Mãe e filho: o proibido capítulo 2

Nas semanas seguintes, a mãe notou uma mudança no comportamento de Mateo. Ela o via espiando ela com mais frequência, e embora no começo achasse que era só curiosidade de adolescente, começou a sentir que a situação estava saindo do controle. Uma tarde, enquanto trocava de roupa, sentiu a presença de Mateo na porta e o encontrou olhando para ela com uma intensidade que a perturbou. Decidiu que era hora de ter uma conversa séria com ele. Naquela noite, depois do jantar, o chamou para sentar no sofá da sala. "Mateo, precisamos conversar," começou, com a voz firme mas carinhosa. "Notei que você tem se comportado de um jeito diferente comigo. Te vi me espiando, e isso não é certo. Não pode continuar assim." Mateo, de cabeça baixa, concordou. "Eu sei, mãe. Mas não consigo evitar. Te vejo e... e sinto atração por você." A mãe suspirou, segurando as mãos dele entre as suas. "Mateo, sou sua mãe. Nosso laço é especial e único, e não quero que nada estrague isso. Entendo que você é um jovem com hormônios à flor da pele, mas precisa controlar seus impulsos. Não podemos cruzar essa linha." Mateo concordou de novo, mas por dentro, a decisão da mãe só aumentou seu desejo. Ele não conseguia tirar da cabeça a imagem dela de lingerie, o corpo perfeito e gostoso. Os peitos grandes e firmes, os bicos pretos e perfeitos, a barriga de uma mãe de 40 anos mas incrivelmente atraente, e a buceta dela, cuidada e sexy. As pernas longas e lindas completavam uma imagem que o obcecava. Uma noite, enquanto a mãe se preparava para dormir, Mateo espiou pela janela do quarto dela. Viu a silhueta perfeita iluminada pela luz fraca do abajur. O coração batia forte e ele sentiu uma onda de desejo. Foi para o próprio quarto e, pela primeira vez, bateu uma punheta pensando na mãe. A imagem do corpo dela o excitava tanto que ele não conseguiu se segurar. Apesar da conversa e dos avisos da mãe, Mateo não conseguia parar. as intenções dela. Sabia que estava cruzando uma linha, mas o desejo era mais forte que qualquer razão. A mãe dele, por sua vez, estava determinada a não deixar que o filho passasse dos limites. Sempre lembrava ele disso, mas Mateo sentia que era uma batalha perdida.

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