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Eu estava deitado na cama, com o coração ainda batendo forte no peito. O corpo quente, a respiração ofegante, e o gosto da Agustina ainda na boca. Nunca teria imaginado que poderia ir tão longe, que essa fantasia impossível, absurda, proibida… pudesse se materializar na carne macia, quente e úmida da melhor amiga da sua mãe. Ouvi ela abrir o chuveiro e o som da água fez meus olhos se fecharem, revivendo cada momento. O jeito que ela se entregou. Como me beijou, como cavalgou, como se deixou levar. E eu… eu nem conseguia começar a processar que isso estava acontecendo comigo. Que ela tinha me escolhido. A mim. Quando ouvi a água parar, me apoiei um pouco na cama. Meus olhos estavam ardentes, selvagens. E então a vi sair do banheiro, com o cabelo molhado, a toalha solta no corpo, andando descalça, distraída, como se nada tivesse acontecido.
Mas para ele, vê-la assim era tudo. Era o próprio fogo. Um postal que ele imaginou durante anos, sem conseguir evitar. A forma dos seus quadris, a curva da sua cintura, aquela mistura de elegância adulta e naturalidade que o deixava louco. — Você vai ficar doente — disse ele, meio brincando, meio sério. Agustina sorriu levemente, sem olhar para ele. Sentou-se na beirada da cama e começou a secar as pernas com a toalha. Cada movimento era uma punhalada de desejo. — Isso é um erro, não devia ter acontecido — murmurou. — Eu sei — disse Matías, engolindo seco —. Mas aconteceu. Ela virou a cabeça só um pouco, e por um segundo olhou para ele com aquela centelha que ele já começava a reconhecer. Desejo. Culpa. Fome. Tudo misturado. — Você é muito novo para isso — acrescentou, mas o tom já não era uma negação. Era um aviso que chegava tarde. Matías levantou da cama e caminhou até ela. Seu corpo jovem, nu, ainda ereto, se movia com uma estranheza e ansiedade. Ajoelhou-se na frente dela, pôs uma mão sobre seu joelho. — Você está bem? — perguntou Agustina, baixinho. — Nunca estive melhor — respondeu, engolindo seco. Sentia-se à beira do colapso. — Não acredito nisso — disse com voz rouca —. Você é… você é a gostosa que eu me masturbei pensando durante anos. Agustina se virou lentamente, com um meio sorriso que não conseguia esconder o tremor no peito. — Ah, é? E o que você imaginava? — perguntou com aquele tom que misturava brincadeira e provocação. Sendo Agustina — Tudo isso… — respondeu ele, se aproximando —. Mas nem na minha melhor fantasia você era tão linda assim. Ela roçou o peito dele com as pontas dos dedos. Baixou o olhar para sua ereção evidente e murmurou: — o que está acontecendo aí? — Ele não respondeu. Beijou-a. Dessa vez foi mais devagar, mais profundo. As mãos de Matías percorriam seu corpo com devoção. Apertava-a com força, como se temesse que ela desaparecesse. Agustina se deixou levar, soltando pequenos gemidos que para ele eram a coisa mais erótica que já ouvira na vida. Deitou-a na cama, beijando cada parte de sua pele. O abdômen, as coxas, a curva dos seus quadris. Ela acariciava o cabelo dele, murmurando coisas entre dentes: — Isso… isso é errado… é péssimo. —É — sussurrou ele, olhando-a de baixo — Mas como é bom, né? — Disse enquanto começava a masturbá-la. Ela arqueou-se. Ele a tocava como se fosse um prêmio que nunca mais teria. Sentiu sua umidade, o calor, seus tremores, tudo o enlouquecia. — Assim… — suplicou Agustina com a voz embargada —. Me toca assim, Matías… — Não acredito nisso — murmurou ele, contra sua pele —. Você é a mulher mais linda que já vi na minha vida. E é amiga da minha mãe. — Shhh… — Agustina acariciou sua nuca com suavidade —. Não estrague. Ele riu. Era absurdo, era perfeito. Beijou-a com força, com urgência. Dessa vez foi mais seguro, menos desajeitado. Sentiu-se homem, sentiu-se invencível. E ela se entregou, guiou-o com sua própria mão sobre a dele, ensinando como tocá-la, guiou-o com os gemidos, com as unhas da mão livre marcando suas costas. Incentivou-o a ir além. Queria ele forte, por cima, queria esse pau