mais mulher.
— O que você tá fazendo aqui? — perguntou, com a voz presa.
— Vim passar uns dias. Aproveitei o spring break. Tava com saudade de vocês.
Luciana entrou da cozinha com uma taça na mão e o olhar cúmplice de quem tinha armado tudo.
— Não contei nada — disse ela. — Queria te surpreender.
— Conseguiu? — perguntou a filha.
— Um pouco, sim — sorriu Marcos, ainda desnorteado.
Sentaram na sala de jantar. A mesa tinha frios, pão quentinho, vinho. Tudo pensado. Tudo armado. Marcos tentava entrar na cena, mas sentia que chegava com atraso emocional.
— E você fica até quando? — perguntou, enquanto se servia.
— Até domingo. Quero descansar, ficar com vocês… e comemorar meu aniversário.
— Quando é?
Ela olhou pra ele com meio sorriso.
— Sexta, pai.
Luciana interveio com suavidade:
— Ela vai fazer uma festinha aqui. Com as amigas. Nada muito grande.
— Relaxa — disse a filha. — Igual quando eu era menor. Algumas amigas do colégio, da faculdade, a música de sempre.
Marcos assentiu. A taça tremia levemente entre os dedos. Brindaram. Riram. Falaram de bobeiras, de como tudo tá caro, do clima estranho de Buenos Aires, do curso dela, de como que sentia falta do gosto do leite. Luciana colocou uma música. Tocava suave, de fundo. A taça de vinho se esvaziava devagar. A filha falava com entusiasmo. Marcos olhava pra ela, ouvia suas histórias, ria de coisas que não entendia direito. E pela primeira vez em muito tempo, sentiu que o mundo estava parado. Que tava bem ali. Que podia ser de novo aquele homem que um dia foi. Reclinou um pouco na cadeira. Fechou os olhos por um instante. Respirou fundo. Talvez tudo aquilo tivesse sido um exagero. Uma distração besta. Talvez o que realmente importava… já tava em casa. “É a minha casa” Marcos chegou perto das onze, carregando um desconforto que não soube explicar até cruzar a porta. Não era a casa dele. Ou era… mas invadida. Luzes baixas, música alta, um enxame de jovens dançando, bebendo, falando tudo ao mesmo tempo. A filha dele virou do fundo da sala quando o viu e o abraçou como se nada tivesse acontecendo. — Pai! Bem na hora do brinde. — Isso era “tranquilo”? — perguntou ele, já com a testa franzida. Luciana apareceu da cozinha, com um sorriso cansado. — Pra eles, isso é tranquilo. — E você? — Vou pro quarto dos fundos. Não aguento mais. Já organizei tudo. Agora é sua vez. Se quebrarem alguma coisa, me avisa, tá? Beijou ele e foi embora. Assim, sem consultar. Marcos foi até a cozinha. Serviu uísque sem gelo, e ali, bem na hora de virar, viu ela.
Josefina. E o coração dele deu uma travada por um segundo. Ela tava de costas, do lado de quem parecia ser o namorado, Tomás. O rosto era familiar. Ele já tinha visto aquele cara umas vezes na casa dele. Aquele menino era amigo da filha dele. Tinha certeza. E esse detalhe do destino tinha trazido Josefina pra sala dele, pra cozinha dele, pro espaço íntimo dele sem que ele tivesse como prever. Ela tava ali. Vestido preto, meia opaca, boca marcada. Josefina. A mesma que falava de Lacan como quem confessa uma fantasia. A mesma que assinava provas com corações. A que tava deixando ele louco. Tomás falava no ouvido dela. Ela sorria. Mas alguma coisa não batia. Não era um sorriso de verdade. Ela só tolerava. Marcos baixou o olhar. Serviu outra dose. Falou pra si mesmo que não era nada. Que era adulto. Que aguentava. Cruzou com alguns alunos. Eles cumprimentaram, surpresos: — Professor! Que doideira te ver aqui… — É minha casa — ele disse, pela terceira vez. Depois, brinde, fotos, bolo. A filha soprando as velinhas, Luciana saiu do quarto pra filmar o momento e voltou pro refúgio dela. Risadas. Música. Uma normalidade emprestada. Depois da meia-noite, ele foi ao banheiro. Lavou o rosto. Se olhou no espelho. “É só uma noite.” “Você aguenta.” Quando voltou pra cozinha, Josefina tava sozinha. Apoiada na ilha, com uma