Meu marido acordou bem cedo naquela manhã. Ouvi o despertador e me virei de bruços. Levei dois dedos até minha buceta e os enfiei fundo. Estava molhada e era muito gostoso.
Meu marido percebeu que eu estava me tocando, então levantou as cobertas e me deu uns tapinhas na bunda. Depois riu. Assim que ele foi pro trabalho, continuei me masturbando até gozar gemendo que nem uma louca. Relaxei o corpo e decidi que podia ficar mais um pouco na cama. Duas horas depois abri os olhos e cheguei atrasada no compromisso.
Notei que minha buceta estava ardendo e senti meus fluidos encharcando os lençóis, mas agora tava com pressa. Pulei da cama e tomei um banho bem rápido. Me sequei e vesti uma legging justa e uma regata soltinha. Me olhando no espelho, vi que meus mamilos duros atravessavam o tecido fino. Completei o look com um par de botas pretas altas e fui pro meu compromisso.
Chegando no consultório, sentei na sala de espera. A assistente do médico me chamou, uma enfermeira gostosa de uns trinta anos. Ela me deu um avental branco fininho e mandou eu me despir. Não era a primeira vez que eu tirava a roupa na frente de uma mina, mas toda vez que acontecia, eu ficava molhada e com tesão. O avental mal me cobria. A enfermeira sorriu ao ver os lábios brilhantes da minha buceta. Esticou a mão e me esfregou bem de leve enquanto me olhava nos olhos.
— Vadia — ela disse enquanto tirava os dedos pegajosos. Eu me aproximei da enfermeira pra beijar os lábios dela, vermelhos e carnudos, quando o médico abriu a porta.
Ele veio me examinar. O metal frio me fez ofegar enquanto os mamilos endureciam. Ele me apalpou bem devagar e eu percebi que a ereção dele pressionava a calça. Começou a massagear meus peitos devagar, em círculos, abrindo caminho até meus mamilos duros. Eu me contorcia debaixo da mão dele enquanto ele beliscava e apertava minhas auréolas.
Agora eu tava muito molhada. Quente e apertei as coxas, dava pra sentir meus próprios fluidos escorrendo pela fresta da bunda, encharcando os lençóis brancos debaixo de mim.
O médico deixou meus bicos durinhos e sorriu satisfeito, dizendo que agora ia examinar minha buceta, então mandou eu abrir as pernas. Enquanto eu fazia isso, vi que ele tinha enfiado a mão discretamente no jaleco e desabotoado a calça, deixando o pauzão dele aparecer.
Sabia que meu clitóris tava inchado. Senti que tava quase gozando.
O doutor mandou a enfermeira ficar atrás de mim e depois sentou entre minhas coxas abertas. Ele colocou cada uma das minhas pernas num suporte. Se inclinou e eu senti o bafo quente dele no meu clitóris enquanto passava devagar um dedo pelos meus lábios inchados. Sem conseguir me segurar mais, meu corpo me traiu e se mexeu procurando o dedo do médico, enquanto a enfermeira esperava atrás de mim.
Me ouvi gemer e grunhir quando o doutor apertou meu clitóris inchado entre os dedos e bateu de leve. Nem precisou de lubrificante enquanto enfiava um dedo no meu buraco molhado e aberto da buceta. Enfiou um segundo dedo e começou a meter pra dentro e pra fora. De repente, senti também os dedos da enfermeira esfregando meu clitóris, enquanto o dedo do médico me comia. Me comiam juntos. Me contorcendo e me revirando na mesa de exame, não consegui evitar gritar de agonia e prazer.
Bem quando senti que ia explodir, o médico tirou os dedos e mandou eu ficar de joelhos pra ele examinar meu reto. A enfermeira colocou um travesseiro debaixo da minha cabeça e acariciou meu pescoço enquanto eu me ajeitava na posição.
Dava pra sentir minha umidade escorrendo por toda a parte de dentro das minhas coxas. De repente, o médico passou a ponta do termômetro na minha bunda molhada, lubrificando pra enfiar no meu cu bem apertado. Depois, enfiando o termômetro devagar, o médico começou a me comer o rabo com um grosso varinha de plástico, deslizando pra dentro e pra fora com a ajuda dos meus próprios sucos.