dentro. — Já quero pau… — sussurrou ela, com a voz rouca. Ele não obedeceu instantaneamente. Adorava vê-la assim, tão solta, tão sua. Beijou-a na boca, nos ombros, no peito, desceu pelo seu abdômen e tomou seu tempo em cada canto. Ela tremia, arqueava-se, buscava-o com os dedos, com as coxas. — Mete o pau, cara. Vai. — O corpo dela ardia de desejo e urgência, Matías então subiu novamente até ela, pegou seu membro ereto e apoiou a cabeça em sua vulva. — É isso que você quer? — Gostava de fazê-la implorar. — Quero ele todo dentro, cara doido. Mete esse pau lindo que você tem de uma vez. — Só a cabecinha — disse ele, e sua glande fibrosa afundou-se, abrindo caminho. — Mete tudo, cara. Quero ele todo dentro. Ela o tomou por inteiro. De uma vez. Até o fundo, como se toda sua juventude, toda sua urgência, todo o desejo acumulado durante anos em punhetas silenciosas dedicadas a ela encontrassem finalmente uma saída. O corpo de Agustina o recebia com um calor molhado que o deixava louco. As pernas dela o envolvendo com força, as costas arqueadas, os lábios entreabertos soltando um gemido contido que a Matías pareceu celestial. —Sim… assim —ofegou ela, em voz baixa, agarrada ao seu pescoço, guiando-o, ensinando com o corpo o que precisava. Matías se movia com dificuldade no início, mas logo encontrou o ritmo. Soube quando ela o arranhou com força, quando mordeu seu ombro e sussurrou em seu ouvido: —Vai, gato… me come assim. Aquele “gato” o inflamou e o desafiou. Queria mostrar que não era um novato, que estava à altura. Que merecia estar onde estava. Apoiou as mãos em seus quadris e começou a se mover com mais firmeza, com mais fome, sentindo o corpo dela responder, como tremia, como o apertava com as pernas, como se perdia com ele. —Que pau gostoso você tem, gato —sussurrou, com a testa apoiada em seu pescoço, beijando-o, respirando-o. —Todo seu, Agus. —Ela levantou o rosto dele com uma mão, olhou direto em seus olhos, séria, com cara de puta, com os lábios molhados e entrecortados pelo prazer. —Você tá comendo a amiga da mamãe, safado… Isso o deixou louco. Beijou-a com força, com desespero, mordendo seu lábio, a língua, como se quisesse devorá-la inteira. Ela o apertou mais, girou com ele até ficar por cima, montou-o com um movimento fluido, faminto, assumindo o controle. Matías não podia acreditar. Agustina cavalgando sobre ele, com o cabelo molhado colado ao pescoço, as mãos em seu pecho, a boca entreaberta soltando pequenos gemidos, aquele ritmo delicioso que o levava à beira do orgasmo uma e outra vez. —Você gosta de comer a amiga da mamãe? —repetia Agustina e cavalgava mais forte a cada investida. Ele a olhava com uma mistura de adoração e luxúria. Era a mulher com quem tinha sonhado desde que a conheceu. Amiga de sua mãe, proibida, inalcançável, perfeita. E agora estava por cima dele, suada, extasiada, entregue. —E você? Tá comendo um gato, filha da puta —disse ele, sem filtro, sem pensar, com o coração transbordando. —O menino cresceu, né? —Ela lançou um olhar carregado, passou a mão devagar pelo peito dele. —Você é um atrevido, como é que tem esse pauzão, moleque. Ele se ergueu para beijar seus seios. Ela ajudou com a mão na nuca dele e estremeceu quando ele afundou a cabeça em um peito. Ele chupava, lambia, primeiro um, depois o outro. Depois soltou uma mão e enfiou um dedo na boca dela. Agustina continuou com a bombada, firme, profunda. Chupou o dedo enquanto olhava para ele de novo com cara de puta. O que veio a seguir a surpreendeu: Matías se esticou e enfiou o dedo babado, lubrificado, no cu dela. Ela se sentiu cheia. Ele se esforçou para enfiar ainda um pouco mais, mas ela se movia com um ritmo cada vez mais intenso. Aquele gesto de irreverência foi demais para ela. E acabou num gemido constante e duradouro. Matías a segurou com força e ela entendeu o que ele queria. Apoiou-se sobre os joelhos, com os cotovelos na cama e o rosto afundado no colchão. Ele a penetrou enquanto o dedo voltava a brincar com seu cu. —Vai meter no meu