Grávida e Infiel. Parte 7

Eu estava com o Salvador na casa dele, sacando meus desejos de transar, quando o celular dele tocou e uma visita inesperada chegou com uma revelação. Ele foi caminhando lentamente até o celular comigo ainda em cima dele, pegou o aparelho, nem olhou as mensagens, desligou e jogou no puff perto da cama. Nós caímos na cama juntos. Ele foi subindo devagar no meu corpo enquanto eu acariciava e tocava nele. Ele tirou toda a minha roupa e estava tirando a camisa quando ouvimos batidas na porta da frente e uma voz que reconhecemos imediatamente chamando pelo nome dele. Minha cara estava de terror e meu coração parecia que ia sair do peito. Ele se levantou rápido e começou a abotoar a camisa.

Salva: — Fica tranquila... já volto.

Eu: — Quem é? É meu marido?

Salva: — Parece que sim... — ele ajeitou a gola da camisa.

Eu: — Por favor... não fala pra ele que eu tô aqui...

Salva: — Não, não... calma... — ele acariciou minha bochecha e me cobriu com o lençol. Ele passou a mão no cabelo, passou mais perfume e foi andando até a porta pra abrir.

Assim que vi ele saindo, encostei na porta do quarto pra tentar escutar a conversa. Só dava pra ouvir que o Dante estava nervoso e preocupado comigo. "Sério, não sei onde a Giuli foi se meter... eu fui um imbecil... ela ia ver nosso bebê e eu não fiquei com ela, ela foi toda amorosa e eu fui um bloco de gelo... tudo porque minha cabeça tava em outro lugar..."

Ouvi o Salvador perguntar: — Por que você tá assim, amigo?

Dante: — Você sabe... aquela gostosinha, a de sempre, que tá atrás de mim há uns anos... e não só ela, mas a mãe dela também. Aff... aquela coroa... que deve ter quase 60... você não sabe o que é... ela é uma milf, uma mulher que sabe muito na cama e me deixa maluco toda vez que eu tô com ela. Ela tem uns peitos gigantes e um corpo meio marcado pela idade, mas a boceta... a boceta daquela mulher me enlouquece... me faz pirar a cabeça... as duas. cabeças... - ele riu. Eu chorava e tentava não fazer tanto barulho para continuar ouvindo - mas você não sabe, o pior foi esses dias. A milf me chamou e a filha estava lá... a puta da mãe... você não imagina como eu comi as duas juntas... a filha e eu agarrados nos peitos da mãe dela e eu enfiando o pau na filha até o fundo... juro que não consigo parar com essa loucura... preciso que você me diga... o que posso fazer... devo contar a verdade para a Giuli?? Salva: - É... não deve ser bom pra ela você não ser sincero, muito menos estar longe... você sabe de uma coisa? Dante: - O quê? O que aconteceu? Salva: - Quando ela fez o ultrassom, eu tinha ido à clínica levar minha mãe por aquele problema de saúde nos ossos e esbarrei com ela, vi ela triste... Dante: - Tá vendo??? É isso que não quero, que ela fique sozinha... ela tá grávida e ficou sozinha naquela hora Salva: - E eu fiquei fazendo companhia e caiu super bem porque ela ficou muito emocionada... Dante: - É... vi a mensagem dela... vou ter um filho... meu menino... aí eu percebi que devia mudar ou devia falar com ela... especialmente pelo meu bebê Salva: - É... eu... eu tenho que ir pra um lugar... tenho que ir logo... Dante: - Ah, é... desculpa... bom. Obrigado... obrigado por sempre me ouvir Ouvi eles batendo nas costas um do outro e rindo. Abriram a porta de entrada e saíram. Aí, com mais calma, fui atrás do meu celular - devia estar na minha bolsa nos sofás da sala e não vi. Procurei entre os sofás e não encontrava minha bolsa. Nesse momento senti a porta abrindo e fiquei petrificada achando que era o Dante, mas era só o Salvador voltando Salva: - Yulita... linda... sua bolsa tá aqui. Coloquei atrás desse sofá. É impossível alguém ver ali.. - procurei meu celular dentro da bolsa e encontrei Eu: - Bom... obrigada, mas é melhor eu ir... - enquanto ligava meu celular Salva: - Não, não... você não deveria... deixa eu... Eu: Tá bom... preciso ir pra casa e provavelmente vou passar a noite na casa dos meus pais ou de uma das minhas irmãs... não se preocupe.

Salva: Não me peça pra não me preocupar, porque eu me preocupo sim... por você, pelo seu bebê... mas não vou negar que tô feliz que você vai embora, mas se quer ir, seja livre pra fazer isso. E sobre seu marido...

Eu: Eu ouvi tudo que vocês conversaram... não, não fale mais nada, por favor...

Salva: Preciso te contar uma coisa...

