Então, como pude e às pressas, cheguei ao hospital me camuflando entre colegas. O hospital parecia um hospício, cheio de gente, como de costume. Cada um parecia atento e entregue aos seus deveres. Ao chegar no meu consultório, pude ver o senhor Salvador sentado, esperando sozinho. Com seu rosto desfigurado, parecia um homem vulnerável e bastante preocupado...
Sem avisar, convidei-o para passar no consultório... Don Salvador prosseguiu entrando, sentando-se e, dentro de sua preocupação, não deixava de ser gentil por ter marcado uma consulta sem aviso prévio fora do meu horário. Para mim, era trabalho, e mais ainda sendo de um conhecido da família... Bem, Don Salvador, diga-me o que acontece, a que vem essa preocupação além de não conseguir dormir... Sal: Doutora, acontece que, como a senhora já sabe, sofro de insônia, entre outras coisas que os exames mostraram. Sinto não ter lhe dito antes sobre meu problema de bexiga, os remédios têm funcionado, mas... Diga-me o que acontece, Don Salvador... Sem vergonha, isso pode acontecer com qualquer um e tem solução... Sal: Acontece que há aproximadamente dois anos tenho esse problema da minha bexiga e, como a senhora sabe, não controlo minha urina; às vezes ela vence, e em outras é impossível fazer. E é que, amm, piorou porque minhas bolas estão muito inchadas, dói quando estou sentado e quando faço fricção ao caminhar, e é algo que me preocupa a vermelhidão e a dor ao querer urinar... Entendo, Don Salvador. Olhe, é um problema já de tempo e você tem que ser mais higiênico e passar uma pomada que ajudará na inflamação... Era uma análise que eu fazia, pois não podia me desviar do assunto, e a dor era óbvia, então procedi a fazer uma receita. Enquanto a fazia, podia notar sua dor e angústia; até podia notar suas mãos embaixo da mesa, pensando na dor que tinha. Já estávamos lá, mais do que revisar e saber da gravidade, então fiz algo que nunca havia feito na minha vida; meu pai fazia isso quando eu o ajudava, até me convidava para sair nessas revisões, mas meu pai não estava mais aqui, e agora eu era a única que tinha que recorrer a esse procedimento. Portanto, como profissional, tentei ser sutil ao pedir... Don Salvador, de 1 a 10, quão forte está sua dor neste momento? Sal: 11, doutora, é uma dor e uma ardência... Entendo, Don Salvador, então... que me levantei, tranquei a porta e me sentei novamente... Don Salvador, hoje mais do que nunca quero que confie em mim, sou muito profissional e preciso pedir, com sua permissão, para fazer um exame... Don Salvador não se ofendeu com minhas palavras sutis, era mais a dor do sofrimento do que qualquer coisa, nem mesmo constrangimento ele demonstrou, então dei as instruções... Venha para este lado e vou pedir que abaixe sua calça, enquanto contornava a mesa e via a expressão de sofrimento no rosto de Don Salvador, que se debatia com o cinto para se mover e desviar botão por botão, então o som do zíper ecoou ao ver seu rosto de agonia ao enfiar a mão e conseguir libertar seu membro
por minha parte, procurei umas luvas de látex e, enquanto tentava abri-las, veio minha primeira surpresa: aquela maldita embalagem de plástico, que até uma criança abriria fácil, pra mim foi impossível de abrir, porque
De sua mão saiu um membro bastante grande, de dimensões descomunais. Até aquelas mãos grandes, velhas e calejadas que haviam tocado a minha ao cumprimentá-lo pareciam pequenas diante daquele membro semi ereto, liberando parte de sua glande e tronco cheio de veias que pareciam saltar, como as do braço de um homem atlético... Meus olhos se abriram totalmente, minhas mãos e pernas tremiam diante do que eu via, pois o membro do meu marido não tinha nem metade da grossura, muito menos do tamanho e das veias... Don Salvador parecia continuar focado na sua dor, acho que nunca percebeu minha expressão