A mãe do meu colega de classe

E aí, galera do P! Dessa vez eu trouxe uma história na mão dessa milf gostosa que tá bombando nas redes sociais, que eu tô usando pra ilustrar meu relato.A mãe do meu colega de classeVem aí 3 relatos que estão conectados entre si, já que os acontecimentos se deram naquela época. Houve três mulheres diferentes envolvidas, então algumas delas podem ser mencionadas nesta história.maduraBeleza, uma vez esclarecido isso, eu continuo.rabaoNão sei se chamo de sorte ou se os deuses foram generosos comigo, mas me deixaram uma experiência muito boa para minha vida futura.mamaMas primeiro vamos começar com a Rita, uma mulher muito putona. A verdade é que dei muita sorte e estava na hora certa, porque foi assim mesmo. Se não fosse, outro teria sido o sortudo que comeu a mãe do meu ex-colega do ensino médio.milfIsrael entrou no segundo ano do ensino médio porque ele e os pais tinham morado em Tijuana por alguns anos. Ele nasceu no mesmo povoado onde estudamos no ensino médio, mas o pai dele surgiu uma oportunidade de trabalhar como garçom em Tijuana e às vezes passavam temporadas nos Estados Unidos.veteranaO pai dele teve uns problemas lá por causa da puta da mãe dele. Por isso eles tiveram que voltar, já que ela deu pra vários caras que trabalhavam com o pai dele, incluindo o chefe dele. Aí rolou uma briga feia e por isso eles voltaram, pra depois ele ir de novo trabalhar, deixando Israel e a mãe dele, Rita, na casa da avó materna.maeIsrael era um cara meio bobinho num lugar onde você tinha que se impor pra ser respeitado, e ele não estava acostumbrado com isso. Uma vez, o otário quis bancar o engraçadinho e abraçou a mina de um valentão da escola. Aquele filho da puta não ia deixar ninguém abraçar a garota dele e, na saída, partiu pra cima na porrada. Eu tinha uma certa reputação bem conquistada nas brigas e dei um jeito de intervir, porque o cara não parava de chorar. Por sorte pra ele e pra mim também, o valentão pensou duas vezes e não topou brigar comigo. Enquanto isso, Israel não parava de chorar. Por isso, acompanhei ele até em casa e foi assim que conheci a mãe dele, a Rita. Uma mulherão de 35 anos, morena clara, peitão, bunda bem redonda e meio gordinha ou curvy, como chamam hoje.NalgudaChegamos na casa dele e ele abriu a porta onde fomos recebidos pela mãe dele
— Oi amor, mas o que aconteceu com você?
— É que teve um garoto na escola que queria me bater — e ele começou a chorar de novo, caminhando até a mãe que o abraçou para consolar.
— Isra abraçou a Cony, que é namorada do Victor, e ele ficou bravo. Na saída quis bater no Isra, mas eu intervim e não aconteceu nada. Não se preocupe, não vai acontecer nada com ele. Eu resolvo amanhã com ele — comentei.
— Obrigada. Como você se chama?
— Alex, sou colega do grupo do seu filho.
— Obrigada, Alex. Agora para de chorar, bebê, e vai se trocar para você sentar e comer. Você, Alex, lava as mãos para nos acompanhar.madura peitudaFiquei pra jantar na casa dela naquela tarde e fiquei sabendo de várias coisas sobre a família dela. Claro que tocaram no ponto principal do problema de estarem morando ali de novo, e a Rita me convidou pra visitá-los outras vezes quando eu quisesse.bunda grande gostosaDeixo claro que Israel e eu não éramos melhores amigos, porque nossa "amizade" era mais por conveniência. Ele, por ficar perto de mim, evitava apanhar por ser tão nerd, e eu ganhava muitos benefícios, já que era o "riquinho" da cidade. Além disso, só fomos próximos no segundo ano, porque no terceiro ele mudou de turma e eu parei de andar com ele.vadia  rabudaO pai deles mandava dinheiro, e com isso eles montaram uma loja que tinha máquinas de videogame (não sei como chamam aí, mas aqui são fliperamas). A mãe dele era chef do restaurante onde trabalharam em Tijuana e cozinhava muito gostoso mesmo. A gente comia pizza, cachorro-quente ou hambúrguer, porque ele estava acostumado com esse tipo de comida lá em Tijuana, enquanto jogávamos no NES ou SNES na sala da casa dele.A mãe do meu colega de classeEu me divertia muito na casa dele, mas repito, não éramos bons amigos. Eu tinha meus amigos com quem saía pra zoar e tinha uma grande amiga, a Paty, que me deixou