Eu: Vai ficar pra outra hora... obrigada por me acompanhar nesses momentos.

Salva: Se precisar de qualquer coisa... seja o que for, me liga, por favor...

Eu: Sim, obrigada... tchau, Salva.

Salva: Tchau, Yulita linda. - me aproximei pra dar um beijo na sua bochecha e ele tentou me segurar com firmeza, e eu o detive.

Eu: Não, não, sério... obrigada por ser do jeito que é, mas chega!

Salva: Ai, Yuli... - saí e fui pro meu carro.

Não parava de chorar ao me lembrar de tudo que o Dante tinha confessado pro Salvador e pensei: "Meu marido me traiu e parece que faz tempo, com a mesma mulher e agora com a mãe... ughhh... que nojo e ainda com a mãe dela... pra falar a verdade, eu odeio ele... que cara nojento..."

Senti que chegaram mensagens e eram da minha irmã Mariana: "Oi Yu, como você tá? Onde você se meteu? Escuta... hoje em casa vamos fazer uma comilança, vem com seu marido pra comemorar a notícia do meu sobrinho, um menino... quantos priminhos vão ter na família. O gordo diz pra você trazer sua própria bebida, porque ele não pensa em compartilhar a cerveja com você. Te amo, irmã." Eu ri às gargalhadas com lágrimas nos olhos.

Liguei o carro e fui pra casa. Ao chegar, vi que o carro do Dante estava lá e parei, respirei fundo, inspirei e exalei pra ficar tranquila. Ao me ver chegando, ele abre a porta e eu sorri timidamente.

Dante: Giuli... meu amor... - me abraçou.

Eu: Oi, Dante... o que foi? - ele me apertava cada vez mais forte - para, para, Dante, você tá me machucando... ayyy... me solta... - ele me soltou, mas me abraçou pela cintura.

Dante: Onde você estava? Onde você Já tinha entrado, minha gostosa? Eu: E fui fazer o ultrassom e... comemorar sozinha. Dante: Você não sabe a alegria que me dá saber que vamos ter um menino, um filho... nosso bebê - aproximou a mão, se agachou, acariciou minha barriga - Oi, meu bebezinho... como você está? Onde é que vocês foram com a mamãe? Quando eu não estou, você cuida dela, hein - sorriu e se levantou - que incrível como está sua barriguinha... Eu: É... é, bom... olha, Dante... acho que você e eu precisamos conversar... Dante: O quê? Por quê?? O que aconteceu? Eu: Eu não posso ficar com você assim... você tão ausente e eu passando pela gravidez tão sozinha e... Dante: Mas você sabe que é por causa do meu trabalho, mas você não está sozinha... Eu: Eu me sinto muito sozinha... - comecei a chorar - você, acho que não é sincero... e eu quero, desejo... preciso que você seja... Dante: Tudo bem... eu vou estar muito mais com você e vou estar mais presente... e sabe de uma coisa? Eu: O quê? O que você fez? Dante: Eu gostaria de comemorar isso de saber o sexo do nosso bebê comendo algo especial... Eu: Minha família nos convidou para ir... Dante: Ah... mas eu queria que fosse só você e eu... bom, e nosso filhinho... Eu: Se você não quer ir... Dante: Claro que quero ir... vamos juntos! Fui me trocar e ele foi organizar algumas coisas. Saímos os dois arrumados para a casa da minha irmã. Minha irmã Mariana mora numa área afastada da cidade que é mais zona rural, poucos vizinhos e muito espaço e muito verde. Lá moram junto com o marido dela, o gordo, o nome dele é Damián, e os dois filhos deles, Francisco e Joaquín, meus sobrinhos. Ao chegar, vejo que tinha vários carros na casa dela e descemos junto com Dante e ao bater na porta, sai meu cunhado para nos receber. Damián: Finalmente chegaram os futuros papais... Eu: Oi, Dami... Dante: Oi, cunhado... - nos cumprimentamos e entramos - na cozinha está sua irmã, metida a cozinhar. Dante apoiou a bolsa com bebidas na mesa da sala de jantar. Damián: Ei, cunhada... e trouxe sua bebida? Eu: Ai, não... esqueci... você vai ter que... Me convida um pouco da sua cerveja... - nós rimos. Damian e Dante foram para o quintal. Eu fui para a cozinha abraçar minha irmã Mariana:

- Oi, Yuli... mas... por que você está com essa cara...??

Eu: - Nada... nada...

Mari: - Vai, menina... Me conta o que aconteceu.

Eu: - Nada... Já passou...

Mari: - Bom... vai lá com o gordo e seu marido para fora, que preparei uma coisa bem legal para a gente passar um momento agradável.

Eu: - Tá bom... se quiser, eu levo...

Mari: - Não, não, não... você vai lá e aproveita a noite e seus sobrinhos...

