Então, sou ou melhor, era um cara e tenho 23 anos. Era um cara normal, ia pra faculdade, praticava esporte e tava numa banda, mas nisso tudo conheci uma mina, vamos chamar ela de Júlia. Júlia era mais nova que eu, ela tinha 20 anos quando eu tinha 21. A gente foi se conhecendo, batendo papo, vimos que tínhamos química e tudo fluía natural. Decidimos ter vários encontros e saídas até que resolvemos oficializar depois de um bom tempo nos conhecendo. Tudo ia bem até chegar a hora de ter intimidade. Júlia era uma mina muito safada, então transar com ela era algo extremamente gostoso. No total, estávamos há um ano e meio de relacionamento quando começamos a comentar sobre nossos fetiches.
Eu, como qualquer cara, tenho meu fetiche por sexo anal, ménage ou coisas normais de qualquer homem hétero, mas a Júlia era muito mais profunda — ela também queria sexo anal, também queria ménage, etc. No fim, Júlia e eu fizemos de tudo: transamos no cu, fizemos ménage, troca de casais, roleplay e por aí vai. Um dia, Júlia me falou que íamos fazer bondage, ela me amarrou e eu tava preparado, mas vi que ela colocou um strapon e eu não sabia como reagir ou o que fazer. Ela me disse pra ficar tranquilo, que eu ia curtir. Começou a me estimular e eu senti uma sensação extraordinária, tanto que soltei um "me penetra". Foi quando ela começou a meter e eu tava adorando. Depois disso, Júlia me disse: "Pois é, você é uma putinha mesmo, e de agora em diante as coisas vão mudar.
Julia me fazia vestir lingerie sexy toda vez que a gente transava e, aos poucos, foi me incentivando a usar plug no sexo. Até que um dia ela disse: "preciso que hoje você use isso". Me deu uma gaiola de castidade e mandou eu usar. Doía, mas ela tava me penetrando gostoso pra caralho com o cinto de arnês. Num fim de semana, a Julia falou: "se arruma que a gente vai sair pra balada". Eu tava procurando minhas camisas e calças quando ela disse: "que porra você tá fazendo?" Eu respondi: "tô pegando minha roupa pra gente ir, ué?" Ela riu e falou: "vem comigo". Chegamos na sala e tinha um vestido, uns peitos falsos de silicone e uma calcinha que aumenta o bumbum.
Eu falei: "Que porra é essa?"
Ela respondeu: "É o que você vai usar hoje à noite, e é melhor colocar, senão a gente não vai transar por um bom tempo."
Não tive escolha, então usei. Depois ela me maquiou e eu tava parecendo "bonita"? Isso que eu tava pensando: como alguém pode querer se sentir bonita?
Enfim, Julia e eu chegamos na balada, e na mesma hora ela chamou uns caras pra sentar com a gente. Quando percebi que ela tava dando mole pra outro, sem nem me perguntar antes, eu falei:
"O que cê tá fazendo?"
Ela disse: "Amiga, me deixa em paz, se não quiser que eu vá embora. Você já tem o seu."
Fiquei confuso. O outro cara, já meio bêbado, começou a dar em cima de mim. Eu tava evitando, mas aos poucos fui cedendo. Ele começou a passar a mão na minha perna, e eu tava gostando. Depois começou a beijar meu pescoço, e foi aí que a Julia falou: "Vamos embora."
Levantei e fui com ela. Ela disse: "Haha, isso prova que você é uma mariquinha, mas que bom que você gostou, porque assim me dá mais liberdade pra fazer o que eu quiser."
Ela me beijou fora do lugar e fomos embora.
Comenta aí se você curte a parte 2 ou se quer que continue a história. E também se você gostaria de ter uma namorada que te feminize e faça a amante dela te comer também.
Eu, como qualquer cara, tenho meu fetiche por sexo anal, ménage ou coisas normais de qualquer homem hétero, mas a Júlia era muito mais profunda — ela também queria sexo anal, também queria ménage, etc. No fim, Júlia e eu fizemos de tudo: transamos no cu, fizemos ménage, troca de casais, roleplay e por aí vai. Um dia, Júlia me falou que íamos fazer bondage, ela me amarrou e eu tava preparado, mas vi que ela colocou um strapon e eu não sabia como reagir ou o que fazer. Ela me disse pra ficar tranquilo, que eu ia curtir. Começou a me estimular e eu senti uma sensação extraordinária, tanto que soltei um "me penetra". Foi quando ela começou a meter e eu tava adorando. Depois disso, Júlia me disse: "Pois é, você é uma putinha mesmo, e de agora em diante as coisas vão mudar.
Julia me fazia vestir lingerie sexy toda vez que a gente transava e, aos poucos, foi me incentivando a usar plug no sexo. Até que um dia ela disse: "preciso que hoje você use isso". Me deu uma gaiola de castidade e mandou eu usar. Doía, mas ela tava me penetrando gostoso pra caralho com o cinto de arnês. Num fim de semana, a Julia falou: "se arruma que a gente vai sair pra balada". Eu tava procurando minhas camisas e calças quando ela disse: "que porra você tá fazendo?" Eu respondi: "tô pegando minha roupa pra gente ir, ué?" Ela riu e falou: "vem comigo". Chegamos na sala e tinha um vestido, uns peitos falsos de silicone e uma calcinha que aumenta o bumbum.
Eu falei: "Que porra é essa?" Ela respondeu: "É o que você vai usar hoje à noite, e é melhor colocar, senão a gente não vai transar por um bom tempo."
Não tive escolha, então usei. Depois ela me maquiou e eu tava parecendo "bonita"? Isso que eu tava pensando: como alguém pode querer se sentir bonita?
Enfim, Julia e eu chegamos na balada, e na mesma hora ela chamou uns caras pra sentar com a gente. Quando percebi que ela tava dando mole pra outro, sem nem me perguntar antes, eu falei:
"O que cê tá fazendo?"
Ela disse: "Amiga, me deixa em paz, se não quiser que eu vá embora. Você já tem o seu."
Fiquei confuso. O outro cara, já meio bêbado, começou a dar em cima de mim. Eu tava evitando, mas aos poucos fui cedendo. Ele começou a passar a mão na minha perna, e eu tava gostando. Depois começou a beijar meu pescoço, e foi aí que a Julia falou: "Vamos embora."
Levantei e fui com ela. Ela disse: "Haha, isso prova que você é uma mariquinha, mas que bom que você gostou, porque assim me dá mais liberdade pra fazer o que eu quiser."
Ela me beijou fora do lugar e fomos embora.
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4 comentários - Mi novia me feminiza