Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe safado (2)

Naquela mesma noite, dei a notícia para a Cinthya. Ela, claro, ficou super empolgada, e por ser um convite tão inesperado, tivemos que fazer as malas ainda naquela noite, porque no dia seguinte a gente ia sair assim que eu chegasse do trabalho. Por razões óbvias, não contei nada para meus colegas do trampo – não queria que pensassem que eu era o "queridinho" do chefe. Depois de todos os preparativos, partimos para o clube, que ficava a quase três horas de carro. Durante o caminho, a gente conversou sobre várias coisas, sobre o que faríamos no clube e também sobre como minha esposa estava agradecida ao seu Ernesto. Até aquele momento, eu ainda não tinha perguntado nada sobre o que aconteceu na festa de aniversário, o porquê dela ter se virado na frente dele e o que ele disse para ela rir daquele jeito. Então, tentei investigar um pouco.

— Amor, você gostou do seu Ernesto, né? — tentei soar animado.

— Hmm, gostei sim. Eu pensei que ele ia ser aquele chefe típico, rabugento, mas não, hehe. Ele me pareceu um senhor engraçado e criativo, haha. E agora que ele nos convidou para essas miniférias, gosto ainda mais dele, hehe.

— Criativo? — falei, pensativo. Por que você diz isso?

— Sim, amor, criativo. Ele falava cada coisa que me fazia rir.

— Tipo o quê? — tentando extrair alguma informação.

— Digo porque, quando a gente estava conversando, ele me perguntou se podia ver meu vestido. Eu perguntei por quê, e ele disse que queria comprar um igual para uma pessoa especial. Achei tão fofo da parte dele, amor — a voz dela tinha um tom de carinho.

— E daí? — eu ouvia atento.

— Bom, eu me levantei para mostrar o vestido, e ele disse: "Pode dar uma voltinha? Faça esse favorzinho pra mim, dona Cinthya". E eu falei: "Tá bom, mas não me chame de dona, seu Ernesto. Pode me chamar só de Cinthya". Ele aceitou o trato, e aí eu me virei para ele ver o vestido todo.

— E o que mais ele disse? — perguntei, com um tom mais sério.

— Hmm, nada mais, amor. E depois disso, ele me convidou para dançar… bom, me desafiou para dançar, haha. Como eu te falei, amor… Seu chefe é muito espirituoso quando fala, mas acima de tudo é agradável. Cinthya sempre via o lado bom das pessoas, e quando comecei a conhecê-la também pude perceber que ela era alguém que ajudava os outros sem importar quem fossem, condição social ou idade, desde que pudesse ajudar alguém, ela o faria. Todas as pessoas que a conheciam sempre ficavam com uma boa impressão dela, não apenas por seu físico que impressionava a todos ao seu redor sempre que caminhava pelas ruas e avenidas, mas também por sua simpatia, gentileza e carisma que demonstrava com qualquer um que a cumprimentava. Assim ela era, sem preconceitos, pronta para ajudar quem precisasse. Foi exatamente isso que me fez me apaixonar por ela. Algo ruim nela? Das poucas coisas ruins ou questionáveis que ela poderia ter, é sua atitude competitiva e aventureira. Em certas ocasiões, por causa disso mesmo, ela acabava se envolvendo em situações desfavoráveis. Uma vez ela me contou que uma amiga pediu ajuda para distribuir preservativos, por causa de uma campanha de saúde. Ela não ia fazer, mas quando a amiga disse que não se "atrevia", para ela foi como um desafio e no final ela fez. Curiosamente, ela também me contou que foi ela quem distribuiu mais, porque a maioria dos caras ia pedir preservativos para ela. Enfim, chegamos ao clube, nos registramos imediatamente como convidados de Ernesto Mendoza. Logo que chegamos, nos levaram ao nosso quarto para nos instalarmos e ficarmos à vontade. Depois de alguns momentos, batem na porta. Ao abrir, encontrei o senhor Ernesto.
- Boa noite, senhor Ernesto - apertando sua mão.
- Epa, Héctor! Agora mesmo me avisaram que vocês chegaram e vim cumprimentá-los.
- Obrigado, senhor Ernesto. Chegamos há pouco e estamos nos instalando.
- Que bom! E onde está sua esposa? - disse ele rindo.
Nesse momento, Cinthya saía do banheiro. Ela, como sempre alegre, exibindo um sorriso.
- Olá, senhor Ernesto, obrigada pelo convite.
- Como vai, Cinthya? Vejo que muito bem - disse ele, lançando uma Olhar rápido. Espero que "aproveitem muito" estando aqui.
- Muito obrigada, e vamos aproveitar muito, né, amor?
- Claro – disse, retribuindo o sorriso e concordando.
- Bom, então não os interrompo mais, terminem de se instalar e em uma hora os vejo na recepção para dar um tour.

