A festa de aniversárioHoje era a festa de aniversário de um parente, e por causa do trabalho, minha esposa não pôde ir comigo. Então fui com minha sogra, Sofia, que sempre sabe como deixar uma noite interessante. A festa tava a todo vapor, com música alta, muita gente e, claro, bebida pra caramba.
Resolvi aproveitar a situação e comecei a beber mais do que devia, garantindo que Sofia me visse fazendo isso. Sabia que se ficasse bêbado o suficiente, teria a desculpa perfeita pra passar a mão nela à vontade no táxi de volta pra casa. A noite foi avançando e nós dois estávamos cada vez mais alegres e relaxados.
Em dado momento, enquanto dançávamos, me aproximei dela e sussurrei no ouvido dela: "Tô muito bêbado, sogra. Espero que você me ajude a chegar em casa." Ela sorriu, sabendo exatamente do que eu tava falando, e me piscou um olho. "Fica tranquilo, genro. Eu cuido de tudo."
Quando chegou a hora de ir embora, chamamos um táxi e entramos. Assim que o táxi arrancou, não perdi tempo. Coloquei a mão na coxa dela e comecei a subir devagar, sentindo a pele dela se arrepiar com meu toque. Ela não se mexeu, só me olhou com um sorriso safado e deixou eu fazer.
"Tem certeza de que quer fazer isso?", ela perguntou baixinho, com a respiração quente no meu ouvido.
"Mais do que nunca", respondi, com a voz firme apesar da bebedeira.
Minha mão chegou na buceta dela e comecei a massagear de leve por cima do tecido do vestido. Dava pra sentir o calor e a umidade dela, e isso me excitou ainda mais. Ela se mexeu um pouco, me dando melhor acesso, e eu senti como ela ficava molhada com meu toque.
A viagem de táxi pareceu uma eternidade, mas finalmente chegamos em casa. Pagamos o motorista e entramos, tentando não fazer barulho pra não acordar minha esposa, que já tava dormindo no nosso quarto. Assim que entramos, empurrei ela de leve contra a parede do corredor, meus lábios encontrando os dela num beijo apaixonado. Nossas línguas se enroscaram e nossas mãos... começaram a explorar o corpo um do outro com urgência.
"Eu te desejo tanto", sussurrei entre beijos.
"E eu a você", ela respondeu, a voz cheia de tesão.
Levantei ela um pouco e a levei até o quarto, fechando a porta atrás de nós. Joguei ela na cama e comecei a tirar a roupa dela, beijando cada centímetro da pele que ficava exposta. Ela fez o mesmo, me despindo com a mesma pressa.
Quando os dois estavam pelados, fiquei por cima dela, minha pica dura e pronta. Meti de uma vez só, e os dois gememos de prazer. Comecei a me mover dentro dela, nossas bundas sincronizadas num ritmo primitivo e desesperado. O som dos nossos corpos se chocando enchia o quarto, junto com nossos gemidos e ofegos.
"Mais forte", ela sussurrou no meu ouvido. "Me come mais forte".
Obedeci, aumentando a intensidade das metidas, sentindo como cada movimento a levava mais perto do êxtase. As unhas dela cravaram nas minhas costas, me marcando, me reivindicando. O prazer era intenso, quase insuportável, e eu sabia que não aguentaria muito mais.
De repente, ouvimos um barulho no corredor. Os dois ficamos imóveis, nossas respirações ofegantes, esperando. O barulho se repetiu, e dessa vez reconheci os passos. Era minha esposa, acordada e andando em direção ao nosso quarto.
"Porra", sussurrei, sem saber o que fazer.
Sofia me olhou com uma mistura de medo e excitação, o peito subindo e descendo rápido. "O que a gente faz?", perguntou num sussurro.
Não tive tempo de responder. A porta do nosso quarto se abriu devagar, e lá estava minha esposa, nos encarando com uma expressão indecifrável.
Resolvi aproveitar a situação e comecei a beber mais do que devia, garantindo que Sofia me visse fazendo isso. Sabia que se ficasse bêbado o suficiente, teria a desculpa perfeita pra passar a mão nela à vontade no táxi de volta pra casa. A noite foi avançando e nós dois estávamos cada vez mais alegres e relaxados.
Em dado momento, enquanto dançávamos, me aproximei dela e sussurrei no ouvido dela: "Tô muito bêbado, sogra. Espero que você me ajude a chegar em casa." Ela sorriu, sabendo exatamente do que eu tava falando, e me piscou um olho. "Fica tranquilo, genro. Eu cuido de tudo."
Quando chegou a hora de ir embora, chamamos um táxi e entramos. Assim que o táxi arrancou, não perdi tempo. Coloquei a mão na coxa dela e comecei a subir devagar, sentindo a pele dela se arrepiar com meu toque. Ela não se mexeu, só me olhou com um sorriso safado e deixou eu fazer.
"Tem certeza de que quer fazer isso?", ela perguntou baixinho, com a respiração quente no meu ouvido.
"Mais do que nunca", respondi, com a voz firme apesar da bebedeira.
Minha mão chegou na buceta dela e comecei a massagear de leve por cima do tecido do vestido. Dava pra sentir o calor e a umidade dela, e isso me excitou ainda mais. Ela se mexeu um pouco, me dando melhor acesso, e eu senti como ela ficava molhada com meu toque.
A viagem de táxi pareceu uma eternidade, mas finalmente chegamos em casa. Pagamos o motorista e entramos, tentando não fazer barulho pra não acordar minha esposa, que já tava dormindo no nosso quarto. Assim que entramos, empurrei ela de leve contra a parede do corredor, meus lábios encontrando os dela num beijo apaixonado. Nossas línguas se enroscaram e nossas mãos... começaram a explorar o corpo um do outro com urgência.
"Eu te desejo tanto", sussurrei entre beijos.
"E eu a você", ela respondeu, a voz cheia de tesão.
Levantei ela um pouco e a levei até o quarto, fechando a porta atrás de nós. Joguei ela na cama e comecei a tirar a roupa dela, beijando cada centímetro da pele que ficava exposta. Ela fez o mesmo, me despindo com a mesma pressa.
Quando os dois estavam pelados, fiquei por cima dela, minha pica dura e pronta. Meti de uma vez só, e os dois gememos de prazer. Comecei a me mover dentro dela, nossas bundas sincronizadas num ritmo primitivo e desesperado. O som dos nossos corpos se chocando enchia o quarto, junto com nossos gemidos e ofegos.
"Mais forte", ela sussurrou no meu ouvido. "Me come mais forte".
Obedeci, aumentando a intensidade das metidas, sentindo como cada movimento a levava mais perto do êxtase. As unhas dela cravaram nas minhas costas, me marcando, me reivindicando. O prazer era intenso, quase insuportável, e eu sabia que não aguentaria muito mais.
De repente, ouvimos um barulho no corredor. Os dois ficamos imóveis, nossas respirações ofegantes, esperando. O barulho se repetiu, e dessa vez reconheci os passos. Era minha esposa, acordada e andando em direção ao nosso quarto.
"Porra", sussurrei, sem saber o que fazer.
Sofia me olhou com uma mistura de medo e excitação, o peito subindo e descendo rápido. "O que a gente faz?", perguntou num sussurro.
Não tive tempo de responder. A porta do nosso quarto se abriu devagar, e lá estava minha esposa, nos encarando com uma expressão indecifrável.
1 comentários - Minha sogra me deixa louco (Parte 2)