taça na mão. Tomás não tava. Marcos hesitou. Mas ela viu ele. — Mundo pequeno, né — ela disse, sem se mexer. Ele não respondeu na hora. — Não sabia que você era amiga da minha filha… — Não sou, meu namorado é amigo da sua filha. Ele que veio com ele. Não pensei que ia te encontrar aqui. — É minha casa. — Tô vendo. Silêncio. — A gente não devia estar conversando — ele disse. — Por quê? — Porque sou seu orientador de tese. E você tá na minha cozinha, de roupa de festa. Isso não é uma consulta acadêmica. Ela baixou o olhar. E depois olhou pra ele de novo. — E se eu te dissesse que também tô desconfortável? — Por quê? — Porque briguei com o Tomás. Porque não sou como as amigas da sua filha. Porque não gosto do jeito que ele me olha. Porque sinto que ele não tem interesse real em mim. E porque Quando você me olha… é diferente. Marcos engoliu seco. —Você não devia me falar essas coisas. —Não tô te falando nada. Só cê sente. —Josefina, isso aqui não é uma sala de aula. Nem uma tutoria. —Mas você continua falando como se fosse. Ela sustentou o olhar. Ele se virou. Voltou pro quincho. Precisava de outro gole. Música. Risadas. Não viu ela por um bom tempo. Falou com a filha. Ficou recolhendo copos vazios. Por um momento achou que o perigo tinha passado. Até subir pelo corredor dos fundos.
Fui no banheiro. No banheiro dela. A porta estava entreaberta. E ela estava lá. Josefina. Sentada na tampa do vaso, os cotovelos nos joelhos, o rosto entre as mãos. A maquiagem borrada. A boca tremendo. — O que você tá fazendo aqui? — Não queria que ninguém me visse chorando. — O que aconteceu? — Nada, briguei com meu namorado. Ele terminou comigo. Disse que sou um problema. Que me fecho sozinha. Que sou incontrolável. — Josefina… — Dá pra não ser meu professor por um segundo? Marcos ficou parado na porta. Ela se levantou. Limpou o rosto com papel. Se olhou no espelho. — Já foi. Já era. Eu mereço. — Não fala isso. Ela olhou pra ele pelo reflexo. E disse como se falasse de outra coisa: — Não quero ficar sozinha. Marcos se aproximou. E bem quando pensou em sair… ouviu um clique. A mesma porta. O mesmo banheiro onde Luciana, dias antes, tinha pegado ele com fúria. O mesmo desejo. A música parecia distante, como se tivesse ficado em outra dimensão. O banheiro estava na penumbra, com o vapor grudado nos azulejos e o suor de uma festa que continuava lá fora, ignorando que, aqui dentro, algo mais real e mais quente estava prestes a acontecer. Josefina tinha encostado as costas na porta e virado a chave. Clique. O som exato da fronteira se quebrando. Não olhou pra ele como uma aluna. Não como uma garota curiosa. Olhou como uma mulher que escolheu sua presa. Marcos não se mexeu no começo. Olhou pra ela. Ela estava com a maquiagem um pouco borrada, os olhos brilhantes, a boca vermelha, molhada. O vestido preto mal segurava nos ombros. A pele macia, mal iluminada, parecia brilhar sozinha. — Me fala que você não quer isso — disse ela, com a voz rouca—. Juro que vou embora se você falar. Marcos engoliu seco. — Não consigo falar. Ela se aproximou. Abriu o zíper da calça dele sem preâmbulo. A piroca pulou dura, vermelha, quente. Josefina olhou pra ela como se tivesse encontrado um troféu. — Imaginava ela assim — disse—. Desde a primeira aula. Beijou ele na boca. Com língua. Com fome. E depois desceu. Se ajoelhou. Enfiou a piroca na boca, inteira. A Segurou com uma mão e olhou pra ele de baixo, com aqueles olhos de puta sabida, enquanto engolia devagar. —Uff—ofegou Marcos. —Tá gostando? —ela devolveu, lambendo o tronco como se fosse um sorvete. —Me deixa louco. Ela continuou. Trabalhou a pica com uma maestria impossível pra uma garota da idade dela. Enfiava a cabeça, beijava os ovos, olhava com luxúria enquanto fazia barulho com a saliva. Ele teve que segurar. Se não, gozava. Levantou ela. Apoiou contra a pia. Levantou o