Gosto de ser corno

Minha esposa sabe e adora dançar salsa choke, com toda aquela esfregadinha disfarçada, e eu, como marido corno, adoro ver como apertam a buceta dela nesse tipo de dança.

Em uma ocasião, decidimos minha esposa e eu brincar um pouco com esse cenário. Era sexta-feira, tudo estava pronto para irmos para a festa naquela noite, minha esposa vestia uma saia de couro preta bem curtinha, uns salto agulha altos, uma blusa totalmente aberta atrás – daquelas que não se usa sutiã (praticamente um pedaço de tecido na frente preso pelo pescoço, um movimento errado e os peitos aparecem pelos lados).

Decidimos que chegaríamos por caminhos separados, eu me instalaria em uma mesa longe da dela, mas sem perder a perspectiva do que aconteceria com ela. Eu tinha toda a visibilidade, mas para qualquer outra pessoa, ela tinha chegado sozinha e estava passando o tempo como uma mulher casada que tinha dado uma escapada.

Minha esposa pediu logo de cara uma dose de aguardente e começou a tomar os tragos. Apenas meia hora depois, já a tinham tirado para dançar várias vezes, homens solteiros e casados que perguntavam de tudo um pouco. Ela dizia que era casada, mas que tinha aproveitado que o marido estava viajando para sair com um amigo que não via há tempo, mas que ainda não tinha chegado.

Em um momento, entrou um grupo de três amigos, todos negros.

Depois que minha esposa disse quem era e o que fazia, o negro que se chamava Milton disse que uma mulher tão gostosa não deveria estar sozinha, que por que ela não se juntava à mesa com eles.

Ela recusou o convite, argumentando que esperava pelo amigo e achava estranho, mas que enquanto isso podiam dançar. Milton perguntou se o amigo era algum amante ou algo assim, ao que ela respondeu que nada a ver, que ela não gostava do amigo, mas que não queria sair sozinha de vez e por isso tinha convidado ele.