de espanto... Eu não sabia nem como começar aquela manobra; tantos anos de experiência pareciam ter virado um primeiro dia sem prática... Respirei fundo e me sentei enquanto aquele homem maduro, com seu membro exposto, parecia pronto para o exame... Com sutileza, nervosismo e um pouco de medo diante daquela monstruosidade, com minha mão direita ergui seu membro apontando para o teto, que parecia imensamente grande. "Quente" é pouco, estava fervendo. Para ver aqueles testículos grandes e extremamente redondos, por aquela bolsa de carne enrugada que os deixava cair, uma forte coloração avermelhada se estendia dos testículos até a parte média da coxa, indicando irritação. O check-up estava feito, eu havia descoberto o problema 😵💫. Era hora de soltá-lo e continuar com a receita e a análise, mas algo em mim não conseguia acreditar que queria largar aquele membro. Então, meus olhos deixaram de vê-lo para olhar para Don Salvador, que fitava o teto sem me encarar. Baixei meu olhar para continuar vendo aquele membro grande e grosso. Meu cérebro parou de dar sinais, e minha mão involuntariamente começou a subir e descer, como se estivesse começando a masturbá-lo. Pouco a pouco, fui fazendo isso até ouvir pequenos gemidos de Don Salvador: "Aaa aaaa aaaa eee aaaa aaaa". Era excitante ouvir aqueles gemidos, e então ouvi ele dizer: "Ooo... aaa aaa que alívio aaa aaa Parecia que meus pequenos movimentos aliviavam sua dor, continuei sem dizer uma palavra por uns 40 segundos. Sal: doutora doutora aaa aaa doutora aa me sinto mais aliviado Essas palavras de alguma forma me tranquilizavam, assim como ao senhor Salvador... Sal: doutora doutora o que está acontecendo comigo por que eu eeee meee sinto aaaa heee melhooorrrr Aquele homem parecia já estar tranquilo, mas aproveitando, pois seus gemidos faziam entender que estava melhor... O senhor Salvador, além de ser gentil, agora parecia bastante submisso e ingênuo, enquanto eu me sentia empoderada, tomando o controle da situação. Até lembrava do meu marido sendo submisso quando fazíamos sexo, e eu adorava ter o controle, mas agora parecia que eu me sentia mais empoderada do que quando estava com meu marido. O senhor Salvador e sua ingenuidade estavam começando a me fascinar... Ele era um TONTO em todo o esplendor da palavra... Diga, senhor Salvador, está se sentindo melhor?.. Sal: aaa aaa siiim melhor com essa pomada, ele era um tonto, pois nenhuma pomada eu tinha colocado, mas ele, concentrado no momento, estava nublado diante daquele espetáculo que fazíamos enquanto ele olhava para o teto e gemía, eu mordia os lábios 👄 e continuava fascinada com seu membro e seu jeito de agir... Senhor Salvador, o senhor tem relações constantemente?.. Sal: aaa aaa heee não doutora doutora aaa doutora Desde quando não tem, senhor Salvador? Sal: aaa heee aaaa aaaa anooos doutora Se masturba com frequência, senhor Salvador?.. Sal: aaa aaa naa naa não doutora Eu tinha o controle e queria continuar com esse jogo, então decidi BRINCAR do meu jeito... Continue assim, olhando para o teto, senhor Salvador. Me levantei da cadeira enquanto o senhor Salvador continuava reto, olhando para a divisória do consultório, a vista era maravilhosa: um homem submisso e tolo, até com os olhos fechados às vezes, e aquele membro duríssimo apontando para a cadeira 🪑. Procedi a observá-lo com clareza antes de me sentar novamente, muito bem, senhor Salvador, continue assim olhando ao teto e fechando os olhos, vou colocar mais pomada para diminuir a vermelhidão... Sal: sim, doutora. Abri a pomada e passei nas suas coxas e parte da sua genitália enquanto pensava em algo louco para fazer. Minha boca estava cheia de saliva, me deliciando com aquele membro gigantesco, então deixei muita saliva cair na minha mão e peguei aquele membro com a mão direita, sem pomada, só saliva.
