Certa vez, quando eu estava solteiro, uma amiga minha, uma negra gordinha, decidiu me apresentar à irmã mais nova dela, outra mina negra, mas magra. A parada é que ela me apresentou, a gente conversou, mas não rolou química nenhuma. Pra ser sincero, as duas eram meio feinhas, então preferi me colocar na friendzone sozinho. A irmã mais nova da minha amiga tava andando comigo quando a gente passou por uma mina indígena de óculos, cabelo liso, baixinha, peitão, bundão, coxuda e com a barriga tanquinho. Na hora, perguntei pra irmã da minha amiga se ela conhecia, e ela disse que sim, que era uma colega. Óbvio que minha primeira reação foi: "Me apresenta pra ela". A irmã da minha amiga riu de mim e falou: "Não acredito que você gosta dela? Ela é uma perdedora". Mesmo assim, pedi pra ela me apresentar, e ela fez isso. Chamou a mina e me apresentou, e pra deixar a gente sozinho rapidão, disse: "Heydi, esse cara aqui gosta de você. Te apresento ele. Tchau" e vazou, nos deixando a sós. Heydi me olhou meio sem graça, e rapidinho descobri uma coisa: ela era daquelas minas otakus. A gente conversou por um tempo, e já sabendo que ela era otaku, falei só de coisas que ela curtia, e rapidinho ela me passou o número do celular. Continuamos conversando no WhatsApp, e claramente, graças à minha amiga e à irmã dela, Heydi já sabia que eu tava a fim dela, então de vez em quando fazia piadas sobre meu interesse. Eu também brincava com ela, e quando a gente tava perto, eu abraçava ela e segurava sempre na cintura e na bunda. Carregava ela no colo e, bom, vocês já sabem que eu sou um cara grandão, como já falei, então uma mina de 1,50 não é problema nenhum, e ela sempre ficava em cima de mim. Finalmente, aconteceu algo inesperado. Um cara me mandou mensagem pra discutir que ela era dele (não sabem o quão ridículo e patético é alguém ter que escrever pra outra pessoa no triângulo pra pedir pra deixar a parceira em paz). No fim, no dia seguinte, quando vi Heydi, ela comentou que sabia que eu tinha discutido com esse cara, mas que ele não... não significava nada e ela estava solteira (será que era verdade? Não liguei nem um pouco). Pra esclarecer as coisas, eu beijei ela e apertei ela num lugar meio privado, passei a mão na bunda e nos peitos dela sem dó. Foi a primeira vez que deixei claro que sentia desejo por ela, mas ela nunca se afastou. Continuou me mandando fotos toda manhã, dizendo: "olha, vou assim hoje... cê gosta?" Nas fotos, ela mostrava a calcinha e o sutiã. O cabelo dela enquanto tava semi-nua, poses sugestivas e outras coisas que, quando eu ia vê-la, só serviam pra eu passar a mão no corpo inteiro dela. Heydi, uma vez, depois de passar 30 minutos encurralada sendo masturbada por baixo da saia, me disse: "quero te apresentar minha melhor amiga". Não vi problema, se ela tava confiante em me apresentar uma amiga, problema era dela. Me apresentou: uma loira magra, peito pequeno e pouca bunda, o corpo exato da atriz pornô Piper Perri, só que com um rosto mais angelical. Eu via que, quando ela tava por perto e Heydi e eu nos beijávamos ou eu passava a mão nela (nunca tive medo de passar a mão numa mulher na frente de quem quer que seja, até dos pais dela), ela ficava desconfortável. Achei que era porque tava de voyeur. Com Heydi, o tempo passou e passamos a transar nos banheiros. Ela era exibicionista escondida, gostava de lugares públicos, então um banheiro público parecia uma boa opção. Eu me trancava com ela no banheiro, travando a porta. Primeiro, fazia um oral com masturbação profunda, ela sempre tapava a boca pra não ser descoberta. Depois, levantava mais a saia dela e penetrava, empurrando ela em cima do vaso. Fazia ela ficar tão molhada que dava pra ouvir gotas e fluidos caindo na água do vaso, sempre começava a exalar um cheiro de foda, de luxúria, de buceta usada. Passamos a fazer em cima de uns bancos num parque pouco movimentado, com quase nenhuma casa perto. Ela sentava em cima de mim com a saia levantada, sempre me olhando ou de lado, eu Eu penetrava devagar enquanto masturbava ela ao mesmo tempo. Como o lugar era bem isolado, às vezes ela abria as pernas de uma vez e dava pra ver perfeitamente como eu tava metendo na buceta indígena dela, sempre fodendo com roupa, claro. Ela cavalgava e cavalgava, a calcinha ainda de ladinho na buceta dela, enquanto o clitóris era masturbado e o interior dela sendo esticado