Os elogios e investidas não paravam, Milton fazia questão de mostrar suas habilidades de dançarino e não a deixava descansar, oferecendo também... umas poucas doses.
Seus dois amigos também esperaram a vez e, como acontece na maioria desses casos, minha esposa virou assunto de conversa para quem não estava na vez de dançar.
Em uma oportunidade, Milton deu várias voltas com ela e, em uma delas, meteu a mão pelo lado e, com a velocidade da dança, acabou tocando praticamente uma teta inteira.
Ele pediu desculpas, mas disse que ela estava muito gostosa. Minha esposa simplesmente respondeu: "tranquilo, você dança muito gostoso".
Em cada chance que tinham de dançar, Milton e seus amigos não perdiam a oportunidade de encostar o pau duro de excitação nela por todos os lados, o que sem dúvida fez minha esposa começar a ficar molhada de tesão, pensando naqueles homens superdotados.
Mal haviam passado algumas horas desde que minha esposa chegou, com várias músicas dançadas, e Milton não parava de sussurrar coisas no ouvido dela e de apalpar ela, já sem tanto disfarce.
Como havíamos combinado, minha esposa me fez um sinal e eu saí por uma porta lateral, entrando no bar como se tivesse acabado de chegar.
Entrei, cumprimentei minha esposa, ela chamou Milton, me apresentou e disse que, quando eles quisessem, poderíamos ir embora (a verdade é que minha esposa já estava sentindo os efeitos das bebidas e estava tão molhada que era melhor dar andamento ao plano).
Saímos da boate e fomos para o apartamento em questão, nos sentamos em uma sala bem espaçosa e confortável, nos serviram algumas bebidas, conversamos várias bobagens. Milton não parava de olhar descaradamente para minha esposa, fazia gestos com a boca para ela, e para mim serviam bebida aos montes.
Em um momento, Milton apagou as luzes para dançarem um pouco, e eu aproveitei o momento para fingir que estava dormindo (até simulei roncar depois de alguns minutos).
No meio da dança e da escuridão, os dois negros colocaram minha esposa no meio enquanto a apalpavam por todos os lados. As mãos de Milton, que a abraçava por trás, já estavam dentro da blusa dela, chupando seus peitos à vontade, enquanto minha... minha esposa apenas fechava os olhos e se deixava levar por aquele par de homens.
Eu, com os olhos semicerrados, sentia minha ereção crescer.
Me excitava saber que não podia mover um dedo, nem me mexer para tocar meu pau; naquele momento, eu era um corno, consentido e submisso.
Os dois negros despiram minha esposa e depois cada um tirou sua roupa.
Os paus de ambos eram imensos, e já se via um líquido saindo da ponta de cada um.
Minha esposa olhou estupefata para aqueles dois membros eretos e prontos para penetrá-la e, sem pedir permissão, se atirou no pau do Milton para enfiá-lo na boca e saborear aquele garanhão.
Sua boca mal conseguia acomodar metade daquela monstruosidade, e ele fazia o possível para segurar o rosto da minha esposa. O outro amigo não ficou para trás: agachou-se atrás dela e começou a lamber todo o clitóris com uma língua grande.
Minha esposa se contorcia de prazer, se retorcia a cada lambida que o amigo do Milton dava nela, e ele a levava cada vez mais fundo, enfiando o pau em sua boca.
Assim ficaram por vários minutos, até que Milton decidiu partir para a ação.
Com a buceta totalmente encharcada pelas lambidas do amigo e pelos fluidos da minha mulher, ele se deitou no sofá, bem perto de mim, e fez com que ela subisse em cima dele.
Lentamente, minha esposa foi se enfiando naquele pau monumental, molhada, sentindo como aquela rola enchia sua humanidade, percorrendo cada espaço de sua buceta molhada, preenchendo-a cada vez mais, enquanto a única coisa que eu podia fazer era olhar com os olhos semicerrados e continuar fingindo estar dormindo.
O outro negro, com brutalidade, deu um beijo na minha esposa enquanto ela saltava no pau do Milton e, em seguida, colocou o pau na boca dela para que ela o enfiasse por completo.
Imaginem a cena: minha esposa em cima de um negro corpulento, sendo fodida sem compaixão, enquanto o outro negro enfiava o pau em sua boca.
Milton falava de tudo: "Vadia, você vai ver como a gente acalma essas suas vontades". Hoje você não sai daqui sem a gente te dar uma boa foda", "tomara que o promíscuo do seu marido visse como é quando dois homens te deixam satisfeita, puta", "aposto que seu marido não te fode assim".
Minha esposa dizia que não, que eu nunca a comia assim, que eu tinha um pau pequeno, ela gemida e pedia para ele gozar dentro, para dar toda a porra dentro dela.
Milton não aguentou mais, minha esposa e ele se agarraram freneticamente e ele a enfiou até o fundo, enquanto descarregava tudo dentro dela e rugia de prazer, minha esposa não ficou atrás e gritou com a face desfigurada pelo imenso prazer que aquele negro lhe proporcionava.
O amigo de Milton já tinha tido o suficiente de um boquete e agora reclamava também sua parte do botim, então pegando minha esposa mais bruscamente do que esperado, a deitou ao meu lado, no mesmo sofá, e abrindo suas pernas enfiou seu enorme pau até que as bolas batessem nas nádegas da minha esposa, a penetrava com selvageria, agarrava seus peitos e beliscava seus mamilos enquanto minha esposa novamente começava a gemer e depois a gritar, Milton desmaiado no sofá via com um sorriso como seu amigo destroçava minha esposa a pauzadas, como a investia e sacudia como se fosse uma boneca inflável.
O amigo de Milton não durou muito, o boquete da minha esposa já o tinha deixado muito perto, em um momento aumentou aceleradamente as enfiadas e também começou a descarregar sua porra dentro da minha esposa, bem ao meu lado.Gosto de ser corno

3 comentários - Gosto de ser corno

Relinda que está tu esposa muy rico cómo le metieron una buena acogida esos negros Y tú a su lado como cornudo sumiso