A cabeça do seu pau ficou toda encharcada de saliva enquanto don Salvador gemía e curtia. Aquela glande era bem macia e lisa, enquanto o tronco era ereto, um pouco áspero e nada reto, porque as veias atrapalhavam que fosse totalmente direito, formando uns caroços salientes por causa das veias quase estourando de tão ereto que estava. Deu pra notar minha minissaia subir bastante, dava até pra ver minhas pernas brilhando, não por causa dos cuidados, mas por causa dos fluidos que saíam da minha buceta, que encharcaram minha calcinha numa quantidade enorme... Um cheiro de urina tomou conta de todo o consultório enquanto don Salvador parecia curtir cada vez mais. Seus gemidos agora eram mais altos, dava até pra ver ele mordendo os lábios enquanto as pernas tremiam. Sabia que era o momento em que ele estava pra gozar. A vontade de ver ele gozar era igual à de uma criança com brinquedo novo. As contrações não demoraram, e ele tapou a boca com todas as forças, deixando escapar não mais gemidos, mas gritos abafados...
E assim pude sentir como seu membro parecia querer explotar, engrossando da base até a ponta como uma mangueira sob pressão, liberando tudo de uma vez. Uma massa grossa de porra bem espessa saiu de um só golpe, uma quantidade surpreendente de sêmen que encheu completamente minhas mãos e seu torso. Depois, mais três jatos com pequenas pausas, em menor quantidade mas ainda bem grossos e abundantes. Meu marido não chegava nem à metade desses últimos jatos, muito menos do primeiro. Surpresa com tal exibição de porra, que parou de sair deixando seu membro todo encharcado, minhas mãos e parte do chão pingando. Levantei o olhar e vi o senhor Salvador observando aquela quantidade de sêmen escorrendo pelo seu pau e minha mão.
Recuperei a compostura enquanto o senhor Salvador ainda parecia incrédulo. Me levantei, abaixei minha minissaia e voltei para minha mesa. Peguei papel e sequei aquele líquido viscoso entre meus dedos enquanto o senhor Salvador subia a calça. Para conseguir guardar aquele mastro na calça agora era preciso ver como ficava abaulado dentro da roupa. Me relaxei como pude enquanto o senhor Salvador agradecia por se sentir melhor, todo suado - sua camisa parecia que tinham jogado um balde d'água. Era tanto suor que de canto de olho eu via como ele abanava a camisa para entrar ar.
Sem dizer uma palavra, terminei a receita da pomada e dei as instruções para aplicar duas vezes ao dia. Aliviada pelo menos por enquanto, dei por encerrado o ocorrido quando ele estendeu a mão pedindo desculpas pela bagunça, parecendo querer limpar, mas minha mão o deteve. "Não foi nada, senhor Salvador. Só não comente sobre o que aconteceu e espero que se sinta melhor". O senhor Salvador balançou a cabeça afirmando.
Dei a consulta por encerrada enquanto via o senhor Salvador saindo andando melhor. Ao checar meu celular, pude ver chamadas e mensagens do meu marido perguntando se estava tudo bem. falando que ele estava lá fora me esperando no estacionamento, pude sair correndo, pegando minha bolsa, passando perfume, largando o roupão e saindo na velocidade... Ao sair pude vê-lo me esperando... Tudo bem, meu amor? Olha como você está toda vermelha, parece que teve muito trabalho... Era óbvio que ele não sabia do que aconteceu, mas deve ter visto o senhor Salvador sair e pegar seu carro... A viagem para casa transcorreu normal, decidi jantar e fingir que nada aconteceu, agir normal, enquanto tentava dormir com a cabeça cheia de coisas
Não conseguia parar de pensar naquela situação que tinha acontecido, aquela cena gravada na minha cabeça daquele membro gigantesco do don Salvador vindo à minha mente a noite toda
Como era possível que alguém como o senhor Salvador, alguém que ninguém daria crédito, pudesse ter algo tão grande entre as pernas? Eu imaginava a esposa dele e o quanto ela devia ser feliz com o marido, até pensava nos bons tempos deles e uma infinidade de coisas... A madrugada passou voando, parecia que eu tinha deitado há poucos minutos quando meu marido acordou para se arrumar pro trabalho, enquanto eu ainda tinha duas horas antes de levar as meninas à escola 🎒🏫. Deitada, eu ainda estava chocada com a situação e uma onda de tesão tomou conta do meu corpo.
O atrito dos lençóis fazia a maior parte do trabalho do tesão no seu auge, minhas mãos brincavam com minha buceta enquanto minhas pernas roçavam o frescor da cama e dos lençóis, minha boca se umedecia a cada contato por mais leve que fosse com meu corpo, eu podia sentir meu corpo ferver de tesão e o travesseiro úmido da minha boca... me sentia uma putinha do jeito que não sentia há anos...
