Padrão e Macho - Parte 5

Do dito ao feito, tem um bom pedaço. Mas, de novo, me adianto um pouco.

Depois daquela conversa longa pra caralho que tivemos no bar, nossa relação com Enrique ficou mais forte e mais tranquila ainda. Meio sem querer, viramos cúmplices e mais amigos. O fato de dividirmos o mesmo segredo, mesmo que de formas diferentes, nos aproximou. Nós dois sabíamos que nunca poderíamos contar o que sabíamos um do outro sem nos entregar. Era, salvando as devidas proporções, uma situação de destruição mútua garantida.

E diante desse tipo de situação, o povo tem duas opções. Ou ficavam se estranhando, ou viravam amigos e tocavam a parada. Nós decidimos tocar.

Nós dois estávamos sozinhos. Ele porque morava sozinho no apartamento de porteiro na cobertura do prédio, e eu temporariamente também porque a Noelia tava no Brasil. Então começamos a nos ver mais vezes. Às vezes eu chamava ele lá em casa, ou ele me chamava na dele, e a gente pedia uma pizza ou umas empadas, dividia um vinho ou uma cerveja, batia um papo e se divertia. Ninguém precisava voltar dirigindo pra casa.

Claro que o assunto da Noelia tava sempre em pauta e a gente falava disso direto, mas como ele me disse uma dessas vezes, não tinha pressa. Minha filha ia ficar no Brasil pelos próximos dois meses. A gente tinha tempo pra ver como faria tudo e como levaria as coisas daí pra frente.

Com Enrique, a gente já se falava com a intimidade de quem se conhecia a vida inteira, e ninguém estranhava as manias do outro. Ele, por sua vez, tinha me dito que, claro, falando basicamente das necessidades dele como homem, e ainda por cima homem sozinho, ia cair muito bem continuar comendo a Noelia. Não só pelo fato de aliviar a vontade, ele disse, mas porque ela era uma gostosa e botava muita onda. Isso enlouquecia qualquer coroa, e nós dois sabíamos. O fato de ser minha filha não tirava o pedaço de mulher que ela tava se tornando. Qualquer um queria aquela buceta. mover.

E eu, por minha vez, já tendo dito ao Enrique sobre minhas vontades, meus desejos e minha tesão de sempre de comer minha filha, sabia que não podia fazer aquilo. Era um passo que nunca ia dar. Mas isso não significava que, por mais estranho que parecesse, eu não pudesse comê-la através dele. Vicariamente, se quiser.

Durante um dos nossos vários jantares, ele me explicou de um jeito que me surpreendeu pela praticidade e simplicidade. A gente vinha falando do assunto e começou a listar os prós e contras de ele continuar atendendo minha filha.