Continuamos nos instalando e terminamos; já haviam passado 40 minutos desde que o senhor Ernesto nos deu as boas-vindas, então disse à Cinthya que já devíamos ir à recepção para que ele não ficasse esperando.
- Vamos, amor.
- Me dá um momento, vou colocar algo mais confortável, sim.
- Tudo bem, mas eu vou indo na frente.

Saí do quarto e fui para a recepção. Quando cheguei, pude ver o senhor Ernesto conversando com um sujeito que diria ser da mesma idade ou algo próximo. À medida que me aproximava, eles notaram minha presença, ele disse algo ao outro sujeito e ficaram me olhando até que cheguei para cumprimentar.
- Héctor, te apresento meu sócio e amigo, Mario Gutiérrez.
- Muito prazer, senhor Mario.
- Então você é o Héctor, aqui o Ernesto me falou muito sobre você – disse Mario, rindo.
- Coisas boas, claro – acrescentou.
- Claro.
- Héctor, e onde está sua esposa? – perguntou meu chefe.
- Em um momento ela nos acompanha, sabe como são as mulheres.
- Hahaha, pois é, as conhecemos bem.

Continuamos conversando sobre trivialidades até que Cinthya fez sua aparição: um top de alças largas com decote amplo que mostrava seus deliciosos peitos e um shorts azul de verão que levantava ainda mais sua bunda redonda e firme, deixando à mostra suas belas e tonificadas pernas e um tênis que de forma alguma atrapalhava o visual. Os dois veteranos ficaram encantados com a beleza e sensualidade que minha esposa exalava. Ela não buscava ser o centro das atenções daquele lugar. Cinthya era assim, gostava de se vestir bem, só isso, sem maldade, apenas sendo ela mesma.
- Lamento o atraso, senhor Ernesto.
- Uau, Cinthya, valeu a pena a espera – disse, olhando-a da cabeça aos pés.
- Haha, obrigada, senhor Ernesto.
- Ei, Ernesto, não me apresenta a essa bela... Dama? - disse Mario
- Certo, Cinthya, te apresento um colega meu, Mario Gutiérrez.
- Só me chame de Mario. - enquanto dava um beijo em sua mão
- Que cavalheiro, muito prazer, Mario. Encantada em conhecê-lo - dizia minha esposa, amavelmente.
- O prazer é todo meu.
- Don Ernesto ia nos mostrar algo? - interrompi, tentando soar menos brusco.
- Sim, Héctor, já que estamos todos, vou lhes mostrar o lugar.
- Bom, Ernesto, deixo você com seus convidados, eu me retiro, nos vemos depois - dizia o velho Mario, lançando um último olhar para a bunda da minha esposa. Ela nem percebeu. Além do mais, é um homem mais velho, não ia fazer escândalo por isso; muitos ficam olhando para ela, então deixei passar, como sempre.

Como imaginei, don Ernesto estava mais atento à Cinthya. Durante todo o passeio que nos deu, ele brincava conosco. Cinthya se divertia e, o tempo todo, segurava minha mão, o que me alegrava e animava. O clube realmente era bem grande: tinha campos de tênis, golfe, restaurantes, lojas. Passamos pela discobar e finalmente chegamos à piscina, que era enorme.

- Finalmente, esta é a piscina. O que você acha, Cinthya?
- É grande mesmo, em.
- Bom, é sim, mas amanhã você mesma vai comprovar.
- Hmm, sim, talvez, hehe. - respondeu minha esposa.
- Pois como assim talvez? Você tem que vir, aliás, eu te carrego se for necessário.
- Não, que isso, hahaha. Está bem, nós vamos, né, amor? - ambos esperavam minha resposta.

