Por causa de uma mãe e uma irmã, perdemos um puta amigão.Meus amigos e eu fizemos mais do que apenas trocar palavras com a mãe e a irmã do Raul, um dos nossos melhores amigos, enquanto ele estava fora de casa.
Naquele dia, quando chegamos na casa do Raul, nada indicava que a coisa ia acabar do jeito que acabou. Chegamos lá por volta das 21:00, como quase toda sexta-feira: Jorge, Javier, Miguel e eu, que, se vocês querem saber, me chamo Marcos.
Quando batemos na porta, quem abriu foi a Dona Lúcia, a mãe do Raul. Ela não se surpreendeu nem um pouco ao nos ver. Como já disse, a gente ia buscar o Raul toda sexta-feira no mesmo horário, e naquele dia, como já tinha acontecido outras vezes, o Raul não estava. A Lúcia disse que ele tinha pego um plantão à tarde e pediu pra gente esperar em casa, que ele não devia chegar antes da meia-noite. Sinceramente, a princípio não nos importava esperar, porque a gente sempre saía naquele horário, só que a gente se encontrava antes pra jantar. Embora conhecêssemos a Lúcia desde criança e já fôssemos uns caras de 20 anos, nunca tivemos uma relação especial com ela além de conversas rápidas enquanto esperávamos o Raul.
A Lúcia disse que a gente podia ficar pra jantar com ela, e a princípio eu ia recusar educadamente o convite, até que vi a Raquel, a irmã do Raul, saindo da cozinha. Ela sempre deixou todo mundo louco. Tinha 18 anos e já era uma mulherão de respeito, com uma longa cabeleira loira e uma bunda de impressionar. Mas, como era irmã do nosso amigo, a gente nunca tinha se atrevido a chegar nela. Sair com a irmã de um parceiro dá merda, como já tinha aprendido numa experiência anterior. Mas, como olhar não paga nada, decidi que a gente ia ficar pra jantar com elas.
Por volta das 21:45, a gente tinha terminado de jantar e a Lúcia ofereceu uns drinks. Antes eu não tinha comentado, mas se a Raquel era uma gostosa nota 10, ela tinha em quem se espelhar. Aos 43 anos, a Lúcia era uma MILF ou o que É a mesma coisa, uma mãe que eu comeria, claro, só na minha imaginação e na dos meus amigos, já que era a mãe de um amigo e ainda por cima estava casada há mais de 20 anos com Ramón, o pai do Raúl, que era piloto e passava muito tempo fora de casa, e principalmente tinha um pavio curto do caralho.
O Javier se ofereceu pra servir as bebidas, pra ser sincero, até estranhei bastante, o Javier é um bom amigo, mas nunca foi a simpatia em pessoa. O caso é que a gente tomou uns drinks e começou a jogar cartas. A Raquel bebia pra caralho e forçava a mãe dela a beber também, que no começo recusava, dizendo que subia rápido na cabeça, mas no fim sempre aceitava. Quando já eram 22:15 e a gente tinha tomado uns 3 cubas-libres, o Javier teve a ideia de deixar o jogo de pôquer mais interessante jogando strip-pôquer. Pra mim, aquilo já foi demais, não sabia por que o Javier tinha tido aquela ideia idiota, mas pensei que ia acabar com a dona Lúcia nos chamando de sem-vergonhas e botando a gente pra fora de casa. Mas, pra minha surpresa e de todo mundo, inclusive a Raquel, a Lúcia aceitou.
O jogo foi esquentando e eu logo fiquei só de cueca. Se não fosse pelo Javier, teriam visto meu pau em menos de 10 minutos de jogo. O caso é que a gente foi jogando até chegar a vez da Lúcia tirar o sutiã. Mais uma vez, fiquei surpreso. Ela serviu outro cuba-libre e tirou o sutiã num movimento só, deixando à mostra um dos melhores pares de peitos que eu já tinha visto na vida.Vamos, rapazes, parece que nunca viram umas tetas.Lúcia riu, tirando o resto de nós do nosso devaneio enquanto encarávamos fixamente os peitos dela. Quando chegou a vez de Raquel, ela enrolando, mas a mãe obrigou, dizendo que se fosse uma pirralha boba, não teria brincado com os mais velhos. Isso deixou Raquel puta da vida, que não só ficou sem sutiã, como também, no grito deAcabou o jogoEla baixou a calcinha até os tornozelos, deixando todo mundo ver a buceta dela completamente depilada. Lúcia não disse nada e falou que do grupo feminino só restava ela. A gente também não falou nada, mas, mais do que a buceta dela, eu não conseguia parar de olhar pras tetas das duas mulheres. As da mãe eram um pouco mais caídas e grandes, mas igualmente lindas.