Eu: - Beleza!

Ao sair para o quintal, perto da churrasqueira, havia uma mesa longa, que é a que a gente usa quando estamos todos, cheia de copos, guardanapos, bebidas e tudo mais. Eu não estava entendendo nada, e quando me aproximei, todos saíram ao mesmo tempo gritando: ¡SURPRESA!!!

Estavam todos: Dante, meus pais, minhas outras duas irmãs, meus 4 sobrinhos, meus cunhados e até o namorado da minha irmã mais nova. Eles comemoravam como se fosse a festa do título de um campeonato. Cumprimentei a todos muito feliz e, ao me aproximar de Dante, ele me abraçou e tentou me dar um beijo na boca na frente da minha família, mas eu virei a bochecha e dei uns tapinhas nos ombros dele, e nos soltamos. Ele sorriu e nos sentamos.

Minha irmã preparou, junto com os outros, uma variedade de empadas, matambre recheado, tomates recheados, língua à vinagrete e até sanduíches e enroladinhos de salsicha para os menores.

Comemos todos juntos, entre várias conversas sobre as comidas, alguma promoção de supermercado, futebol, os pênaltis mal marcados, as bebidas... enfim, aquelas conversas de família em que é impossível ficar sem assunto.

Meu cunhado, Damian, que estava na minha frente, foi quem comentou:

Damian: - No final... quem ganhou a aposta sobre o sexo do bebê da Yuli?

Mari: - Ganhamos? Diz o mosquito... você falou que seria menina.

Carmen: - Eu também disse que seria menina...

Emilce: - Eu também... acho que os únicos que ganharam foram o papai e a Mari... porque você, mãe, não escolheu...