A verdade é que eu tenho trauma com piscinas e praias, nunca superei. Por isso a Cinthya disse "talvez" e não deu a razão, para não me deixar em ridículo. Ao que só respondi com um leve "sim, claro".

- Perfeito, Héctor, assim tem que ser, então. - dizia o velho.
- Bom, então ficamos assim, os vejo amanhã. Agora tenho que resolver algumas coisas, você sabe, Héctor, sempre tem trabalho.

Nos despedimos dele e voltamos para o quarto.

- E então, vamos à piscina amanhã? - me perguntava Cinthya, alegremente.
- Não sei, você sabe que não posso entrar na água.
- Hmm, então melhor a gente ir para outro... O lugar é igual, o clube é grande e podemos fazer outras coisas juntos, tênis ou golfe, sempre quis aprender hehe. -Mas já combinamos com o senhor Ernesto e se não formos talvez ele fique chateado, afinal ele nos convidou. -Nisso você tem razão, querido, mas então como vamos fazer? -Estive pensando e é melhor você ir e eu invento alguma desculpa para não ir. -Tem certeza? Se você não for, prefiro não ir também. -dizia desanimada minha esposa -Você deve ir pelo menos, fica bem por mim. -Tudo bem então -um pouco desanimada-. Mas ainda são só 9 horas, por que não vamos ao bar com pista de dança? -Tudo bem, vai ser minha compensação por amanhã. Enquanto isso, me aproximei dela e dei um beijo terno. Nos dirigimos ao bar e havia algumas pessoas. Entramos e pedimos umas bebidas para animar, a música tocava e Cinthya me leva para a pista, não sou bom em dançar, mas faço a tentativa, a música é animada e Cinthya sabe dançar, cada movimento que ela faz demonstra sensualidade, sua anatomia permite, me enche de orgulho ter uma esposa tão gostosa. A música termina e voltamos para o bar. Finalmente uma mesa fica livre e a pegamos. Conversamos e nos divertimos. De novo Cinthya quer ir para a pista e eu a sigo, faço o que posso, mas simplesmente não sirvo para dançar e ela sabe, mas entende que eu tento, só me dá um sorriso. Agora sou eu quem a leva para dançar, mas enquanto fazia meu maior esforço, por acaso piso no pé dela, ela reclama, mas imediatamente ri do acontecido e voltamos para a mesa. Já faz quase 1 hora desde que entramos no bar, como não dançávamos só bebíamos os tragos enquanto falávamos de coisas triviais, dava para ver que Cinthya se mexia no ritmo da música enquanto estávamos na mesa, era mais que óbvio que ela queria dançar e eu estava prestes a pegar sua mão novamente e levá-la para a pista, mas uma voz conhecida me interrompeu. -Opa, olha só onde eu encontro vocês, estão se divertindo? Eu pensava que já estivessem no seu quarto. -nos surpreendeu o senhor Ernesto se apresentou. - Don Ernesto, que surpresa! Só viemos conhecer o bar um pouco, já que ainda está cedo - respondi. - Tudo bem, mas o que aconteceu? Por que não estão se divertindo na pista? - Só estávamos descansando um momento, don Ernesto - respondeu minha esposa, esboçando um sorriso. - Uai, como são os jovens de hoje, se cansam muito rápido. Se importam se eu me juntar a vocês? - Claro que não, don Ernesto, por favor, nos acompanhe - respondi, com cordialidade. Enquanto conversávamos, don Ernesto não parava de olhar para as pernas da Cinthya. Sentada, dava para ver ainda mais, já que o short que ela estava usando subia bastante, deixando-as bem à mostra. Enquanto isso, Cinthya conversava com total naturalidade; acho que ela não percebia o que estava acontecendo. Enquanto falávamos, meu celular tocou. Tentei ignorar, mas continuavam insistindo, e vi