Esta história não é minha, só estou traduzindo e postando aqui pra que os leitores hispânicos também possam curtir. A página original é: https://archiveofourown.org/works/35238337 Brittany Hill organizou uma festa de aniversário pro filho fraquinho dela, Nick, mas nenhum dos amigos dele aparece. Quando Dante, o valentão que enche o saco do Nick, invade a festa, Nick só consegue assistir horrorizado enquanto a mãe dele se interessa de um jeito bem inapropriado pelo garoto cruel. ----------------------------------------------------------- Brittany Hill estava parada ao lado da piscina enterrada no quintal da sua casa deslumbrante de dois andares estilo Tudor, batendo no queixo com o dedo fino enquanto observava a mesa cheia de salgadinhos e lembrancinhas de festa, os balões e serpentinas pendurados na cerca alta que rodeava o jardim, e a mesinha menor cheia de presentes pra festa de aniversário do filho Nicholas. Ela tava esperando por isso há semanas e tinha garantido que tudo saísse perfeito. Brittany amava muito o filho único, mesmo que às vezes ele fosse um pouco chato por ser tão manso e sensível, então tava feliz em dar essa festa pra ele. Também tava doida pra trocar uma ideia com alguns pais dos amigos do Nicholas que ele tinha convidado. Brittany era meio que uma rainha secreta do tamanho e tinha notado que alguns amigos do filho tinham pais com umas protuberâncias bem notáveis. Nada indicava que fossem do tamanho que ela preferia, mas fazia um tempão que ela não sentava numa pica grande, então até uma de sete ou oito polegadas já ajudaria a matar um pouco da fome dela. Suspirou com saudade enquanto imaginava baixar as calças de um desses pais e engolir o pau inteiro de uma vez. Os bicos dos peitos começaram a apertar o tecido do maiô azul safira de uma peça enquanto pensava nisso. Olhou pra baixo pra garantir que os peitões enormes ainda estavam completamente dentro da roupa. do maiô incrivelmente justo e, apesar dos seus peitos chamativos de copa J, o tecido elástico do maiô se mantinha no lugar admiravelmente. Era decotado o suficiente pra mostrar boa parte do seu colo pálido e levemente sardento, mas não tão decotado a ponto de ser obsceno. O bastante pra chamar a atenção daquelas coroas sem parecer safada. Ela passou a mão na frente do maiô e sobre a barriga fina, depois passou as duas mãos pelos quadris e coxas incrivelmente largas e completamente expostas. O maiô terminava numa tirinha de pano que sumia entre as coxas e abraçava a buceta suculenta dela com força o suficiente pra mostrar o formato gostoso e inchado, mas de novo, não tanto a ponto de negar a desculpa plausível das intenções dela. A rabuda enorme dela, por outro lado, talvez não tivesse a mesma desculpa, considerando como naquele momento engolia a parte de trás do maiô, de modo que parecia que a bunda inteira dela tava de fora. No fundo, era isso mesmo. Esperava que isso fosse suficiente pra conseguir um pouco daquela pica enorme que tanto queria. Brittany jogou os fios ruivos como fogo por cima do ombro e se virou pra procurar o filho. Localizou ele perto de uma das espreguiçadeiras, passando protetor solar no corpo magricela. A substância branca fazia a pele, já pálida, ficar cegamente branca e acentuava ainda mais o peito de passarinho e os braços e pernas finos. Parecia que a sunga ia cair se ele se mexesse errado, apesar de estar bem ajustada na cintura. O pequeno completava sete anos hoje, mas sempre confundiam ele com um menino mais novo por causa do tamanho minúsculo. O cabelo castanho dele tava tão bagunçado quanto sempre e ela bufou baixinho, desejando que ele cuidasse mais da aparência. Talvez assim não enchessem tanto o saco dele, embora soubesse que não era só o cabelo que fazia ele