Jason VS Milf

Meu nome é Anne Hunter. Tenho 32 anos. Moro com meu marido, com quem estou casada há 14 anos, e meu filho Jack, que também tem 14 anos. Recentemente tínhamos um cachorro, mas ele faleceu, então ainda guardamos todos os pertences dele. Não é pra me gabar, mas a maioria diria que tenho uma vida perfeita. Tenho um marido gentil que tem um bom emprego e um bom salário que permite sustentar a família e uma casa grande. Também tenho um corpo de MILF perfeito. Tenho cabelo longo e loiro, normalmente preso num rabo de cavalo, uma figura curvilínea de ampulheta com peitos grandes e naturais que ainda não caíram, uma bunda firme e empinada, e coxas musculosas que a maioria das garotas de hoje chamaria de "grossas". E pra completar, tenho uma pele bronzeada perfeita, sem um pingo de gordura sobrando. No entanto, apesar da minha riqueza, família e beleza, ainda tenho dois problemas. O primeiro é que me sinto sexualmente frustrada. Admito que uma das principais razões pelas quais casei com meu marido é porque ele me engravidou aos 18. Mas como sou totalmente contra o aborto e meus pais me matariam se eu tivesse um filho bastardo, casei com o idiota do meu marido. Mesmo assim, aprendi a amá-lo, embora raramente façamos sexo; e quando fazemos, não é exatamente satisfatório. O segundo problema é meu filho. Ele é um menino doce, mas um pouco mole como o pai. E por isso tem sofrido bullying. O valentão se chama Jason e tem a mesma idade do meu filho, e hoje decidi fazer algo a respeito. Coloquei minha camiseta branca lisa, calcinha de renda preta combinando, um jeans apertado e salto de 10 cm. Assim que meu filho e meu marido saíram de casa depois de pedir pra eles fazerem as compras, fui atrás do valentão. Espero conseguir resolver isso até eles voltarem. Depois de caminhar cinco minutos pela rua, vi o valentão do bairro, Jason. Ele vestia um colete preto, jeans e botas. Tinha o cabelo raspado. Era bem alto pra idade e ele tinha um físico musculoso, com um rosto robusto e atraente. Me aproximei dele, com os peitos balançando levemente ao caminar, e o parei. "Você é Jason Smith?", perguntei com as mãos nos quadris. "Sim. E daí?" Fiquei sabendo que você está perturbando meu filho Jack. É verdade? Aquele bundão? Sim, na verdade, eu dei uma surra nele ontem. O tom dele era desdenhoso. "Ei, não gosto de como você trata meu filho, então vem comigo para conversar um pouco." Agarrei sua mão e o levei para casa. Percebi que ele estava olhando minha bunda grande balançando enquanto eu me exibia. Tinha que admitir que me sentia um pouco excitada com o desejo dele. Acho que fazia muito tempo que ninguém me olhava daquele jeito. Entramos em nossa casa grande e bem mobiliada. Fomos para a cozinha e o sentei na minha frente. "Então, gostaria de começar perguntando por que você sente a necessidade de bater no meu filho." Não é óbvio? Ele me irritou. É um covarde e chora por tudo. Pra mim, dar uma surra nesses caras é um serviço público. Escuta, Jason, eu sei que ele é meio mole, mas não quero que você mexa com meu filho. "Quem se importa?", ele se levantou, agarrou meu pescoço e olhou nos meus olhos azuis. "Aquele garoto é meu bundão e eu vou fazer o que quiser com ele. E, como seu filho, você vai fazer tudo o que eu disser." Antes que eu pudesse responder, ele me beijou. Violando minha boca com sua língua. Tentei empurrá-lo, mas quanto mais ele insistia, menos eu queria resistir. Quando ele finalmente me soltou, tirou uma faca pequena do bolso de trás e rasgou minha camiseta, expondo meus seios cobertos pelo sutiã. Ele começou a tentar arrancar meu sutiã, mas o parei agarrando seu pulso. "Para, por favor", supliquei. Mas Jason não ligou. Ele simplesmente me deu um tapa e arrancou meu sutiã. Não conseguia acreditar que um garoto estava me dominando. E o pior era que eu estava ficando cada vez mais excitada com o abusador do meu filho. Sem aviso, ele começou a apertar meus mamilos e a me dar beijos de língua de novo. Senti que estava ficando... submissa e obedecia enquanto ele brincava habilmente com meus mamilos. Meu ponto de ruptura chegou quando ele