Histórias da minha mãe pt.2

Fui rápido pro meu quarto, tava deitado lá, tudo tranquilo, quando chegou a notificação:Carla postou uma história nos Close FriendsDesculpa, não encontrei o texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo?Abri ela na pressa.
 E aí estava ela. 
De calcinha e sutiã preto.
 
Na frente do espelho, com a luz baixa.
 
Deixando ver todo o decote, o espartilho apertado na cintura dela, as pernas nuas.
 
O olhar... direto pra câmera, como seeuTira o espelho.
 
A lenda:Alguém me disse pra postar mais… o que você acha?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
 
—A mesma porra de frase que eu já usei alguma vez.
 Fiquei duro, mano.O celular quase caiu da minha mão.
 
Ela também configurou o Close Friends dela pra sóeuVocê viu ela?
 
Ou isso já é uma porra de competição de quem esquenta mais o outro?
 
—Não fode, parceiro… isso já é outra parada—
 Depois de ver a história dela, senti o coração na boca, porra.Ela sabe que eu vi ela.
Eu sei que ela tá me olhando.Isso já não é por acaso, mano. É uma porra de um jogo de olhares, de fotos, de silêncios que gritam. Então eu dei a elacurtir a história dela—só isso, sem mensagem—, pra ela saber quevi ela… e que me apaixonei.
 Depois, fui no banheiro, coloquei a mesma porra da cueca preta, mas dessa vezpuxei ele um pouco mais pra baixo, deixando ver a beirada de tudo, mas sem mostrar por completo.A luz baixa, o ângulo perfeito, o olhar direto pra câmera como se fosse ela que estivesse ali. 
A lenda: Parece que alguém gosta de brincar… quem é o próximo?
 Eu subi ela.Só pra ela.
 
—E agora, é só esperar—
 Depois de postar a foto, fiquei largado na minha cama, o celular na mão.vendo como o desgraçado do ponteiro dos segundos se mexia devagar, bem devagar.
 
5 minutos.Nada. 
10 minutos.Nada. 
15 minutos.O Instagram me avisa:Vista há 2 minutosDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. 
—Ele viu ela!—
 Mas igual da última vez…Nem like, nem mensagem, nem nada.
 Levantei, andei de um lado pro outro do quarto,ouvindo cada barulho na casa.
 Ela tava rindo? Ela tava se tocando? Ou só viu ela e pronto? 
—Não aguento a curiosidade—
 Exatamente dez minutos depois,outra notificação.
 
Ela. Outra história. Close Friends (só pra mim?).
 Eu abro ela eAí está...
 
Deitada na cama, de costas pra câmera, a lingerie preta apertando aquela bunda que sempre me deixa louco.
 
A pele brilhando sob a luz fraca, as pernas levemente abertas.
 
—Dou like na hora, sem nem pensar—
 Mas dessa vez eu não me seguro.Vou tirar outra foto minha.
 
Deitado na minha cama, a mão segurando meu pacote por cima da cueca, marcando ele mas sem mostrar tudo.
 
Vou subir. Só pra ela.
 
E espero.
 
Um minuto.
 
Dois.
 
Três.
 
—Notificação!—
 
Ela deu like na minha história.
 
—O coração filho da puta quer sair do peito—
 
Aí está, mano. A confirmação. Não é coincidência. Não é por acaso. Ela sabe. Eu sei. E agora…
 Lá estava eu, deitado na minha cama com o celular na mão, quando de repentePUM!Outra história de putaria da minha chefe. E dessa vez…Não fode!
 Eu abri ela equase que o maldito coração sai do meu peito.
 Era ela,mas como nunca tinha visto elaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Aquela porra dos peitos dela ali, bem empinadinhos, rosadinhos, aqueles bicos durinhos... de frio ou de tesão, mas eu tava pouco me fodendo. A pele macia, branquinha, esses peitinhos pequenos mas perfeitos, como feitos pra caber nas minhas mãos.
 E a porra dasorriso…Esse sorriso de "eu sei que você quer me comer, filho, e talvez eu também queira você".Não dizia nada, não colocava nenhuma frase de merda, só o corpo dela, o sorriso e a porra da mensagem clara: "Tô aqui, cê vai fazer o quê?
 
—Acendi igual um isqueiro, porra!—
 Minha boca secou, o maldito coração acelerou e a mão tremeu um pouco quando eu curti.Não era qualquer like, mano… era um "Sim, eu te quero. Sim, já era, fodeu tudo".E a porra da cueca boxer já não aguentava mais,O pacote inteiro tava marcado, durasso como pedra.
 
—E agora, que porra eu faço?—
 
 Lá estava eu, deitado na minha cama com a pica bem dura e o celular filho da puta na mão.Não aguentava mais, mano. Tinha que arriscar tudo ou nada.Arranquei a cueca de uma vez, peguei minha piroca com o punho fechado e tirei a foto mais foda que consegui.o pau pulsando, a cabeça bem vermelha com uma gota de porra brilhando, os ovos tensos.
 Mandei um texto pra ela:Não sei que porra é essa que a gente tá jogando, mas se você realmente quer isso, vem. A porta tá aberta.
 
—Mandei o envio e joguei o celular fora como se tivesse me queimado—
 Os segundos se tornaram eternos, mano.Vista há 1 minuto"... "Vista há 3 minutos"... e nada.O silêncio do caralho já tava torrando meus ovos.Fiz merda? Ela se assustou?
 Até que de repente...Ouvi passos no corredor.
 
Suaves, lentos, como se tivesse dúvida.
 
Um suspiro.
 
Dois tapinhas na porta.
 
—"Passa..."—Eu disse, com a voz mais rouca do que nunca. E aí...O botão girou.
 
A porta se abriu devagar e lá estava ela, mano.
Sem blusa, só com a porra daquele espartilho preto que ela me mostrou nas fotos, os bicos duros marcando no tecido.
 
A respiração ofegante, os lábios entreabertos, as pernas tremendo um pouco.
 
—"Alec..."—disse, e nessa única palavra eu ouvi tudo:O medo, a vontade, a puta necessidade.
 
—"Fecha a porta..."—respondi, enquanto a pica pulsava em mim que nem um bicho enjaulado. 
—E aí, mano... vi ela morder o lábio e obedecer—
 

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