Me relaxei e abafei meus gemidos de prazer no travesseiro enquanto aquele homem bombeava o termômetro comprido no meu reto. E eu podia sentir as mãos da enfermeira acariciando minhas nádegas firmes suavemente, enquanto as separava e apertava.
Senti a respiração do doutor me avisar que ia trocar o termômetro pelo dedo dele. Ofeguei forte ao sentir o dedo da enfermeira espalhando o lubrificante frio ao redor do meu ânus. Mas foi o próprio médico quem empurrou o dedo lubrificado e logo senti dois dedos explorando minha bunda.
Minha buceta estava escorrendo sucos e então ouvi uns barulhos estranhos. Levantei o rosto do travesseiro e vi que o doutor estava segurando os quadris da enfermeira e metendo nela por trás. A enfermeira me olhou e sorriu, enquanto continuava massageando minha bunda. E começou a lamber meus sucos.
Gemi alto, enterrando de novo o rosto no travesseiro. Ouvi que a enfermeira sensual também gemia.
Mas o doutor não tinha terminado ainda e continuava duro como uma pedra, querendo mais. Então começou a me tocar com os dedos, enquanto se massageava o pau. De repente senti que ele se colocava entre minhas coxas abertas e, sem aviso, enfiou o pau duro em mim. Ofeguei surpresa e comecei a gritar bem alto, enquanto ele começava a me foder.
Depois ele se retirou e me agarrou pelo cabelo, metendo o pau enorme na minha boca molhada. Gritei de prazer, enquanto levantava os quadris no ar. A puta me fez gozar de novo e completou sua delicada tarefa de limpeza com seus lábios bonitos e sua língua. Enquanto se endireitava, senti que um dos dedos do doutor entrava fundo na minha bunda.
Depois ele tirou, dizendo que minha temperatura anal corporal estava normal.
O médico foi embora, depois de dizer que marcaria uma nova consulta para daqui a um mês. A enfermeira me ajudou a me vestir. Me acompanhou até a porta e me beijou com paixão, dizendo que mal podia esperar pra me ver de novo.
Meu marido percebeu que eu estava me tocando, então levantou as cobertas e me deu uns tapinhas na bunda. Depois riu. Assim que ele foi pro trabalho, continuei me masturbando até gozar gemendo que nem uma louca. Relaxei o corpo e decidi que podia ficar mais um pouco na cama. Duas horas depois abri os olhos e cheguei atrasada no compromisso.
Notei que minha buceta estava ardendo e senti meus fluidos encharcando os lençóis, mas agora tava com pressa. Pulei da cama e tomei um banho bem rápido. Me sequei e vesti uma legging justa e uma regata soltinha. Me olhando no espelho, vi que meus mamilos duros atravessavam o tecido fino. Completei o look com um par de botas pretas altas e fui pro meu compromisso.
Chegando no consultório, sentei na sala de espera. A assistente do médico me chamou, uma enfermeira gostosa de uns trinta anos. Ela me deu um avental branco fininho e mandou eu me despir. Não era a primeira vez que eu tirava a roupa na frente de uma mina, mas toda vez que acontecia, eu ficava molhada e com tesão. O avental mal me cobria. A enfermeira sorriu ao ver os lábios brilhantes da minha buceta. Esticou a mão e me esfregou bem de leve enquanto me olhava nos olhos.
— Vadia — ela disse enquanto tirava os dedos pegajosos. Eu me aproximei da enfermeira pra beijar os lábios dela, vermelhos e carnudos, quando o médico abriu a porta.
Ele veio me examinar. O metal frio me fez ofegar enquanto os mamilos endureciam. Ele me apalpou bem devagar e eu percebi que a ereção dele pressionava a calça. Começou a massagear meus peitos devagar, em círculos, abrindo caminho até meus mamilos duros. Eu me contorcia debaixo da mão dele enquanto ele beliscava e apertava minhas auréolas.
Agora eu tava muito molhada. Quente e apertei as coxas, dava pra sentir meus próprios fluidos escorrendo pela fresta da bunda, encharcando os lençóis brancos debaixo de mim.