Foi difícil, mas quando todo mundo já estava de cueca, a mãe do Raúl perdeu e teve que tirar a calcinha. Acho que nem precisava, mas a filha dela a provocou.Vem cá, mamãe, agora é sua vez de mostrar a coelhinhaVerdade, nunca tinha visto elas assim antes, o álcool tinha feito um puta efeito e a desinibição era total. A Lúcia tirou a calcinha e jogou pro Javier, que tinha ganhado a partida. Com um pouco de pelo curto, a buceta da Lúcia também tava de dar água na boca.
Logo percebi o que tava rolando. Decidi que era melhor a gente ir pro carro esperar o Raul e já ia começar a me vestir quando a Lúcia falou:
—Não podem ir embora, um vencedor é um vencedor, nós perdemos e agora vocês têm direito a um desejoFrancamente, era meu amigo há 15 anos, mas quase quebrei a cara dele quando vi Javier sentar no sofá, baixar a cueca e, segurando o pau duro, falou pra Lucia.Anda, vem comerNão sabia se todos tinham ficado loucos, mas Miguel e Jorge fizeram o mesmo e sentaram no sofá igual ao Javier.
Lúcia sorriu e, sem dizer uma palavra, se aproximou, se ajoelhou aos pés do sofá e começou a chupar a pica do Javier e do Miguel.Slurp, mmmfff, vai Marcos, você também tem direito ao seu prêmio, eu não dou conta de todo mundo, mas a Raquel cuida do Jorge e de você.Não podia acreditar, a mãe de um dos nossos melhores amigos tava me falando, com a boca cheia de pica, pra eu sentar e deixar a filha dela me chupar. Sei que foi errado, mas não tive escolha. Tirei a cueca e esperei sentado junto com o Raúl até a Raquel chegar e começar a mamar nossas rolas.
A boca da Raquel era incrível, quente e doce, meu pau deslizava dentro da garganta dela numa velocidade do caralho, e a voracidade das duas mulheres não parava de me surpreender.Mamãe, aposto o que você quiser que eu faço esses gozarem antes dos seusEu não acreditava que algo assim estivesse acontecendo, mas em 2 minutos a mãe e a irmã do meu amigo Raúl estavam disputando uma corrida pra ver quem fazia eu e meus amigos, os amigos do filho dela, gozarmos na garganta delas primeiro.
Experiência nem sempre é tudo: se o Jorge não aguentou mais de 3 minutos, eu gozei na boquinha da Raquel em 5 minutos. Nessa altura, só o Miguel tinha gozado na boca da mãe do Raúl, e pouco depois o Javier fez o mesmo. Assim como a filha, a Lúcia não deixou uma única gota de porra escapar dos lábios dela. Aquelas mulheres que antes eu achava inocentes estavam se transformando, diante dos meus olhos, nas rainhas das putas.Bem, gostosa, já viu que sou melhor que você chupando pica, então agora vai ter que fazer tudo que eu mandar.Lucia aceitou e, me surpreendendo de novo, disse pra mãe dela:Podem foder a gente às 2, mas você vai ser a única que vai levar no cuLúcia disse pra filha que ela era uma menina má, mas que tinha perdido e ia fazer aquilo — era inacreditável.
Naquela hora, algo me veio à cabeça e eu entendi que a simpatia do Javier na hora de servir as bebidas tinha tudo a ver com o que tava rolando. Também não deu tempo de pensar em mais nada, porque a Lúcia e a Raquel sentaram no sofá e a gente se aproximou delas de pé pra elas começarem a chupar nossos paus de novo e deixarem eles duros outra vez. Dessa vez, eu fiquei com a mãe do Raúl, queria sentir meu pau entrando e saindo da boca daquela mulher.
Mas desde que ela tirou a calcinha, eu queria fazer uma coisa, e aquele era o momento. Tirei meu pau da boca dela e deixei o lugar pro pau do Jorge. Eu me ajoelhei e, abrindo as pernas da Lúcia, comecei a lamber a buceta dela.
Ela gemia que nem uma puta e segurava minha cabeça, apertando contra a bocetinha dela, gritando pra eu não parar, sempre que o Jorge e o pau dele davam chance pra ela falar.