cuzinho, gato? Matías continuava concentrado no que fazia, abrindo a flor lentamente com um dedo. Ofereceu outro dedo para que Agustina lubrificasse também. —Quem te ensinou a fazer isso? Agustina já tinha dois dedos dentro do ânus dilatado. Matías tentou uma vez. Conseguiu enfiar a ponta e sentiu o cu ceder. Ficaram parados. Imóveis. Ele tirou e enfiou de novo com cuidado. Dessa vez um pouco mais. Com paciência. Esperou. —Está doendo? —Não, você está fazendo muito bem. Agustina se masturbava com a mão. Matías começou uma bombada suave, já tinha metade do tronco venoso dentro do cu de Agustina. Tirou de novo e viu o buraco perfeito que havia perfurado com seu pau. Já estava pronto. Investiu outra vez, dessa vez até o final. Agustina gritou, de prazer, de dor. Ele não durou muito. A excitação era total. Tirou para não gozar e entrou nela de novo, fundo, com uma uma intensidade que nunca tinha sentido antes. Ela estremeceu por inteira. —Deus… isso… —sussurrou entre gemidos—. Não para. E ele não parou. Continuou até os dois ficarem sem ar, até o tremor dela se transformar num espasmo de prazer tão cru que o levou junto, com um gemido abafado. Ficaram deitados na cama, colados pelo suor, a respiração ofegante. Matías tinha o rosto escondido no pescoço de Agustina. Cheirava seu perfume misturado com sexo. Seus braços, seu peito, ainda tremiam. —Não acredito —sussurrou. Agustina não disse nada. Ele acariciava as costas dela com uma mão suave, como se estivesse processando o que tinha acabado de acontecer. Foi demais. Foi glorioso. Foi como se o mundo encolhesse ao tamanho exato daquela cama e daquele corpo debaixo dele. Foi então que Matías, com um impulso infantil, pegou o celular que tinha ficado no criado-mudo. Ligou a tela e mirou. Queria guardar aquele instante. A imagem. A prova de que tinha tocado o céu com as mãos. —O que você tá fazendo? —Uma foto —disse ele, sincero, sem pensar. —Tá louco? —Só… pra mim. Pra saber que foi real. Tirou a foto: ela de perfil, os dois nus, o lençol cruzando seus corpos de leve. Uma imagem íntima, silenciosa, carregada. Agustina sentou-se com uma seriedade repentina, tirou o celular da mão dele e abriu a galeria. —Apaga. Não dá. —Já foi —disse ele, com um sorriso—. Já guardei na memória. Ela deu uma almofadada no peito dele. —Não brinca. Apaga. Sério. Matías olhou para ela por um segundo e, sem perder o sorriso, obedeceu. Tocou em “Excluir”. Confirmou. E então olhou para ela de novo. Ela o observou em silêncio, com uma sobrancelha levantada. —Não sei se você é muito otário… ou muito perigoso. —Pode ser as duas coisas. Agustina olhou para ele de novo com seriedade. —Isso não pode acontecer de novo, isso não aconteceu —disse, quase como um desafio. —Não. Claro. Tá tranquilo. Matías deitou-se de costas olhando para o teto, o corpo ainda vibrando. Sabia que o que tinha acabado de viver não ia se repetir. Mas eu também sabia que, mesmo que ela dissesse o contrário… tinha acontecido mesmo. E ninguém ia tirar isso da minha cabeça. ESTAMOS CHEGANDO PERTO DO DESFECHO DESSA SAGA. MANDEM MUITO AMOR. Finalhttp://m.poringa.net/posts/relatos/5961702/Yoga-con-la-mami-del-jardin-final.html
Eu estava deitado na cama, com o coração ainda batendo forte no peito. O corpo quente, a respiração ofegante, e o gosto da Agustina ainda na boca. Nunca teria imaginado que poderia ir tão longe, que essa fantasia impossível, absurda, proibida… pudesse se materializar na carne macia, quente e úmida da melhor amiga da sua mãe. Ouvi ela abrir o chuveiro e o som da água fez meus olhos se fecharem, revivendo cada momento. O jeito que ela se entregou. Como me beijou, como cavalgou, como se deixou levar. E eu… eu nem conseguia começar a processar que isso estava acontecendo comigo. Que ela tinha me escolhido. A mim. Quando ouvi a água parar, me apoiei um pouco na cama. Meus olhos estavam ardentes, selvagens. E então a vi sair do banheiro, com o cabelo molhado, a toalha solta no corpo, andando descalça, distraída, como se nada tivesse acontecido.