vestido. Ela tava de fio dental preto minúsculo. —Coloquei pra você. Caso isso rolasse. —Sabia? —Óbvio. Tirou a calcinha como se pudesse rasgar. Abriu as pernas dela. E viu. A buceta perfeita. Molhada. Inchada. Preparada. Enfiou os dedos. Primeiro um. Depois dois. Ela gemia, se contorcia. Tocava como se soubesse o mapa de cor. Como se não fosse a primeira vez. E ela… se abria como se tivesse esperado a vida inteira. —Ali… ali… —murmurou—. Não para… não para… vou gozar… E gozou. Com espasmos. Com gemidos curtos. Com a respiração ofegante. —Se molhou toda—disse ele, surpreso. —Sim, isso me excita pra caralho. —Riu—. Mas isso é só o começo. Ela montou nele. Subiu uma perna na pia. Pegou a pica. Enfiou. Devagar. Gemendo. Olhando fixo. —Ai, sim… assim… assim! —ofegou—. Isso! Como você tem, filho da puta! Ela sentava com maestria. Mexendo o quadril em círculos. Contraindo a buceta por dentro. Tirando a alma dele. Marcos não acreditava. O corpo jovem da Josefina era uma loucura. A pele lisa, o cheiro doce, os bicos rosados duros como pedra. Tudo era pecado e bênção. Ele comia como se desse aquela permissão uma única vez. Queria aproveitar. Gravar na mente. Com força, mas com consciência do prazer. Como quem saboreia um prato que não pode pagar. Com ritmo, mas o suficiente pra controlar o tesão. Com precisão, como ela merecia ser comida. Baixou ela no chão, virou, colocou de quatro em cima do vaso. A pica Ele entrou nela de novo, molhada, direto, fundo. Ela gritou. Tinha o rosto contra a parede, os gemidos cada vez mais sujos. —Assim! Como você tá me comendo gostoso, filho da puta! Mais! E ele obedeceu. Agarrou os quadris dela. Metia com tudo. Enfiava até as bolas. Josefina gozou de novo. Gritando. Se contorcendo. —Isso, isso! Vou gozar! —Você gosta assim? —Adoro! Era isso que eu queria. Virou ela de novo. Levantou ela com força. Sentou ela na pia. Lambeu os mamilos dela. Finalmente os tinha. Lambeu com um triunfo. Duros. Os peitos túrgidos, firmes. Meteu de novo. Segurava o pescoço dela enquanto comia. Olhava nos olhos dela. —Sabe o que você é? —disse ele, ofegante, com a voz mais quebrada que a consciência. —Sua aluna —respondeu ela, olhando direto pra ele. Ele segurou ela pela cintura. —Minha aluna preferida... Meteu mais fundo. —A mais puta. E ao dizer isso, sentiu um estalo de culpa no peito. Mas não parou. Porque era verdade. E porque ele queria. Ela riu, ofegante. —É essa rola que você queria? —disse ela. —Sim, profe. Toda. —É essa rola que você queria, filha da puta. —Você é um sem-vergonha, olha o que me faz —disse ela, provocando ele. —O que eu te faço? —Você vai encher a buceta da sua aluna de tese de porra. O ritmo aumentou. As paredes tremiam. Os dois eram uma coisa só. Ela gozou pela terceira vez. Gritando. Molhando tudo. E ele seguiu ela. Com um gemido profundo. Gozando dentro. Com pulsos longos, selvagens. Ficaram assim. Respirando. Tremendo. Grudados. Josefina beijou o pescoço dele. —Isso sim foi uma aula. O que Lacan diria sobre isso. Marcos não disse nada. Olhou pra ela. Embora soubesse que nada seria igual, não se arrependeu. Foi desejo. Foi pele. Foi entrega. Mas quando ele baixou o olhar e viu as marcas dos dedos nos quadris macios dela... algo dentro dele se quebrou. Não era culpa. Era outra coisa. O eco de uma frase que ele não ousava dizer em voz alta: Isso tá só começando. parte 6http://m.poringa.net/posts/relatos/5970700/Con-la-alumna-de-la-facu-6.htmlDEIXEM SUAS SENSAÇÕES. ESPERO QUE ESTEJAM CURTINDO LER ESSA HISTÓRIA TANTO QUANTO EU TÔ CURTINDO ESCREVER.
— Papai!
A voz bateu no peito dele antes que pudesse reagir. A filha apareceu da sala, descalça, com o cabelo solto e um sorriso que ele não via pessoalmente há meses. Vinha de braços abertos e olhos brilhando. Marcos abraçou ela. Demorou um segundo pra entender. Sentia o perfume dela, a sentia mais leve, mais mulher.