deslizou a mão pela minha barriga e beliscou meu clitóris, me levando ao orgasmo. Ele me soltou e deu um passo para trás para admirar sua obra. Minha blusa e sutiã estavam rasgados ao meio, expondo meus seios grandes e bronzeados com mamilos rosados. Meu rosto estava vermelho enquanto eu ofegava e gemía. Era culpa do meu marido inútil, que raramente me fazia chegar ao orgasmo, ou da habilidade tão pouco natural para um garoto da idade dele? Acho que foi um pouco dos dois. Antes que eu pudesse recuperar totalmente o fôlego, Jason começou a fazer exigências. "Fica de joelhos e me chupa, puta". No começo tentei resistir, mas então ele deu algumas palmadas nos meus seios e voltei a ser o brinquedinho dele. Rastejei até ele, comecei a abaixar o zíper da calça e puxei o pau dele para fora. Soltei um grito abafado ao vê-lo, de boca aberta. Meu marido não era exatamente o maior, tinha pouco menos de 13 centímetros. No entanto, o pau dele é como um palito comparado com o pau grosso e exibido do Jason. Parecia ter uns 23 centímetros de comprimento e era grosso o suficiente para meus dedos delicados não conseguirem envolver. Não só isso, mas as bolas dele eram depósitos enormes de porra. Enquanto meu marido só conseguia uns jatos patéticos de sêmen aguado uma vez por mês. Eu estava fascinada pelo pênis dele, então comecei a lamber de cima a baixo e acariciar suas bolas enormes. Depois de um tempo, e sem conseguir esperar mais, comecei a envolver com minha boca a cabeça do seu pênis enorme, levando-o gradualmente pela minha garganta até finalmente chegar no estômago. Me retirei e comecei a balançar a cabeça para cima e para baixo. Depois de um tempo chupando o pau dele com as mãos, saboreando seu pré-gozo, ele se cansou do meu ritmo e me pegou pelo rabo de cavalo. Ele enfiou até minha garganta, quase sem ar. Minhas mãos se agarraram à sua bunda musculosa para Me submeter. Ele me tratava horrivelmente, como se eu não fosse nada além de um brinquedo, e isso me deixava com muito tesão. Não sei o que há de errado comigo. Aqui estou, sendo usada como um poste de carne pelo abusador do meu filho, e isso me excitava. Meu corpo só quer se submeter a ele, ser seu brinquedo até que ele se livre de mim. Finalmente, ele agarrou minha nuca e enfiou todo o seu pau na minha garganta. Jatos de sêmen grosso e cremoso encheram minha barriga. Depois de engolir o que parecia um litro de porra, ele puxou o pau para fora da minha boca, revelando seu pênis ainda ereto. Ele me deu vários tapas para limpar o sêmen restante e voltou a dar ordens. —Isso foi até que bom, raposa. Não foi o melhor boquete que já recebi, mas você vai aprender —disse com um sorriso arrogante—. Agora, se quer que eu continue, tem que ficar pelada para mim. Até agora eu sempre resistia, tentando me agradar para acreditar que ainda era uma boa mãe e esposa. Mas eu o desejava com todas as minhas forças. Me virei, tirei meus jeans e calcinha. Enfrentei ele e mostrei meu corpo de mulher madura. Minha buceta estava molhada e meus mamilos duros como pedras. —Fico feliz em ver que você está começando a me obedecer completamente, como uma boa raposa, como deveria. Agora, me despe. Fiz o que ele pediu e tirei toda a roupa dele, revelando seu corpo atlético. Depois de despi-lo completamente, aguardei pacientemente seu próximo pedido. —Bom. Já que você cheira a porra, vamos tomar um banho. Como essa era sua ordem, obedeci. Me levantei e comecei a caminhar em direção ao banheiro de cima. Foi então que ouvi um tapa forte e senti uma dor aguda na bochecha direita. Apesar de ele ter acabado de me bater, suas únicas palavras para mim foram: "Vem, cadela" e outro tapa forte na minha bunda, o que provocou ainda mais excitação do que antes. Subindo as escadas, entramos no banheiro e fomos para o meu box. Abrimos o chuveiro e nos beijamos novamente. Senti suas mãos brincando com minha bunda grande e redonda. Ele enfiou os dedos nela e deu um tapa na minha bunda. tapa na cara. Satisfeito, ele me virou e pressionou meus peitos gordos contra as paredes de vidro do box. Começou a deslizar seu pau pelos meus lábios, me fazendo