por dentro da situação da mãe do Israel. As fofocas da cidade eram o pão nosso de cada dia e o assunto da vez era a Rita e sua bunda muito gostosa.madura— Ultimamente você tá passando muito tempo na casa do cara novo, quase não vem me ver nem me chama pra sua casa — Paty me disse, meio de reclamação, enquanto a gente assistia um filme de terror na sala da minha casa. — É que tô passando uns apontamentos e explicando umas coisas pra ele... — Pensei que era por causa da mãe dele que você não saía de lá — ela me interrompeu. — Por que por causa da mãe? — Ah, para de fingir. Você não acha ela uma gostosa?rabaoE a verdade é que eu não tinha pensado bem nisso. Teve uns momentos meio constrangedores, tipo quando nos deixaram visitar o museu de Antropologia e História e eu fui buscá-lo na casa dele bem cedo. Quando bati na porta, a mãe dele que abriu, com um roupão quase transparente que me deixou ver os mamilos escuros e deliciosos dos peitões dela. Ela não teve nenhum pudor em me receber daquele jeito e eu tinha quase certeza que ela não estava de calcinha, porque dava pra ver um pouco do seu bush bem volumoso. Em outra ocasião, estando na loja dele enquanto ajudava o Israel a organizar a mercadoria, ela teve que passar no espacinho atrás do balcão e encostou o corpo em mim - pude sentir as nádegas macias dela roçando na minha frente e, quando voltou, esfregou os peitos em mim de novo.mamaPaty me tirou dos meus pensamentos ao notar o volume que marcava através da minha calça, esse fato marcou um acontecimento que será motivo de outro relato.milf— Que porco nojento! Tô te dizendo, você só fica na casa do Israel por causa da mãe dele. Mas você não sabe como é essa mulher — ela disse meio irritada, e mesmo que eu não me interessasse por fofoca de cidade pequena, aquilo despertou minha curiosidade sobre a tal "fama" dela. — E como ela é? — perguntei. — Ah, para de fazer de bobo, você sabe muito bem. Aquela mulher traiu o pai do Israel com vários caras do trabalho, incluindo o chefe dela. Por isso ele veio deixar o menino com a avó. Foi o que uma vizinha contou pra minha mãe enquanto eu lavava a louça — eu realmente não sabia da história, porque não sou de me meter onde não sou chamado, mas aquela informação me deixou interessado. — Sério, eu não sabia de nada disso. A Rita é muito atenciosa e gentil. — Não defende ela! Você gosta dela, né? Não vem com essa — ela me cortou de novo, irritada. Eu balancei a cabeça de um lado pro outro, pra mostrar que não. — Já te falei, ela é muito atenciosa e eu quase não vejo ela, porque ela fica na loja e a gente fica na sala dela.veteranaA loja fazia parte da casa dela, ocuparam um quarto que dava para a rua para transformar em ponto comercial e uma porta conectava a loja com a casa.mae- Tapa isso pelo menos, porco - ela disse, enquanto olhava de novo para meu volume. - Tô achando que você quer sentir meu pau, né? - e me aproximei dela, abraçando-a. - Sai daqui, seu porco - ela falava enquanto me dava tapinhas, e pude notar que estava corando e respirando um pouco agitada, por isso decidi parar e mudar de assunto. - Tá bom, desculpa. Ultimamente isso tem acontecido comigo sem eu pensar em nada. Sei que não acredita, mas vou me esforçar pra não acontecer de novo. Quer pipoca salgada ou doce? - perguntei, indo em direção à cozinha. - Melhor eu ir embora - ela disse, levantando do sofá. - Só te digo que ela não é uma mulher direita, mas aí você sabe - abriu a porta e foi embora, me deixando pensativo se os flertes que a Rita tinha comigo eram coincidência ou só parte da personalidade dela.NalgudaMesmo que fosse assim, eu era virgem e ela era uma mulherão com muita experiência, enquanto eu só tinha agarrado algumas garotas – naquela época era o máximo que a gente ousava fazer – e tinha escondida minha coleção de filmes pornô e algumas revistas. Eu me masturbava direto pensando em algumas mulheres mais velhas que eu gostava, mas não passava disso. Eu tinha 13 anos, quase 14, e se é que eu tinha visto mulheres nuas, era porque costumava espiar minhas tias, e uma vez vi uma vizinha de calcinha que era toda transparente. Comecei a pensar que talvez eu realmente pudesse ter uma chance com a Rita.