A Lúcia tava de olhos fechados e só abriu quando eu me levantei e enfiei meu pau na buceta dela de uma só vez, entrando pra matar.
A Lúcia me segurava pela bunda pra minhas estocadas serem mais fundas, e do mesmo jeito, o Javier sentou no sofá e fez a Raquel sentar no pau dele, enfiando até o fundo.
Enquanto eu fodia a mãe do Raúl, a irmã dela tava a uns 50 centímetros de mim, quicando no pau do Javier, enquanto o Miguel e o Jorge se masturbavam esperando a vez.
Pra dar chance do Jorge também aproveitar, eu tirei a Lúcia do sofá e coloquei ela de quatro no chão da sala. Assim, eu podia continuar martelando na buceta dela enquanto ela chupava o pau do Jorge, que entrava até a garganta dela por causa das estocadas que meu pau dava na boceta dela.
A gente trocou de posição várias vezes e descansou um pouco pra trocar de par. Na mesma posição que a gente tinha fodido a Lúcia, a gente pegou a Raquel, mas dessa vez eu fodia a buceta dela. boca enquanto Jorge metia o coelho nela.
Ao mesmo tempo, vi a mãe do Raúl se apoiando nos braços do sofá enquanto o Miguel comia ela de boca e o Javier metia na buceta dela.
Como aquela novinha cavalgava, os peitos firmes dela pulavam na minha frente enquanto meu pau entrava centímetro por centímetro dentro dela.
Já eram 23:15 e o Raúl não demoraria muito pra chegar, então a noite de sexo não podia mais se prolongar. Aproveitando o orgasmo da Raquel, resolvi parar e sugerir pro Javier que era hora de completar o último buraco. Me surpreendi sendo eu mesmo quem sugeriu que já era hora de comer o cu da mãe do nosso amigo Raúl.
Pro Javier, a ideia pareceu a melhor, dada a hora, e a Raquel foi pra cozinha e voltou em segundos com um vidro de azeite.Mamãe, pra você ver que sou boa com você, vou deixar eles regarem sua bunda com óleo, porque senão vão deixar ela igual um bebedouro de pato.O que eu estava vivendo naquela noite era incrível e eu não queria que parasse por nada neste mundo.
Lúcia se levantou e ficou em cima da mesa da sala, abriu as pernas o máximo que pôde e disse para Raquel derramar o óleo na bunda dela. A irmã de Raúl obedeceu, toda contente, à sua mãe e, quando o cu de Lúcia ficou bem cheio de óleo, Javier se posicionou atrás dela.
Segurando-a pelos quadris, ele mirou na bunda dela e enfiou com tudo. Lúcia gritava e se mexia; apesar do óleo, devia ser a primeira vez que estava sendo sodomizada e estava doendo, mas Javier tava pouco se fodendo pra isso. Ele segurava os quadris dela com força e continuava metendo na bunda dela enquanto a irmã de Raúl descansava no sofá, se masturbando devagar.Javi, amor, deixa teus amigos comerem a buceta da minha mãe antes que meu irmão chegueJavier parou de sodomizar a Lúcia e foi até Raquel. Na real, ela não deixou a gente comer o cu dela, mas começou a chupar a pica do Javier enquanto Jorge ocupava o lugar do Javier no cu da mãe do Raúl.
Depois de alguns minutos, foi a vez do Miguel e depois a minha. Os três estavam junto da Raquel, que chupava as paus deles devagar, como se não quisesse que gozassem. Só faltava eu, e sem nenhum sinal de dúvida ou arrependimento, enfiei minha pica no cu da mãe do Raúl de uma só vez. Ela tava com o cu tão arrombado que mal deve ter sentido.
Enquanto eu bombava no cu da Lúcia, não consegui parar de olhar pra foto que tava em cima da mesa da sala. Nela estavam a Lúcia, o marido dela, meu amigo Raúl e a Raquel. Era como se o Raúl tivesse me vendo, como se visse eu comendo com raiva o cu da puta que tinha como mãe. Parei de olhar pra foto, embora tenha que admitir que um certo tesão me tomou ao saber que aquela mulher gostosa que eu tava enfiando no cu era a mãe de um amigo.
