Mi madre y su novio negro (Cap. 16) Noche en el club

Minha mãe saiu e eu decidi descansar um pouco, depois do que passei esses dias, precisava disso. Coloquei os fones e botei uma música, fiquei pensando em como fazer minha mãe largar aquele cara, mas cada ideia era mais difícil que a anterior. Eu precisava encontrar um jeito dela perceber quem ele é de verdade, mesmo correndo o risco de ele me bater de novo.

Umas horas depois, chegou um vídeo de um número desconhecido. Abri e fiquei chocado com o que vi: era um vídeo da minha mãe numa balada, dançando no tubo, completamente nua na frente de vários caras enquanto eles jogavam dinheiro nela. O vídeo vinha acompanhado de uma mensagem:

"Essa é sua mamãe, perdedor."

Achei que era ele quem tinha mandado o vídeo. Meu coração disparou ao ver aquilo. Sabia que ele tinha razão: minha mãe tinha se transformado em outra pessoa, numa puta sem moral. Mas vê-la daquele jeito, por algum motivo, me dava um tesão do caralho. Então, mesmo doendo a situação, tive que segurar a vontade de bater uma.

Naquele vídeo, dava pra ouvir a voz de vários desses caras gritando coisas obscenas pra ela. Minha mente começou a imaginar as possíveis cenas que estavam rolando naquele momento. Queria saber mais, mesmo que doesse. Me senti um lixo por querer ver mais. Uma hora depois, chegou outra mensagem:

"Se quiser ver mais, vem nesse endereço."

Olhei a hora e vi que já passava da 1 da manhã. Vi o endereço e sabia que não era certo ir, mas por algum motivo, eu queria. Meu corpo reagiu automático e não consegui controlar a ansiedade. Precisava saber o que tava rolando. Saí correndo pro endereço que me mandaram. Uns minutos depois, cheguei. Era uma balada noturna, dava pra ouvir a música. Tinha dois seguranças na porta, ambos altos e musculosos, eram negros igual àquele sujeito.

Decidi me aproximar e aí o segurança falou:

Segurança: Como podemos ajudar?

Eu não soube o que dizer.

— Hum... boa-boa noite... eu queria...

Segurança: Entrar? Me dá sua identidade aí. favor
Entreguei ela pra eles e depois os dois me olharam
Guarda: Nos dá um minuto, por favor
Eles entraram e eu sentia o suor começando a escorrer, tava nervoso, sabia que lá dentro minha mãe devia estar sendo a atração de vários caras negros. Uns minutos depois eles ainda não tinham saído, pensei em vazar e não voltar, mas aí a porta se abriu e os dois guardas saíram
Guarda: Pode entrar, tão te esperando
Tão me esperando?
Não entendia do que eles tavam falando, mas entrei e fiquei de boca aberta, tinha um monte de homem nas mesas bebendo e fumando, no bar tinha uma loira só coberta por uns adesivos nos peitos que diziam “Slut”, orelhas de coelho e uma tanga preta, preparando as bebidas, o lugar cheirava a cigarro e outras paradas, queria ir embora mas já era tarde, tava ali e tinha que descobrir o que desse, outras minas tavam com a mesma roupa, de salto, tinha umas garotas em outras mesas se beijando com aqueles caras
Eu procurava minha mãe, mas aí uma das moças chegou perto de mim e falou:
Moça: Desculpa, mas esse clube não é pra garotos como você, o que cê tá fazendo aqui?
– Desculpa, do que cê tá falando?
Moça: Quem é você? Como deixaram você entrar?
– Eu… tô procurando alguém
Moça: Moleque, nenhuma das minas daqui vai te atender, cê devia voltar pra casa
– Por quê?
Moça: Esse clube é pra homens, não pra crianças
– Já sou de maior
Moça: Não tô falando disso
– Então se explica
Moça: Esse clube é pra homens de cor e pra minas que gostam deles, minas que são propriedade de algum dos caras que cê vê aqui
Olhei em volta e vi que ela tinha razão, não tinha nenhum homem branco, tudo era preto acompanhado de minas brancas
– Então você também é assim…
Moça: Não me diga que cê tá procurando sua namorada aqui, se for, acredita em mim, cê devia voltar pra casa e se considerar solteiro
– Não é minha namorada que eu tô procurando
Aquela moça devia ter uns 1,65, os olhos dela eram cor de avelã e o cabelão dela era lindo, preto Ela era muito gostosa, o abdômen dela era lisinho e as pernas pareciam bem cuidadas, os peitos dela eram bem grandes. Ela me olhou confusa, não entendia o que eu tava fazendo ali e, pra ser sincero, eu também não, só me deixei levar pelas circunstâncias.

Moça: Então, o que cê tá fazendo aqui?
—...
Fiquei calado, não sabia como dizer o que eu tava procurando. Será que eu tinha ido no lugar errado?

Moça: Olha, moleque, ou me fala quem cê tá procurando ou eu chamo a segurança.
—Tô procurando minha mãe...
Moça: Sua mãe?
A moça deu uma olhada ao redor.
Moça: Não achei que nenhuma tivesse um filho, ainda mais um como você... a não ser que...
A moça me olhou com um sorriso debochado.
Moça: Cê é o filho da novata, né?
Eu só baixei o olhar, envergonhado.
Moça: Cê é o filho da coroa.
Eu só balancei a cabeça que sim.
Moça: Imagino que o dono dela saiba que cê tá aqui, ele não gosta de ser interrompido.
O dono dela? Era assim que chamavam agora?
Moça: Vem comigo.
Ela pegou na minha mão e me guiou por aquele lugar.
—Me falaram que tavam me esperando.
Moça: Isso vai facilitar as coisas.
Chegamos numa porta que era meio afastada do salão principal.
Moça: Espera aqui.

5 comentários - Mi madre y su novio negro (Cap. 16) Noche en el club

En fragmentos tan cortos se pierde la historia y no se disfruta, no se alcanza el climax.
Tratare de hacerlo mas largo
hola como siguio esa noche en el club .....
Hoy subo parte nueva, he pasado algo ocupado