— O que você tá fazendo aqui? — perguntou, com a voz presa.
— Vim passar uns dias. Aproveitei o spring break. Tava com saudade de vocês.
Luciana entrou da cozinha com uma taça na mão e o olhar cúmplice de quem tinha armado tudo.
— Não contei nada — disse ela. — Queria te surpreender.
— Conseguiu? — perguntou a filha.
— Um pouco, sim — sorriu Marcos, ainda desnorteado.
Sentaram na sala de jantar. A mesa tinha frios, pão quentinho, vinho. Tudo pensado. Tudo armado. Marcos tentava entrar na cena, mas sentia que chegava com atraso emocional.
— E você fica até quando? — perguntou, enquanto se servia.
— Até domingo. Quero descansar, ficar com vocês… e comemorar meu aniversário.
— Quando é?
Ela olhou pra ele com meio sorriso.
— Sexta, pai.
Luciana interveio com suavidade:
— Ela vai fazer uma festinha aqui. Com as amigas. Nada muito grande.
— Relaxa — disse a filha. — Igual quando eu era menor. Algumas amigas do colégio, da faculdade, a música de sempre.
Marcos assentiu. A taça tremia levemente entre os dedos. Brindaram. Riram. Falaram de bobeiras, de como tudo tá caro, do clima estranho de Buenos Aires, do curso dela, de como que sentia falta do gosto do leite. Luciana colocou uma música. Tocava suave, de fundo. A taça de vinho se esvaziava devagar. A filha falava com entusiasmo. Marcos olhava pra ela, ouvia suas histórias, ria de coisas que não entendia direito. E pela primeira vez em muito tempo, sentiu que o mundo estava parado. Que tava bem ali. Que podia ser de novo aquele homem que um dia foi. Reclinou um pouco na cadeira. Fechou os olhos por um instante. Respirou fundo. Talvez tudo aquilo tivesse sido um exagero. Uma distração besta. Talvez o que realmente importava… já tava em casa. “É a minha casa” Marcos chegou perto das onze, carregando um desconforto que não soube explicar até cruzar a porta. Não era a casa dele. Ou era… mas invadida. Luzes baixas, música alta, um enxame de jovens dançando, bebendo, falando tudo ao mesmo tempo. A filha dele virou do fundo da sala quando o viu e o abraçou como se nada tivesse acontecendo. — Pai! Bem na hora do brinde. — Isso era “tranquilo”? — perguntou ele, já com a testa franzida. Luciana apareceu da cozinha, com um sorriso cansado. — Pra eles, isso é tranquilo. — E você? — Vou pro quarto dos fundos. Não aguento mais. Já organizei tudo. Agora é sua vez. Se quebrarem alguma coisa, me avisa, tá? Beijou ele e foi embora. Assim, sem consultar. Marcos foi até a cozinha. Serviu uísque sem gelo, e ali, bem na hora de virar, viu ela.
Josefina. E o coração dele deu uma travada por um segundo. Ela tava de costas, do lado de quem parecia ser o namorado, Tomás. O rosto era familiar. Ele já tinha visto aquele cara umas vezes na casa dele. Aquele menino era amigo da filha dele. Tinha certeza. E esse detalhe do destino tinha trazido Josefina pra sala dele, pra cozinha dele, pro espaço íntimo dele sem que ele tivesse como prever. Ela tava ali. Vestido preto, meia opaca, boca marcada. Josefina. A mesma que falava de Lacan como quem confessa uma fantasia. A mesma que assinava provas com corações. A que tava deixando ele louco. Tomás falava no ouvido dela. Ela sorria. Mas alguma coisa não batia. Não era um sorriso de verdade. Ela só tolerava. Marcos baixou o olhar. Serviu outra dose. Falou pra si mesmo que não era nada. Que era adulto. Que aguentava. Cruzou com alguns alunos. Eles cumprimentaram, surpresos: — Professor! Que doideira te ver aqui… — É minha casa — ele disse, pela terceira vez. Depois, brinde, fotos, bolo. A filha soprando as velinhas, Luciana saiu do quarto pra filmar o momento e voltou pro refúgio dela. Risadas. Música. Uma normalidade emprestada. Depois da meia-noite, ele foi ao banheiro. Lavou o rosto. Se olhou no espelho. “É só uma noite.” “Você aguenta.” Quando voltou pra