Meu sogrão gostoso

Olá, essa história é real, aconteceu, mas não exatamente como vou contar. Vou dar uma incrementada nela, mas foi real. Só que não com todas as coisas que vou narrar — foi algo mais simples o encontro. O que é verdade é que foi no meu aniversário, quando meus amigos me levaram pra dar uma volta no bairro vestido de mulher, e tinha muito álcool, hahaha. Mas foi direto ao ponto. Ah, ia esquecendo: a oficina de ferramentas também é real.

Faço aniversário em janeiro e estávamos num balneário de Canelones (sou uruguaio) e, de quebra, comemorei meu aniversário lá. Vieram três amigos com suas esposas, e meus sogros também estavam — a casa é deles.

Meus amigos já vinham preparados pra me vestir de mulher e fizeram isso. Me colocaram um vestido justo, uma peruca morena estilo Cleópatra, meia-calça preta de rede, cinta-liga, e as mulheres me puseram uns peitos de silicone e me maquiaram. Os filhos da puta me obrigaram a vestir uma tanga e um sutiã, então eu tava com um vestido rosa bem curto e, se eu andava, as nádegas apareciam um pouco. (Preciso esclarecer que na realidade não foi assim: me colocaram um vestido nada sexy e por baixo eu tava com uma legging da minha sogra.) Quando saí do quarto e fui pro pátio onde estavam meus sogros, todos aplaudiram e as mulheres ficavam me tocando como se eu fosse mais uma amiga.

Vi o olhar do meu sogro, mas pensei que era porque ele não gostava desse tipo de coisa. (Esclareço que meu sogro Raul era militar, e isso é real.) (Eu já tinha tido, naquela época, uns 3 ou 4 encontros com caras e tava na fase de usar roupa íntima feminina — me excitava pra caralho e me depilava tudo, o que era motivo de briga com minha mulher.) Me deram uma volta pelo bairro, e eu lutando pra não deixar minha bunda de fora.

Voltamos e dançamos, sempre eu vestido de mulher e bebendo. Passaram umas horas e eu, meio bêbado já, comecei a gostar da roupinha e sentir no meu rabo a tanga e o vestido que apertavam minha bunda.

A reunião acabou e todo mundo começou a ir embora. Ficamos só eu, minha mulher e meus sogros. Minha mulher e minha sogra disseram pra gente ir dormir, e eu me levantei, ainda vestido de mulher. Aí meu sogro falou: "E eu tenho... Que eu vou limpar sozinho? E minha mulher fala: "Dá uma mão aí, depois toma banho". E foi assim, fiquei e começamos a arrumar e lavar tudo. Ele trazia os copos e os pratos, e eu na cozinha lavava tudo. Numa passada atrás de mim — a cozinha é estreita, mas comprida — sinto a mão na bunda, meio de leve. Pouco depois, de novo, e ele fala: "Desculpa". Eu tava meio bêbado. Na terceira vez, sinto a mão mais intensa, e de novo: "Desculpa". Eu fiquei excitado e falei num tom suave, com voz de viadinho: "Sem problema?" Ele me olhou, riu, e passou de novo, me cutucou. Quando sentiu que eu joguei a bunda pra trás, ele parou e falou bem baixinho, porque todo mundo tava dormindo: "Posso ficar mais tempo, se quiser?" Meu corpo se arrepiou por dentro. Pensei: "Esse vai me comer hoje." Terminei de limpar e ele fala: "Sobraram duas cervejas, vamos liquidar?" Eu falei: "Vou me trocar." E ele: "Nãooo, assim mesmo. Te espero no quintal dos fundos pra não incomodar as mulheres."

Fui no banheiro, me arrumei direitinho, me higienizei e pensei: "Que seja o que for." Fui pro fundo sem fazer barulho. Tava tudo escuro, ele tinha apagado as luzes. Meu sogro chegou na mesa que tem naquele jardim de concreto, e as cervejas estavam lá, mas ele não. Sinto ele falar: "Tô aqui." Tava na oficina de ferramentas dele. Fui pra lá, e ele tava de cueca, o pau durasso. Quando entrei, ele falou: "Me deixou com tesão a noite inteira, filho da puta. Fica divina essa roupinha em você. Deixa eu ver essa bunda." E mais um monte de coisa ele falava. Me virei, levantei um pouco o vestido e falei com voz bem de bichona: "Tá assim, sogrão?" Ele falava: "Siiim", e metia a mão. "Inclina mais." Eu me apoiei numa mesinha, o vestido subiu tudo. Aí ele me apoiou, me tocava os peitos. "Você é uma mulher, filho da puta", ele falava, e me beijava as costas. Aí senti o pau duro e molhado entre minhas nádegas. Me virei, me ajoelhei e comecei a mamar gostoso, yummy. Acabou rapidinho, tomei todo o leite. Levantei e ele me deu um beijo de língua: "Você tirou todo o meu leite. Amanhã quero te foder." E essa é outra história: ele me comeu deliciosamente no dia seguinte. dia naquele mesmo lugar e até hoje ela continua me comendo.

0 comentários - Meu sogrão gostoso