Alguns meses depois, a professora de inglês escolheu ele para uma apresentação, já que como ele tinha morado em Tijuana e uma temporada nos EUA, ele sabia mais inglês que a maioria, e ela me pediu para ajudá-lo, então eu tinha que decorar um diálogo e fui um fim de semana na casa dele. Era comum eu estar por lá, então a Rita foi ficando cada vez mais à vontade com a roupa. No começo, ela se vestia normal, mas depois foi usando roupas mais justas ou reveladoras. Naquele dia, ela usava uma camiseta que ficava um pouco larga e não usava sutiã, e um shorts minúsculo que às vezes ficava coberto pela camiseta, parecendo que ela não usava nada por baixo. Era inevitável: ela ficava indo e vindo fazendo as tarefas de casa, agachando e me deixando ver seu bumbum gostoso. Outras vezes, ela se sentava perto de mim tentando explicar como pronunciar as palavras em inglês e não hesitava em encostar seus peitos macios e quentes. A verdade é que isso me distraía muito. Só me deram algumas horas e tive que voltar para casa, mas eu voltaria no dia seguinte.madura peitudaAssim como no dia anterior, cheguei bem cedo, mas dessa vez o Israel não estava, porque foi acompanhar a avó dele na igreja e depois fariam as compras. Ele não teve tempo de me avisar, porque decidiram isso naquela manhã, mas como ele sabia mais inglês do que eu, acharam melhor que a mãe dele me ajudasse até ele voltar com a avó. Bati na porta e fui recebido de novo por aquele roupão semitransparente. Não conseguia evitar olhar e, sem jeito, desviava o olhar para outro lado.

— O Isra não está porque foi levar a avó na igreja e fazer umas compras, mas não se preocupa porque hoje eu vou ser sua teacher particular. Que nem na escola, só que mais sexy, né? — ela disse, colocando as mãos na cintura e apertando ainda mais o roupão no corpo escultural. Ali pude notar os mamilos grandes, que decoravam muito bem aquelas tetas mamáveis, e mesmo que dessa vez ela estivesse de calcinha, foi um grande espetáculo vê-la assim.

— Entra, porque tá muito frio e eu vou querer ficar te abraçando o tempo todo — enquanto me pegava pelo braço e me levava para a sala.

— Senta aí que eu vou me trocar — ela voltou com outro shortsinho curto e, dessa vez, com uma camiseta mais curta. Mesmo tendo o rosto um pouco redondo, ela não tinha pneuzinhos e a barriga era até chapada. Dessa vez pude admirar a bunda empinada dela, porque não tinha mais camiseta cobrindo como no dia anterior. Ela me serviu um copo de água saborizada e colocou um pouco de fruta picada na mesa da sala.

— Vamos ver quanto você avançou, porque essa semana vocês têm que apresentar. Precisa soltar mais a língua, igual quando beija as meninas da escola — ela falou, olhando meus lábios e mordendo os dela. Eu só consegui ficar vermelho de novo. Estava tão nervoso que não conseguia pronunciar direito as palavras.