que era minha mãe quem ligava. Não tive outro jeito senão sair para atender. - Já volto, talvez seja urgente - disse, mostrando o celular. - Aqui te esperamos, querido. Atendi a ligação; minha mãe perguntava onde estávamos. Tive que explicar tudo e, ainda por cima, ela me contou as novidades dela. Passaram-se vários minutos até que me despedi e voltei ao disco-bar. Da entrada, dava para ver que Cinthya e don Ernesto conversavam animadamente e davam risadas. Quando a música começou de novo, don Ernesto pegou Cinthya pela mão e a levou para a pista. Ela se deixou levar, rindo. A música é agitada. Cinthya parece uma profissional, mas o velho não fica atrás - pelo menos ele dança melhor que eu. Peço outro drink; é melhor do que ficar só olhando, penso. A música continua, e eles seguem se divertindo. Em alguns momentos, me parece ver ele pousar a mão na barriga lisa da minha esposa, mas não tenho certeza; outros casais atrapalham minha visão. Penso que estou vendo coisas e não dou importância. Além do mais, o que eu faria? Reclamar de algo que não tenho certeza? Depois de um tempo, ela volta, mas don Ernesto Ela vai até o bar, está ofegante mas feliz.
- Querido, o que aconteceu? Por que demorou?
- Minha mãe, você sabe como é.
- Aconteceu alguma coisa?
O sorriso dela desapareceu por um instante.
- Não, claro que não. E bom, vi que você estava dançando com o senhor Ernesto.
- Sim, amor, enquanto esperávamos ele me convidou para dançar.
Justo nesse momento, o senhor Ernesto voltava com umas bebidas.
- Trouxe algo para nos refrescar.
- O senhor Ernesto dança mesmo, hein.
- disse minha esposa sorrindo para ele.
- Só estou seguindo o seu ritmo.
Ambos riram.
- Pois bem, então espero que depois de descansar, você me acompanhe no passo, hein
- com um tom desafiador.
- Haha, que engraçado, isso devia ser eu quem dizia, não acha?
Era óbvio que Cinthya estava levando aquilo como um desafio que ela não iria querer perder.
Terminaram suas bebidas rapidamente, me surpreendeu o fato de que ela não costuma beber assim, mas atribuí ao cansaço e à vontade de se refrescar.
Mal terminaram e de novo o senhor Ernesto pegou sua mão e a levou para a pista, dançavam mais no compasso, notei que a música era um merengue e dava para ver que ela levava o ritmo e ele a seguia muito bem, na verdade.
Eu me sentia um pouco tonto, nada sério, mas sim, o álcool começou a me afetar.
De novo os outros casais tapavam a visão dos corpos de Cinthya e do meu chefe, a música de repente já não era agitada, era mais lenta e de tom sensual, via os casais dançando mais colados, na minha mente eu dizia: com certeza Cinthya não dança assim com o senhor Ernesto.
Finalmente pude vê-los, mas me surpreendi ao vê-lo com a mão na cintura dela, no limite dos glúteos tonificados, e a outra mão segurando a dela, ambos riam e conversavam.
"Do que estarão rindo?", me perguntava, mas mais importante: por que Cinthya não reclamou de nada?
Fazem um movimento e suas pélvis se chocam, agora estão completamente juntos.
Não evitam a gargalhada, estão se divertindo.
Bom, já deu, me digo a mim mesmo, esperava que Cinthya voltasse e fôssemos embora do lugar.
A música continua e de novo os perco de vista, mal vejo o rosto dela, dá para ver que está se divertindo, está curtindo e está... agitada e suada, mas isso só a deixava mais sexy. A música parou e vi que eles voltavam para a mesa. Agora sim, vou embora, eu pensava. Mas antes que eu pudesse dizer algo, o velho me interrompeu.

