Trava desmaiou na minha frente

Minha esposa tinha uma cabeleireira que vinha em casa. Toda vez que ela vinha aqui cortar o cabelo ou pintar a minha esposa, ela trazia o filho dela. O moleque devia ter uns 13 ou 14 anos na época. O cara usava cabelo comprido e tinha traços muito delicados, era comum vê-lo com minhas filhas, que tinham mais ou menos a mesma idade, no computador. Dava pra perceber que o cara era bem afeminado. A mãe também comentou com a minha esposa que o moleque tinha atitudes estranhas. Até que um dia ela contou que o filho tinha confessado que se sentia gay. O problema era o pai, que era caminhoneiro, meio grosso e antiquado. Se descobrisse que o filho era gay, não sabia o que podia fazer. Depois de um tempo, ficamos sabendo que o garoto e a mãe foram morar em Córdoba porque o pai expulsou os dois quando descobriu que o moleque era gay. Anos depois, um dia eu precisava resolver um documento cedo e depois ver um cliente às 11 da manhã. O documento levou só 10 minutos, então fiquei com quase 2 horas de bobeira. Fiquei no carro um tempão na chuva e comecei a ficar de pau duro. Pensei: "não cairia nada mal um boquete agora", mas naquela hora e ainda por cima chovendo, era quase impossível conseguir alguma coisa. Ia começar a procurar em sites, quando lembrei que no aplicativo Grindr às vezes dava pra achar algo. Eu instalava esse aplicativo de vez em quando no celular e depois desinstalava. Assim que instalei e fiz login, recebi uma mensagem de uma transexual dizendo que estava no trabalho, a duas quadras de onde eu estava. Ela perguntou o que eu estava procurando, e eu falei que queria esvaziar o pau numa boca. Ela respondeu que estava disposta a engolir toda a porra. No perfil dela tinha uma foto da bunda dela numa calça justa. Ela me mandou umas fotos da bunda e pediu fotos do meu pau. Aí eu abaixei a calça, tirei uma foto do pau meio duro e mandei pra ela. Ela gostou muito e perguntou se eu queria ir agora, que ela chuparia meu pau. Então ela me passou o endereço e eu fui andando até o lugar. Era um café na entrada de uma galeria. Quando entrei, tinha duas minas atrás do balcão e outra atendendo numa mesa. Quando vi ela por trás, percebi que aquela raba era da pessoa que eu tinha que encontrar. Quando terminou de atender a mesa, ela veio na minha direção e na hora sacou que era com quem eu tinha trocado ideia no aplicativo. Essa garota trans mal tinha peitos e devia ter acabado de fazer 18 anos. Aí ela me dá umas chaves e fala que no fundo da galeria, descendo uma escada, ficavam os banheiros, pra eu abrir e esperar ela lá uns minutos. Pra ser sincero, tava meio nervoso porque não esperava ver ela num lugar tão cheio, então eu ficava olhando pra todo lado pra ninguém me ver. As minas que estavam atrás do balcão cochichavam entre si. Peguei a chave e saí rápido do café e fui até o banheiro. Quando entrei, acendi a luz e o banheiro tinha três cabines com vaso e porta. Um minuto depois, ela entrou no banheiro, me pediu a chave e fechou a porta com ela. Depois a gente entrou na última cabine e fechou a porta. Ela prendeu o cabelo e se ajoelhou enquanto eu tirava minha pica da calça. Sem dizer nada, enfiou ela toda na boca e começou a chupar com muito barulho e saliva. Enquanto chupava, ela massageava minhas bolas e às vezes tirava minha pica da boca e lambia desde as bolas até a ponta. Aí ela falou: "me avisa quando você for gozar pra eu tomar todo o leite". Então ela acelerou o movimento da cabeça, praticamente tava me mamando, e me segurou pelas nádegas pra acompanhar o movimento da minha pelve, e quando eu ia gozar, avisei ela, e ela enfiou a pica até o fundo da garganta pra eu jorrar os esporros de porra bem no fundo da garganta dela. Continuou chupando a pica até tomar a última gota de leite e deixou a pica limpinha. Continuou chupando mais um pouco até começar a dormir. Aí ela se levantou, e enquanto eu arrumava minha roupa, ela me disse: "você realmente não me reconheceu? Olhei bem e não tava sacando quem era até ela me falar que a mãe dela era quem ia na minha casa tingir o cabelo da minha esposa. Aí caiu a ficha que aquela travesti jovem era o cara que ia lá em casa e tinha ido pra Córdoba com a mãe. Então ela me contou que, quando fez 18 anos, voltou pra trabalhar e juntar grana pra fazer o tratamento hormonal. Se despediu rápido porque tinha que voltar pro trampo e falou pra eu passar quando quisesse, que assim ela curtia meu pau. Depois daquele dia, toda vez que eu passava no café, assim que eu entrava ela já me dava as chaves e eu ia direto pro banheiro. Nunca passava de um boquete, porque ela escapava do serviço e não tinha muito tempo. Um dia, ao entrar no cubículo, encostei ela na parede e apoiei meu pau na bunda redondinha e perfeita dela, isso a deixou mais excitada e ela se virou, se agachou e começou a me chupar mais frenética que das outras vezes. Dei uma camisinha pra ela colocar em mim. Depois que ela colocou, levantei ela, baixei a calça, puxei a tanga e ela mesma guiou meu pau pro cu dela. Assim que começou a entrar no ânus dela, ela abriu as próprias nádegas pra entrar mais fundo. Comi ela com força, apertando