Mas para ele, vê-la assim era tudo. Era o próprio fogo. Um postal que ele imaginou durante anos, sem conseguir evitar. A forma dos seus quadris, a curva da sua cintura, aquela mistura de elegância adulta e naturalidade que o deixava louco. — Você vai ficar doente — disse ele, meio brincando, meio sério. Agustina sorriu levemente, sem olhar para ele. Sentou-se na beirada da cama e começou a secar as pernas com a toalha. Cada movimento era uma punhalada de desejo. — Isso é um erro, não devia ter acontecido — murmurou. — Eu sei — disse Matías, engolindo seco —. Mas aconteceu. Ela virou a cabeça só um pouco, e por um segundo olhou para ele com aquela centelha que ele já começava a reconhecer. Desejo. Culpa. Fome. Tudo misturado. — Você é muito novo para isso — acrescentou, mas o tom já não era uma negação. Era um aviso que chegava tarde. Matías levantou da cama e caminhou até ela. Seu corpo jovem, nu, ainda ereto, se movia com uma estranheza e ansiedade. Ajoelhou-se na frente dela, pôs uma mão sobre seu joelho. — Você está bem? — perguntou Agustina, baixinho. — Nunca estive melhor — respondeu, engolindo seco. Sentia-se à beira do colapso. — Não acredito nisso — disse com voz rouca —. Você é… você é a gostosa que eu me masturbei pensando durante anos. Agustina se virou lentamente, com um meio sorriso que não conseguia esconder o tremor no peito. — Ah, é? E o que você imaginava? — perguntou com aquele tom que misturava brincadeira e provocação. Sendo Agustina — Tudo isso… — respondeu ele, se aproximando —. Mas nem na minha melhor fantasia você era tão linda assim. Ela roçou o peito dele com as pontas dos dedos. Baixou o olhar para sua ereção evidente e murmurou: — o que está acontecendo aí? — Ele não respondeu. Beijou-a. Dessa vez foi mais devagar, mais profundo. As mãos de Matías percorriam seu corpo com devoção. Apertava-a com força, como se temesse que ela desaparecesse. Agustina se deixou levar, soltando pequenos gemidos que para ele eram a coisa mais erótica que já ouvira na vida. Deitou-a na cama, beijando cada parte de sua pele. O abdômen, as coxas, a curva dos seus quadris. Ela acariciava o cabelo dele, murmurando coisas entre dentes: — Isso… isso é errado… é péssimo. —É — sussurrou ele, olhando-a de baixo — Mas como é bom, né? — Disse enquanto começava a masturbá-la. Ela arqueou-se. Ele a tocava como se fosse um prêmio que nunca mais teria. Sentiu sua umidade, o calor, seus tremores, tudo o enlouquecia. — Assim… — suplicou Agustina com a voz embargada —. Me toca assim, Matías… — Não acredito nisso — murmurou ele, contra sua pele —. Você é a mulher mais linda que já vi na minha vida. E é amiga da minha mãe. — Shhh… — Agustina acariciou sua nuca com suavidade —. Não estrague. Ele riu. Era absurdo, era perfeito. Beijou-a com força, com urgência. Dessa vez foi mais seguro, menos desajeitado. Sentiu-se homem, sentiu-se invencível. E ela se entregou, guiou-o com sua própria mão sobre a dele, ensinando como tocá-la, guiou-o com os gemidos, com as unhas da mão livre marcando suas costas. Incentivou-o a ir além. Queria ele forte, por cima, queria esse pau dentro. — Já quero pau… — sussurrou ela, com a voz rouca. Ele não obedeceu instantaneamente. Adorava vê-la assim, tão solta, tão sua. Beijou-a na boca, nos ombros, no peito, desceu pelo seu abdômen e tomou seu tempo em cada canto. Ela tremia, arqueava-se, buscava-o com os dedos, com as coxas. — Mete o pau, cara. Vai. — O corpo dela ardia de desejo e