ser alvo de piada constante. e abusos por parte de alguns garotos da escola. Francamente, seu doce e frágil filho parecia um covarde aos olhos dos outros, e Brittany sabia que isso o tornava a isca perfeita para os valentões. —Nicholas, querido —chamou—, que horas você disse para seus amigos virem? Já são duas e meia. —Mãe! —protestou com sua voz chorosa—. Já te falei que me chamam de Nick, não Nicholas! E eu disse para eles estarem aqui às duas. Devem começar a aparecer logo. Nick baixou o olhar e suspirou. —Tomara que sim. —Tá bom, desculpa, Nick —disse, enfatizando o nome preferido dele com um certo sarcasmo. Por que o filho dela tinha que ser tão sensível com tudo? —Eles vão aparecer, pode crer. Como se fosse um sinal, os dois ouviram o ronco de um motor se aproximando, diminuindo a marcha, e depois a porta de um carro abrindo e fechando na frente da casa. O som do motor se apagou conforme o carro se afastava, e então a porta do quintal se abriu. Nick estava visivelmente animado ao ver a porta se abrir e correu na direção dela, mas quando ela se abriu por completo, ele parou de repente e arregalou os olhos. Brittany se virou para olhar a porta aberta. Lá estava um garoto magro, de cabelo loiro e bagunçado, e olhos azuis penetrantes. Com a confiança de alguém muito mais velho, ele observava friamente o quintal. Quando olhou para Brittany, ela percebeu como ele a examinava com atenção: seus olhos iam do rosto dela para os peitos enormes, e depois paravam entre as coxas dela, que eram grossas como troncos de árvore, por uns instantes antes de voltar a encará-la nos olhos. Ela se surpreendeu ao sentir o rosto corar e os mamilos endurecerem ainda mais. Esse garoto tinha uma presença imponente que ela não estava acostumada a ver em um menino da idade dele. Ela também o observou, notando que ele mal estava vestido para uma festa na piscina: usava uma camiseta preta com o logo ilegível de alguma banda de death metal e uma calça jeans cinza escuro que... ¡A ela inchava a entreperna! Um volume muito maior do que um garoto tão jovem deveria ter! Um volume que mostrava claramente a forma de dois enormes e pesados orbes, além de um pedaço de carne dobrada que parecia capaz de rasgar o zíper ao meio se ele se levantasse. Brittany ficou de boca aberta e arregalou os olhos, incapaz de esconder seu espanto. Quando conseguiu desviar o olhar do pacote do garoto para encará-lo novamente nos olhos, viu que ele sorria cúmplice. Depois, ele se virou para olhar para Nick. "E aí, amigão", disse o garoto misterioso, conseguindo fazer até mesmo esse cumprimento soar sinistro. "Ouvi dizer que você ia dar uma festa, então pedi pro meu pai me trazer. Espero que você não se importe, baixinho." — Hã... MÃE! — gritou Nick, cambaleando para trás. "Quem é seu amigo, Nicholas?", perguntou Brittany, caminhando em direção ao garoto atraente, sentindo-se um pouco envergonhada por como rebolava instintivamente seus quadris largos e como seus peitões e sua bunda gorda se mexiam a cada passo. Ela tinha se vestido assim para tentar um papai que esperava ter uma boa rola, mas se viu tentando se exibir para esse garoto do fundamental com o que era ou uma estranha mordaça na calça, ou uma rola e uns ovos que fariam um maldito pônei parecer pequeno. — É, Nicholas — disse o garoto severo com um sorriso debochado —, conta pra sua mãe quem eu sou. Nick correu para a mãe, escondendo-se atrás dela e se apertando contra uma de suas pernas grossas, com o rosto espiando por trás da bunda enorme dela para olhar nervosamente para o garoto loiro. — Mãe! — sussurrou —. Esse não é meu amigo! É o Dante! Brittany arqueou uma sobrancelha. Era o Dante? Era o garoto que vinha aterrorizando o filho dela na escola quase todo dia? Brittany