Motel gostoso

Continuo contando... Depois que a gente se distanciou, meio que a gente se via só pra fuder, ela me propôs isso e pra mim foi perfeito. Aí ela me perguntou se eu queria ir pro hotel depois que ela saísse do plantão dela no trabalho (não é médica, nem segurança, nem enfermeira), ou seja, a gente ia se ver no dia seguinte do plantão dela, umas 11h da manhã. Na última vez que vi ela, o cabelo era meio claro, e com os olhos verdes dela, qualquer cor de cabelo ficava lindo. Finalmente a gente se encontrou e ela apareceu com o cabelo ruivo, que me deixou louco de tesão. Chegamos, nos cumprimentamos com um beijo no rosto e entramos. Assim que entramos, já peguei ela, começamos a nos beijar, puxava o cabelo dela pra devorar a boca dela e com a outra mão apertava a bunda e os peitos dela, tudo isso com ela ainda vestida. Ela parou e falou pra irmos devagar, aí eu lembrei que ela tinha dito que não queria que a gente se tratasse como casal, senão a gente podia se confundir. Ela meio que lembrou disso e eu comecei a tirar a roupa dela, e ela também tirava a minha. Muito toque, eu passava a mão na buceta dela já pelada e passava saliva na mão pra esfregar e deixar ela mais molhada do que já tava. Sentei ela na cama, peguei a cabeça dela e fiz ela começar a chupar minha pica. De vez em quando ela olhava pra mim, eu fazia ela engasgar e pensava: "você queria só foder, né? Então agora vou te foder, puta..." Chupei ela até encher a boca dela de porra, óbvio que ela tomou tudo, limpou a pica e como ela ainda tava dura, deitei ela, fiquei por cima e ela pediu pra colocar camisinha. Eu ficava cutucando a buceta molhada e quente dela com a pica, tirava e perguntava se ela queria que eu colocasse, até que quando ela ia responder, enfiei de uma vez. Comecei devagar, olhava pra ela, metia até o fundo, chupava os peitos dela, perguntava se ela queria que eu tirasse, até que ela ficou com tesão e começou a pedir rápido, forte, devagar, devagar. No começo eu dei o gosto pra ela, depois falei: "agora quem manda sou eu" e comecei a fuder ela sem parar. Então eu coloquei ela de lado, de bruços, pegava no cabelo dela, perguntava se ela tava gostando e ela dizia que tava quase gozando, então eu tentava sincronizar o ritmo e muitas vezes a gente gozava junto. A gente tomou algo, se lavou e voltou pra cama. Como ela disse que a gente não podia perguntar nada, eu não falava nada, só ficava apalpando ela, até que peguei na mão dela e pedi pra ela me masturbar um pouco, do jeito que ela tava deitada. Foi aí que eu me ajoelhei, coloquei a pica na cara dela e mandei ela começar a chupar. Eu pegava na boca dela, tirava, ela chupava, me olhava com aqueles olhos verdes e de novo até o fundo. Em uma dessas, garganta profunda, ela me perguntou se eu queria brincar com a bunda dela. Claro que eu disse que sim. Eu pensava: "Vou rasgar esse cu, você só queria foder, então beleza, vai embora com a porra no cu." Peguei ela, coloquei de quatro, dedo com saliva e comecei a tocar aquele buraco que não custava a abrir. Cuspia, enfiava dedo, até que mandei ela chupar de novo. Deixei ela toda babada e enfiei, primeiro devagar, passando pela primeira parte até chegar lá dentro e fazer as bolas baterem na bunda dela. Depois que tava lá, fiquei parado e perguntei se era isso que ela queria e se sentia falta da minha pica no cu. Ela disse que sim, hahahahaha. Comecei devagar, entrava e saía, cuspia pra deslizar melhor minha pica e, aos poucos, fui esquentando. Peguei no cabelo dela por trás, como se tivesse montando, e ela arqueava as costas pra quase encostar as costas no meu peito. Aí eu aproveitava pra pegar nos peitos dela e falar como eu amava o quão puta ela era. A pica era estocada rápida, depois lenta, forte, até que enchi ela de porra. Saí do cu dela e fomos tomar banho. Fiquei apalpando, lavei a pica, fiz ela chupar um pouco, saímos e ela continuou chupando até eu gozar na cara dela. A gente se vestiu e cada um foi pra sua casa...

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