Quando eu tava quase gozando, a Raquel me chamou e, parando de chupar as picas do Miguel, Javier e Jorge, se ajoelhou no meio da sala. A mãe dela fez o mesmo enquanto gritava:
—Tomar um banho de porraClaro, aquilo foi o auge, o erro foi não prestar atenção na porra do relógio. A gente chegou perto delas e elas começaram a chupar e bater uma pra gente. Primeiro o Miguel gozou na cara da Lucia, depois o Jorge na cara da Raquel e o Javier na cara das duas. Só faltava eu, e enquanto a Raquel chupava minhas bolas e a Lucia enfiava meu pau até a campainha, com o nariz dela enterrado na minha peluda, vi a porta da sala abrir. Era o Raúl.
A cara de susto e surpresa dele era igual à dos meus outros amigos, mas nem a Raquel nem a Lucia perceberam. Bastaram mais umas lambidas nas minhas bolas pra meu corpo todo se tensar, e na presença do Raúl, não consegui evitar: gozei na cara da mãe e da irmã dele.
Uns segundos depois, ele gritando como um louco e batendo na gente, nos expulsou de casa pelados e suados. Corremos nus até o carro, ainda sem entender o que tinha rolado. Nosso amigo de infância tinha nos pegado gozando na cara da irmã e da mãe dele.
Como soube depois, naquela noite o Javier colocou umas anfetaminas nos copos da Raquel e da Lucia, o que aumentou pra caralho a desinibição delas. Nunca mais falamos com o Raúl, a gente se sentia muito envergonhado. Um dia, passando na casa dele umas semanas depois do ocorrido, vi a placa de "VENDE-SE" na frente. O pai dele, a irmã e ele estavam no carro, não me viram. A única que me viu foi a mãe dele, que acabava de deixar a última caixa no carro da mudança. Não sei pra onde foram, nem se foi por causa do trabalho do pai do Raúl ou pra evitar que o pai descobrisse o que rolou. O fato é que, antes de entrar no carro, a Lucia me mandou um beijo. Aquele gesto me mostrou que tudo que aconteceu naquela noite não foi efeito de droga nem álcool.
Nunca mais vi o Raúl, nem a irmã ou a mãe dele. Sei que o que fiz não foi certo, mas também sei que foi uma das vezes que mais gozei na vida. Gozei com uma mulher e até hoje, muitos anos depois, continuo batendo punheta pensando na bunda da Dona Lúcia.Relato Anterior:
Esposa Infiel Fantasia Com Vários Homens
Naquele dia, quando chegamos na casa do Raul, nada indicava que a coisa ia acabar do jeito que acabou. Chegamos lá por volta das 21:00, como quase toda sexta-feira: Jorge, Javier, Miguel e eu, que, se vocês querem saber, me chamo Marcos.
Quando batemos na porta, quem abriu foi a Dona Lúcia, a mãe do Raul. Ela não se surpreendeu nem um pouco ao nos ver. Como já disse, a gente ia buscar o Raul toda sexta-feira no mesmo horário, e naquele dia, como já tinha acontecido outras vezes, o Raul não estava. A Lúcia disse que ele tinha pego um plantão à tarde e pediu pra gente esperar em casa, que ele não devia chegar antes da meia-noite. Sinceramente, a princípio não nos importava esperar, porque a gente sempre saía naquele horário, só que a gente se encontrava antes pra jantar. Embora conhecêssemos a Lúcia desde criança e já fôssemos uns caras de 20 anos, nunca tivemos uma relação especial com ela além de conversas rápidas enquanto esperávamos o Raul.
A Lúcia disse que a gente podia ficar pra jantar com ela, e a princípio eu ia recusar educadamente o convite, até que vi a Raquel, a irmã do Raul, saindo da cozinha. Ela sempre deixou todo mundo louco. Tinha 18 anos e já era uma mulherão de respeito, com uma longa cabeleira loira e uma bunda de impressionar. Mas, como era irmã do nosso amigo, a gente nunca tinha se atrevido a chegar nela. Sair com a irmã de um parceiro dá merda, como já tinha aprendido numa experiência anterior. Mas, como olhar não paga nada, decidi que a gente ia ficar pra jantar com elas.
Por volta das 21:45, a gente tinha terminado de jantar e a Lúcia ofereceu uns drinks. Antes eu não tinha comentado, mas se a Raquel era uma gostosa nota 10, ela tinha em quem se espelhar. Aos 43 anos, a Lúcia era uma MILF ou o que É a mesma coisa, uma mãe que eu comeria, claro, só na minha imaginação e na dos meus amigos, já que era a mãe de um amigo e ainda por cima estava casada há mais de 20 anos com Ramón, o pai do Raúl, que era piloto e passava muito tempo fora de casa, e principalmente tinha um pavio curto do caralho.
