Nova vida sissy II: A festa (s/T)

Nova vida sissy II: A festa (s/T)Terminada a linda ceremônia que selou meu destino para sempre, eu caminava de quatro com meu "vestido de noiva", a coleira de vadia no pescoço e minha bunda cheia de porra presa pelo plug, e meu amo levava triunfante a guia na mão. No meio de aplausos e ovações, nos dirigimos a outro salão onde ele tirou a guia da coleira e me permitiu ficar de pé. No meio do salão começou a tocar música e, no meio de todos, começamos a dançar. Começou como uma dança romântica, mas rapidamente ficou mais erótica e finalmente pornográfica. O amo aproveitava a dança para esfregar o volume dele na minha bunda, me virava e beijava meus peitinhos, levantava meu vestido e apalpava minha bunda, me deitava e esfregava o volume dele no meu rosto. Me apalpava toda e a excitação estava me dominando novamente. Depois da dança degradante, era hora de tirarmos algumas fotos. Para as primeiras fotos, eu devia me inclinar para frente e meu apoiava o pau dele na minha bunda; para as seguintes, eu devia ficar de quatro no chão e ele simulava uma penetração; depois, eu posava de joelhos com meu rosto colado na virilha dele e, finalmente, ele tirou o pênis e tiraram fotos minhas beijando seu membro. Não aguentei muito e meti boa parte do pau dele na minha boca, todos comemoraram e muitas fotos foram tiradas. Depois, o amo me disse que era suficiente, que me preparasse para a refeição. Assim, ele se sentou em uma cadeira em frente a uma mesa com vários pratos, e eu fui para um quartinho para me trocar. No quartinho, várias sissies me ajudaram: tiraram minha roupa, removeram o plug anal e pegaram a porra do meu amo direto da minha bunda. Isso me excitou muito, meu clitóris doía preso em sua gaiola rosa e já escorria um pouco. Eu fervia de excitação. Uma vez nua e limpa, as outras sissies, que já estavam todas prontas, me vestiram igual a elas: calcinha fio-dental branca, microsaia preta com um miniavental branco que deixava grande parte da bunda à mostra e, pela frente, notava-se grande parte da fio dental.vadiaUma camisa preta com branco ridiculamente curta que deixava nossos peitinhos expostos. Meias brancas altas e sapatinhos pretos. Éramos umas mucamas putas e pornôs. As outras sissies usavam toucas de empregada, mas a mim deixavam usar o véu de noiva para me diferenciar das outras. Depois fomos para a cozinha pegar as bandejas e servir nossos amos. Foi difícil chegar até a mesa que me cabia com tanta gente apalpando minha bunda enquanto eu passava. Quando cheguei à mesa do meu amo, servi as bebidas a todos os cavalheiros presentes. Meu amo me sentou momentaneamente sobre suas pernas e lambeu meus mamilos. "Gosto que estejam durinhos, espero que os mantenha assim a festa toda, quero que fique com vontade de pica e bem disposta." Ele disse. "Sim, amo" gemi, abraçada ao seu pescoço. "Boa menina, continue" ele respondeu, dando um tapa na minha bunda quando me levantei. Estava descarregando a bandeja de copos vazios quando senti um dedo enfiado no meu buraco. Estremeci, mas deixei que brincassem comigo um pouco, aquela sensação dentro de mim estava ficando muito gostosa, primeiro mordi o lábio inferior, depois comecei a gemer e quando percebi estava movendo meus quadris para trás e para frente enquanto massageava meus mamilos, logo antes de chegar ao orgasmo, a intrusão parou. Depois de respirar fundo, continuei com meu trabalho.vadiaMeu dono me chamou, e eu me aproximei rapidamente. "Vejo que você está me obedecendo em se manter excitada", ele disse enquanto olhava meu fio-dental, que já estava encharcado e bem visível, já que a saia não me cobria. Ao ver o quanto estava manchado, fiquei extremamente envergonhada e meu rosto ficou vermelho. "Adoro te ver assim, mas hoje estou de bom humor e vou permitir que você se esconda debaixo da mesa", ele disse, me fazendo ajoelhar sob a mesa. Todos os colegas do meu dono já tinham tirado seus paus para fora, e eu sabia o que tinha que fazer. Foi assim que comecei com um aleatório, lambendo seu pau enquanto masturbava outros dois. Quando vi que ele estava duro, enfiei na minha boca sem precisar usar as mãos e chupei como uma vadia nojenta. Minha calcinha nessa altura já estava só umidade. Fiquei alternando entre um pau e outro, chupando com fervor ou deixando dentro da boca enquanto explorava aqueles mastros maravilhosos com a língua. Conforme eles gozavam, eu engolia seu precioso porra para não desperdiçar, depois saí triunfante de debaixo da mesa e já não me importava que percebessem que eu era uma vadia no cio. Muitos me aplaudiram, e outros se aproximaram para que eu os atendesse também. Meu clitóris doía na sua gaiola, e meu corpo era puro fogo. Meu dono finalmente disse: "É hora dos convidados expressarem seus bons desejos para sua nova vida". Nesse momento, entre dois caras, arrancaram minha saia e minha blusa, e todos escreveram coisas no meu corpo. Legendas como "vadia", "depósito de porra", "engolidora de gozo", "beta", "lixo", "propriedade do Roman" e várias mensagens degradantes e humilhantes. Depois, vários donos apontaram seus paus para mim e mijaram no meu corpo, me encharcando toda. Após isso, as sissies que não tinham cinto de castidade se aproximaram e usaram meu corpo para se satisfazer, me arrombando o cu e a boca ao mesmo tempo, mas tomando cuidado para gozar no chão e não nos meus buracos. Eu já estava totalmente acabada. Quando terminaram, me permitiram comer em uma tigela de cachorro uma mistura de ração. e sêmen. Comi como a putinha que sou sem usar as mãos. Depois disso, me posicionei na entrada para servir de tapete humano para que todos os senhores saíssem. Meu dono avisou que iam levá-lo para casa de carro porque ele não estava em condições de dirigir, mas dado meu estado nojento e lamentável, eu não podia entrar num carro sem sujá-lo. Tive que ir a pé, não era muito longe, mas me preocupava que alguém me visse. Ainda não havia amanhecido. Então saí caminhando só com minhas meias e meus sapatos, quase totalmente nua, com meu pequeno clitóris preso em sua gaiola rosa de castidade e uma coleira rosa de cachorrinha no meu pescoço. Além disso, com cheiro forte de sêmen e urina. Era um espetáculo desagradável. Continua. Espero que tenham gostado e desculpem a falta da mesma qualidade do relato anterior. Foi difícil me sentar para escrever essa segunda parte, mas não queria deixá-los na vontade. Espero que tenham gostado, beijinhos onde mais gostarem.

0 comentários - Nova vida sissy II: A festa (s/T)