urgência, Matías então subiu novamente até ela, pegou seu membro ereto e apoiou a cabeça em sua vulva. — É isso que você quer? — Gostava de fazê-la implorar. — Quero ele todo dentro, cara doido. Mete esse pau lindo que você tem de uma vez. — Só a cabecinha — disse ele, e sua glande fibrosa afundou-se, abrindo caminho. — Mete tudo, cara. Quero ele todo dentro. Ela o tomou por inteiro. De uma vez. Até o fundo, como se toda sua juventude, toda sua urgência, todo o desejo acumulado durante anos em punhetas silenciosas dedicadas a ela encontrassem finalmente uma saída. O corpo de Agustina o recebia com um calor molhado que o deixava louco. As pernas dela o envolvendo com força, as costas arqueadas, os lábios entreabertos soltando um gemido contido que a Matías pareceu celestial. —Sim… assim —ofegou ela, em voz baixa, agarrada ao seu pescoço, guiando-o, ensinando com o corpo o que precisava. Matías se movia com dificuldade no início, mas logo encontrou o ritmo. Soube quando ela o arranhou com força, quando mordeu seu ombro e sussurrou em seu ouvido: —Vai, gato… me come assim. Aquele “gato” o inflamou e o desafiou. Queria mostrar que não era um novato, que estava à altura. Que merecia estar onde estava. Apoiou as mãos em seus quadris e começou a se mover com mais firmeza, com mais fome, sentindo o corpo dela responder, como tremia, como o apertava com as pernas, como se perdia com ele. —Que pau gostoso você tem, gato —sussurrou, com a testa apoiada em seu pescoço, beijando-o, respirando-o. —Todo seu, Agus. —Ela levantou o rosto dele com uma mão, olhou direto em seus olhos, séria, com cara de puta, com os lábios molhados e entrecortados pelo prazer. —Você tá comendo a amiga da mamãe, safado… Isso o deixou louco. Beijou-a com força, com desespero, mordendo seu lábio, a língua, como se quisesse devorá-la inteira. Ela o apertou mais, girou com ele até ficar por cima, montou-o com um movimento fluido, faminto, assumindo o controle. Matías não podia acreditar. Agustina cavalgando sobre ele, com o cabelo molhado colado ao pescoço, as mãos em seu pecho, a boca entreaberta soltando pequenos gemidos, aquele ritmo delicioso que o levava à beira do orgasmo uma e outra vez. —Você gosta de comer a amiga da mamãe? —repetia Agustina e cavalgava mais forte a cada investida. Ele a olhava com uma mistura de adoração e luxúria. Era a mulher com quem tinha sonhado desde que a conheceu. Amiga de sua mãe, proibida, inalcançável, perfeita. E agora estava por cima dele, suada, extasiada, entregue. —E você? Tá comendo um gato, filha da puta —disse ele, sem filtro, sem pensar, com o coração transbordando. —O menino cresceu, né? —Ela lançou um olhar carregado, passou a mão devagar pelo peito dele. —Você é um atrevido, como é que tem esse pauzão, moleque. Ele se ergueu para beijar seus seios. Ela ajudou com a mão na nuca dele e estremeceu quando ele afundou a cabeça em um peito. Ele chupava, lambia, primeiro um, depois o outro. Depois soltou uma mão e enfiou um dedo na boca dela. Agustina continuou com a bombada, firme, profunda. Chupou o dedo enquanto olhava para ele de novo com cara de puta. O que veio a seguir a surpreendeu: Matías se esticou e enfiou o dedo babado, lubrificado, no cu dela. Ela se sentiu cheia. Ele se esforçou para enfiar ainda um pouco mais, mas ela se movia com um ritmo cada vez mais intenso. Aquele gesto de irreverência foi demais para ela. E acabou num gemido constante e duradouro. Matías a segurou com força