"Além disso, Gaby, fora tudo isso", ele disse enquanto brincava com o copo de cerveja, "Pensa no seguinte..."
"Vamos ver, o que você pensa...", falei e servi um pouco pra encher o copo dele, o que ele agradeceu com um aceno suave.
"A Noélia já tá grandinha"
"Pô, calma... grandinha do jeito que se diz grandinha...", comentei.
"Sim, eu sei. Mas quero dizer que a qualquer momento ela aparece com um namorado de verdade. Esquece de mim, do que rolou... sabe que isso vai acontecer. Não vejo ela como o tipo de mina que vai ficar sozinha por muito tempo"
"Pois é, não."
"Além disso... bem, falando na lata... ela curte muito uma pica, Gaby", ele me olhou e deu um meio sorriso. Eu também tomei um gole do meu copo.
"Sim, já percebi, filho da puta..."
Enrique riu, "Tô dizendo que ela vai procurar. Vai querer e vai procurar. Sei que é meio incomum, sabe? Mas não seria bom ver um pouco o lado bom de tudo isso... que se eu atendo ela de vez em quando, ela não precisa sair por aí pra comer qualquer cara idiota? Entende o que tô falando?"
"Sim, claro", falei. Ele tinha razão.
"Tem cada um por aí hoje em dia... minha nossa. Se não tão na droga, tão na cachaça ou em qualquer outra coisa", ele disse meio triste, "Você sabe que isso não é comigo."
"Sim, eu sei"
"Eu não fumo nem me drogo nem nada", ele disse com um pouco de orgulho, "Sim, tomo uma cerveja ou um vinho de vez em quando, mas com a comida ou quando vou ver algo na TV. E porque tenho cinquenta anos, velho... Ele riu, "Se eu quiser, eu faço."
"Melhor assim", completei e me recostei um pouco na cadeira, tentando descer a pizza que a gente tinha comido.
"Se ela anda comigo... olha, de novo, não tô falando de namorinho nem nada disso... mas digo, se ela quer cock, melhor que consiga comigo do que com qualquer outro otário por aí que vai saber onde enfia."
"É, se você coloca desse jeito, faz sentido..."
"Além disso, sério, você sabe que eu sou um cara legal e vou cuidar dela. Não vou fazer nada estranho... digo, nada que ela não queira.", ele me olhou balançando a cabeça e eu respondi o gesto, "Eu gosto muito da sua filha, Gaby. Ela é uma menina divina. Se eu soubesse que algum desses cuzão fez algo com ela, ou meteu ela com droga e tal... sabe a filial da Nike que eu abro no rabo daquele filho da puta? Deus me livre."
Tomei mais um gole de cerveja e olhei pra ele, "Se a menina quer cock, melhor que dêem em casa."
"Claro", ele concordou.
"E se não puder ser em casa", falei apontando um pouco pra ele com o queixo, o que fez ele rir, "... então que seja na sua."

A gente teve várias conversas dessas, durante vários encontros. E nelas fomos refinando o plano. Algo que deixasse nós dois satisfeitos, que pudesse realizar nossos desejos. Não sei se chegamos ao plano ideal. Não sei se era possível um plano ideal numa situação tão complicada, mas tava bem bom.

A parte mais fácil era a que cabia a ele. Ele teria carta branca pra foder a Noelia quando quisesse, claro, respeitando também quando ela quisesse. Ele foderia uma menina linda, uma garota divina que, segundo ele, tinha certeza que ia ser uma bomba na cama. Eu saberia, mas não diria nada. E pra Noelia também, claro. Tudo isso tava claro e era fácil.

A parte mais difícil era a que cabia a mim. Meus desejos eram de foder minha filha também, só que através dele. Mas como eu faria isso? E o que era pior, seria suficiente? Seria suficiente pra mim o que Enrique me contasse do que eles fizeram ou me mostrasse algum Chat e fotos quentes que eu trocava de vez em quando com a Noelia? Eu falei isso pra ele. A gente ficou bem travado nessa parte. Porque isso tinha que servir pros dois ou então não valia a pena fazer, dado o risco que podia ser. Se a Noelia descobrisse de qualquer jeito que o Enrique e o pai dela estavam arranjados e que eu sabia disso… quem poderia dizer como ela ia reagir? As consequências podiam ir de absolutamente nada até eu perder a guarda da Noelia e o Enrique e eu continuarmos comendo pizza de vez em quando, mas atrás de algumas grades. Não era fácil.

A solução começou a surgir na cabeça dele e a gente acabou refinando junto. Ele me perguntou se servia mais pra mim se ele se gravasse comendo ela. Me perguntou se eu aguentaria ver ele. Claro que sim, eu falei. Na hora, sentindo meu pau dar um pulo de tensão debaixo da calça. Nunca tinha contado pro Enrique que eu já tinha visto ele uma vez, quando comeu ela na minha casa. Nunca falei da quantidade enorme de punhetas que eu bati com aquele vídeo. De como eu gozava litros vendo ele comendo ela, tão doce e tão forte, e a quantidade de porra que eu derramava ouvindo ela gritar fininho de prazer…

…Tô me perdendo. Falei que não tinha problema, que eu aguentava e que a ideia era muito boa. Mas, e a Noelia? Filmar ela escondido… uma vez até dá pra fazer. Duas, bom, se tiver sorte. Mas mais que isso, inevitavelmente, ela ia se ligar. Ela não era nenhuma otária. O Enrique falou que podia tentar dizer pra ela que os vídeos eram pra ele, que não ia mostrar pra ninguém. Pra testar as águas, ver o que ela dizia. Uma mentirinha inocente, pensei, dentro dessa mentira enorme toda. Mas uma mentirinha que podia me garantir tanto prazer…

Fomos com essa opção, combinamos, pra testar e ver se funcionava.