Minha cama estava encharcada nos meus fluidos da buceta, suor e pensamentos por aquele homem maduro, minha cabeça não parava de girar com pensamentos impuros, o coração parecia querer sair do peito, meu estômago sentia uma liberdade e várias borboletas voando dentro dele, minha buceta alagada de lubrificação e minhas pernas não conseguiam se fechar de tanta excitação, agora era eu que não parava de encarar o teto, mergulhada numa tesão que me fazia me sentir viva de novo... Continua....
Sem avisar, convidei-o para passar no consultório... Don Salvador prosseguiu entrando, sentando-se e, dentro de sua preocupação, não deixava de ser gentil por ter marcado uma consulta sem aviso prévio fora do meu horário. Para mim, era trabalho, e mais ainda sendo de um conhecido da família... Bem, Don Salvador, diga-me o que acontece, a que vem essa preocupação além de não conseguir dormir... Sal: Doutora, acontece que, como a senhora já sabe, sofro de insônia, entre outras coisas que os exames mostraram. Sinto não ter lhe dito antes sobre meu problema de bexiga, os remédios têm funcionado, mas... Diga-me o que acontece, Don Salvador... Sem vergonha, isso pode acontecer com qualquer um e tem solução... Sal: Acontece que há aproximadamente dois anos tenho esse problema da minha bexiga e, como a senhora sabe, não controlo minha urina; às vezes ela vence, e em outras é impossível fazer. E é que, amm, piorou porque minhas bolas estão muito inchadas, dói quando estou sentado e quando faço fricção ao caminhar, e é algo que me preocupa a vermelhidão e a dor ao querer urinar... Entendo, Don Salvador. Olhe, é um problema já de tempo e você tem que ser mais higiênico e passar uma pomada que ajudará na inflamação... Era uma análise que eu fazia, pois não podia me desviar do assunto, e a dor era óbvia, então procedi a fazer uma receita. Enquanto a fazia, podia notar sua dor e angústia; até podia notar suas mãos embaixo da mesa, pensando na dor que tinha. Já estávamos lá, mais do que revisar e saber da gravidade, então fiz algo que nunca havia feito na minha vida; meu pai fazia isso quando eu o ajudava, até me convidava para sair nessas revisões, mas meu pai não estava mais aqui, e agora eu era a única que tinha que recorrer a esse procedimento. Portanto, como profissional, tentei ser sutil ao pedir... Don Salvador, de 1 a 10, quão forte está sua dor neste momento? Sal: 11, doutora, é uma dor e uma ardência... Entendo, Don Salvador, então... que me levantei, tranquei a porta e me sentei novamente... Don Salvador, hoje mais do que nunca quero que confie em mim, sou muito profissional e preciso pedir, com sua permissão, para fazer um exame... Don Salvador não se ofendeu com minhas palavras sutis, era mais a dor do sofrimento do que qualquer coisa, nem mesmo constrangimento ele demonstrou, então dei as instruções... Venha para este lado e vou pedir que abaixe sua calça, enquanto contornava a mesa e via a expressão de sofrimento no rosto de Don Salvador, que se debatia com o cinto para se mover e desviar botão por botão, então o som do zíper ecoou ao ver seu rosto de agonia ao enfiar a mão e conseguir libertar seu membro
por minha parte, procurei umas luvas de látex e, enquanto tentava abri-las, veio minha primeira surpresa: aquela maldita embalagem de plástico, que até uma criança abriria fácil, pra mim foi impossível de abrir, porque