e ela entendeu o que ele queria. Apoiou-se sobre os joelhos, com os cotovelos na cama e o rosto afundado no colchão. Ele a penetrou enquanto o dedo voltava a brincar com seu cu. —Vai meter no meu cuzinho, gato? Matías continuava concentrado no que fazia, abrindo a flor lentamente com um dedo. Ofereceu outro dedo para que Agustina lubrificasse também. —Quem te ensinou a fazer isso? Agustina já tinha dois dedos dentro do ânus dilatado. Matías tentou uma vez. Conseguiu enfiar a ponta e sentiu o cu ceder. Ficaram parados. Imóveis. Ele tirou e enfiou de novo com cuidado. Dessa vez um pouco mais. Com paciência. Esperou. —Está doendo? —Não, você está fazendo muito bem. Agustina se masturbava com a mão. Matías começou uma bombada suave, já tinha metade do tronco venoso dentro do cu de Agustina. Tirou de novo e viu o buraco perfeito que havia perfurado com seu pau. Já estava pronto. Investiu outra vez, dessa vez até o final. Agustina gritou, de prazer, de dor. Ele não durou muito. A excitação era total. Tirou para não gozar e entrou nela de novo, fundo, com uma uma intensidade que nunca tinha sentido antes. Ela estremeceu por inteira. —Deus… isso… —sussurrou entre gemidos—. Não para. E ele não parou. Continuou até os dois ficarem sem ar, até o tremor dela se transformar num espasmo de prazer tão cru que o levou junto, com um gemido abafado. Ficaram deitados na cama, colados pelo suor, a respiração ofegante. Matías tinha o rosto escondido no pescoço de Agustina. Cheirava seu perfume misturado com sexo. Seus braços, seu peito, ainda tremiam. —Não acredito —sussurrou. Agustina não disse nada. Ele acariciava as costas dela com uma mão suave, como se estivesse processando o que tinha acabado de acontecer. Foi demais. Foi glorioso. Foi como se o mundo encolhesse ao tamanho exato daquela cama e daquele corpo debaixo dele. Foi então que Matías, com um impulso infantil, pegou o celular que tinha ficado no criado-mudo. Ligou a tela e mirou. Queria guardar aquele instante. A imagem. A prova de que tinha tocado o céu com as mãos. —O que você tá fazendo? —Uma foto —disse ele, sincero, sem pensar. —Tá louco? —Só… pra mim. Pra saber que foi real. Tirou a foto: ela de perfil, os dois nus, o lençol cruzando seus corpos de leve. Uma imagem íntima, silenciosa, carregada. Agustina sentou-se com uma seriedade repentina, tirou o celular da mão dele e abriu a galeria. —Apaga. Não dá. —Já foi —disse ele, com um sorriso—. Já guardei na memória. Ela deu uma almofadada no peito dele. —Não brinca. Apaga. Sério. Matías olhou para ela por um segundo e, sem perder o sorriso, obedeceu. Tocou em “Excluir”. Confirmou. E então olhou para ela de novo. Ela o observou em silêncio, com uma sobrancelha levantada. —Não sei se você é muito otário… ou muito perigoso. —Pode ser as duas coisas. Agustina olhou para ele de novo com seriedade. —Isso não pode acontecer de novo, isso não aconteceu —disse, quase como um desafio. —Não. Claro. Tá tranquilo. Matías deitou-se de costas olhando para o teto, o corpo ainda vibrando. Sabia que o que tinha acabado de viver não ia se repetir. Mas eu também sabia que, mesmo que ela dissesse o contrário… tinha acontecido mesmo. E ninguém ia tirar isso da minha cabeça. ESTAMOS CHEGANDO PERTO DO DESFECHO DESSA SAGA. MANDEM MUITO AMOR. Finalhttp://m.poringa.net/posts/relatos/5961702/Yoga-con-la-mami-del-jardin-final.html
2 comentários - Yoga com a gostosa do jardim
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