contorcer e rebolando o bumbum para seduzi-lo. Mas antes que eu pudesse enfiar minha buceta no seu pau, ele se afastou, me fazendo gemer de frustração. Se quer meu pau, vai ter que merecer. Agora, peça, gostosa. Sem hesitar um segundo, implorei: "Por favor, Jason, me dá seu pau". Esperava que isso o satisfizesse, mas tudo que ele fez foi começar a massagear minha buceta. "Se quer meu pau vai ter que fazer melhor que isso", ele zombou. Nesse momento eu já não aguentava mais, precisava do pau dele com desespero. "Por favor, senhor, por favor, enfia na buceta dessa MILF sem valor". Felizmente, isso pareceu satisfazê-lo, pois ele enfiou seu membro enorme no fundo da minha buceta. Com as primeiras enfiadas já me levou ao orgasmo, mas isso não o deteve, metendo sem parar. Ele puxou meu cabelo e começou a me dar tapas, me deixando cair como uma porca debaixo dele. Meu marido nunca poderia me foder assim; ele era tão fraco e gozava na hora. Mas Jason, o valentão do meu filho, superou facilmente o pau inútil dele. Me deu o que eu realmente queria: ser tratada como uma puta na minha própria casa. Já tinham se passado 10 minutos e ele ainda estava abusando da minha buceta. Eu estava no meu terceiro orgasmo enquanto ele me dizia que puta eu era e como ia continuar batendo no fracote do meu filho e me fodendo todos os dias, apesar do que meu marido pensasse. Meu Deus, que foda ele é! Já tinha me tornado sua puta e fazia só meia hora que nos conhecíamos. Com as últimas enfiadas bestiais, ele derramou toda sua carga na minha buceta, me fazendo contorcer em êxtase. Normalmente eu teria dito para ele gozar em outro lugar, mas ele estava por cima; pode fazer o que quiser com meu corpo. Depois de encher minha buceta de porra, ele saiu do box, me deixando me recuperar da foda mais intensa da minha vida. Olhei para ele para ver o que faria. Estava mijando no meu vaso sanitário. Depois de terminar, ele me olhou com um sorriso e agarrou meu braço. "Bebe minha urina da privada, gostosa! Enfia essa sua cabeça inútil na privada como eu faço com seu filho inútil na escola." Rapidamente comecei a lamber a urina dele. Estava adorando esse tratamento. Depois de alguns minutos bebendo da privada como um cachorro, Jason puxou minha cabeça para fora. Ele apontou para a pia e perguntou qual escova de dentes era do Jack. Apontei para a azul e ele me entregou. "Usa isso pra limpar sua buceta e não pense em lavar depois", disse com maldade. Fiz o que ele mandou e enfiei a escova na vagina. Esfreguei por dentro, achando as cerdas gostosas na minha buceta. Comecei a me deixar levar e peguei a escova de dentes dele e devolvi. Ao colocá-la na pia, percebi algo no meu reflexo. Estava sorrindo, mas não apenas sorrindo - parecia mais feliz do que nunca. Jason me olhou e perguntou: "Agora que eu fodi cada centímetro da sua vida, te humilhei e te tratei como lixo, quero fazer uma pergunta. Você tem duas opções: eu vou embora dessa casa, nunca mais falo com você nem com sua família, paro de zoar seu filho e nunca mais falamos disso. Ou a segunda opção: você vira minha pet, continuo zoando seu filho e faço o que eu quiser. Qual você escolhe?" Era a primeira vez que ele falava comigo como um ser humano. Não sabia o que dizer; como mãe e esposa, queria escolher a primeira opção. Mas esse tinha sido o melhor dia desde meu casamento. Decidi escolher a opção que parecia mais sensata. Meu marido e meu filho chegaram em casa com as mãos cheias de sacolas de compras. "Amor, cheguei", gritou meu marido. Mas então os dois ficaram em silêncio. Olharam pra mim: estava completamente pelada, só com uma coleira de cachorro no pescoço e porra escorrendo da minha buceta. Enquanto me abaixava, olhei pra trás e vi Jason, o garoto que tinha estado zoando nosso filho, com seu pau duro balançando ao lado de Minha cara. "Que diabos?", foram as únicas palavras que meu marido conseguiu murmurar. Nosso filho começava a crescer diante de seus olhos. "Desculpe, Jack, tentei fazê-lo parar de perturbá-los, mas o pau dele era impressionante demais. Agora ele mora aqui e temos que fazer tudo que ele manda", disse