O Javier se ofereceu pra servir as bebidas, pra ser sincero, até estranhei bastante, o Javier é um bom amigo, mas nunca foi a simpatia em pessoa. O caso é que a gente tomou uns drinks e começou a jogar cartas. A Raquel bebia pra caralho e forçava a mãe dela a beber também, que no começo recusava, dizendo que subia rápido na cabeça, mas no fim sempre aceitava. Quando já eram 22:15 e a gente tinha tomado uns 3 cubas-libres, o Javier teve a ideia de deixar o jogo de pôquer mais interessante jogando strip-pôquer. Pra mim, aquilo já foi demais, não sabia por que o Javier tinha tido aquela ideia idiota, mas pensei que ia acabar com a dona Lúcia nos chamando de sem-vergonhas e botando a gente pra fora de casa. Mas, pra minha surpresa e de todo mundo, inclusive a Raquel, a Lúcia aceitou.
O jogo foi esquentando e eu logo fiquei só de cueca. Se não fosse pelo Javier, teriam visto meu pau em menos de 10 minutos de jogo. O caso é que a gente foi jogando até chegar a vez da Lúcia tirar o sutiã. Mais uma vez, fiquei surpreso. Ela serviu outro cuba-libre e tirou o sutiã num movimento só, deixando à mostra um dos melhores pares de peitos que eu já tinha visto na vida.Vamos, rapazes, parece que nunca viram umas tetas.Lúcia riu, tirando o resto de nós do nosso devaneio enquanto encarávamos fixamente os peitos dela. Quando chegou a vez de Raquel, ela enrolando, mas a mãe obrigou, dizendo que se fosse uma pirralha boba, não teria brincado com os mais velhos. Isso deixou Raquel puta da vida, que não só ficou sem sutiã, como também, no grito deAcabou o jogoEla baixou a calcinha até os tornozelos, deixando todo mundo ver a buceta dela completamente depilada. Lúcia não disse nada e falou que do grupo feminino só restava ela. A gente também não falou nada, mas, mais do que a buceta dela, eu não conseguia parar de olhar pras tetas das duas mulheres. As da mãe eram um pouco mais caídas e grandes, mas igualmente lindas.
Foi difícil, mas quando todo mundo já estava de cueca, a mãe do Raúl perdeu e teve que tirar a calcinha. Acho que nem precisava, mas a filha dela a provocou.Vem cá, mamãe, agora é sua vez de mostrar a coelhinhaVerdade, nunca tinha visto elas assim antes, o álcool tinha feito um puta efeito e a desinibição era total. A Lúcia tirou a calcinha e jogou pro Javier, que tinha ganhado a partida. Com um pouco de pelo curto, a buceta da Lúcia também tava de dar água na boca.
Logo percebi o que tava rolando. Decidi que era melhor a gente ir pro carro esperar o Raul e já ia começar a me vestir quando a Lúcia falou:
—Não podem ir embora, um vencedor é um vencedor, nós perdemos e agora vocês têm direito a um desejoFrancamente, era meu amigo há 15 anos, mas quase quebrei a cara dele quando vi Javier sentar no sofá, baixar a cueca e, segurando o pau duro, falou pra Lucia.Anda, vem comerNão sabia se todos tinham ficado loucos, mas Miguel e Jorge fizeram o mesmo e sentaram no sofá igual ao Javier.
Lúcia sorriu e, sem dizer uma palavra, se aproximou, se ajoelhou aos pés do sofá e começou a chupar a pica do Javier e do Miguel.Slurp, mmmfff, vai Marcos, você também tem direito ao seu prêmio, eu não dou conta de todo mundo, mas a Raquel cuida do Jorge e de você.Não podia acreditar, a mãe de um dos nossos melhores amigos tava me falando, com a boca cheia de pica, pra eu sentar e deixar a filha dela me chupar. Sei que foi errado, mas não tive escolha. Tirei a cueca e esperei sentado junto com o Raúl até a Raquel chegar e começar a mamar nossas rolas.