ela contra os azulejos da parede. Não aguentei muito e gozei. Depois ela tirou a camisinha e limpou meu pau, como sempre. Até que um dia passei no café e ela não tava. Passei várias vezes e nada. Criei coragem e perguntei por ela, me disseram que tinha ido morar no Peru com a mina com quem dividia o apê. Então chamei ela pelo aplicativo e ela me contou que foi pro Peru pra juntar grana, porque a colega dela, que também era trans, era peruana e elas tinham onde ficar sem gastar dinheiro. Passou um tempo, até que um dia, procurando o que fazer no Grindr, vi que ela tava na minha área. Mandei mensagem e ela disse que naqueles dias não podia me ver porque ia operar os peitos. Depois de uma semana, mandei mensagem de novo e combinamos de nos encontrar. Só que ela falou que só podia fazer um oral porque tava No pós-operatório, quando fui buscá-la, ela parecia outra pessoa, porque estava usando um vestido bem feminino e os peitos dela estavam enormes. Já no carro, fomos para um hotel e, lá dentro, ela se despiu e ficou só de tanga e um sutiã enorme tipo corset. Enquanto eu tirava minha roupa, ela me beijou pela primeira vez, dizendo pra eu não tocar nos peitos dela porque ainda estavam muito sensíveis. Enquanto me beijava, enfiei a mão por baixo da calcinha dela pra tocar no pau dela e me ajoelhei pra puxar a calcinha pra baixo, e descobri que o pau dela tava amarrado com um barbante pra ficar pra trás. Assim que ela tirou o barbante e liberou o pau, automaticamente enfiei na minha boca e comecei a chupar. Ela foi se deitando devagar na cama de barriga pra cima, fiquei chupando por um bom tempo até ela pedir pra parar, senão ia gozar. Aí ela mandou eu ficar de barriga pra cima e colocou dois travesseiros embaixo da minha bunda pra minha pélvis ficar bem levantada. Assim ela começou a chupar meu pau e depois foi pros meus ovos. Continuou descendo até chegar no meu cu. Ficou lá enfiando a língua no meu rabo, enquanto eu continuava batendo uma no meu pau. De repente, ela se ajoelhou na minha frente e encostou o pau dela no meu, e bateu uma pros dois juntos. Sem perceber, vi ela abrindo uma camisinha e colocando, e encostou o pau dela no meu cu. Pegou não sei de onde um pote de lubrificante, passou bem no meu cu e começou a me penetrar bem devagar. Ela começou a meter forte e, de repente, o pau dela saiu do meu cu. Aí ela se deitou de barriga pra cima com o pau dela parecendo um mastro e disse: "Senta em cima". Subi nela e sentei bem devagar no pau comprido dela. Já com o pau todo dentro do meu cu, quis deitar em cima dela pra beijar, mas ela não deixou porque eu podia apertar os peitos dela. Então ela começou a meter e eu gemia que nem uma puta de tanto prazer. Em pouco tempo, ela gozou dentro do meu cu. Quando saí de cima dela, ela se virou e disse que tava muito excitada, me Ela pediu pra eu comer ela, por favor. Aí coloquei uma camisinha e meti de uma vez. Ela soltou um suspiro e se ajeitou mais de quatro, com as pernas bem abertas. Mesmo ela tendo dito que não podia transar por causa da cirurgia, comecei a comer ela bem forte. Ela gemia e pedia pra eu arrebentar mais a bunda dela, até que de repente ela desabou pra frente. Meu pau saiu do cu dela e eu, sem perceber o que tinha acontecido, tentei meter de novo. Vendo que ela não se mexia, perguntei se tava bem, e ela não respondia. Aí virei ela de barriga pra cima e percebi que ela tinha desmaiado. Aí me assustei e tentei acordar ela, mas ela não respondia. Liguei pra recepção e pedi pra chamarem emergência. Eles falaram pra não me preocupar, que tinham serviço de ambulância. Então, enquanto continuava tentando reanimar ela, me vesti. Uns minutos depois, bateram na porta: era o paramédico e uma enfermeira. Quando começaram a reanimar ela, percebi que ela ainda tava com a camisinha que eu usei pra comer ela no cu dela. A enfermeira, enquanto colocava ela de barriga pra cima direitinho, tirou a camisinha. Passaram vários minutos e ela não respondia. Foi aí que fiquei super nervoso, porque tava num hotel com uma transexual e, quando o médico chegou, ela ainda tava com a camisinha que eu usei. Se algo acontecesse com ela, ia ter que dar muitas explicações e com certeza ia me divorciar. Por sorte, de repente ela reagiu. Depois de um tempo, já tava bem e o médico explicou que o que aconteceu foi por causa do pós-operatório. Falaram que ela precisava descansar. Depois de aplicar uns medicamentos nela, eles foram embora e a gente ficou conversando um pouco. Minha cabeça tava a mil: se tivesse acontecido algo com ela, como eu ia explicar que tava num hotel com o filho transexual da mulher que corta o cabelo da minha esposa? Depois de um tempo conversando, não sei por que, meu pau começou a endurecer. Ela percebeu, se ajoelhou, baixou minha calça e chupou meu pau rapidinho, dizendo que não era justo eu ir embora sem... porra Uns minutos depois, enchi a boca dela de porra e ela engoliu até a última gota. Depois daquele dia, assim que recebeu alta das tetas, ela voltou a morar no Peru e até hoje nunca mais voltou, então não pude aproveitar aquelas tetas.

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