O médico deixou meus bicos durinhos e sorriu satisfeito, dizendo que agora ia examinar minha buceta, então mandou eu abrir as pernas. Enquanto eu fazia isso, vi que ele tinha enfiado a mão discretamente no jaleco e desabotoado a calça, deixando o pauzão dele aparecer.
Sabia que meu clitóris tava inchado. Senti que tava quase gozando.
O doutor mandou a enfermeira ficar atrás de mim e depois sentou entre minhas coxas abertas. Ele colocou cada uma das minhas pernas num suporte. Se inclinou e eu senti o bafo quente dele no meu clitóris enquanto passava devagar um dedo pelos meus lábios inchados. Sem conseguir me segurar mais, meu corpo me traiu e se mexeu procurando o dedo do médico, enquanto a enfermeira esperava atrás de mim.
Me ouvi gemer e grunhir quando o doutor apertou meu clitóris inchado entre os dedos e bateu de leve. Nem precisou de lubrificante enquanto enfiava um dedo no meu buraco molhado e aberto da buceta. Enfiou um segundo dedo e começou a meter pra dentro e pra fora. De repente, senti também os dedos da enfermeira esfregando meu clitóris, enquanto o dedo do médico me comia. Me comiam juntos. Me contorcendo e me revirando na mesa de exame, não consegui evitar gritar de agonia e prazer.
Bem quando senti que ia explodir, o médico tirou os dedos e mandou eu ficar de joelhos pra ele examinar meu reto. A enfermeira colocou um travesseiro debaixo da minha cabeça e acariciou meu pescoço enquanto eu me ajeitava na posição.
Dava pra sentir minha umidade escorrendo por toda a parte de dentro das minhas coxas. De repente, o médico passou a ponta do termômetro na minha bunda molhada, lubrificando pra enfiar no meu cu bem apertado. Depois, enfiando o termômetro devagar, o médico começou a me comer o rabo com um grosso varinha de plástico, deslizando pra dentro e pra fora com a ajuda dos meus próprios sucos.
Me relaxei e abafei meus gemidos de prazer no travesseiro enquanto aquele homem bombeava o termômetro comprido no meu reto. E eu podia sentir as mãos da enfermeira acariciando minhas nádegas firmes suavemente, enquanto as separava e apertava.
Senti a respiração do doutor me avisar que ia trocar o termômetro pelo dedo dele. Ofeguei forte ao sentir o dedo da enfermeira espalhando o lubrificante frio ao redor do meu ânus. Mas foi o próprio médico quem empurrou o dedo lubrificado e logo senti dois dedos explorando minha bunda.
Minha buceta estava escorrendo sucos e então ouvi uns barulhos estranhos. Levantei o rosto do travesseiro e vi que o doutor estava segurando os quadris da enfermeira e metendo nela por trás. A enfermeira me olhou e sorriu, enquanto continuava massageando minha bunda. E começou a lamber meus sucos.
Gemi alto, enterrando de novo o rosto no travesseiro. Ouvi que a enfermeira sensual também gemia.
Mas o doutor não tinha terminado ainda e continuava duro como uma pedra, querendo mais. Então começou a me tocar com os dedos, enquanto se massageava o pau. De repente senti que ele se colocava entre minhas coxas abertas e, sem aviso, enfiou o pau duro em mim. Ofeguei surpresa e comecei a gritar bem alto, enquanto ele começava a me foder.
Depois ele se retirou e me agarrou pelo cabelo, metendo o pau enorme na minha boca molhada. Gritei de prazer, enquanto levantava os quadris no ar. A puta me fez gozar de novo e completou sua delicada tarefa de limpeza com seus lábios bonitos e sua língua. Enquanto se endireitava, senti que um dos dedos do doutor entrava fundo na minha bunda.
Depois ele tirou, dizendo que minha temperatura anal corporal estava normal. O médico foi embora, depois de dizer que marcaria uma nova consulta para daqui a um mês. A enfermeira me ajudou a me vestir. Me acompanhou até a porta e me beijou com paixão, dizendo que mal podia esperar pra me ver de novo.
1 comentários - caliente visita al medico con trio incluido