Mãe: - E vocês sabem que o que eu... O importante é que tudo esteja bem, que chegue ao final e todo o resto é secundário... Já sabem que nome vão dar? Eu: - Ainda não decidimos, mas com certeza será um nome muito lindo. Meu pai se levantou com sua taça de vinho e disse em voz alta: Pai: - Vamos, família, brindemos por Giuliana, seu bebê e seu marido... Parabéns para vocês e muita felicidade... Todos: - Saúde!!! - entre todos batemos as taças e copos. Tanto Dante quanto eu estávamos recebendo muitos elogios. Depois de um tempo, meus pais estavam cansados e já queriam ir, e foram levados pela Carmen junto com seu marido Hernán e seus dois filhos. Logo depois, Emilce foi embora com seu namorado Gerardo, ficando eu com Dante e Mariana com Damián e seus dois filhos. Meus sobrinos, antes de irem dormir, me deram um forte abraço junto com um beijo, e isso me emocionou. Tanto Francisco quanto Joaquín, desde que descobriram minha gravidez, têm sido mais amorosos e atenciosos comigo. Conversamos um pouco e depois voltamos para casa com Dante. Eu ia calada, enquanto ele comentava sobre toda a comida que teve e tudo o que bebeu. Ao chegar em casa, desci com cuidado e Dante se aproximou para me dar uma mão, para que eu pudesse fazer melhor, e eu sorri para ele. Ele abriu a porta de casa e entrei agarrada em seu braço, assim como depois de nossa lua de mel nas montanhas. Ele me fez reviver aquele momento, mas algo me trouxe de volta à realidade quando ouvimos batidas na porta. Ele se virou para abrir e viu sua mãe; eu segui caminho para nosso quarto. Eu ouvia muitos murmúrios e não sei se estavam brigando ou conversando normalmente, mas não me importei. Peguei o celular, abri, coloquei meu pijama e me deitei. Ao ver, tinha uma mensagem de Mariana, minha irmã: "Oi Yuli... não sei o que você ia me dizer antes que o gordo nos interrompesse... mas seja o que for, me conta. Você sabe que serei uma tumba ou a melhor pomba-correio. Mas se cuida. Te amo." E respondi: "É algo longo para contar, mas se puder amanhã, depois de deixar um pedido, passo na sua casa e te conto. Eu sei. Eu também te amo e obrigada por este jantar. Tudo estava excelente" Tinha uma mensagem do Salvador "Oi Yulita linda. Como você está? Estou em casa olhando pra todo lado mas sinto que ainda te vejo aqui e que você vai aparecer a qualquer momento atrás da porta do banheiro ou do meu quarto. E ficou seu cheiro na minha cama e fico louco só de lembrar que você esteve aqui. Te amo tanto e te mando um beijão" Suspirei e não respondi ao Salvador, desliguei o celular e coloquei meu pijama, me olhei no espelho e vi minha figura de curvas sinuosas, meus peitos ficando maiores e mais volumosos pela minha gravidez e pela quantidade de leite que estava produzindo, com minha camiseta do pijama ficando mais justa, achei algo bonito de ver porque preenchia todo o tecido com meu corpo grávido. Nisso ouço que o Dante entrou, ao me ver assim ele sorriu:- Nossa, meu amor... que linda você está... Eu:- Oi... obrigada... Dante:- Já te disse que você é linda?- enquanto ia acariciando minha barriga inchada e com a outra mão acariciava meu rosto. Eu sorri pra ele e minhas mãos se apoiaram no seu pescoço e acariciava seu cabelo e com a outra seus ombros- me dá suas mãos, faz assim- ele guiou minhas mãos até seu peito para que subissem e descessem enquanto ele respirava ofegante e fechava os olhos- deixa eu tirar tudo...- tirou a camisa e eu olhei com atenção seu corpo que há tempo não observava e ele erguia o olhar para me encarar. Me apertou contra seu peito e me beijou com paixão, com muita língua e muita saliva. Eu lembrava dos beijos que trocamos com o Salvador, me deixava levar pelo tesão que sentia. Uma de suas mãos percorreu minhas costas, senti uma eletricidade excitante e joguei a cabeça para trás e ele se atirou para me beijar e chupar meu pescoço, que sabia ser meu ponto fraco. Ele lambia, chupava e beijava. Eu me sentia numa nuvem de tanto prazer que aquilo me gerava. Ele me levou caminhando lentamente até a cama e ali ambos desfizemos a cama e nos deitamos. Ele ficou de bruços e eu me Virei de lado para ele me tocar e eu poder tocá-lo e senti-lo. Ao descer minha mão, senti a dureza do pau dele que estava bem duro enquanto ele continuava me tocando, baixou a mão e acariciou minha barriga e me fez sentar para que ele ficasse na altura da minha barriga e falou Dante:
- Oi bebezinho... calma que eu vou ficar com sua mamãe, nossa mamãe... tá dormindo? - falando comigo
Eu:
- Parece que sim...
Dante:
- Talvez eu acorde ele.
Eu:
- Não... - ri - deixa ele dormir...
Dante:
- É que eu quero ficar com você... foder e te foder muito...
Eu:
- Sabe que eu adoraria que a gente transasse de novo... mas e o que você vai fazer com meus peitos?
Dante:
- Deixa eu procurar algo - levantou e pegou uma toalha de mão - coloca pra não vazar nada e a gente poder ficar melhor
Eu:
- Mas não cabe dentro da camiseta, olha o tamanho dos meus peitos, melhor eu tirar a camiseta e apoiar no seu peito - Dante concordou e ao me ver sem camiseta ele os amassava e eu suspirava, ele me fez subir em cima dele. Sua mão estava segurando o pau dele que ficava cada vez maior e ele roçava na entrada da minha buceta e isso o deixava louco, apoiei a toalha no peito dele e comecei a me mover lentamente em cima dele enquanto o pau dele ia entrando em mim, ele me segurou pelos quadris e ao sentir que estava bem dentro, me movia de cima para baixo, me encostei no peito dele para senti-lo e ele acariciava minha cabeça devagar e nos beijávamos, nos acariciávamos como há tempo não acontecia. Ao sentir que estava chegando no clímax, minha excitação estava a ponto de explodir, vejo que ele fecha os olhos e me move com mais força e eu tentava me segurar nele, ao sentir seus movimentos e a iminente saída do orgasmo dele, dos meus peitos saíram algumas gotas do meu leite e ao sentir como eu estava ficando excitada vendo ele assim, o apertei com força e acabamos juntos
Dante:
- Ai minha Yulita... mmmmmmmmmmmm...
Eu:
- Ai amor... mmmmmmmmmmm... que lindo...
Dante:
- Quanto eu te amo, minha Yulita linda - ao lembrar dessas palavras como Salvador me dizia, meu coração acelerou como um louco e tentei me acalmar - nosso bebê ainda está dormindo?
Eu: - Sim, sim... por sorte... dessa vez nos mexemos muito e achei que com tanto movimento ele ia acordar...
Dante: - Foi uma boa ideia aquilo da toalha, viu?
Eu: - Sim, mas eu teria gostado de praticar com você algo chamado Amamentação Erótica
Dante: - O quê? O que é isso?
Eu: - É quando o parceiro da grávida ou da mãe recente experimenta o leite dos peitos durante o sexo ou em qualquer momento.
Dante: - Na verdade, isso me parece mais nojento... você sabe que não gosto de leite e se alguma vez tomei foi quando era bebê ou criança, mas agora adulto, não... não farei
Eu: - Tudo bem... respeito sua decisão - sorri para ele e desci de cima dele, ficamos ambos pelados e me virei, ficando de costas para ele, ele me abraçou e dormimos assim CONTINUARÁ....

2 comentários - Grávida e Infiel. Parte 7

Que genia tremenda historia, espero que siga y no termine acá