De sua mão saiu um membro bastante grande, de dimensões descomunais. Até aquelas mãos grandes, velhas e calejadas que haviam tocado a minha ao cumprimentá-lo pareciam pequenas diante daquele membro semi ereto, liberando parte de sua glande e tronco cheio de veias que pareciam saltar, como as do braço de um homem atlético... Meus olhos se abriram totalmente, minhas mãos e pernas tremiam diante do que eu via, pois o membro do meu marido não tinha nem metade da grossura, muito menos do tamanho e das veias... Don Salvador parecia continuar focado na sua dor, acho que nunca percebeu minha expressão de espanto... Eu não sabia nem como começar aquela manobra; tantos anos de experiência pareciam ter virado um primeiro dia sem prática... Respirei fundo e me sentei enquanto aquele homem maduro, com seu membro exposto, parecia pronto para o exame... Com sutileza, nervosismo e um pouco de medo diante daquela monstruosidade, com minha mão direita ergui seu membro apontando para o teto, que parecia imensamente grande. "Quente" é pouco, estava fervendo. Para ver aqueles testículos grandes e extremamente redondos, por aquela bolsa de carne enrugada que os deixava cair, uma forte coloração avermelhada se estendia dos testículos até a parte média da coxa, indicando irritação. O check-up estava feito, eu havia descoberto o problema 😵💫. Era hora de soltá-lo e continuar com a receita e a análise, mas algo em mim não conseguia acreditar que queria largar aquele membro. Então, meus olhos deixaram de vê-lo para olhar para Don Salvador, que fitava o teto sem me encarar. Baixei meu olhar para continuar vendo aquele membro grande e grosso. Meu cérebro parou de dar sinais, e minha mão involuntariamente começou a subir e descer, como se estivesse começando a masturbá-lo. Pouco a pouco, fui fazendo isso até ouvir pequenos gemidos de Don Salvador: "Aaa aaaa aaaa eee aaaa aaaa". Era excitante ouvir aqueles gemidos, e então ouvi ele dizer: "Ooo... aaa aaa que alívio aaa aaa Parecia que meus pequenos movimentos aliviavam sua dor, continuei sem dizer uma palavra por uns 40 segundos. Sal: doutora doutora aaa aaa doutora aa me sinto mais aliviado Essas palavras de alguma forma me tranquilizavam, assim como ao senhor Salvador... Sal: doutora doutora o que está acontecendo comigo por que eu eeee meee sinto aaaa heee melhooorrrr Aquele homem parecia já estar tranquilo, mas aproveitando, pois seus gemidos faziam entender que estava melhor... O senhor Salvador, além de ser gentil, agora parecia bastante submisso e ingênuo, enquanto eu me sentia empoderada, tomando o controle da situação. Até lembrava do meu marido sendo submisso quando fazíamos sexo, e eu adorava ter o controle, mas agora parecia que eu me sentia mais empoderada do que quando estava com meu marido. O senhor Salvador e sua ingenuidade estavam começando a me fascinar... Ele era um TONTO em todo o esplendor da palavra... Diga, senhor Salvador, está se sentindo melhor?.. Sal: aaa aaa siiim melhor com essa pomada, ele era um tonto, pois nenhuma pomada eu tinha colocado, mas ele, concentrado no momento, estava nublado diante daquele espetáculo que fazíamos enquanto ele olhava para o teto e gemía, eu mordia os lábios 👄 e continuava fascinada com seu membro e seu jeito de agir... Senhor Salvador, o senhor tem relações constantemente?.. Sal: aaa aaa heee não doutora doutora aaa doutora Desde quando não tem, senhor Salvador? Sal: aaa heee aaaa aaaa anooos doutora Se masturba com frequência, senhor Salvador?.. Sal: aaa aaa naa naa não doutora Eu tinha o controle e queria continuar com esse jogo, então decidi BRINCAR do meu jeito... Continue assim, olhando para o teto, senhor Salvador. Me levantei da cadeira enquanto o senhor Salvador continuava reto, olhando para a divisória do consultório, a vista era maravilhosa: um homem submisso e tolo, até com os olhos fechados às vezes, e aquele membro duríssimo apontando para a cadeira 🪑. Procedi a observá-lo com clareza antes de me sentar novamente, muito bem, senhor Salvador, continue assim olhando ao teto e fechando os olhos, vou colocar mais pomada para diminuir a vermelhidão... Sal: sim, doutora. Abri a pomada e passei nas suas coxas e parte da sua genitália enquanto pensava em algo louco para fazer. Minha boca estava cheia de saliva, me deliciando com aquele membro gigantesco, então deixei muita saliva cair na minha mão e peguei aquele membro com a mão direita, sem pomada, só saliva.