A boca da Raquel era incrível, quente e doce, meu pau deslizava dentro da garganta dela numa velocidade do caralho, e a voracidade das duas mulheres não parava de me surpreender.Mamãe, aposto o que você quiser que eu faço esses gozarem antes dos seusEu não acreditava que algo assim estivesse acontecendo, mas em 2 minutos a mãe e a irmã do meu amigo Raúl estavam disputando uma corrida pra ver quem fazia eu e meus amigos, os amigos do filho dela, gozarmos na garganta delas primeiro.
Experiência nem sempre é tudo: se o Jorge não aguentou mais de 3 minutos, eu gozei na boquinha da Raquel em 5 minutos. Nessa altura, só o Miguel tinha gozado na boca da mãe do Raúl, e pouco depois o Javier fez o mesmo. Assim como a filha, a Lúcia não deixou uma única gota de porra escapar dos lábios dela. Aquelas mulheres que antes eu achava inocentes estavam se transformando, diante dos meus olhos, nas rainhas das putas.Bem, gostosa, já viu que sou melhor que você chupando pica, então agora vai ter que fazer tudo que eu mandar.Lucia aceitou e, me surpreendendo de novo, disse pra mãe dela:Podem foder a gente às 2, mas você vai ser a única que vai levar no cuLúcia disse pra filha que ela era uma menina má, mas que tinha perdido e ia fazer aquilo — era inacreditável.
Naquela hora, algo me veio à cabeça e eu entendi que a simpatia do Javier na hora de servir as bebidas tinha tudo a ver com o que tava rolando. Também não deu tempo de pensar em mais nada, porque a Lúcia e a Raquel sentaram no sofá e a gente se aproximou delas de pé pra elas começarem a chupar nossos paus de novo e deixarem eles duros outra vez. Dessa vez, eu fiquei com a mãe do Raúl, queria sentir meu pau entrando e saindo da boca daquela mulher.
Mas desde que ela tirou a calcinha, eu queria fazer uma coisa, e aquele era o momento. Tirei meu pau da boca dela e deixei o lugar pro pau do Jorge. Eu me ajoelhei e, abrindo as pernas da Lúcia, comecei a lamber a buceta dela.
Ela gemia que nem uma puta e segurava minha cabeça, apertando contra a bocetinha dela, gritando pra eu não parar, sempre que o Jorge e o pau dele davam chance pra ela falar.
A Lúcia tava de olhos fechados e só abriu quando eu me levantei e enfiei meu pau na buceta dela de uma só vez, entrando pra matar.
A Lúcia me segurava pela bunda pra minhas estocadas serem mais fundas, e do mesmo jeito, o Javier sentou no sofá e fez a Raquel sentar no pau dele, enfiando até o fundo.
Enquanto eu fodia a mãe do Raúl, a irmã dela tava a uns 50 centímetros de mim, quicando no pau do Javier, enquanto o Miguel e o Jorge se masturbavam esperando a vez.
Pra dar chance do Jorge também aproveitar, eu tirei a Lúcia do sofá e coloquei ela de quatro no chão da sala. Assim, eu podia continuar martelando na buceta dela enquanto ela chupava o pau do Jorge, que entrava até a garganta dela por causa das estocadas que meu pau dava na boceta dela.
A gente trocou de posição várias vezes e descansou um pouco pra trocar de par. Na mesma posição que a gente tinha fodido a Lúcia, a gente pegou a Raquel, mas dessa vez eu fodia a buceta dela. boca enquanto Jorge metia o coelho nela.
Ao mesmo tempo, vi a mãe do Raúl se apoiando nos braços do sofá enquanto o Miguel comia ela de boca e o Javier metia na buceta dela.
Como aquela novinha cavalgava, os peitos firmes dela pulavam na minha frente enquanto meu pau entrava centímetro por centímetro dentro dela.
Já eram 23:15 e o Raúl não demoraria muito pra chegar, então a noite de sexo não podia mais se prolongar. Aproveitando o orgasmo da Raquel, resolvi parar e sugerir pro Javier que era hora de completar o último buraco. Me surpreendi sendo eu mesmo quem sugeriu que já era hora de comer o cu da mãe do nosso amigo Raúl.
Pro Javier, a ideia pareceu a melhor, dada a hora, e a Raquel foi pra cozinha e voltou em segundos com um vidro de azeite.Mamãe, pra você ver que sou boa com você, vou deixar eles regarem sua bunda com óleo, porque senão vão deixar ela igual um bebedouro de pato.O que eu estava vivendo naquela noite era incrível e eu não queria que parasse por nada neste mundo.