cozinha, Josefina tava sozinha. Apoiada na ilha, com uma taça na mão. Tomás não tava. Marcos hesitou. Mas ela viu ele. — Mundo pequeno, né — ela disse, sem se mexer. Ele não respondeu na hora. — Não sabia que você era amiga da minha filha… — Não sou, meu namorado é amigo da sua filha. Ele que veio com ele. Não pensei que ia te encontrar aqui. — É minha casa. — Tô vendo. Silêncio. — A gente não devia estar conversando — ele disse. — Por quê? — Porque sou seu orientador de tese. E você tá na minha cozinha, de roupa de festa. Isso não é uma consulta acadêmica. Ela baixou o olhar. E depois olhou pra ele de novo. — E se eu te dissesse que também tô desconfortável? — Por quê? — Porque briguei com o Tomás. Porque não sou como as amigas da sua filha. Porque não gosto do jeito que ele me olha. Porque sinto que ele não tem interesse real em mim. E porque Quando você me olha… é diferente. Marcos engoliu seco. —Você não devia me falar essas coisas. —Não tô te falando nada. Só cê sente. —Josefina, isso aqui não é uma sala de aula. Nem uma tutoria. —Mas você continua falando como se fosse. Ela sustentou o olhar. Ele se virou. Voltou pro quincho. Precisava de outro gole. Música. Risadas. Não viu ela por um bom tempo. Falou com a filha. Ficou recolhendo copos vazios. Por um momento achou que o perigo tinha passado. Até subir pelo corredor dos fundos.
Fui no banheiro. No banheiro dela. A porta estava entreaberta. E ela estava lá. Josefina. Sentada na tampa do vaso, os cotovelos nos joelhos, o rosto entre as mãos. A maquiagem borrada. A boca tremendo. — O que você tá fazendo aqui? — Não queria que ninguém me visse chorando. — O que aconteceu? — Nada, briguei com meu namorado. Ele terminou comigo. Disse que sou um problema. Que me fecho sozinha. Que sou incontrolável. — Josefina… — Dá pra não ser meu professor por um segundo? Marcos ficou parado na porta. Ela se levantou. Limpou o rosto com papel. Se olhou no espelho. — Já foi. Já era. Eu mereço. — Não fala isso. Ela olhou pra ele pelo reflexo. E disse como se falasse de outra coisa: — Não quero ficar sozinha. Marcos se aproximou. E bem quando pensou em sair… ouviu um clique. A mesma porta. O mesmo banheiro onde Luciana, dias antes, tinha pegado ele com fúria. O mesmo desejo. A música parecia distante, como se tivesse ficado em outra dimensão. O banheiro estava na penumbra, com o vapor grudado nos azulejos e o suor de uma festa que continuava lá fora, ignorando que, aqui dentro, algo mais real e mais quente estava prestes a acontecer. Josefina tinha encostado as costas na porta e virado a chave. Clique. O som exato da fronteira se quebrando. Não olhou pra ele como uma aluna. Não como uma garota curiosa. Olhou como uma mulher que escolheu sua presa. Marcos não se mexeu no começo. Olhou pra ela. Ela estava com a maquiagem um pouco borrada, os olhos brilhantes, a boca vermelha, molhada. O vestido preto mal segurava nos ombros. A pele macia, mal iluminada, parecia brilhar sozinha. — Me fala que você não quer isso — disse ela, com a voz rouca—. Juro que vou embora se você falar. Marcos engoliu seco. — Não consigo falar. Ela se aproximou. Abriu o zíper da calça dele sem preâmbulo. A piroca pulou dura, vermelha, quente. Josefina olhou pra ela como se tivesse encontrado um troféu. — Imaginava ela assim — disse—. Desde a primeira aula. Beijou ele na boca. Com língua. Com fome. E depois desceu. Se ajoelhou. Enfiou a piroca na boca, inteira. A Segurou com uma mão e olhou pra ele de baixo, com aqueles olhos de puta sabida, enquanto engolia devagar. —Uff—ofegou Marcos. —Tá gostando? —ela devolveu, lambendo o tronco como se fosse um sorvete. —Me deixa louco. Ela continuou. Trabalhou a pica com uma maestria impossível pra uma garota da idade dela. Enfiava a cabeça, beijava os ovos, olhava com luxúria