A outra grande dúvida nisso tudo era justamente a Noelia. Aí a gente tava meio perdido. Começamos a especular. Talvez… Ela voltou do Brasil e não queria saber de mais nada. Talvez aqueles poucos encontros que teve com Enrique serviram pra ela matar a vontade e pronto. Capaz que não quisesse mais nada. Essa teoria tinha um certo fundamento porque Enrique me disse, depois me mostrando sem eu pedir, que quase nem conversava com ela no WhatsApp. Só de vez em quando um "oi, tudo bem, o que cê tá fazendo"... nada mais. Devia estar bem entretida no Brasil. Nem mandou mais fotos pra ele.

Por outro lado, também podia ser que Noelia quisesse continuar, mas se assustasse com a ideia de ser filmada. Isso não mudava muito pra Enrique. Ele comia ela sem gravar nada e pronto. Ele, feliz. E eu... esperando ele me contar as aventuras, tendo que apelar pra minha imaginação. Vamos ser honestos, é claro que minha imaginação é farta e perversa, mas não se comparava a um vídeo. Não me servia pra nada. Era tipo te mostrarem uma Ferrari, esfregarem na sua cara, e logo depois falarem que você só pode ter um Fusca. Seria uma merda, mas era uma possibilidade.

Muito disso dependia, de um jeito ou de outro, da Noelia e de como ela queria seguir quando voltasse. Sobre isso, nenhum de nós dois tinha muito controle. Enrique não podia ficar se fazendo de muito interessado porque podia pressionar ela ou assustar. Enquanto isso, eu também não podia ficar me fazendo de otário, insinuando umas merdas o tempo todo, do jeito mais indireto possível, pra ela ficar com Enrique. Ela ia sacar na hora que tinha coisa aí.

Decidimos ter o plano montado, com os detalhes bem ajustados, e esperar pra ver qual era a melhor forma de executar quando ela voltasse do Brasil. Ver como ela voltava, como as coisas iam se desenrolando e ir ajustando os detalhes no caminho. A vantagem que a gente tinha sobre a Noelia era que ela não sabia que a gente já estava tão em sintonia. Já era alguma coisa.

Aquele verão finalmente passou. Enrique tirou as férias dele em Mar del Plata, me trazendo um par de fotos muito gostosas. histórias de gatinhos da costa e uma caixa de alfajores. Eu também tomei a minha. Fui pra Mendoza visitar meu primo e a família dele, depois fomos com eles uns dias pro Chile. Trouxe uns vinhos pro Enrique, que agradeceu muito, e umas bijuterias pra Noelia, pra recebê-la com um presentinho.

Quer dizer, um presentinho a mais do que aquele que já tínhamos preparado pra ela.

Lá pela metade de fevereiro, um dia a Noelia me avisou que estava voltando logo. Me passou as informações do voo, e no dia e hora marcados eu tava no aeroporto esperando ela. Como ela fez meu coração pular de alegria quando vi ela se aproximando no meio da galera com as bolsas dela. A gente se abraçou forte, enquanto eu enchia a bochecha dela de beijos. Deixando tudo isso de lado, eu tinha sentido uma puta falta dela.

Ela tinha voltado bem mais bronzeada. Isso eu já esperava. Ela sempre voltava assim, aproveitando o sol e as praias de lá. Me pareceu que tinha voltado a mesma, mas um pouco diferente. Era meio estranho. Mais… Noelia de agora e menos Noelia de antes. De sempre. Certas coisas, certos detalhes, como ela falava e como dizia as coisas. Só tinham passado três meses, mas parece que a experiência tinha servido pra ela mudar e crescer, mesmo que só um pouquinho.