A cabeça do seu pau ficou toda encharcada de saliva enquanto don Salvador gemía e curtia. Aquela glande era bem macia e lisa, enquanto o tronco era ereto, um pouco áspero e nada reto, porque as veias atrapalhavam que fosse totalmente direito, formando uns caroços salientes por causa das veias quase estourando de tão ereto que estava. Deu pra notar minha minissaia subir bastante, dava até pra ver minhas pernas brilhando, não por causa dos cuidados, mas por causa dos fluidos que saíam da minha buceta, que encharcaram minha calcinha numa quantidade enorme... Um cheiro de urina tomou conta de todo o consultório enquanto don Salvador parecia curtir cada vez mais. Seus gemidos agora eram mais altos, dava até pra ver ele mordendo os lábios enquanto as pernas tremiam. Sabia que era o momento em que ele estava pra gozar. A vontade de ver ele gozar era igual à de uma criança com brinquedo novo. As contrações não demoraram, e ele tapou a boca com todas as forças, deixando escapar não mais gemidos, mas gritos abafados...
E assim pude sentir como seu membro parecia querer explotar, engrossando da base até a ponta como uma mangueira sob pressão, liberando tudo de uma vez. Uma massa grossa de porra bem espessa saiu de um só golpe, uma quantidade surpreendente de sêmen que encheu completamente minhas mãos e seu torso. Depois, mais três jatos com pequenas pausas, em menor quantidade mas ainda bem grossos e abundantes. Meu marido não chegava nem à metade desses últimos jatos, muito menos do primeiro. Surpresa com tal exibição de porra, que parou de sair deixando seu membro todo encharcado, minhas mãos e parte do chão pingando. Levantei o olhar e vi o senhor Salvador observando aquela quantidade de sêmen escorrendo pelo seu pau e minha mão.Recuperei a compostura enquanto o senhor Salvador ainda parecia incrédulo. Me levantei, abaixei minha minissaia e voltei para minha mesa. Peguei papel e sequei aquele líquido viscoso entre meus dedos enquanto o senhor Salvador subia a calça. Para conseguir guardar aquele mastro na calça agora era preciso ver como ficava abaulado dentro da roupa. Me relaxei como pude enquanto o senhor Salvador agradecia por se sentir melhor, todo suado - sua camisa parecia que tinham jogado um balde d'água. Era tanto suor que de canto de olho eu via como ele abanava a camisa para entrar ar.
Sem dizer uma palavra, terminei a receita da pomada e dei as instruções para aplicar duas vezes ao dia. Aliviada pelo menos por enquanto, dei por encerrado o ocorrido quando ele estendeu a mão pedindo desculpas pela bagunça, parecendo querer limpar, mas minha mão o deteve. "Não foi nada, senhor Salvador. Só não comente sobre o que aconteceu e espero que se sinta melhor". O senhor Salvador balançou a cabeça afirmando.
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Não conseguia parar de pensar naquela situação que tinha acontecido, aquela cena gravada na minha cabeça daquele membro gigantesco do don Salvador vindo à minha mente a noite toda
Como era possível que alguém como o senhor Salvador, alguém que ninguém daria crédito, pudesse ter algo tão grande entre as pernas? Eu imaginava a esposa dele e o quanto ela devia ser feliz com o marido, até pensava nos bons tempos deles e uma infinidade de coisas... A madrugada passou voando, parecia que eu tinha deitado há poucos minutos quando meu marido acordou para se arrumar pro trabalho, enquanto eu ainda tinha duas horas antes de levar as meninas à escola 🎒🏫. Deitada, eu ainda estava chocada com a situação e uma onda de tesão tomou conta do meu corpo.
O atrito dos lençóis fazia a maior parte do trabalho do tesão no seu auge, minhas mãos brincavam com minha buceta enquanto minhas pernas roçavam o frescor da cama e dos lençóis, minha boca se umedecia a cada contato por mais leve que fosse com meu corpo, eu podia sentir meu corpo ferver de tesão e o travesseiro úmido da minha boca... me sentia uma putinha do jeito que não sentia há anos...
Minha cama estava encharcada nos meus fluidos da buceta, suor e pensamentos por aquele homem maduro, minha cabeça não parava de girar com pensamentos impuros, o coração parecia querer sair do peito, meu estômago sentia uma liberdade e várias borboletas voando dentro dele, minha buceta alagada de lubrificação e minhas pernas não conseguiam se fechar de tanta excitação, agora era eu que não parava de encarar o teto, mergulhada numa tesão que me fazia me sentir viva de novo... Continua....
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