antes de lamber seu membro de cima a baixo como uma boa idiota. "Que se dane isso!", ele gritou antes de se lançar para bater em Jason. Mas, obviamente, Jason era muito mais forte que ele. Jason simplesmente o esquivou e deu um soco no seu nariz, quebrando-o. Ouçam, viadinhos, agora eu sou o homem da casa. Então aqui vão algumas regras: façam o que eu disser, quando eu disser. Quem me desobedecer vai se machucar. Durmam lá fora, mas fiquem tranquilos, vou dar travesseiros e um cobertor. O jacuzzi e a piscina estão proibidos; só a gostosa e eu podemos usar. E, por último, façam todos os afazeres e me deem toda a renda extra de vocês. Entenderam? Jack olhou para seu pai, que chorava no chão após perder uma luta para um garoto de 14 anos. Olhou para sua mãe, que chupava o pau do garoto que mais odiava. A única coisa que podia fazer era se submeter. Ele acena em sinal de acordo. Bom, agora você pode começar me comprando uma pizza. A gostosa e eu vamos para o quarto principal foder. Jack viu sua mãe engatinhar atrás dele. Ajudou seu pai a se levantar e notou uma mancha úmida em sua calça. Ele tinha gozado de ver a perda de sua esposa. Jack o soltou e foi pedir uma pizza. Lá em cima, Jason estava deitado de costas olhando para sua nova putinha. Sentei em seu pau imponente, sorrindo de alegria. Ele começou a me foder de cowgirl. Não acredito que ele fosse tão foda; bateu no meu filho e no meu marido e se tornou o homem da casa. Estou tão feliz por poder entregar a ele minha bunda gorda de MILF. Ele agarrou minha bunda, acompanhando cada uma das suas investidas. Ele me fodeu forte e rápido, me levando à beira de outro orgasmo que meu marido patético jamais poderia me dar. Assim que eu deslizei na rola dele, ela saiu da minha buceta com um estalido sonoro. Foi então que ele me dobrou com a bunda pra cima, com o rosto virado pra porta. Foi então que chamou meu marido e meu filho. Entraram pateticamente no quarto. Meu marido tinha acabado de limpar todo o sangue do nariz. "Agora vocês dois têm celulares, certo?" Ambos concordaram com a cabeça. Bom. Agora peguem seus celulares e me gravem tirando a virgindade anal dessa gostosa. E fiquem à vontade pra bater uma vendo isso. Ambos pegaram seus celulares e apontaram pra gente. Depois tiraram seus paus, que já estavam duros. Olhei pra eles: Jack tinha uns 6 centímetros e meu marido 13 centímetros. Depois de rir das suas paus patéticas, ele começou a meter no meu cu apertado e virgem. Me agarrei nos lençóis; os fluidos da minha buceta eram a lubrificação perfeita pra rola imponente dele. Jack observava com lágrimas nos olhos enquanto ouvia os tapas molhados de Jason abusando sem piedade da minha bunda. Jack gozou com vários jatos de porra líquida. Pouco depois, meu marido também gozou. Tal pai, tal filho, né? Jason me levantou agarrando meus peitões enormes, eles só podiam ver meu rosto coberto de porra enquanto um cara com metade da minha idade me fodia feito uma idiota. —Bom, gostosa, onde você quer que eu goze? E não esquece de gritar pra que aquelas duas putas ali te ouçam. "Por favor... Goza... dentro do meu cu de putona na frente da minha família patética". Gritei entre gemidos. Então gozamos ao mesmo tempo. Minha buceta escorreu nos lençóis e ele encheu meu cu de porra até a borda. Desabei na cama, ofegante. Jason se levantou e foi até meu filho e meu marido; eles mal conseguiam olhar nos nossos olhos. "Gravaram? Bom. De agora em diante só podem bater uma vendo vídeos da gente fodendo. Não se preocupem, vamos fazer mais pra vocês não enjoarem. Desde que se comportem bem". Nesse momento bateram na porta. "Ah, deve ser a pizza. Jack, Vai lá, paga a puta da sua mãe para que ela pague. E já que estamos nisso, você deveria ir cumprimentar o entregador de pizza pelado para agradecer pelo serviço, meu porquinho de merda". Seguindo suas ordens, me levantei e fiquei agradavelmente surpreso que Jason me deu uma surra ao sair do quarto. Isso marcou o começo de um novo capítulo para a família Hunter. Um capítulo onde um garoto de 14 anos nos governava.

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