Alugando minha namorada

Dando continuidade à história...


A situação econômica tá uma merda.


Parece que encontraram um jeito de amenizar isso e tão aproveitando.


espero que vocês curtam muito e, como sempre


obrigado por tudo


sobretudo por me ler


aqui deixo o link da primeira parte pra quem não leu




http://www.poringa.net/posts/relatos/5961601/Alquile-a-mi-novia-y-la-rompieron-toda.html












Karen, então você me vendeu pros seus amiguinhos? Olha só, cara, olha como eles me deixaram, como deixaram a sua namorada, aquela que você diz amar. Ainda nem sei se me engravidaram, e se for o caso, você vai ter que assumir.


Eu tinha chegado do trabalho e encontrei a Karen na cama, toda pelada e cheia de porra pra todo lado.


Bom, bom, eu, é verdade, sim, mas não te vendi, só te aluguei, é que os caras tavam muito afim de você e a grana não faz mal pra gente, além disso você tava morrendo de tesão e tenho certeza que você se divertiu pra caralho


Karen sim, mas a grana quem ficou foi você, então de agora em diante, já que você não se importa que outros comam a sua namorada, eu vou comer quem eu quiser e o que eu cobrar vou ficar pra mim.


Tá bom, tá bom, tudo bem, amor, mas aqui tá a grana, viu? A grana era pra nós dois.


Karen ah, beleza, cobrou bem, gostosa.


Se minha love, cê merece, meu céu, olha, isso é tudo seu, faz o que quiser, de agora em diante é meio a meio, tá bom?


Karen, se ela beber, então resolve você, sem problema, e se quiserem repetir, sem problema.


Você sabe que daqui a alguns dias é o aniversário do seu João.


Ei, bebê, sim amor, você não sabe como o velho me comeu gostoso, quer que eu conte? Vai, deita aqui e eu te conto, amor.


Deitei do lado dela pra ela me contar, e olha se contou. Foi assim que ela descreveu a pica enorme do Dom Juan, quase o dobro da minha. Ela me contava enquanto eu me masturbava, porque eu tinha ficado duro, tinha broxado não, fiquei de pau duro. E ouvindo a felicidade que a Karen tava me contando como o velho comia ela, eu quase gozei.


Karen, amor, como te excita saber como o velho me comeu, você é meu céu, vem, me dá um beijo


Aquele beijo teve um gosto estranho que a Karen não parava de me dar com muita paixão, o que me fez gozar bem em cima dela.


Karen, você gostou do meu beijo, amor? Isso é porque eu te amo.


Adorei, sua vadia gostosa.


Karen, tem bebê, você me deixou muito excitado, céu. Me deixa chupar você, bebê?


Siii, vai fundo


Ela fez algo que eu não esperava, subiu em cima de mim só pra fazer um sessenta e nove, aí a Karen chupava minha rola enquanto eu comia a buceta dela.


Karen, você gosta de amor? Adoro como você limpa minha buceta, céu, eu limpo bem o seu pau.


Assim que eu fazia enquanto chupava a buceta dela e o cu, até que percebi o quanto ele estava irritado. Aí a Karen começou a gemer e passou a cuidar das minhas bolas, era uma loucura. De repente, ela começou a chupar meu cu, isso me fez tremer, ainda mais quando ela enfiou a língua. Não consegui segurar o gemido que aquilo me causou e comecei a fazer o mesmo nela. Nesse momento, a Karen voltou a chupar minha pica e enfiou um dedo dentro do meu cu.


Você gosta, amor? Gosta do meu dedinho? Sim, limpa bem, meu céu. Você não sabe como eu te amo.


Não respondi nada, mesmo não gostando do dedo dela dentro, pra não gozar na boca dela. Na hora, a Karen virou e subiu em cima de mim, ela procurou minha boca e me deu um beijão. Percebi na hora que a filha da puta tava fazendo aquilo com meu gozo na boca dela. Mesmo querendo resistir, engoli tudo. Depois disso, ela continuou me beijando enquanto falava um monte de coisa linda, e aí a gente dormiu junto. Naquele domingo, eu queria trepar que nem coelho, mas a Karen não queria saber de nada — era consequência da festa. Naquela tarde, encontrei o Javier.


Ei, quarta-feira é o aniversário do seu pai, né?


Javier sim, mas ele comemora no sábado à noite. Como tá a Karen?


Foderam tudo, caralho, eu falei pra vocês serem legais com ela.


Javier, fomos bons, mano. Quem passou um pouco dos limites foi meu pai.


Sim, e ainda por cima não pago nem um centavo.
Javier, desculpa por isso, mas a gente pode fazer alguma coisa, né? Vão uns amigos dele no sábado. Eu sei que ele ia adorar comemorar com a Karen, mas tô sem grana.


Que cagada


Javier, mas é que dez conto cada um é muita grana, cara. E se a gente for pela noite inteira, sei lá.


E aí, como seria isso?


Javier, sei lá, bota um preço aí, mas não me mata, sabe como é, ela se diverte pra caralho.


O que você acha de quarenta conto, sejam eles quem forem?


Javier, quarenta? E se for com a irmã, tá de boa.


Com a gorda da Ana? Quem vai comer ela?


Javier, não me diga que você não tá afim da gorda.


Tô morrendo de vontade de comer a Karen, mas ela não deixa.
Javier, meu amigo, a gorda Ana é mais puta que a Karen, ela aguenta os dez na boa.


