Sou um jovem de 18 anos que trabalha como segurança em supermercados. Tava cobrindo o turno da noite quando o chefe me avisou que antes de terminar, eu teria que treinar quem ia ficar duas semanas no horário. Minha parceira era uma mina morena de 21 anos, cheia de piercings na cara, uma gostosa com quem eu tava brigado até então por causa de trabalho. Aceitei, já pensando no que podia rolar. No dia em que ficamos sozinhos na loja, só com o cara da limpeza que também ficava de noite, depois de muito papo, ela me disse que tava há mais de um mês sem transar porque não tinha conseguido ver o namorado. Eu já tinha contado pra ela uns encontros que tive com minha melhor amiga e com uma caixa da mesma loja que ficava me paquerando. Durante uma das rondas, ela me perguntou qual seria um bom lugar pra foder sem as câmeras de segurança pegarem. Eu sugeri uma área, enquanto ela sugeria outra. Quando passamos pela área que eu indiquei, ela perguntou de novo se eu tinha certeza que ali era um bom ponto. Confiante, respondi que sim, e ela disse: "Então por que a gente não testa?" E se inclinou como se fosse me beijar. Eu me aproximei rápido, mas ela recuou e falou: "Sério que você achou que a gente ia se beijar?" Respondi que sim, e ela veio pra cima de mim e disse: "Ué, óbvio que sim, papacito." Começamos a nos beijar apaixonadamente enquanto eu já tava com uma ereção grande e firme. Sentindo o volume do meu pau, ela abaixou minha calça e começou a me masturbar enquanto a gente continuava se beijando. Ela também começou a tocar a bucetinha doce dela, tão molhada que meus dedos escorreram até o braço. Ela pediu pra eu meter de uma vez, mas com camisinha. Eu falei que não tinha por causa do tipo de calça sem bolso que a gente usa. Ela sugeriu roubar uma da farmácia, mas eu disse que não, porque a câmera ia ver e iam descobrir. Depois disso, ela não hesitou e falou: "Então vai ter que ser no pelo. Honra de meter assim. Quando ela ficou de quatro, não consegui evitar de olhar pra aquela bunda enorme e gostosa que ela carregava e que o uniforme escondia muito bem. Era tão perfeita, a bunda dela, um belo formato, e aquela buceta tão lubrificada. Lembro que ela não conseguiu evitar de gritar na hora que eu penetrei, tanto que achamos que o zelador tinha ouvido. Mesmo assim, decidimos continuar com o que a gente tinha começado: comecei a bater forte na bunda dela, cada vez mais rápido, enquanto pensava se aquilo tudo era real ou coisa da minha imaginação. Não era segredo pra ninguém que ela era uma das minas mais desejadas pelos funcionários da loja, mas ali estava ela com o único cara que nunca tinha dito que queria outra coisa com ela, mas que toda vez que via ela passar, não conseguia evitar de ficar com o pau mais duro possível. Continuei comendo ela enquanto ela me dizia que nunca tinha provado outra rola que não fosse a do namorado dela, que começou a ligar pra ela, já que eles tinham feito videochamada desde que ela chegou. Mas quando a gente desceu pra dar uma volta, ela não podia ficar na chamada, só porque eu inventei aquilo pra poder ficar com ela. Ela deixou o namorado perder a ligação e eu continuei gozando dentro dela. Ficamos assim por uma hora, com a adrenalina de não sermos vistos pelo zelador, já que a gente podia até perder o emprego. Obviamente, acabei gozando dentro dela com uma carga tão grande que escorreu no chão, e a buceta dela ficou bem rosada de tanta fricção. Quando terminamos, rapidamente fingimos que nada tinha acontecido e continuamos como se nada fosse. Quando o namorado ligou de novo e ela atendeu, não consegui evitar de rir ao ouvir ela chamar ele de "amor" e "minha vida", já que minutos antes ela tava pedindo pra eu comer ela mais. Ela ficou meio puta com isso, mas depois de uns minutos, deixou pra lá. Mas o medo começou a tomar conta da gente de que algo pudesse ter aparecido nas câmeras de segurança e vazassem o vídeo ou a gente fosse demitido. No fim do turno, a gente caminhou junto até o metrô, onde a gente transou de novo. nos beijar e prometer repetir tudo de novo, também sabíamos que íamos dormir e torcíamos pra não ter nenhuma chamada ou mensagem da empresa, dos chefes, por causa do que aconteceu. E foi assim, sem nenhuma ligação depois disso. Sentimos um alívio e, a partir daquele dia, ela tá sempre pronta pra receber uma boa dose da minha pica e eu pra provar a buceta gostosa dela.
1 comentários - Comi a colega gostosa no trampo