sabia muito sobre o Dante porque Nicholas não parava de reclamar desse moleque que o xingava, dava socos no braço dele toda vez que passava por ele no corredor e até fazia cafuné no banheiro dos meninos. Ela sempre dizia ao seu filho que se defendesse, fosse assertivo e enfrentasse o bullying. Agora que Dante estava na frente dela, ela conseguia entender como o filho se sentia intimidado por ele. Ela se sentia intimidada por ele! Mas com certeza ele não era totalmente ruim, né? Provavelmente tinha outras qualidades… admiráveis. Além disso, a maioria dos caras que agiam como valentões só precisava de um pouco de carinho pra mudar a maldade. Talvez fosse só isso que Dante precisava. — Bom, oi, Dante — ela disse, sorrindo pra ele. Ele ficou parado ali, estoicamente, mal reconhecendo ela, com o olhar fixo no Nick. — MÃE! — gritou o Nick —. Eu não convidei ele! Ele não devia estar aqui! Não dá boas-vindas pra ele! Manda ele vazar! — Ah, tenho certeza que você tá exagerando, querido. Ele gostou tanto de você que veio na sua festa de aniversário, né? — Enquanto Brittany falava, os olhos dela não iam pro filho aterrorizado e implorando, mas sim pra protuberância no jeans do Dante. — Que?! — disse Nick, incrédulo —. Ele não gosta de mim! Ele me odeia! Mãe, pelo amor! "Casa bonita", disse Dante, ignorando os apelos do Nick e olhando pra casa cara. — Nossa, obrigada! — disse Brittany, animada demais, claramente curtindo a aprovação intensa desse aluno da segunda série por algum motivo. Por que você tá agradecendo? Você que construiu? — Eu, é… n-não — gaguejou ela, de repente muito insegura. "Preciso mijar", disse ele, naturalmente, e começou a andar em direção à porta dos fundos da casa dela. — Ah, posso te mostrar onde fica o banheiro — ofereceu Brittany, dando um passo na direção dele, mas Nick puxou a perna dela tentando segurá-la. "Eu acho", disse Dante, e então entrou de boa na casa dela e fechou a porta atrás de si. MÃE! Por que você deixou ele entrar em casa?! — Ah, cala a boca, Nicholas! Você ouviu o menino! Ele precisa mijar. Quer que ele mije no quintal dos fundos como se fosse um… bicho de fazenda — disse ela, com a voz sumindo ao imaginá-lo abaixando o zíper e mijando na grama. enquanto ela observava. Nick olhou incrédulo para a expressão perdida no rosto da mãe. — O quê?! Mãe, ele é um monstro! Você não ouviu nada do que eu te falei sobre ele? — Nicholas! Para de ser tão malvado! Com certeza ele só é mal compreendido, só isso. Olha, vou entrar e garantir que ele ache o banheiro. Nick viu a mãe caminhar em direção à casa, sentindo-se como se estivesse num pesadelo. Não passou despercebido para o garoto como a bunda enorme da mãe balançava a cada passo, e ele ficava apavorado com o que Dante poderia pensar ou falar sobre aquilo, e muito menos com o que ele... faria... se tivesse chance. Nick correu atrás da mãe, ofegante, já sem fôlego por aquele pequeno esforço. — Mãe! Por favor! Manda ele embora! Não acredito que você deixou... — Nicholas! — ela esbravejou, chutando a grama com o pé descalço, fazendo os peitos dela pularem e as coxas e a bunda sacudirem como loucas. — Não aguento mais suas reclamações! Fica aqui fora esperando seus amigos chegarem. Vou ajudar o Dante a achar o banheiro. Juro que não sei por que você insiste em ser tão mimado às vezes. Nick observou com lágrimas nos olhos a mãe entrar em casa e fechar a porta atrás de si, deixando-o sozinho lá fora, na própria festa de aniversário, para a qual ninguém se deu ao trabalho de vir, exceto a última pessoa no mundo que ele gostaria de ver a menos de um quilômetro da casa dele. Ele olhou de novo para as mesas de comida e presentes e começou a chorar baixinho.
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