Sempre me vesti confortável. Moletons largos, joggers, nada que marque o corpo. Não curto chamar atenção. Mas aparentemente pro “E” eu chamava atenção do mesmo jeito. A gente tava se vendo há um tempo, rolês de boa, filmes, café, risadas. A típica amizade com aquela tensão que você não sabe se tá viajando ou se é real.
Uma noite, ele veio aqui em casa pra ver um filme. A gente tava largado no sofá, bem perto, e quando o filme acabou, ele ficou me encarando. Aquele olhar que não é por acaso. Ele soltou:
— Você sempre se veste assim porque não quer que te olhem… ou não sabe o que esconde?
Eu ri nervosa, mas amei ele ter falado isso. Tinha algo no tom dele… não era punheta, era genuíno. Eu me aproximei e beijei ele primeiro. Senti o corpo todo dele tenso. Depois ele me confessou que era virgem. Não dava pra acreditar. Tinha aquela doçura e nervosismo que entregavam, mas mesmo assim me surpreendeu.
A gente foi pro quarto, e aí começou tudo. Tirei a camiseta dele e comecei a beijar o pescoço dele, devagar. A pele dele tava quente. A mão dele tremia um pouco quando tocava minha cintura, mas eu me deixei levar. Subi em cima dele e tirei minha camiseta. Tava com um sutiã preto, simples, mas ele pirou. Ficou me olhando como se não entendesse como debaixo de tanta roupa largada tinha aquilo.
— Não acredito que você é assim… — ele falou baixinho, quase sem ar.
Peguei as mãos dele e coloquei na minha cintura. Ajudei ele a tirar meu sutiã. Ele começou a beijar meus peitos, tímido, como se tivesse medo de fazer errado. Mostrei o que eu gostava, acariciei o cabelo dele enquanto ele descia, guiei ele com palavras suaves. Ele me olhava como se tivesse sonhando.
Desabotoei a calça dele e ajudei a baixar. Ele tava bem duro, mas visivelmente nervoso. Falei pra ele não pensar tanto, se deixar levar. Eu desci a calcinha devagarinho, e ele engoliu seco como se não pudesse acreditar no que tava vendo. Ele mordeu o lábio.
Quando ele entrou, custou no começo, por causa do nervosismo, mas eu tava muito molhada. Me mexi devagar, no ritmo, olhava pra ele olhos, e ele não conseguia nem falar. Gemia baixinho, sussurrava meu nome. Dizia que eu era linda, que não imaginava que fosse se sentir assim. Me segurava pelos quadris como se tivesse medo de que eu fosse embora.
Não durou muito, mas foi lindo. Quando acabou, ficou grudado em mim, acariciando minhas costas, dizendo que tinha sido a melhor noite da vida dele. E eu, sinceramente… também passei incrível. Tem algo em tirar a virgindade de alguém que não tem nada de sujo se for feito com carinho e desejo de verdade. Senti que foi especial. E ele, nem se fala.
Uma noite, ele veio aqui em casa pra ver um filme. A gente tava largado no sofá, bem perto, e quando o filme acabou, ele ficou me encarando. Aquele olhar que não é por acaso. Ele soltou:
— Você sempre se veste assim porque não quer que te olhem… ou não sabe o que esconde?
Eu ri nervosa, mas amei ele ter falado isso. Tinha algo no tom dele… não era punheta, era genuíno. Eu me aproximei e beijei ele primeiro. Senti o corpo todo dele tenso. Depois ele me confessou que era virgem. Não dava pra acreditar. Tinha aquela doçura e nervosismo que entregavam, mas mesmo assim me surpreendeu.
A gente foi pro quarto, e aí começou tudo. Tirei a camiseta dele e comecei a beijar o pescoço dele, devagar. A pele dele tava quente. A mão dele tremia um pouco quando tocava minha cintura, mas eu me deixei levar. Subi em cima dele e tirei minha camiseta. Tava com um sutiã preto, simples, mas ele pirou. Ficou me olhando como se não entendesse como debaixo de tanta roupa largada tinha aquilo.
— Não acredito que você é assim… — ele falou baixinho, quase sem ar.
Peguei as mãos dele e coloquei na minha cintura. Ajudei ele a tirar meu sutiã. Ele começou a beijar meus peitos, tímido, como se tivesse medo de fazer errado. Mostrei o que eu gostava, acariciei o cabelo dele enquanto ele descia, guiei ele com palavras suaves. Ele me olhava como se tivesse sonhando.
Desabotoei a calça dele e ajudei a baixar. Ele tava bem duro, mas visivelmente nervoso. Falei pra ele não pensar tanto, se deixar levar. Eu desci a calcinha devagarinho, e ele engoliu seco como se não pudesse acreditar no que tava vendo. Ele mordeu o lábio.
Quando ele entrou, custou no começo, por causa do nervosismo, mas eu tava muito molhada. Me mexi devagar, no ritmo, olhava pra ele olhos, e ele não conseguia nem falar. Gemia baixinho, sussurrava meu nome. Dizia que eu era linda, que não imaginava que fosse se sentir assim. Me segurava pelos quadris como se tivesse medo de que eu fosse embora.
Não durou muito, mas foi lindo. Quando acabou, ficou grudado em mim, acariciando minhas costas, dizendo que tinha sido a melhor noite da vida dele. E eu, sinceramente… também passei incrível. Tem algo em tirar a virgindade de alguém que não tem nada de sujo se for feito com carinho e desejo de verdade. Senti que foi especial. E ele, nem se fala.
2 comentários - Tirei a virgindade de um cara 🫢