No táxi de volta, ela me surpreendeu, de um jeito não totalmente agradável, ao me mostrar a tatuagem que tinha feito numa perna, na altura de uma das coxas, na parte de fora. A verdade é que tava bonita. Era tipo uma rosa dos ventos, com a cara de um leão rodeado de flores e uma espécie de hera que subia. Quando reclamei um pouco, ela disse que a mãe tinha dado o ok e, sorrindo, falou que com isso já bastava. Que já tava feito. Não quis brigar com ela. Também não era tão grave e ela tava feliz com a tatuagem.

Chegamos em casa, ela começou a desfazer as malas, tomou um banho e a gente jantou em casa. Eu feliz de novo por ter minha mina em casa, ela feliz por ter voltado e me contou tudo o que tinha feito. A gente teve um jantar maravilhoso. Dei a bijou que tinha comprado no Chile pra ela e ela amou, experimentou com um sorriso e me agradeceu com um abraço enquanto eu lavava a louça. Fizemos uns cafezinhos pra nós dois e continuamos conversando no sofá.

Entre risadinhas durante a conversa, ela confessou que tinha conhecido um cara lá, perto de Maceió, onde a Diana morava. Fiquei surpreso e perguntei se era o namorado, se o contato ia continuar, mas ela disse que não. Que se divertiram, mas só isso. Que ficaram como amigos. Ela riu meio sem graça quando perguntei se tinham feito o que você já sabe e disse que não, nada a ver. Eu não tinha como confirmar, então só sorri pra ela, acreditei e seguimos conversando sobre os rolês dela com o amorzinho de verão e os lugares que visitaram.

Assim começou de novo nossa rotina do ano novo. A Noelia tava adorando ter voltado pra reencontrar as amigas do colégio, gastando os últimos dias do verão com elas, enquanto eu e o Enrique ficávamos de olho, cada um do seu jeito, pra ver como aquela outra coisa ia evoluir. Eu tava em contato direto com ele e a gente ia trocando informações, updates, se eu esbarrava com ele no hall do prédio pessoalmente ou a qualquer hora pelo Whatsapp. Ele disse que tinham se cumprimentado quando a Noelia voltou e conversaram algumas vezes, bem rapidinho por chat. A Noelia não tinha dado pra ele nenhuma indicação ou sinal de nada, além de uns comentários brincalhões do tipo que ela faz, que o Enrique decidiu não seguir nem pressionar, pra ver o que ela fazia. Não deu em nada.

Nenhum de nós dois tava perdendo as esperanças, mas já estávamos conversando que talvez ela tivesse voltado sem vontade de continuar os encontros com o Enrique. Por qualquer motivo, talvez fosse assim. Era uma possibilidade que a gente já tinha previsto, mas não tinha o que fazer além de esperar e ver como ia se desenrolar.

Por sorte, pra todo mundo envolvidos, acabou acontecendo pouco depois de uma semana de Noélia ter voltado. Uma tarde eu tava na empresa e chegou uma mensagem do Enrique, perguntando se podia me mandar um print do chat, se eu podia dar uma olhada. Falei que sim e fui um tempinho pro banheiro.
Padrão e Macho - Parte 5


jovenzinhaEu sorri sozinho, sentado no vaso do banheiro da empresa. O Enrique era esperto. Eu tinha dito meia hora pra dar tempo da gente se acertar. Ele me perguntou se eu dava sinal verde e eu falei que sim, óbvio. Também me perguntou se queria que ele tentasse pedir pra Noelia gravar com o celular, e eu falei que sim, mas que se ela dissesse não, pra não forçar nem fazer escondido. Ele me mandou um emoji de joinha e disse que ia ser só uma punheta. Que não ia comer ela ali, pelo menos não hoje. Eu me senti entre aliviado e decepcionado, mas falei que tava de boa, que era ele quem decidia. Quando tivesse o vídeo, que me mandasse.