enquanto fazia barulho com a saliva. Ele teve que segurar. Se não, gozava. Levantou ela. Apoiou contra a pia. Levantou o vestido. Ela tava de fio dental preto minúsculo. —Coloquei pra você. Caso isso rolasse. —Sabia? —Óbvio. Tirou a calcinha como se pudesse rasgar. Abriu as pernas dela. E viu. A buceta perfeita. Molhada. Inchada. Preparada. Enfiou os dedos. Primeiro um. Depois dois. Ela gemia, se contorcia. Tocava como se soubesse o mapa de cor. Como se não fosse a primeira vez. E ela… se abria como se tivesse esperado a vida inteira. —Ali… ali… —murmurou—. Não para… não para… vou gozar… E gozou. Com espasmos. Com gemidos curtos. Com a respiração ofegante. —Se molhou toda—disse ele, surpreso. —Sim, isso me excita pra caralho. —Riu—. Mas isso é só o começo. Ela montou nele. Subiu uma perna na pia. Pegou a pica. Enfiou. Devagar. Gemendo. Olhando fixo. —Ai, sim… assim… assim! —ofegou—. Isso! Como você tem, filho da puta! Ela sentava com maestria. Mexendo o quadril em círculos. Contraindo a buceta por dentro. Tirando a alma dele. Marcos não acreditava. O corpo jovem da Josefina era uma loucura. A pele lisa, o cheiro doce, os bicos rosados duros como pedra. Tudo era pecado e bênção. Ele comia como se desse aquela permissão uma única vez. Queria aproveitar. Gravar na mente. Com força, mas com consciência do prazer. Como quem saboreia um prato que não pode pagar. Com ritmo, mas o suficiente pra controlar o tesão. Com precisão, como ela merecia ser comida. Baixou ela no chão, virou, colocou de quatro em cima do vaso. A pica Ele entrou nela de novo, molhada, direto, fundo. Ela gritou. Tinha o rosto contra a parede, os gemidos cada vez mais sujos. —Assim! Como você tá me comendo gostoso, filho da puta! Mais! E ele obedeceu. Agarrou os quadris dela. Metia com tudo. Enfiava até as bolas. Josefina gozou de novo. Gritando. Se contorcendo. —Isso, isso! Vou gozar! —Você gosta assim? —Adoro! Era isso que eu queria. Virou ela de novo. Levantou ela com força. Sentou ela na pia. Lambeu os mamilos dela. Finalmente os tinha. Lambeu com um triunfo. Duros. Os peitos túrgidos, firmes. Meteu de novo. Segurava o pescoço dela enquanto comia. Olhava nos olhos dela. —Sabe o que você é? —disse ele, ofegante, com a voz mais quebrada que a consciência. —Sua aluna —respondeu ela, olhando direto pra ele. Ele segurou ela pela cintura. —Minha aluna preferida... Meteu mais fundo. —A mais puta. E ao dizer isso, sentiu um estalo de culpa no peito. Mas não parou. Porque era verdade. E porque ele queria. Ela riu, ofegante. —É essa rola que você queria? —disse ela. —Sim, profe. Toda. —É essa rola que você queria, filha da puta. —Você é um sem-vergonha, olha o que me faz —disse ela, provocando ele. —O que eu te faço? —Você vai encher a buceta da sua aluna de tese de porra. O ritmo aumentou. As paredes tremiam. Os dois eram uma coisa só. Ela gozou pela terceira vez. Gritando. Molhando tudo. E ele seguiu ela. Com um gemido profundo. Gozando dentro. Com pulsos longos, selvagens. Ficaram assim. Respirando. Tremendo. Grudados. Josefina beijou o pescoço dele. —Isso sim foi uma aula. O que Lacan diria sobre isso. Marcos não disse nada. Olhou pra ela. Embora soubesse que nada seria igual, não se arrependeu. Foi desejo. Foi pele. Foi entrega. Mas quando ele baixou o olhar e viu as marcas dos dedos nos quadris macios dela... algo dentro dele se quebrou. Não era culpa. Era outra coisa. O eco de uma frase que ele não ousava dizer em voz alta: Isso tá só começando. parte 6http://m.poringa.net/posts/relatos/5970700/Con-la-alumna-de-la-facu-6.htmlDEIXEM SUAS SENSAÇÕES. ESPERO QUE ESTEJAM CURTINDO LER ESSA HISTÓRIA TANTO QUANTO EU TÔ CURTINDO ESCREVER.
3 comentários - Aluna gostosa da faculdade (5)
Van 10 crack gracias por dejarnos disfrutar de esta hermosa historia...