e deformado uma hora e outra. Ela sorria e gemia alto quando tinha menos gente, mas no geral babava e ficava com os olhos vidrados ou revirados. Numa ocasião, eu falei: "Quer sentir toda minha enfiada no teu cu?" Ela me abraçou e disse: "Vamos pra tua casa que quero ficar toda pelada." Eu trouxe ela pra minha casa. Sentei e estalei os dedos pra ela — já tinha virado costume eu sufocar ela, bater e tratar como uma escrava sexual. Então, quando estalei os dedos, ela botou a língua pra fora, tirou minha rola da calça. Ela nunca tinha me dado um oral, e como a gente sempre fodia com vontade e de roupa, ela nunca tinha visto minha rola. Mas quando viu, passou a língua nos lábios e começou a lamber da base até a ponta, colocando ela perto do rosto e falando: "Por isso que era tão gostosooo..." Na sequência, começou a me masturbar e chupar a ponta como uma profissional. Do nada, o celular dela tocou, e era aquele cara (hahaha, ela ainda tava falando com ele, e a verdade é que a curiosidade me fez querer saber se ele ainda tava tentando ou se eram namorados). Então atendi. Ela me olhou preocupada enquanto continuava me chupando. Mostrei pra ela que era o cara, e ela sorriu, riu e continuou engolindo minha ponta, mas agora que sabia disso, começou a ser mais violenta. Passou de escrava submissa pra uma puta dominante que queria me fazer gozar em segundos, porque começou a fazer garganta profunda, lamber minhas bolas e me masturbar intensamente. O cara no telefone perguntou: "Quem tá falando?" Eu falei meu nome e perguntei o que ele queria, que a Heydi tava ocupada. Ele se irritou pra caralho na hora. Me deu risada, e acho que ele percebeu, porque se Mais puta que isso, o promíscuo tava puto porque atendi o telefone da mina que ele gosta enquanto ela me dava um super boquete (patético). Ela, quando viu minha risada, pediu pra eu colocar no viva-voz. Ele tava dizendo: "Passa ela pra cá, imbecil, ela é minha, o que cê tá fazendo com ela?" Aí ela gritou com meu pau na boca: "Tô me divertindo com ele, não enche o saco que você não é ninguém". Se vocês já ouviram uma puta tentando falar enquanto engasga, sabem que dá pra perceber o que ela tá fazendo e é um barulho quente, obsceno e molhado. Aí ele perguntou: "Que porra vocês tão fazendo?" Ela tirou o pau da boca, pegou o telefone, colocou na cama no viva-voz e começou a se despir. Eu, sabendo disso, dizia: "Isso, mostra essa bunda, puta, que peitos lindos!" e outras coisas até ela ficar pelada. Ela subiu em mim e disse: "Quero cavalgar e me soltar toda!" Enfiou meu pau na buceta dela, molhada e quente, uma buceta apertada, morena de tanto roçar, mas muito linda e gostosa. Os peitos dela eram gigantes, morenos e redondos, firmes, com bicos grandes e morenos. A bunda dela, porra, que bunda perfeita, e a barriga era definida, dava pra ver os músculos, parecia uma supermodelo aquela puta. E ela tava em cima de mim, me beijando, gemendo, cavalgando meu pau, babando, com os peitos na minha boca e sendo sufocada rapidamente. A umidade batia forte e era muito óbvio pra ele o que a gente tava fazendo. Então, num ponto, ouvimos ele desligar a chamada. Eu falei pra ela: "Seu namoradinho é patético". Ela respondeu: "Ele não é meu namorado, é só um neguinho que se acha bandido por andar com malandros", enquanto continuava cavalgando e gemendo. Passamos o dia inteiro juntos, de quatro aquela puta se descontrolava muito. Coloquei ela em tantas posições e comi ela pela casa toda. Fomos tomar banho só pra continuar transando. Uma puta viciada. No dia seguinte, eu levei ela e lá estava a amiga Cristina esperando a gente, olhando muito furiosa... falou pra Heydi que precisava falar comigo. A sós. Heydi me deu um beijo e foi embora. Fiquei com Cristina a sós, pensando "o que ela vai me dizer..." até que ela soltou: "Tô de saco cheio! Heydi sempre leva os caras que eu quero. Tô pouco me lixando se você é o namorado dela, eu também quero ser sua!" Fiquei atônito. Claro, todo aquele desconforto era ciúme. Eu, todo um cavalheiro amante das mulheres, disse: "Vou deixar a Heydi em casa hoje; se quiser, pode vir com a gente e a gente fala que vou te levar em casa por último." Ela aceitou, agarrou minha rola por cima da roupa como se fosse dela e disse: "Mais te vale me dar ainda mais do que pra ela!" Me beijou bem molhadamente e foi embora. Ai, meu Deus...
1 comentários - Heidy... ai Heydi