Lúcia se levantou e ficou em cima da mesa da sala, abriu as pernas o máximo que pôde e disse para Raquel derramar o óleo na bunda dela. A irmã de Raúl obedeceu, toda contente, à sua mãe e, quando o cu de Lúcia ficou bem cheio de óleo, Javier se posicionou atrás dela.
Segurando-a pelos quadris, ele mirou na bunda dela e enfiou com tudo. Lúcia gritava e se mexia; apesar do óleo, devia ser a primeira vez que estava sendo sodomizada e estava doendo, mas Javier tava pouco se fodendo pra isso. Ele segurava os quadris dela com força e continuava metendo na bunda dela enquanto a irmã de Raúl descansava no sofá, se masturbando devagar.Javi, amor, deixa teus amigos comerem a buceta da minha mãe antes que meu irmão chegueJavier parou de sodomizar a Lúcia e foi até Raquel. Na real, ela não deixou a gente comer o cu dela, mas começou a chupar a pica do Javier enquanto Jorge ocupava o lugar do Javier no cu da mãe do Raúl.
Depois de alguns minutos, foi a vez do Miguel e depois a minha. Os três estavam junto da Raquel, que chupava as paus deles devagar, como se não quisesse que gozassem. Só faltava eu, e sem nenhum sinal de dúvida ou arrependimento, enfiei minha pica no cu da mãe do Raúl de uma só vez. Ela tava com o cu tão arrombado que mal deve ter sentido.
Enquanto eu bombava no cu da Lúcia, não consegui parar de olhar pra foto que tava em cima da mesa da sala. Nela estavam a Lúcia, o marido dela, meu amigo Raúl e a Raquel. Era como se o Raúl tivesse me vendo, como se visse eu comendo com raiva o cu da puta que tinha como mãe. Parei de olhar pra foto, embora tenha que admitir que um certo tesão me tomou ao saber que aquela mulher gostosa que eu tava enfiando no cu era a mãe de um amigo.
Quando eu tava quase gozando, a Raquel me chamou e, parando de chupar as picas do Miguel, Javier e Jorge, se ajoelhou no meio da sala. A mãe dela fez o mesmo enquanto gritava:
—Tomar um banho de porraClaro, aquilo foi o auge, o erro foi não prestar atenção na porra do relógio. A gente chegou perto delas e elas começaram a chupar e bater uma pra gente. Primeiro o Miguel gozou na cara da Lucia, depois o Jorge na cara da Raquel e o Javier na cara das duas. Só faltava eu, e enquanto a Raquel chupava minhas bolas e a Lucia enfiava meu pau até a campainha, com o nariz dela enterrado na minha peluda, vi a porta da sala abrir. Era o Raúl.
A cara de susto e surpresa dele era igual à dos meus outros amigos, mas nem a Raquel nem a Lucia perceberam. Bastaram mais umas lambidas nas minhas bolas pra meu corpo todo se tensar, e na presença do Raúl, não consegui evitar: gozei na cara da mãe e da irmã dele.
Uns segundos depois, ele gritando como um louco e batendo na gente, nos expulsou de casa pelados e suados. Corremos nus até o carro, ainda sem entender o que tinha rolado. Nosso amigo de infância tinha nos pegado gozando na cara da irmã e da mãe dele.
Como soube depois, naquela noite o Javier colocou umas anfetaminas nos copos da Raquel e da Lucia, o que aumentou pra caralho a desinibição delas. Nunca mais falamos com o Raúl, a gente se sentia muito envergonhado. Um dia, passando na casa dele umas semanas depois do ocorrido, vi a placa de "VENDE-SE" na frente. O pai dele, a irmã e ele estavam no carro, não me viram. A única que me viu foi a mãe dele, que acabava de deixar a última caixa no carro da mudança. Não sei pra onde foram, nem se foi por causa do trabalho do pai do Raúl ou pra evitar que o pai descobrisse o que rolou. O fato é que, antes de entrar no carro, a Lucia me mandou um beijo. Aquele gesto me mostrou que tudo que aconteceu naquela noite não foi efeito de droga nem álcool.
Nunca mais vi o Raúl, nem a irmã ou a mãe dele. Sei que o que fiz não foi certo, mas também sei que foi uma das vezes que mais gozei na vida. Gozei com uma mulher e até hoje, muitos anos depois, continuo batendo punheta pensando na bunda da Dona Lúcia.Relato Anterior:
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