Mas senhora, seu filho é mais velho que eu...

Acontece que, numa ocasião, entrei pra trabalhar como vendedor de seguros numa empresa muito conhecida no meu país e acabei conversando com uma senhora, uma veterana de uns 50 anos, a dona Ana. Loira, peitão, bundão, pernona, caderona e baixinha. Conheci a Ana por uma prima minha, que me apresentou ela porque a Ana tinha comprado uma moto pro filho dela, que era mais velho que eu, e queria um seguro pra moto e pro filho. Eu, claro, ofereci os serviços da empresa onde trabalhava. O negócio fechou e tudo certo; salvei a Ana no meu celular como cliente, mas ela começou a me mandar mensagens de bom dia e boa noite. Curiosamente, toda vez que eu ia visitar minha prima, lá estava a Ana. Chegou a hora de uma viagem em família pra praia, e a Ana, por algum motivo, também foi, junto com o filho, a namorada do filho e o marido dela. Quando nos encontramos lá, a visão foi de tirar o fôlego, claro. Aquela senhora estava na praia, sob o sol, seminua, com um biquíni tão gostoso que dava pra ver tudo, até a cor da buceta — aliás, era moreninha. Os bicos dos peitos estavam durinhos. Sei que muitos vão dizer que eu devia ter olhado mais pra namorada do filho, que era mais nova, mas a Ana era uma senhora de respeito, e ela sabia disso. Quando a noite caiu, começamos a beber e dançar. A Ana, sem se preocupar com o marido, pedia pra dançar comigo, e a gente dançava; eu com as mãos na cintura dela, de vez em quando apertava a bunda dela. Ela se abraçava em mim, colocando os peitões enormes no meu peito, e às vezes se agarrava nos meus ombros, pressionando a barriga contra o meu pau na bermuda. Ela era muito safada e, claro, eu fiquei duro. Ela percebeu e começou a sussurrar: "Você gosta de ter uma mulher madura nas mãos?" Eu sorria pra ela e a gente começou a conversar enquanto dançávamos vallenato e outros tipos de música dançante. Depois de algumas horas, já estávamos mais bêbados, e a Ana estava quase chapada, mas ainda se mantinha de pé. A O filho com a namorada dele decidiu ir embora, o marido da Ana olhou pra gente e falou "vou dormir" e com um sorriso foi pro quarto dele. Só ficamos eu, minha prima, o marido dela, a Ana e eu. Aí a Ana sorriu, tomou mais da bebida e pegou na minha mão, fazendo eu chegar mais perto dela, me dizendo "vamos caminhar pela praia". Sem medo, me levantei e levei ela pela mão andando na praia. Chegamos num lugar bem escuro e sem ninguém, ela tirou o sutiã e eu vi. Aqueles peitos lindos enormes, caídos, de pele pálida com bicos castanhos. Eu abracei ela e beijei, massageando os peitos dela, perguntei se tudo bem fazer aquilo, ela respondeu que eu fizesse o que quisesse. Comecei a chupar aqueles peitos deliciosos. Ainda tinha um pouco de álcool com a gente, então eu derramava um pouco brincando com ela nos peitos, igual fazem nos filmes (sinceramente não vi graça, pra mim tinham um gosto melhor sem jogar nada). Mesmo assim, aqueles peitões enormes de vaca velha estavam nas minhas mãos e na minha boca. Chupei, mordi, estiquei, torci e fiz outras coisas nos bicos dela, ela gemia baixinho e falava que queria brincar também. Ela baixou minha bermuda e enquanto eu tava nos peitos dela usando eles, ela tava no meu pau me masturbando e brincando com a minha cabeça, minhas bolas e meu tronco. Ela era boa no que fazia, porque era uma delícia. Deitei ela na areia e limpei ela um pouco com álcool porque não tinha mais, e comecei a fazer um oral nela (a limpeza foi mais pela areia do que outra coisa). Curiosamente, o gosto amargo do licor, o gosto agridoce da buceta dela fluidos/urina deram uma combinação gostosa. Eu abri bem as pernas dela pra comer toda a buceta até deixar ela limpinha. Quando levantei, ela me puxou pelo cabelo de forma dominante e me obrigou a meter de novo entre as pernas dela. Ela não tava disposta a me deixar sair de entre as pernas dela até ficar satisfeita, e que gostoso que foi. Finalmente abri de novo as pernas dela só pra começar a penetrar ela. Penetrando suave e fundo, ela mordia os lábios e gemia. Algo duro. Ela agarrou minhas nádegas e gritou: "Me fode com força, gostoso!" Eu comecei a meter nela com força e rapidez. Meu pau batia no fundo dela. Pra ser uma mulher madura com a buceta experiente pela idade, ela tava se esticando e se moldando ao meu pau, eu sentia ela tão gostosa. Ela apertava muito bem. Metida após metida, as pernas dela tremiam em espasmos suaves, eu apertava os peitos dela e batia sem piedade a pele dela contra a minha. Os gemidos dela tomavam conta do lugar onde a gente tava, porque eu não ouvia nada além dela gritando de prazer. Depois de gozar umas três vezes nessa posição, ela se virou sozinha, ficou de quatro e gritou furiosa: "Você não vai me castigar por estar dando pra um cara mais novo que meu filho, pelas costas do meu marido?" Eu segurei a cintura dela, cravei minhas unhas na pele dela, ela reclamou, mas com um toque de luxúria, lambeu os lábios e rapidamente eu meti nela de novo. O barulho molhado da buceta dela sendo socada e a pele suada batendo uma na outra, junto com os gemidos dela, me deixava muito duro, e acho que ela gostava ainda mais. Ela começou a jorrar, porque senti um líquido escorrendo nos meus ovos, fluidos da buceta dela que se espalharam pelas coxas dela, pelos meus ovos e caindo direto enquanto a buceta suja de puta era esmagada. Meti forte enquanto dava tapas na bunda dela e puxava o cabelo dela, segurando firme as costas dela, que até estavam se arqueando, e ela tremia forte nas pernas e na cintura. Contei pelo menos uns 4 orgasmos antes de eu ter o meu primeiro nessa posição. Ela caiu no chão sobre as mãos, os peitos roçando na areia, enquanto meu pau continuava raspando e socando o fundo dela. Sei que a Ana tava maravilhosa, porque ela gritou me olhando e sorrindo: "Me destrói até a buceta descascar, papai!" Eu tava usando aquela mulher madura sem piedade enquanto o filho e o marido dela dormiam em outro lugar. Passamos a noite toda naquela praia até começar a amanhecer e chegar gente lá, então nem sei quantas vezes. Às vezes a gente já tinha gozado, mas ela ainda tava transbordando de porra na buceta, toda vermelha e inchada. Ela deu uma limpada com a água do mar, mas ainda assim continuava cheirando a puta recém-usada. Voltamos pro hotel e lá todo mundo tava acabando de acordar. Minha prima nos viu e perguntou: "Se divertiram?" A Ana sorriu pra ela e respondeu: "Seu primo é incrivelmente divertido." O marido dela tava descendo as escadas e, quando viu ela, perguntou: "Você não veio ontem?" Ela falou bem séria: "Se não gostou, volta pra cidade, porque aqui eu tô muito feliz." Ela se despediu de mim com um beijo na bochecha e foi pro quarto dela.

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