Eu voltei pra minha mesa e continuei trabalhando, mas com a cabeça em casa. Mais precisamente, no porão do prédio. Custava muito não ficar imaginando coisas e não me adiantar pro que ia ver na hora certa no vídeo. Também tava nervoso, por mais besta que pareça, porque essa era a primeira prova de fogo do nosso esquema. Ver como ia dar tudo certo.

Umas horas depois, o Enrique me mandou mensagem de novo, falando que já tinha terminado e perguntando se eu queria que ele me passasse. Falei que agora não, que eu ainda tava no trampo e não queria receber ali, nem ter que sair correndo pro banheiro de novo pra ver. Falei que avisava quando chegasse em casa e ele mandava lá. Perguntei como tinha sido tudo, e o filho da puta só me mandou um joinha e um sorrisinho.

As poucas horas que faltavam pra eu sair do trabalho foram um inferno de longas. Não conseguia focar em nada além do que eu imaginava que finalmente ia ver. Mas tava tranquilo porque tinha dado certo, pelo menos no começo. Saí do trampo finalmente e voei pra casa. Quando cheguei, a Noelia tava lá largada no sofá, com a TV ligada e lendo uma revista ao mesmo tempo. A gente se cumprimentou normal, como sempre. Examinei ela disfarçado enquanto a gente batia um papo sobre tudo e notei que Absolutamente normal. Que bom que ela disfarçava tudo. Que bem que ela fingia que tinha passado só algumas horinhas com o Enrique. Curtindo ele. Satisfazendo ele.

Dei o sinal verde pro Enrique pelo chat pra ele me mandar o vídeo e em poucos minutos recebi. Na hora me tranquei no banheiro pra ver. O que aquele vídeo me causou, por mais curto que fosse, foi muito mais do que eu esperava. O golpe final, curiosamente, foi a mensagem que o Enrique escreveu quando mandou.
Olha que gostoso sua mina chupa minha pica

filhaPra ser sincero, o vídeo, como vídeo em si, era uma merda. Mal gravado. O Enrique depois me disse que, depois de um pouco de vai e vem, a Noelia tinha aceitado que ele gravasse ela com o celular, mas que não queria que aparecesse o rosto dela. Pra caso o vídeo vazasse por aí. Inteligente. Mas quando se trata de um vídeo de uma chupada de pau, não mostrar o rosto não é muito produtivo pra fazer um bom vídeo.

Mas eu não tava ali pela qualidade do vídeo. Eu tava ali, sentado no meu vaso, pra esfolar o pau na punheta enquanto assistia uma e outra vez minha filha mamando o Enrique. Ele não dava pra ouvir muito, mas os gemidinhos nasais dela eram lindos. Saboreando, amando e satisfazendo aquele pau. Se dando prazer. E também, sem saber, me dando prazer ao mesmo tempo. Enquanto eu assistia, uma e outra vez sem parar, me masturbando em silêncio e tentando não deixar minha agitação muito alta, vi que chegou outra mensagem do Enrique.
Dessa vez ela engoliu toda a porra. Me disse que adorou.Eu gozei como não gozava há muito, muito tempo. Meus pobres ovos se espremendo sozinhos ao máximo pra soltar jorros de porra no ar e no chão do banheiro. Não sei que merda eu falei, que barulhos eu fiz, por uns segundos eu não tava ali. Me trouxeram de volta as batidinhas suaves da Noelia na porta do banheiro, perguntando se eu tava bem.

Sim, filhinha. Sim, meu amor. Eu tava muito, mas muito bem. Obrigado. Obrigado por tudo.

4 comentários - Padrão e Macho - Parte 5

Zodey5
Uffff que rico, espero con asias más videos de ella mamando o cogiendo, pero sinceramente deberías hacer caso a tus deseos, se ve que ella lo gozaría
Te doy un 8. Está mejor que los dos anteriores. No mejor que los primeros, el morbo volvió a subir. Aunque escaso a comparación del comienzo.

Igual, sigue bien.
Lo que quieres es cojerte a tu hija,deberían planear un trío disfrazados o algo así.
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