—Que bom que os convidei, estas são as melhores férias que tive depois de muito tempo.

A mim não restou nada além de sorrir e agradecê-lo novamente pelo convite. E minha esposa apoiou o que eu disse.

—Obrigada, seu Ernesto, não me divertia assim há muito tempo — disse minha esposa enquanto se abanava com as mãos.

—Sim, querida, mas já devemos ir.

—Justo nesse momento, o velho falou de novo.

—Não, Héctor, fiquem mais um pouco — insistiu conosco.

—Não sei, seu Ernesto, a Cinthya já está cansada, vejo.

—Ah, é verdade, não pode mais dançar, não é, Cinthya? — com um tom desafiador.

—Eu voltei para a mesa por causa do senhor, seu, pensei que o senhor já não aguentava mais, hehe.

—É mesmo? Então um último baile, vamos lá.

Já não me levaram em consideração, só foram dançar. Pelo menos já é o último e vamos embora, eu disse para acalmar meu ciúme.

A música começou de novo, era uma música agitada. Já estavam dançando de novo, rindo e conversando. Continuavam e não davam trégua; pude notar, graças a ter poucos casais dançando, que ela dizia algo como "já quer descansar?" e ele só negava.

De repente, a música mudou e agora era de um tom sensual, mas ritmado. Os outros casais dançavam, mas era algo muito erótico ao fazê-lo. Então pude vê-la hesitando se dançava igual às outras mulheres que estavam lá. Então o velho disse algo a ela, e ela só riu, fez sua típica carinha desafiante e disse: "Sim, vou fazer", presenteando-o com um sorriso.

O que aconteceu a seguir me deixou impactado e confuso. Cinthya deu meia-volta, ficando de costas para ele, e começou a se mover de forma sensual. Seus quadris se moviam no ritmo da música enquanto ela descia pouco a pouco, quase chegando ao chão. O rosto do velho refletia o quanto ficou atônito com aquela imagem que tinha diante dele. Parece que ele não resistiu mais, porque imediatamente se apegou a ela, a segurou com uma mão e a outra... colocou na sua cintura, os outros casais faziam o mesmo e assim dançavam, mas Cinthya era a mais sensual, não havia comparação com a imagem que ela presenteava, seus 88-59-93 eram a coisa mais erótica que essa pista viu há muito tempo, mas o mais estranho é que um cara que poderia ser seu pai ou até avô era o sortudo que estava dançando com ela e naquele momento era o único dono de seus movimentos. A música continua e agora minha linda esposa inclina o corpo para frente, deixando sua bunda redonda e perfeita à vista daquele velho, que fica hipnotizado e apenas observa incrédulo o espetáculo, mas ao olhar em volta, todas as garotas dançam assim e Cinthya leva como uma simples dança, agora ela se vira e olha nos olhos dele rindo, e em seus lábios se lê levemente "já está cansado". Isso pareceu despertar o senhor Ernesto, que a pega pela cintura e a atrai para si, agora sim estão completamente colados, os peitos dela tocam o peito dele. Eles riem e conversam, mas já não consigo ver mais por enquanto. A pista se abre e eles continuam ali ao lado de alguns outros casais, de repente ela tropeça e vai cair, mas os braços do velho evitam que isso aconteça, e ao fazer isso ele se aproxima dela, pressionando sua pélvis na bunda dela e seus braços a seguram pela cintura, observo que ela ri do acontecido, não dá muita importância à forma como o velho a segura, vejo que ele faz um gesto de que vai soltá-la, mas não, só faz para atraí-la de novo com mais ímpeto, mas nada, Cinthya não reage mal, eles voltam a rir sem mais. Finalmente ele a solta e voltam para a mesa comigo, e eu já queria encarar o senhor Ernesto, mas não tinha coragem para fazer isso na frente de todos.
- Caramba, foi bom, a música não me cansava assim há muito tempo.
- Cuidado, senhor Ernesto, não leve isso tão a sério.
- Haha, tranquilo, Héctor, está tudo bem, isso não foi nada. Certo, Cinthya?
- Sim, não é nada, eu posso continuar, hehe.
- Sim, percebi quando você quase caiu, hahaha.
- Ah, só me Tropecei é tudo hahaha Eu não disse nada disso, eles não queriam que eu soubesse que vi tudo. Além disso, a Cinthya não levou a mal, então talvez eu tenha exagerado no que vi.
- Bom, agora sim vamos indo.
- Sim, está bem, querido.
- Então eu também me retiro.
- disse o senhor Ernesto.

Assim saímos do bar e caminhamos rumo aos quartos, conversando.
- Então vejo vocês amanhã na piscina.
- Sim, claro, senhor Ernesto, estaremos lá hehe.
- Enquanto pensava seriamente se deveria seguir o combinado com a Cinthya.
- Então nos encontramos lá. Até amanhã, Cinthya, espero outro desafio desses, hein.
- Enquanto se despedia dando um beijo na bochecha dela.Minha esposa Cinthya e meu ex-chefe safado (2)- Sim, claro, hehe. Nos despedimos e chegamos no quarto. E decidi confrontar a Cinthya. Continua.

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