Não sei se ela vai querer, dez é muita coisa, mano.


Javier, cinquenta e não se fala mais nisso.


Tá bom, se eu não conseguir fazer a Ana ir, mando a Karen pra você e que ela aguente.


Javier, se ela for sozinha, com certeza vão arrebentar ela toda.


É isso que ela gosta, então sem problema.


Javier, então esse vai ser o nosso presente pro meu velho, na sexta. Foda-se o dinheiro.


Naquela noite, eu contei pra Karen o que tinha combinado com o Javier.


Karen com a minha irmã nem fodendo, vou ver se dou a ideia pra ela.


Você sabe que a gorda não tá bem de grana e com isso dava pra se virar.


Karen, é porque você quer comer ela, olha, come ela, arrebenta ela toda, mas não dá um centavo pra gorda. Eu sei que ela tá a fim de você e você mais ainda, eu quero meu dinheiro.


Beleza, então, sem problema, você vai ter ela, mas sim, quero comer sua irmã.


Karen, então vem no sábado e não só vai comer ela, como também vai se divertir com a gente.


Você sabe que eu não posso, eu trampo no sábado, deixa ela vir no domingo em casa


Karen não, domingo ela não vai querer mais pica, além disso, a sua vai fazer ela dançar de amor, melhor eu trago ela durante a semana e te deixo sozinho com ela.


Será que eu tenho pau de garota pra ela?


Karen, tem bebê, não fica triste não, mas comparando com a da don Juan, é uma siririca, meu céu.


Então, um maluco não, vem aqui que eu vou te dar o tapa na buceta


Antes de ir pro trampo, eu comi ela, meti o mais forte que pude e, sinceramente, gozei pra caralho. Já no serviço, não parava de pensar na pica do Don Juan, devia ser enorme pra deixar ela daquele jeito. Mesmo assim, não queria perder a gorda da Ana. A diferença entre as duas é que a Karen não se dá e se veste bem normal, enquanto a gorda é o oposto, sempre mostrando aquelas tetonas e a puta não cansa de provocar os caras. Quanto mais olham pras tetas dela, mais ela mostra. Só de pensar em comer ela já me deixava com muito tesão, pouco me importava de ser um vendedor de amendoim. Aí chegou quinta-feira e encontrei a gorda com a Karen em casa. A Ana tava mais puta do que nunca, uma saia curta e uma blusa que só cobria os bicos dos peitos apertados dela. Quando ela me cumprimentou com um abraço, apertei a bunda dela na hora enquanto sentia as tetas dela contra o meu peito.


Ana, cara, você já quer me comer? Melhor a gente beber algo antes. Eu, que tarado é o seu marido.


Karen, te falei, essa aí tá explodindo o masturbador, vai, leva ela pro quarto e tira tudo que puder dela.


Ana tomou uma cerveja e me levou pela mão até o nosso quarto. Assim que entramos, ela puxou minha rola pra fora, sentou na cama e começou a chupar.


Ana, isso é o que você queria há muito tempo, não é verdade? A Karen me disse que se eu te comesse bem, você ia me dar uma recompensa gostosa.


Segue sendo gorda, segue assim que foda-se tudo o que você quiser.


Chupei ela por um bom tempo até gozar nos peitos dela. A Ana tirou a camiseta e lá estavam eles, dois melões enormes, irresistíveis pra qualquer um. Eu me agarrei neles, chupei com vontade, sem me importar com a minha porra em cima, enquanto a Ana ria e gemia ao mesmo tempo. Levantei, fiquei pelado, montei nela e comi com muita vontade, enquanto a Ana só curtia e pedia pra eu meter mais forte. Ficamos assim por um bom tempo. A verdade é que a gorda me sugou até o talo, e eu fiquei exausto na cama.


Ana, agora é minha vez, sua buceta. Vai, chupa minha buceta e depois fode meus peitos pra você fazer o que quiser.


Enterrei minha cara entre as pernas dela e chupei a pussy como nunca enquanto a gorda não parava de gemer, eu sabia que deixava ela com muito tesão o fato de eu, além de chupar a pussy dela, estar tomando minha própria porra, mas não me importava, só queria enfiar meu pau entre os peitos dela e pode crer que eu fiz isso depois de lamber todos os sucos dela e minha porra, a cara que a puta fez quando coloquei meu pau entre os peitos dela foi de uma puta zoeira e ela disse


Ana, dá uma de promíscua, se entretém com meus peitos, já tomou toda sua porra, amorzinho? Me dá mais, quero mais porra, assim vejo você tomando. É verdade o que a Karen me disse, você gosta muito de porra.


Foi assim que, depois de um tempão, consegui soltar umas gotinhas nela.


Aí, sua putinha, agora toma meu gozo.


Ana pegou nos peitões dela e engoliu as poucas gotas que tinha, depois vestiu a camiseta, terminou de se arrumar e me disse


Ana, agora me dá o que você me prometeu, já vou embora.
 
Você tem que vir no sábado à noite numa festa, a Karen vai com você, vocês vão se divertir pra caralho e se você se comportar bem, vou te dar uma recompensa bem gostosa.


Ana, já sei, vamos ser as putas da festa, mas quero a grana hoje.


Beleza, tá bom, toma, aqui pra você, só não me decepciona.

2 comentários - Alugando minha namorada

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