— Vai, relaxa, é só soltar mais a língua. Olha, pronuncia igual a mim — ela disse, aproximando o rosto do meu, e pude sentir o hálito fresco, tipo morango. Talvez fosse o brilho que ela tinha passado nos lábios ou algo que comeu. da fruta que ela tinha acabado de colocar na mesa. — Você deve mover a língua como quando beija suas garotas — ela insistiu de novo, e eu só consegui pensar que o Israel deve ter contado alguma coisa do que acontecia na escola. — Eu não tenho namorada — eu disse. — Eu não disse que você tinha namorada, mencionei as garotas com quem você costuma beijar, bem, foi o que o Israel me contou — puto fofoqueiro, pensei, mas tudo bem, ele já sabia e o que eu podia fazer? — Bom, sim, eu fico com algumas garotas, mas falar inglês não se compara a beijá-las, não é a mesma coisa. — Mas ajuda, olha — ela nem tinha terminado de falar quando começou a me beijar. Sua língua não se movia desajeitadamente como a das garotas do colégio, ela brincava com a minha língua enquanto movia a cabeça de um lado para o outro. De repente, ela subiu em cima de mim e eu não me mexi, não conseguia acreditar. Ela pegou minhas mãos e as levou até sua bunda. Eu, por instinto, comecei a apertar e a enfiar minhas mãos por baixo do pouco tecido que cobria seu short. Isso a deixou ainda mais excitada e ela começou a respirar ofegante. — Aperta minha bunda, assim que eu gosto, continua e não para de fazer isso — Eu sabia que não era como com as garotas da escola, mas eu tinha aprendido alguma coisa com elas, mesmo sabendo que era desajeitado para uma mulher tão experiente quanto ela.bunda grande gostosaDe repente, ela tirou a camiseta curta que cobria seu torso e soltou seus seios carnudos. Não precisou dizer nada, porque eu me joguei sobre eles, beijando primeiro, depois chupando e até mordendo. Essa última parte pareceu agradá-la mais, já que ela pegou minha cabeça e a sacudia para que eu pudesse esticar mais seus mamilos enquanto os segurava com meus dentes. Ela se levantou um pouco para abrir minha calça com desespero, e finalmente minha pica, que já estava super melada de tão excitado que eu estava, pôde aparecer. Sem dizer uma palavra, ela montou em mim com desespero, afastando seu short o suficiente para que minha pica dura e venosa pudesse entrar nela. Essa foi minha primeira vez. Não precisei fazer nenhum esforço além de estar ali naquela manhã. Ela não parava de cavalgar, e eu não sabia quanto tempo iria aguentar enquanto sentia sua boceta peluda ficando molhada aos poucos a cada investida. Ela me abraçava com força ou me beijava desesperadamente enquanto se contorcia em cima de mim.
— Quando estiver quase gozar, me avisa, não pense em terminar dentro de mim — ela disse ofegante, recuperando um pouco a razão. — Assim, bebê, assim, vamos, dá um tapa na minha bunda, seja meu macho. Eu não sou como suas garotas, bebê, sou a foxy que você estava esperando a vida toda. Assim, que dura está sua pica, sim, deixa a mamãe montar. — Isso me excitou ainda mais, e ela percebeu que eu não aguentaria mais. Eu tinha os olhos fechados, quase gozando, quando ela se afastou de mim para ficar de joelhos e colocar minha pica na boca. Era algo que eu tinha desejado tantas vezes enquanto me masturbava no banheiro, mas finalmente estava vivendo, então decidi abrir os olhos e admirar como ela tirava e colocava minha pica na boca, e com a mão apertava, esperando o líquido que sairia disparado, enchendo não só sua boca, mas a força fez com que chegasse até sua garganta. Foi tanto o gozo que ejaculei naquele momento que, se não fosse na boca dela, teria feito uma bagunça na sala. Isso não a fez parar, pois ela continuou... chupando como a puta safada que ela era. Ao notar que eu não perdia a dureza, ela me levantou do sofá e se colocou de quatro, dessa vez tirando o short, permitindo que eu admirasse pela primeira vez seu corpo de deusa completamente nu. Não ficava devendo nada às atrizes pornô que eu via nos filmes e nas revistas. — Vamos, neném, me come com força, não me faz esperar — ao mesmo tempo que abria suas nádegas carnudas. Fiquei maravilhado, aproveitando a vista: suas lindas nádegas estavam abertas diante de mim, deixando ver sua buceta super molhada e um cu que mostrava todo o estrago que havia sofrido antes.vadia  rabudaNão vou mentir pra vocês, mas era minha primeira gozada com uma mulher, então minha glande estava super sensível e minhas pernas tremiam. Ao segurá-la pelas nádegas e enfiar meu pau na sua boceta molhada, a sensação foi estranha no começo – eu me arqueava porque sentia uma leve cócegas, mas logo me acostumei e comecei devagar, até que fui aumentando a força com que a comia, a ponto de ter que dar uns passinhos pra frente porque empurrava o sofá.
— Isso Alex, assim, duro, papai, sim, mais, mais… ah, eu sou muito puta, dá mais pau pra sua puta, não para Alex, não para, goza dentro de mim — eu a segurava pela cintura com força e a esmagava contra mim, podia ver suas nádegas carnudas quicando, o que me deixava louco e aumentava a força e a velocidade. Quando parava um pouco pra recuperar o fôlego, ela balançava aquele rabo gostoso e batia suas nádegas contra mim com tanta força que elas batiam no meu corpo cada vez que ela se enfiava. Já estava durando um pouco mais e, ao virar pra vê-la, não pude evitar de olhar aquele bumbum que ficava cada vez mais molhado. Primeiro só passei meu dedão, e isso parecia deixá-la ainda mais excitada, ela gemía como a raposa que era, e quando enfiei meu dedo no seu cu, senti um banho morno de líquido da sua vagina.
— Isso, castiga meu cu, mete mais um dedo, castiga essa mamí puta — eu realmente fiz tudo que pude pra aguentar mais, mas ao sentir aquele líquido morno escorrendo pelo meu pau, banhando até minhas bolas, e ela não parava de gemer e de falar, isso me fez gozar, mas não ejaculei dentro dela, e sim jorrei e enchi suas nádegas de porra, que novamente foi abundante. Apertei meu pau quase até espremer e senti como não parava de sair gozo. Ela levou as mãos às suas nádegas e começou a espalhar minha porra nelas, enquanto enfiava o dedo lambuzado dentro do seu cu e levava a outra mão à boca, provando meu sêmen.A mãe do meu colega de classeEu estava meio tonto, sentia meu coração bater muito forte e até pensei que ia sair do peito, mas me sentia feliz pelo que tinha acabado de acontecer. Perdi minha virgindade com uma mulher muito gostosa, mais velha que eu e super putona. Ela se levantou e com uma voz bem animada disse: "Volto já, vou tomar um banho porque você me deixou toda melada e suja" – ela virou as costas e pude ver suas lindas bundas redondas com um pouco de celulite, mas pra mim eram perfeitas. Arrumei minha roupa e me sentei, porque ainda não tinha me recuperado. Olhei pro teto e fechei os olhos, fiquei assim um tempinho quando senti uma mão no meu ombro. "Não dorme não, cara, que a gente ainda não terminou de praticar" – não era a voz da Rita, mas sim o Israel que tinha voltado. Fiquei meio nervoso, olhando se tinha algum vestígio da batalha que tinha rolado, mas por sorte não tinha. De repente, a Rita voltou, já tinha tomado banho e abraçou o Israel enquanto dava um beijo na bochecha dele. Ela seguiu direto pra loja pra abrir, porque a mãe dela já estava esperando. Praticamos mais um pouco e fui pra casa, naquela noite não consegui dormir, me masturbei mais umas cinco vezes lembrando do que tinha acontecido e na esperança de que se repetisse. Visitei outras vezes a casa do Israel porque queria repetir a experiência, mas não foi possível, já que ela sempre estava muito ocupada com a loja, que realmente estava progredindo bastante. Algumas vezes que me via passando, só gritava: "Tchau, nenê".maduraDepois Israel foi transferido de grupo e nunca mais voltei na casa dele. Mas aprendi várias coisas que no futuro me seriam bem úteis. Bom galera do P! essa foi uma parte da história porque ainda falta contar o que aconteceu com minha amiga Paty e a irmã de outro amigo. Felizes punhetas.

3 comentários - A mãe do meu colega de classe

Blood que xopa está mujer está uvaaaa